Haunted 🔞
9 Capítulo O9 — I need your touch
Notas iniciais
AAAAAAAAAAAAAA! QUEM VIU O SEGUNDO TRAILER DE GUERRA INFINITA???? QUEM INFARTOU? QUEM SENTIU O CU TRANCAR QUANDO O STEVE SEGUROU A MÃO DE THANOS????? QUEM PULOU AMARELINHA QUANDO VIU O NOSSO OTP MASTER ROMANOGERS CHEGANDO A WAKANDA???? SOCOROOOOOOOOOOOO! GENTE, EU TÔ MUITO DESESPERADA EU KAKAKAKA ESSE FILME VAI SER O MEU FIM, E AINDA TERÁ A SEGUNDA PARTE! AI, MEU CORAÇAUMMMMMM
Foi mal pelo surto; precisei desabafar kakakaka
Galera, eu sei que demorei, mas é porque minhas aulas voltaram e eu já tô com uma pilha de trabalhos kakakaka e também tava esperando o banner ficar pronto. Ele ficou hoje e eu vim postar o capítulo assim que recebi a notificação :D
O capítulo de hoje é dedicado à Larinha Moura, que enviou uma LINDA recomendação pra fanfic. Muito obrigada pelo carinho, pela dedicação e belas palavras que usou, meu amor! Espero que goste do capítulo tanto quanto eu gostei da sua recomendação :D
Sem mais delongas, aproveitem e perdão por qualquer erro de digitação ^^
Tradução do capítulo: Eu preciso do seu toque
Ps: leiam as notas finais, tem recadinho pra vocês :D

— Não precisa sentir vergonha. – diz, e eu coro ainda mais.— Eu...— Posso tentar te deixar mais à vontade para isso? – indaga, e eu faço que sim, mesmo com o cenho franzido.Steve fecha o punho em frente ao peito e começa a socá-lo de leve. Ele dá alguns esmurros e eu continuo sem entender. Em seguida, pega o copo de meu refrigerante e toma três goles. Volta a socar o peito e, de repente, um arroto estrondoso sai de dentro de sua boca.Preguiçosamente, Steve sorri e joga a cabeça para trás, repousando-a no assento do sofá.— Steve! – exclamo, boquiaberta.— O quê? – ele me devolve o copo de refrigerante.— Não acredito que você fez isso. – digo. — Que nojo!— O que tem, minha linda? – ele ergue a cabeça e me fita de modo divertido. — Foi para que você não precisasse...— Tudo bem, e eu agradeço sua boa ação, mas também a dispenso! – dito isso, pego a caixa de pizza vazia e caminho até a cozinha.Ponho o copo vazio de refrigerante dentro da pia e fecho a caixa de papelão após terminar meu sexto pedaço de pizza. Faço força para que possa socá-la no baldinho de lixo, mas o material da caixa é resistente.Steve chega por trás de mim e toma a caixa de minhas mãos antes de conseguir dobrá-la o suficiente para atender ao meu objetivo. — Obrigada! – como forma de agradecimento, fico na ponta dos pés e lhe dou um selinho.Era para ser apenas um gesto rápido de cainho, mas sua língua percorre para dentro de minha boca avidamente. O gosto do refrigerante de cola e da pizza de muçarela invadem meu paladar, mas é mais do que isso: sinto o gosto de Steve.Absorvo seus sons, gemidos, calor e maciez. Ele é como o ar que gira em torno de nós: sereno, acolhedor e que me alivia. Steve me empurra contra a bancada e desce as mãos por meu tronco. Seus dedos curiosos deslizam por minhas costelas e apertam meus mamilos, que se enrijecem por dentro do casaco.Ele não solta meus lábios em nenhum momento. Suas mãos migram para minha região sul e Steve impulsiona meu corpo para cima.Steve me põe sentada, de um jeito não muito delicado, sobre a bancada da cozinha. O frio do mármore ocasiona um choque na pele aquecida de minhas coxas e quadris, mas eu começo a me acomodar com o contraste de temperatura.Levo as mãos aos seus cabelos loiros e macios e começo a despenteá-los. Steve grunhe contra minha boca e desvia os beijos para meu pescoço.No intuito de facilitar seu acesso, jogo a cabeça para trás e fecho os olhos. Apertando minha cintura, Steve morde meu ombro e arranca o casaco por meus braços.Ele gagueja alguns segundos, fitando meus seios nus. Seu olhar é como brasa: queima, remexe e percorre por todo o meu corpo.