Heartbeat - I wanna be yours
17 But the truth hurts
Notas iniciais
2 dias haviam se passado desde o jantar.
Bella havia sido estupidamente romântica naquela noite, e parte disso era por causa da culpa, ele sabia bem.
Hoje é o terceiro dia de congresso. Há apenas mais dois dias antes da festa de gala e da apresentação da orquestra, coisas que todos estavam especificamente animados.
Edward ainda dormia no quarto de Elena, e ela praticamente havia se mudado para o quarto do novo namorado, que não era gay para sua sorte.
Bella ainda era um pouco estranha com ele, se mantinha levemente distante e as vezes ela sumia por horas. Ele não queria ser paranoico sobre isso, nem queria pensar coisas de mais, mas era inevitável. Ao mesmo tempo que ele entendia que ela precisava resolver tudo, ele tinha medo dela se deixar levar. Ele entende que ela é instável e isso é apenas assustador, mas ao mesmo tempo ele tenta confiar nela e esperar pelo melhor. Afinal, não há nada mais que ele poderia fazer.
Terminou seu banho e se vestiu, colocando seu crachá e descendo até o primeiro andar, entrando na sala de palestras. Foi até sua mãe e pai, os cumprimentando, indo em direção de Elena e David. Eles conversavam animadamente sobre o bar que haviam ido em NY e Edward fingia prestar atenção, enquanto seus olhos corriam o local procurando por Bella.
Ele viu Matt entrar ali, seu rosto ainda roxo, o que o fez querer rir. A palestra estava prestes a começar então todos se sentaram. Poucos minutos antes , Isabella entrou e rapidamente correu até uma das médicas, se sentando ao lado da mesma.
O congresso começou e era algo realmente interessante, mas Edward não conseguia prestar muita atenção. O dia correu e as palestras de hoje já haviam chego ao fim por volta das 19h. Ele se levantou para sair, mas antes checou seu celular, que havia apitado. Ele abriu o e-mail e começou a ler, ficando saltitante por dentro.
A maioria das pessoas já tinha saído, então ele correu até o quarto de seus pais, desesperadamente querendo contar a notícia.
Tocou uma vez na porta e rapidamente Esme a abriu, sorrindo.
— Querido! – Ela saudou e ele a abraçou sorridente.
— Eu tenho uma notícia maravilhosa! – Ele disse animado e Esme deu passagem. Encontrou Carlisle e o abraçou também, os colocando sentados em uma mesa que havia no quarto do hotel. Ele abriu o e-mail no celular novamente e deu na mão de Esme para que ela o lesse.
— Eles mandaram as minhas notas e eu tive nota máxima em quase tudo. – Ele disse animado, seu sorriso não cabendo em seu rosto. – Me mandaram uma proposta. Eu posso ficar 2 meses tendo aulas presenciais então já posso finalizar o meu semestre, me formando finalmente. Do contrário eu precisarei ficar 6 meses tendo aulas a distância e voltar no final deste período para os testes finais. – Ele disse animado e Esme e Carlisle sorriam.
— Filho, isso é maravilhoso! Eu sempre soube que você seria brilhante! – Carlisle elogiou, sorridente. Esme sorria mas ele percebeu que algo a incomodava. Pegou sua mão sobre a mesa.
— O que foi, mãe? – Ele perguntou doce e Esme sorriu.
— Ainda não me acostumei com você me chamando assim. – Ela disse, sorrindo abertamente. – Sobre o que você pensou, filho? Vai ficar longe de nós por 2 meses? Longe de... Bella? – Ela perguntou meio receosa e ele ponderou, respirando fundo.
