Notas iniciais
Obrigada você que tá acompanhado a fic!! Depois do amor, Felicity sente-se insegura, ela não sabe como será o seu relacionamento com Oliver agora, afinal, eles fizeram amor! Como reagir? Mas a noite ainda não acabou, e Oliver pretende demonstrar com ações seus sentimentos mais profundos por ela. Seus beijos serão suficientes? A cena da sedução ainda continua.


Ele não era o tipo romântico.


Rolou para o lado deitando de costas, trazendo Felicity junto, encaixando seu corpo ao dele possessivamente, fazendo com que ela ouvisse o ritmo acelerado do seu coração, Felicity o olhava incerta, quase adormecida. Os olhos dela agora tinham um brilho diferente, pareciam querer derramar lágrimas, úmidos e sonhadores.

Os olhos dele estavam vívidos, ardentes, derramando sentimentos e emoções. Por ela.


— E agora Oliver, eu sou a amante do meu chefe bilionário? — Felicity estava languidamente feliz, mas sua mente incansável já desfazia as ilusões criadas no momento de troca e paixão.


Uma garota tinha que ser realista.

Oliver tocou seus lábios docemente em um beijo calmo, a língua apenas se insinuou sorrateiramente em sua doçura, provando e deixando ser provado.


— Não Felicity, agora você é a minha namorada. A namorada do seu chefe bilionário. — gracejou, beijando a ponta do nariz dela, a fazendo rir com cócegas.


Ela bocejou em meio a um sorriso. "Namorada", ela gostava dessa palavra.


Quase perto de adormecer ela perguntou se ele nunca teve vontade de usar a roupa do Arqueiro na cama, seria uma fantasia deliciosa poder despi-lo devagar e lentamente provar seu corpo com a ponta da língua, Oliver riu alto, deixando o mistério no ar, ficando novamente excitado com as imagens que ele criara ao ouvi-la descrever sua fantasia erótica. Por ela ele realizaria todas as suas fantasias mais loucas, mais impuras, mais quentes!


Ele não era o tipo romântico.


Mas por ela, ele se tornaria um romântico incorrigível, com uma pitada de sexualidade explícita. Sua Felicity era deliciosamente sincera e ele seria indecentemente romântico.


Adormeceram em meio a pétalas de rosas amassadas, um lençol emaranhado e no centro dois apaixonados entrelaçados, grudados, desesperadamente nus, felizes.


Saciados.


Completos.


Ele não era o tipo romântico, ele era mais sexual.

Intenso.

Mas naquela noite e em todas ao lado dela ele seria romântico.

Incansavelmente romântico.
Ele seria dela e ela seria dele. Pra sempre.

Era uma promessa!



Felicity acordou sobressaltada, a respiração forte, ao longe ouvia trovões que martelavam no céu escuro, levantou-se e vestiu uma camisa apressada, pela janela viu um relâmpago cortar o céu, encolheu em um misto de medo e covardia, sempre tivera pavor de tempestades.

As primeiras gotas caíram leves e lentas, salpicando o céu com gotículas brilhantes, logo tornou-se torrencial, assustador!

O céu era iluminado por raios, diante a janela molhada ela admirava o esplendor da tempestade lembrando-se das horas de prazer ao lado de Oliver, da loucura de ter aquele corpo poderoso sobre o seu, acordar e não ver ele aconchegado ao seu lado provocou calafrios em sua pele, fazia tudo parecer apenas um sonho.

A porta se abriu sem que ela notasse, ele entrou em silêncio, havia saído do quarto apenas por alguns minutos enquanto ela ainda dormia, ficou observando a figura feminina iluminada pela fraca luz da noite.

Maravilhosa.

Ela estava tão linda vestida apenas com a camisa dele, as coxas delineadas a mostra, os cabelos como um véu cascateando pelos ombros. Um trovão ressoou fazendo com que ela tremesse, ele aproximou-se circulando sua cintura, beijando seu ombro, lhe transmitindo segurança. Ela suspirou, embalada em seus braços fortes e seguros.


Ele era real. Nada do que viveu foi um sonho. Ele ainda continuava ali, com ela.

— Sabe, não quero parecer uma garotinha assustada, mas tenho um pouco de medo de chuvas fortes. — Ela balbuciou com os batimentos cardíacos acelerados.

— Ao meu lado, você não precisa temer nada, sempre serei seu protetor. Acredite em mim, eu sei proteger o que é meu. — Era um juramento tão masculino e primitivo.

Felicity sorriu num tom acusador: — Não sou um objeto Oliver pra pertencer a alguém.

Ele arqueou a sobrancelha de modo sugestivo.

Ela lhe pertencera tão intimamente que o sentimento de posse que ele sentia por ela era quase assustador.

— Não, você não é. Mas mesmo assim, é preciosa demais pra mim. — Oliver falava com convicção e amor.

Notas finais
Comentem, por favor, só assim vou saber se você tá gostando ou não. Pode ser criticar também, eu aceito!! ♡