— Você é linda demais!Sua voz expressa um tom desesperado. Nem tenho tempo de dizer algo de volta, pois Steve estende meus braços e prende meus pulsos contra a bancada. Grunhindo, abaixa a cabeça e captura um mamilo enrijecido e inchado com os lábios.— Steve... oh, Deus! – gemo ainda mais forte e mais alto, pois ele passa os beijos e chupões para o outro seio.Sem perceber, impulsiono a pélvis para cima, pois minha vagina lubrifica tanto que eu posso sentir escorrer e molhar o algodão da calcinha. Beijando minha barriga, Steve solta um pulso meu e percorre os dedos por minha coxa.O calor de sua mão deixa um rastro de fogo por cada pedacinho de pele que ele toca. E cada pedacinho que não é tocado implora para que receba a mesma descarga elétrica que somente Steve é capaz de provocar em mim.Rapidamente, ele enfia a mão dentro da calcinha e começa a brincar com meu clitóris. Penso que irá descer com os beijos, mas Steve me surpreende quando ergue o corpo e começa a sussurrar em meu ouvido:— Você gosta disso, linda?Seus lábios esfregam a parte de trás de minha orelha. Tento raciocinar alguma resposta, mas o jeito que seus dedos brincam com meu pote de nervos atrapalha qualquer sílaba que eu comece a montar dentro da mente.— Gosta que eu te toque assim? – Steve me beija no pescoço enquanto mantém os movimentos lá embaixo. — Responda ou não te deixo gozar.— Ah...! – gemo.— Diga, Natasha. – Steve desce os dedos para minha abertura. — Você gosta que te deixe tão molhada assim?
— Sim! – abro os olhos e me deparo com os seus azuis me fitando atentamente. — Sim, Steve, eu gosto! Eu gosto... ah!— Você é minha, Natasha. – ele libera meu outro pulso antes de circular meu mamilo.Tudo que faço é gritar estridentemente quando alcanço um orgasmo longo e impactante. É como um tapa inesperado e que me queima.Descanso a testa contra o ombro de Steve e ele beija a lateral direita de meu rosto. De repente, sinto como se ainda houvesse muitas roupas no caminho. O tecido de sua camisa e calça impedem que eu sinta mais de sua pele quente, macia e firme. Preciso tê-lo. Ele é meu!Um impasse é realizado dentro de mim. Quero tocá-lo, mas não quero assustá-lo. Será que é muito para Steve se Ele não recua quando movimento as mãos, mas fica tenso quando o toco a parte inferior de suas costas. Em nenhum momento desvio meus olhos dos seus. Seus dedos firmes e longos ainda estão encostados em meu clitóris, mas, quando eu começo a soltar os botões de sua camisa, Steve é obrigado a afastar a mão de mim.O tecido de sua camisa desliza por seus braços até cair no chão da cozinha. Desço o olhar e encaro seu peito. Ainda devagar, encosto as mãos em seu peitoral. Uma se aperta contra as batidas de seu coração e a outra desce até o fecho de sua calça. Steve se encarrega de retirá-la junto da cueca.— Você está bem? – estudo seu rosto.— Sim. – ele tenta me passar uma calmaria que seu tom de voz não permite.