— Honestamente? Não se sintam ofendidos mas se houvessem apenas vocês, eu iria sem pensar duas vezes. Eu os amo, sabem disso, mas não seria como se eu nunca tivesse ficado longe. – Ele deu de ombros e eles assentiram, compreendendo. Esme e Carlisle nunca foram do tipo que prendem os filhos. – Mas sobre Bella. – Ele bufou. – Vocês sabem que estamos complicados, e isso tudo foi depois que eu disse que a amo. E eu quero ficar com ela, mãe. Mas ao mesmo tempo eu estou me cansando, sabe? Ela nunca me da um espaço, esses dias ela tem ficado ausente, tem sumido por horas, e eu sei que pode ser apenas minha mente louca mas eu acho que ela o esta vendo. – Ele suspirou. — Eu quero ficar com ela, muito. Eu amo e quero um vida ao lado dela, mas isso é torturante! E eu estou tentando, muito! Eu mandei flores para ela esses dois últimos dias, eu a ligo quando ela some. Eu me mantenho preocupado mas ao mesmo tempo eu sinto como se estivesse sendo uma pessoa sufocante ao invés de uma cara legal. Eu não sei o que ela quer comigo, ela não se abre. – Ele disse triste, passando a mão pelos cabelos. Carlisle e Esme se entreolharam. – Eu preciso de uma posição dela, e se ela não a tomar até o final da semana, eu vou pegar um avião de NY direto para Cambridge, e nós nos veremos depois de dois meses. – Ele sorriu triste e Esme acariciou o rosto dele.
— Vai tudo ficar bem, amor. Janta conosco? – Esme pediu doce e ele assentiu. Carlisle sorriu para ambos.
— Não quer convidar a Bella? Podemos jantar os quatro. – Carlisle disse animado. Ele assentiu.
— Vou até o quarto dela e depois encontro vocês? – Ele perguntou e Esme assentiu.
— No restaurante do primeiro andar. Nós já vamos indo para pegar algum lugar vago. – Ela disse a ele, que saiu sorrindo do quarto.
Entrou no elevador e apertou o andar de Isabella. Ele não iria contar a ela a proposta da faculdade, não queria pressioná-la com uma escolha. Ele sentia que se ela o amasse, mesmo não dizendo nada, até o final da semana ela teria uma posição, ou pelo menos algo mais a oferecer a ele. Do contrário, ele saberia que ela nunca esteve pronta e que se afastar seria o melhor a fazer.
O elevador chegou e ele desceu do mesmo, dando três passos antes de ouvir vozes. Ele se encostou na parede atrás de uma pilastra e tentou ouvir melhor.
— Você precisa ir. – Uma voz feminina disse e algo no peito dele sabia que era a voz de Bella.
— Mas você disse que poderíamos conversar hoje. – O homem respondeu nervoso.
— Hoje não dá, Matt. – Ela disse nervosa e o cara bufou alto.
— Ontem estávamos bem, o que houve? – Ele perguntou nervoso e o peito de Edward se apertou. Ela o estava vendo como ele temia.
— Não houve nada, vá embora. – Ela disse rude e ele ouviu uma porta batendo. Passos firmes andavam para longe e ele supôs que Matt andava na direção oposta a ele.
Edward respirou fundo e voltou para o elevador, ainda atônito. Ao invés de ir até seu quarto, foi até o andar onde Elena estava ficando.
Ele deu dois toques na porta e ela apareceu sorridente.
— Edward! Como vai? – Ela perguntou animada, o puxando para dentro. – David esta no banheiro, ele vai encontrar um doutor agora pela noite. Eles conversaram sobre trabalho e ele foi convidado como pesquisador, não é bom? – Ela perguntou sorrindo e ele assentiu, ainda atônito. – Ed, o que houve? – Ela o encarou, preocupada.
— Eu fui até o andar dela e ela falava com o Matt, Elena. Eu sou um idiota completo! Eu fui convidá-la para jantar comigo e com os meus pais, mas ela estava lá falando com ele. – Disse nervoso e ela bufou, respirando fundo.
— Você tem certeza? As vezes não era nada demais. – Ela disse, tentando amenizar a situação. Ele bufou de novo. David saiu do banheiro já quase arrumado e o cumprimentou.
— Eu sei o que eu vi. – Ele disse simplesmente, suspirando em seguida. Elena o encarou triste. – Eu vou indo, meus pais estão me esperando para jantar. – Ele se levantou e andou até a porta, parando abruptamente. – Vai ficar sozinha aqui? Quer ir conosco? Eles vão pegar uma mesa para quatro pessoas de qualquer jeito. – Ele disse sorrindo e Elena sorriu de volta. – Isso é claro, se o David me emprestar a mulher dele por uma noite. – Pediu divertido e os dois riram.
— Eu adoraria ir, Edward. – Ela disse sorrindo, pegando a bolsa.
— Você só cuide da minha mulher, sim? Se não eu acabo com você! – David disse sério. Depois de alguns segundos ele e Edward já riam. Foi até Elena e a beijou. – Tenha um bom jantar, amor. Depois eu juro que lhe recompenso por estar saindo. – Ele disse safado e Edward fez uma careta.
— Oh, me poupem pelo amor de Deus! – Ele pediu se fingindo de enjoado e eles riram. Elena foi até ele e enlaçou o braço no seu.
— Vamos logo. – Ela pediu divertida e eles saíram do quarto, descendo até o andar do restaurante.
Eles disseram o nome dos pais de Edward e um garçom os levou até a mesa. Esme e Carlisle sorriram abertamente.
— Elena, querida! – Esme saudou animada e eles se cumprimentaram, se sentando em seguida.
— Nós achamos que Edward traria outra companhia, mas a sua é igualmente encantadora. – Carlisle disse sorrindo e ela assentiu.
— Eu também achei, pai. Mas nada é como queremos, não é? – Ele disse emburrado e Esme mudou de assunto.
— Já contou a ela sobre a faculdade? – Esme perguntou animada e Elena se virou para ele em expectativa.
— Antes de tudo, eu quero que isso fique entre nós três, tudo bem? Só vocês e Emmett vão saber sobre isso, e depois que eu tomar uma decisão, eu gostaria que ninguém falasse sobre nada com ninguém. – Ele pediu sério e Carlisle bufou.
— Quando diz ninguém, você quer dizer a Bella? – Esme perguntou e o garçom chegou na mesa, servindo vinho á eles.
— Mãe. – Edward a repreendeu.
— Me conte logo, Edward! – Elena pediu ansiosa e ela suspirou.
— Eu tirei nota máxima na maioria das provas. Eles pediram que eu decidisse se quero ter aulas presenciais e me formar em dois meses, ou ter aulas a distância e me formar em 6 meses. – Ele disse menos animado do que antes e ela sorriu.
— Isso é maravilhoso! Você me disse como as provas foram difíceis e você se esforçou, eu fico feliz que tenham reconhecido o seu esforço, Edward. – Ela disse sorrindo e ele sorriu minimamente.
— Já tomou sua decisão, Edward? – Carlisle perguntou e ele bufou.
— Eu não sei pai, mas vamos falar sobre outra coisa, sim? – Ele pediu e todos sorriram, mudando de assunto.
O jantar terminou e Elena foi encontrar com David no bar. Edward subiu com os pais até o apartamento deles, os deixando á porta.
— Estão entregues, meus velhos. – Ele disse brincalhão e Esme se fingiu de ofendida.
— Você me respeite! – Ela bateu nos ombros dele, que riu.
— Velho é você, garoto! Eu e sua mãe ainda damos um caldo. – Carlisle disse animado, dando um tapa na bunda de Esme. Ela riu e Edward revirou os olhos.
— Vocês são dois pervertidos! – Ele acusou.
— Como se você fosse santo, filho. Não pense que esquecemos o dia do elevador. – Esme disse divertida e Carlisle riu.
— Nem o dia da sala dos funcionários. – Carlisle completou.
— Nem o dia no escritório de Bella. – Esme disse de novo e ambos riram.
— Vocês estão me vigiando? Pervertidos! – Ele disse sério e eles riram. Ouviram passos no corredor e Edward olhou para o local do barulho, vendo Isabella se aproximar deles.
— Ai estão vocês! – Ela disse animada e Edward forçou um sorriso. – Fui te procurar no seu quarto e não o encontrei, então pensei que pudesse estar aqui. – Ela se dirigiu para Edward, que apenas assentiu. – Como vão? Não os vi a noite toda. – Ela encarou Esme e Carlisle, os cumprimentando.