— Eu... eu posso tocar em você? Seus olhos se arregalam quando Steve ergue a cabeça e me encara. O medo ali está presente. E é grande, forte e devastador. Sinto meu coração estraçalhar dentro do peito. O que houve com você, meu querido? Entupindo a mim mesma de tantos questionamentos, começo a perceber que Steve é isso: dúvidas e mais dúvidas que me entorpecem e me deixam com anseio de mais.Uma fome por saber cresce e se estabelece em mim. E o que machuca é ter a consciência de que ele quer me alimentar com as respostas, mas sua dor é maior do que a vontade. É tão injusto!— Steve? – pisco para ele.— Onde você quer me tocar? – pergunta apesar de saber a resposta.— Em todo lugar. – acaricio seu peito. — Posso? Prometo ir bem devagar.Steve assente ainda que esteja assustado e retraído com meu pedido. Isso me causa esperanças ao mesmo tempo que me causa receio. Preciso ficar calma e ir devagar. É novo para ele. É difícil. É doloroso.Deslizo as mãos até seus ombros e aperto seus músculos. Quando chego mais para frente, ainda sentada na bancada, passo os dedos sobre a pele que marca o início de suas costas. Steve treme sob meu delicado toque e eu recuo.— Não! – ele puxa minhas mãos de volta. — Pode continuar.— Mesmo?— É. Mas não toque no meio. Vá pelas laterais. – tenho vontade de perguntar o porquê, mas Steve implora por silêncio apenas com o olhar.— Okay. – aperto seus ombros. — Vire-se.De costas para mim, eu estudo melhor sua pele bronzeada, que é marcada por finos cortes manchados em uma palidez esmagadora. O local das marcas possui uma coloração branca e uma cicatriz localizada bem no meio que me faz gelar. Ela é mais grossa em comparação às outras. Esta se destaca numa protuberância meio rosa, como se estivesse estado em carne viva algum dia. Isso aperta ainda mais meu coração.Planto um beijo em sua nuca e sua pele se arrepia em resposta. Eu suspiro contra seu pescoço e deixo que meu calor, toque e suavidade lhe transmitam todo o cuidado e amor que sinto por ele. Deixo que Steve perceba que estou aqui para ajudá-lo. Quero que se sinta seguro comigo, assim como eu sempre me senti segura com ele.— Nat? Por que parou?Sua pergunta estala minha consciência. Olho para minhas mãos e vejo que ainda estão em seus bíceps. Cuidadosamente, eu as mantenho pelas laterais, como Steve me pediu, e acaricio até o final de sua coluna.— Você é lindo, Steve!O tom de minha voz é suave feito seda e rouco como caixa de som abafada. Novamente, Steve se arrepia.— Nat... – ele ofega. — Eu preciso sentir você. Por favor!Um calafrio percorre por meu corpo. Também quero senti-lo. Quero amá-lo e tê-lo em meus braços. Preciso dele. Amo ele. Anseio por ele.— Leve-me para o quarto. – sussurro em seu ouvido e Steve me pega em seus braços.Em rápidos segundos, nós nos chegamos ao meu quarto e nos jogamos na cama. Somos língua, dentes e bocas se chocando. Tudo é combustão ao nosso redor. Somos a fagulha perfeita que cresce e se torna uma queimada extrema.De repente, Steve para de me beijar e corre para fora do quarto. Eu continuo parada sem entender e irritada demais para ir atrás dele. Mas nem é preciso. Steve volta ao quarto tão rápido quanto saiu. E tem em cada mão sua gravata azul marinho e uma lata de chantili.