— Estamos bem, querida. – Esme disse sorridente.
— Nós saímos para jantar com Edward e Elena. – Carlisle disse, fazendo Edward bufar.
— Elena? Entendo. – Ela forçou um sorriso e Esme sorriu de volta.
— O namorado dela a trocou por uma reunião com um médico, coitada. – Esme disse divertida. – Edward apenas foi gentil em chama-la. Afinal, eles são bons amigos. – Ela se apressou em falar, o que fez Edward a encarar em agradecimento. Mesmo estando chateado, ele não queria que Bella pensasse que ele já estava com outra pessoa.
— Oh sim, homens. – Bella disse forçando um sorriso e revirando os olhos. Eles riram.
— Bom, não querendo ser rude, mas já sendo. – Carlisle começou e eles riram. – Eu e Esme temos assuntos a tratar na cama, se me entendem! – Ele disse evasivo e Edward riu.
— Pai! – Ele repreendeu e eles riram.
— O que? Devia transar também, garoto. Esta muito rabugento. – Carlisle repreendeu e Edward bufou.
— Estou bem pai, pelo amor de Deus. – Ele reclamou e todos riram.
— Ok, ok, já podem nos deixar em paz, obrigado! – Carlisle disse divertido, puxando Esme para dentro do quarto e fechando a porta na cara dos dois. Edward encarou atônito.
— Pai! – Ele repreendeu. – Deus do céu! Boa noite mãe! – Ele gritou contra a porta e ouviu Esme gritando de dentro, lhe dando boa noite de volta. Bella já ria. – Deus, pode acreditar nisso? – Ele perguntou atônito e ela riu.
— Achei que já estivesse acostumado, eles são assim desde que os conheço. – Ela disse divertida e ele riu, negando com a cabeça.
— Dois malditos coelhos. – Ele resmungou e ela riu, então ele começou a andar em direção ao elevador com ela ao seu lado.
— Você esta bem com Esme. — Ela observou, sorrindo.
— Eu acho que amadureci mais do que eu esperava. — Ele deu de ombros. — Ela é sempre doce comigo, hoje eu vejo que ela é minha mãe realmente. — Ele sorriu consigo mesmo. O que a fez sorrir também.
— Isso é bom, ela te ama muito. — Ela disse doce e ele apenas assentiu. — Eu queria ter te visto a noite. Hoje a tarda o congresso foi corrido e eu tive que conversar com alguns médicos depois, algumas pesquisas minhas batem com o trabalho deles. – Ela disse sorrindo e ele assentiu.
— Isso é bom. – Ele disse fingindo animação e ela o achou estranho, mas relevou.
— Ainda são 23h. Quer descer para bebermos algo? Hoje foi um dia longo. – Ela suspirou e ele apertou o botão do elevador, não prestando atenção realmente.
— Eu... Hm... Estava pensando em dormir mais cedo. Amanhã o congresso tem coisas interessantes e eu gostaria de estar disposto e com minha total atenção. Vai ser sobre a área de cirurgia neurológica e isso é algo que eu estou realmente gostando. – Ele disse sem muita animação, entrando no elevador. Ela o seguiu.
— Oh sim, entendo. – Ela disse sem jeito, suspirando. – Você... Gostaria de companhia? – Ela perguntou envergonhada e ele fechou os olhos com força. Ele queria lhe dar um fora enorme, mas seu coração o traía completamente.
— Companhia para... ? – Ele perguntou evasivo e ela sorriu.
— Dormir, apenas. – Ela deu de ombros e ele tentou segurar o sorriso, falhando miseravelmente.
— Dormir? – Ele levantou uma sobrancelha e ela assentiu. – Bom, se suas intenções forem inofensivas, isso soa bem. – Ele disse sério e ela sorriu de canto.
— Minhas intenções são as melhores, Cullen. – Ela sorriu e ele segurou o riso de novo. O elevador chegou ao andar e eles desceram. Andaram silenciosamente até o quarto dele, então Edward destrancou a porta, não a abrindo realmente.
— Pensando bem, senhorita Swan. Eu acho que eu gostaria de alguém menos prudente hoje. – Ele disse escondendo o divertimento e ela sorriu.
— Eu posso ser imprudente, senhor Cullen. – Ela disse rouca e ele a encarou. Isabella desfez o nó de seu sobretudo e o abriu, mostrando que estava apenas com um conjunto de calcinha e sutiã azul claro. Ele engoliu seco e a puxou pela cintura.
— A senhorita nunca veio com a intenção de dormir, creio eu. – Ele sussurrou no ouvido dela, apertando seu quadril. Ela ofegou e apertou os ombros dele.
— Claro que não. – Ela disse sorrindo e ele a puxou para mais perto, a beijando. Ela tateou a porta atrás dele e girou a maçaneta, empurrando os dois para dentro. Ele fechou a porta e os puxou em direção á cama, sem parar de beijá-la. Ele tirou o sobretudo por seus ombros, jogando-o no chão. Ela desabotoou a camisa dele rapidamente, abrindo seu sinto e abaixando suas calças, ainda o beijando. Ele tirou o sutiã dela e eles deitaram sobre a cama. Os beijos estavam mais urgentes, então eles precisaram de ar. Ele beijou e lambeu o pescoço dela enquanto as mãos de Bella arranhavam suas costas. Cruzou as penas na cintura dele, procurando mais fricção entre os sexos dos dois.
Ele lambeu os dedos e foi direto até o sexo dela, penetrando-a com sua mão. Ela gritou e mordeu o ombro dele, abafando o grito. Ele colocou os dedos mais profundamente, esfregando o clitóris dela com o polegar enquanto chupava seu seio. Ela gritou o nome dele de novo e enroscou os dedos em seus cabelos, os puxando. Suas pernas estavam inquietas ao redor dele e ela sentia seu ventre se contrair. Ele estava duro sobre sua coxa, então ela passou as unhas pelas costas dele de novo, apertando sua bunda. Ele tirou os dedos de dentro dela antes que Bella pudesse gozar. Ela gemeu em protesto então ele levantou da cama, abaixando a própria cueca e puxando a calcinha dela por suas pernas, jogando-a longe. Ele a puxou pelas pernas até a beirada da cama, a colocando de pé e a segurando pelos quadris. Ele a levantou e ela rapidamente enroscou as pernas em sua cintura.
Edward andou com ela, a prensando contra a parede e a beijando. Ela o segurou firmemente pelos ombros e mordeu seu lábio inferior. Sentiu a ereção dele em sua bunda, o que a faz arfar. Ele a segurou mais firmemente sobre as coxas e levantou seu corpo, colocando suas pernas sobre os ombros. Antes que ela pudesse protestar ele começou a chupar seu sexo, a penetrando com a língua e passando os dentes levemente pelo seu clitóris. Ela apoiou as mãos na parede, procurando por apoio. Ele apertou suas coxas enquanto a chupava mais fortemente, fazendo a cabeça dela girar e sua respiração ficar acelerada. Ele se afastou um pouco, a segurando pelas pernas e a trazendo para baixo em um pulo. Ela deu um grito de susto e depois sorriu, o beijando. Ele a colocou no chão então ela o empurrou até a cama, o jogando sobre a mesa e se mantendo em pé na frente dele.
Bella se inclinou sobre ele e beijou seu peito, passando a mão por toda extensão do seu corpo, descendo até seu quadril, lambendo o mesmo. Ele gemeu quando ela apertou sua coxa, colocando a boca onde ele precisava. Ele gemeu o nome dela, que o chupou mais forte, apertando a coxa dele no processo. Ele se sentou na cama e contraiu os músculos da perna, a segurando pelo cabelo, tirando-o do caminho. Ela continuou sua tortura enquanto ele gemia, já impaciente por querer mais dela. Ele puxou seu rosto para cima e ela lambeu os lábios, sorrindo sacana para ele. Se sentou em seu colo e esfregou o sexo no dele, beijando e lambendo o seu pescoço.