— Vamos brincar um pouquinho. — Steve...Com um sorriso no rosto, Steve volta à cama e põe a lata de chantili ao meu lado. Em seguida, estica a gravata nas mãos e eu sei o que quer. Deito contra os travesseiros e ergo os braços.Rapidamente, Steve amarra a gravata em torno de meus pulsos e, em seguida, na cabeceira da cama. Estou presa. Tremendo. Molhada. Ansiosa. Por que ele ainda não está me tocando?Olho para baixo e observo meus mamilos enrijecidos. Meu peito sobe e desce tão rápido que pareço estar com falta de ar. O olhar de Steve queima e arrepia todo o meu corpo. Mas... tem algo estranho. Ohhhh! Ele não amarrou nada ao redor de minha cabeça. Eu poderei assistir dessa vez?— No que está pensando, sua diabinha?A voz rouca e firme de seu timbre chama minha atenção.— Não vai vendar meus olhos?Minha dúvida provoca risos em Steve. Fico feliz por fazê-lo feliz.— Não. – responde. — Vou deixar que observe tudo o que eu vou fazer com você.— E o que vai fazer, Sr. Rogers?— Verá, Srta. Romanoff!Steve segura meus tornozelos e escancara minhas pernas. Seu olhar faminto se foca em minha intimidade. Deitada, ofegante, presa e vulnerável, observo suas pupilas dilatarem tanto ao ponto de deixar seus olhos quase negros.O desejo é tanto que sinto que vou explodir. E o calor em meu interior só piora quando Steve levanta minha perna esquerda até seu ombro e começa a beijar meu pé. Seus lábios movem-se até meu calcanhar. Não consigo desviar o olhar. É tão atrativo que faz meus olhos arderem!Seus beijos são quentes, estalados e gentis. Steve acaricia minha pele com a língua deslizando-a por toda minha panturrilha até o interior da coxa esquerda. O caminho é traçado com mordidas e chupões. Ele alcança a minha virilha e repete os mesmos atos na outra perna.A essa altura, eu já me dissolvi toda por dentro. Steve sobe as mãos e aperta meus seios. Seu toque é firme e sutil. Ele espreme e gira meus mamilos duros e franzidos. Quero que me marque em cada pedaço de pele que encostar. Steve beija somente minha barriga e a língua vermelha e molhada circula meu umbigo. — Steve...Ele engatinha por cima de mim e captura um mamilo. Torno a abrir os olhos e assisto a tudo o que faz. Fico boquiaberta ao sentir sua língua circular meu seio todo.A outra mão espalma o outro peito. Steve é muito bom no que faz! Não quero desviar o olhar. É hipnotizante observar suas ações. De repente, Steve põe a língua para fora e a repassa rapidamente pelo meu mamilo esquerdo. É pressão demais! Prazer demais! Bom demais!Jogando a cabeça para trás novamente, sinto algo escorrer de minha intimidade. Steve aperta meus seios e enquanto desce e passa língua em minha abertura.— Ah....!— Hmmmm... eu amo o seu gosto, ma fleur rouge!Ao ouvir seu perfeito sotaque francês, eu me dissolvo em um orgasmo estridente e trêmulo. Finco as unhas contra as palmas das mãos e quase rasgo minha pele.— Vous êtes mon. – Steve chupa meu clitóris. — Mon... seulement mon.Sua língua adentra minha abertura molhada. Ele planta um beijo estalado e profundo em meu clitóris e eu movimento os braços para tocá-lo. Impaciente, ergo a pélvis já desesperada por um contato maior e liberação mais abrangente, mas Steve pressiona minha barriga antes de rosnar.— Tenez encore, ma fleur rouge!— O quê?Seu rosto está a altura do meu, mas sua mão esfrega meu clitóris lentamente. É quase uma tortura alucinante.— Você não entendeu?— Eu... eu não consigo me concentrar. Sorrindo, ele abaixa o rosto e cola os lábios em meu ouvido.— Eu disse: Tenez encore, ma fleur rouge. – repete mordendo meu lóbulo.