— Onde esta a camisinha? – Ela pediu ofegante, mordendo a mandíbula dele. Edward, que até então apertava a cintura dela e acariciava suas costas, parou abruptamente e a encarou.
— Merda. – Ele amaldiçoou e a cabeça dela pendeu para trás.
— Não acredito. – Ela fez um biquinho, o encarando. Ele xingou de novo e ela sorriu. – Não fique bravo, nós podemos brincar ainda. – Deu de ombros e ele bufou. Ela riu e beijou a bochecha dele.
— Isso não é mais um fodido colegial. – Ele bufou de novo. – Eu não consigo mais me contentar com isso. – Ele disse triste e bufou de novo. Ela riu, se ajeitando no colo dele. – O que esta fazendo? – Ele perguntou alarmado e ela sorriu, beijando o pescoço dele e subindo para sua orelha, a mordendo.
— Você esta limpo, não esta? Eu também. – Ela disse rouca e ele respirou fundo.
— Eu estou mas, você tem certeza? E se você engravidar? – Ele perguntou nervoso e ela sorriu, o encarando.
— Hoje foi meu último dia de ciclo menstrual, Edward. E você sabe que a chance é quase nula, e eu posso tomar uma pílula. – Ela disse simplesmente, voltando a beijá-lo e a se esfregar nele. Sim, seria o céu tê-la completamente, sem nada de borracha entre eles, mas ele ainda era um medroso.
— Bella, isso é complicado... – Ele disse meio atordoado por ela, que ainda distribuía beijos pelo seu rosto.
— Do que você tem medo? – Ela sussurrou e ele suspirou, a puxando pelos ombros e a encarando.
— Isso é muito importante e eu te amo. – Ele disse sério e ela respirou com dificuldade, o encarando. – Não vai ser mais um sexo normal, isso vai ser íntimo e vai ser com amor, Bella. Para sexo sem camisinha é preciso muita confiança, ao meu ver. Eu honestamente só me imaginei fazendo sexo sem proteção com a minha esposa, com alguém que eu realmente amo e me ama de volta, alguém que eu confio cegamente. – Ele disse sério e ela suspirou.
— Não confia em mim? Eu te disse que estou limpa. – Ela disse sussurrando e ele suspirou.
— Eu sei que esta, eu vi seu último exame de sangue. Mas você apenas não me ama e eu não me sinto a vontade com isso, desculpe. Se algo acontecer e você ficar grávida? Nós sabemos que nenhum método contraceptivo é cem por cento eficiente. Como eu posso correr esse risco com alguém que não me ama de volta? – Ele perguntou com dor em sua voz, desejando desesperadamente que ela lhe dissesse que o amava também, mas nada veio. Ela fechou os olhos com força e respirou fundo.
— Nós podemos apenas dormir. – Ela disse baixo e ele suspirou, engolindo em seco.
— Seria melhor você ir embora, Isabella. – Ele disse magoado, sua voz saindo mais fria do que ele desejava. Ela não o amava, e isso era um fato que estava sendo esfregado em sua cara. E doía como o inferno.
Ela se levantou do colo dele um pouco envergonhada, pegando sua lingerie do chão e a vestindo, colocando seu sobretudo e o fechando. Ele já estava com sua cueca e calça jeans.
— Me desculpe. – Ela pediu em um fio de voz, abrindo a porta do quarto e saindo do mesmo. Ele bufou e socou a cama diversas vezes, se dando por satisfeito depois de ficar ofegante. Terminou de vestir suas roupas e saiu do quarto, descendo até o bar. Apenas várias doses de bebida poderiam fazer ele se sentir levemente melhor, e isso era uma merda.
Por que a pessoa que você ama se torna a pessoa que te faz querer chorar?
O amor é realmente uma merda.
Então ele apenas pediu para o garçom deixar a garrafa de whisky no bar, e ele com certeza não deixaria uma gota sobrar ali.
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