Seus dedos esfregam e pressionam com muito mais força. Eu abro ainda mais as pernas e gemo descontroladamente. Steve desce a cabeça e captura meu mamilo com os dentes.— Não sabia... não sabia que falava francês. — Je vous parle, ma fleur rouge. – Steve distribui beijos por meu tronco. — Goze para mim, ma fleur rouge.Enquanto o polegar esfrega meu clitóris fortemente, Steve adentra com três dedos em mim e me bombardeia com força. Abro os olhos e vejo que ele abre a lata de chantili antes de despejar uma camada em meus lábios. O creme de baunilha e açúcar cai contra minha língua, mas Steve me beija e chupa o chantili de dentro de minha boca.— Você está linda assim toda sujinha! – Steve ri antes de lamber meus lábios.Seus dedos entram com mais força até que eu goze em sua mão, apertando seus dedos dentro de meu canal.— Ah... você gozou, ma fleur rouge! – Steve despeja o creme em meu pescoço e passeia com a língua por todo o percurso.— Steve... por favor...Agora, o chantili rodeia meus seios. Para minha surpresa, Steve não passa lábios nem língua pela região. Ele retira os dedos de mim antes de despejar mais chantili em minha barriga e descer para vagina.— Ah...! – gemo quando o creme gelado atinge meu clitóris quente e pulsante.— Isso mesmo, fleur rouge. Quero ouvir você gritar!— Steve...— ShhhEle põe o dedo sujo de chantili contra meus lábios e o força para dentro de minha boca. Como uma boa menina, eu circulo minha língua ao redor. Steve rosna e acaricia seu membro em frente a meu rosto. Sei o que quer. E tenho prazer em lhe atender.Abro a boca e Steve pressiona seu pênis contra minha garganta. Sinto seu cuidado em não me sufocar.— Devagar, fleur rouge. – ele retira e bota dentro de minha boca.Enquanto lhe dou o prazer do sexo oral, começo a sentir minha pele toda formigar. Paixão e desejo se misturam e originam o mais puro, avassalador e conturbado amor que sinto por Steve. É tanto que chega a me doer por dentro!— Ah, Natasha... – Steve geme em cima de mim. — Eu vou... eu vou... ah!Seu líquido levemente salgado escorre para dentro de minha boca. Eu o engulo sentindo a espessura descer por minha garganta antes de Steve puxar para fora de meus lábios.— Você é fantástica, garota!Seus olhos estudam meu corpo e Steve sorri maliciosamente.— Temos que te limpar. – sua mão desliza por minhas coxas antes de erguer meus quadris.Fico tensa quando sinto seu polegar roçar minha entrada de trás. O que será que Steve vai fazer?Ele parece notar meu incômodo, pois acaricia meu rosto com a mão livre.— Não precisa ficar assustada. – ele força o polegar contra meu ânus. — Essa também é uma área de prazer, Natasha. No entanto, não desvendarei isso hoje. Não se preocupe.— Steve...— Mas irei algum dia. – afirma. — E você vai gostar. Pode apostar, ma fleur rouge!A pronúncia francesa reacende as chamas de meu interior. Pendo a cabeça para trás e sinto Steve deslizar o polegar de meu ânus até o clitóris.Por baixo da fria camada de chantili, ele encontra meu broto rosa e sensível e começa a esfregá-lo gradualmente.— Cuidado, fleur rouge! – adverte divertido. — Se derramar chantili na cama, terei que castigar você.Sua ameaça cria vida em minha rebeldia e, mesmo que eu não quisesse provocá-lo, não seria capaz de não fazê-lo. A quantidade de chantili que cobre meus seios e barriga é grande e a essência do creme está começando a derreter. Oh, Deus!O orgasmo atinge meu pico máximo e vaza de dentro de mim antes de se juntar ao chantili. Steve abaixa a cabeça e captura meu gozo junto do creme de baunilha.— Que coisinha mais gostosa que você é! – ele limpa minha intimidade com a língua. — Mas você sujou a cama, diabinha! O que eu vou fazer com você agora, hein?Steve chupa e morde minha pele sensível subindo os beijos para a barriga e os seios. Sua boca captura todo o caminho restante de chantili por meu corpo.Ele solta a gravata de meus pulsos e deita minhas costas contra a camada que caiu na cama. Em seguida, vira-me de bruços e me põe de quatro.— Oh...! – suas mãos pegam as minhas e as pressiona contra a parede. Steve entrelaça nossos dedos e inicia movimentos lentos dentro de mim.— Natasha, você é tão minha... – beija meus ombros nus.— Steve, por favor... por favor, mais rápido!— Ainda não, fleur rouge. Você já está ficando inchada. Vou devagar.— Depois... depois... por favor! Eu aguento, mas por favor... por favor! Eu... ah!— Shhhh – Steve solta minhas mãos e segura meus quadris.Ele me senta sobre suas coxas dobradas, fazendo minhas costas se apoiarem contra seu peitoral quente e musculoso. Sinto beijos preencherem atrás de minha orelha.Steve mantém um braço ao redor de minha cintura enquanto estica o outro e pega uma de minhas mãos. Ele a move até meu clitóris e esfrega nossos dedos juntos.— Rebole em cima de mim, Natasha. – ordena ao pé de meu ouvido.Com a respiração ofegante e acelerada, faço o que ele diz. Circulo meus quadris ao redor de seu membro ouvindo e sentindo o escapulir de suas lufadas de ar contra meu pescoço.Steve beija minha pele e move nossos dedos juntos e rápidos. Eu jogo a cabeça para trás e a descanso contra seu ombro, sentindo seus beijos quentes e estalados em meu pescoço, nuca e lateral do rosto.— Você.É.Minha. – Steve aumenta a intensidade das estocadas esfregando nossos dedos com mais força. — Diga!— Eu sou sua... – sussurro quase sem voz.— Mais alto!— Ah! Eu sou sua!— De novo!— Eu sou sua! Sua, sua, sua... ah! Só sua... ah, Steve... eu sou sua! Sua!Explodo em um orgasmo gigante e molenga notando que Steve me acompanha. Meu clitóris treme contra nossos nossos dedos.De repente, eu me sinto cansada, suada e sonolenta demais para dizer ou fazer qualquer outra coisa. Steve beija meu pescoço ainda dentro de mim.— Eu também sou seu, Natasha. – ele morde minha orelha. — Entendeu?— Uhummm...— Vamos tomar um banho.— Não...— Eu ajudo você.Steve ri e me retira de seu colo. A saída de seu membro cria gemidos em nós dois. Faço um movimento para me deitar na cama, mas Steve percebe e me pega em seus braços.— Nada de dormir sujinha, ma fleur rouge. – ele sorri e beija minha cabeça. — Vamos tomar um banho e você me diz onde tem lençóis novos.— Na parte de cima do armário. – murmuro de olhos fechados.— Acorde, Natasha. – Steve chega ao banheiro e me põe sentada sobre a tampa da privada. — Ei, ei... – ele se abaixa e segura meu rosto. — Eu a ponho para dormir depois, mas tem que ficar acordada para tomar banho, tá?Faço que sim com a cabeça e vejo Steve girar as torneiras. Em rápidos segundos, o banheiro é tomado pelo vapor quente. Dentro do box, eu empurro as portas de correr e deixo que Steve me limpe.▪️▪️▪️Após uma breve discussão acirrada de beijos e cócegas, resolvi ceder ao pedido de Steve para dormirmos ambos nus. Eu observo calmamente, enrolada em seu casaco, enquanto ele forra a cama com lençóis limpos e novos após colocar os sujos para lavar.— Venha.Steve nos guia até a cama e retira o casaco de meu corpo. A maciez e o calor das colchas me protege contra o tenebroso inverno de fevereiro. Steve me puxa para seu peito logo após se juntar a mim.Seu abraço me passa segurança, seu carinho me passa prosperidade e seus beijos me passam harmonia. Estou em paz.Com ele, eu me torno alguém melhor. Mais autêntica, livre e alegre. Steve me faz feliz. Ele é a minha felicidade!— Boa noite, ma fleur rouge. – Steve beija minha testa novamente e eu sorrio.— Boa noite, Capitão Rogers!
Notas finais
Oi! Pedi pra virem até aqui porque quero dizer a vocês que postei a fic nova que disse que postaria no Wattpad. Bom, na verdade eu postei lá, só que em inglês. Eu amo o Nyah! DEMAIS, portanto não consegui não postar a fic. Sendo assim, a fanfic tá postada aqui e no spirit em português e no wattpad em inglês. Vou mandar os links separados de cada site :D
Nyah!Fanfiction --> https://fanfiction.com.br/historia/755927/Nobody_Said_It_Was_Easy/
Spirit --> https://www.spiritfanfiction.com/historia/nobody-said-it-was-easy-12230633
Wattpad --> https://www.wattpad.com/story/140190540-nobody-said-it-was-easy
Se vocês puderem divulgar a fanfic, tanto aqui quanto no spirit e wattpad, ficarei MUITO agradecida :3
Quero agradecer pelos 134 comentários, 90 acompanhamentos, 43 favoritos, 3 recomendações e 6123 visualizações!
Até a próxima e beijocas!!!!
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