Notas iniciais
Oioi, gente! Perdão pela demora. Final de período nunca é fácil kakakaka Sem mais delongas, perdão por qualquer erro de digitação e aproveitem ^^ Tradução do Capítulo: Perseguidora

— Tem certeza de que o endereço é esse, Nat? – Steve me pergunta pela... pela... já nem sei! Perdi a conta.

— Sim, Steve, eu tenho. Pode parar. É ali, Fury. – aponto para a casa do lado direito da calçada.

— Sim, Srta. Romanoff. – Fury concorda.

— Sim, Srta. Romanoff. – Fury concorda.

— Vamos? – eu me dirijo a Steve.

— Deixe o endereço com Fury. – Steve balança a cabeça e eu passo o papel a Fury. — Eu te aviso quando for para vir nos buscar.

— Certo, Sr. Rogers. Tenham uma boa noite!

— Obrigada, Fury!

A casa é simples, mas bem cuidada e decorada. A pintura parece ser antiga, mas bem conservada. Ouço passos se aproximando após tocar a campainha e, em seguida, uma Gwen sorridente embrulhada num vestido roxo surge à nossa frente.

— Oi! Vocês vieram! – ela me puxa para um abraço.

— Claro que viemos! Não perderíamos por nada.

O aroma da comida abraçar minhas narinas. Só então lembro que não comi nada desde o estressante almoço de mais cedo, portanto estou morrendo de fome.

— Que cheirinho delicioso! – exclamo assim que Gwen me solta.

— Peter está cozinhando. – ela me olha admirada. — Hmmm! Visual novo! – Gwen mexe em meus cachos curtos antes de cumprimentar Steve com um abraço. — Entrem! Deixa eu pegar o casaco de vocês!

— Cadê o menino fotógrafo? – Peter vem até mim sorrindo com um avental amarrado na cintura.

— Oi, ruiva!

— Oi, moreno! – devolvo. — Então... você cozinha, hein?

— Nah. Eu sobrevivo. – ele ri e acena para Steve. — Oi! Podem se sentar.

— É. Venham. – chama Gwen e eu logo ouço uma gargalhada que reconheceria em qualquer lugar.

— Rebby!

Minha amiga sorri quando ergue os olhos azuis para mim. Ao se levantar, Rebby joga o celular no sofá e me abraça.

— Oi! E aí? Como você está? – questiona após me soltar. — Quem escolheu sua roupa?

— Steve me deu.

— Está maravilhosa! Adorei! – ela pisca e olha para algum ponto atrás de mim. — Oi, Steve!

— Oi. – Steve devolve com um sorriso gentil. — Como vai?

— Ótima! E parto para Paris em maio! – revela com uma dancinha feliz.

— O quê? – repito sem entender. — Tempo! Como assim Paris em maio?

— Soube na volta de San Diego. – Rebby explica. — Desculpa, eu ia te dizer, mas aí a Gwen fez o jantar e eu deixei para contar aqui. – murmura. — Priscilla me convocou para a semana da moda.

— Oh, meu Deus! – abraço Rebby de novo. — Parabéns! Isso é tão legal, Rebby!

— Eu sei! – ela solta um gritinho e pega minhas mãos. — Estou me sentindo num filme! Estou tão nervosa.

— Você vai se sair muito bem! É uma oportunidade única! – comemoro junto com ela.

— Nossa menina está no bom caminho. – Gwen brinca e aponta para o sofá marrom. — Sentam-se.

— Ei! Não sabia que viriam também.

Sam comenta ao surgir na sala. Ele beija meu rosto rapidamente antes de se juntar a Steve no sofá da frente.

— É claro que eles viriam. Nem que eu fosse buscá-los. – Gwen se senta ao lado de Rebby.

— Bom, o que eu quero saber é sobre sua ida para Londres. – Rebby olha para ela, que encolhe os ombros.

— O que quer saber?

— Está nervosa?

— Não estava. – Gwen inicia. — Mas, agora que a viagem está se aproximando, eu estou mais apreensiva do que achei que me sentiria.

— E o Peter? – Rebby indaga.

— O que tem o Peter? – Gwen devolve, confusa.

— Como ele está? – pergunta, torcendo as mãos. — Sabe, no início ele não parecia tão animado assim.

— Ah! Bem, no início me deu muita dor de cabeça, mas depois me apoiou quando entendeu o quão importante era para mim.

— Entendi. – Rebby comenta, cabisbaixa. Tenho vontade de perguntar o porquê de sua atitude, mas a campainha toca em seguida. — Chamaram mais alguém?

— Um amigo de Peter. – Gwen esclarece enquanto se levanta.

— Mas e você, senhorita? – Rebby se vira para mim e pega minha mão. — Como estão as coisas?

— Bem. – uso a típica palavra de quem quer esconder todos os problemas pelos quais está passando. — E você?

— Nem tanto. – ela suspira. — Priscilla está me matando.

— Sério? – eu me faço de cética. — São anos de amizade para você mentir para mim agora, Rebecca.

— Bom... – Rebby olha rapidamente para os garotos atrás de nós e sussurra para mim. — ...sabe a dor de cabeça que Gwen e Peter estavam tendo a respeito de Londres?

— Ahn... sim?

— Sam e eu estamos passando pelo mesmo em relação a Paris.

— Ele é contra? – pergunto também num sussurro.

— Não sei. Ele não gosta da Priscilla. E acha que esse trabalho não está bom para mim.

— Bom, na verdade você não está fazendo o que gosta, Rebby. Está trabalhando numa revista de moda, sendo que quer ser estilista.

— Mas as coisas estão caminhando para isso, Natasha! Eu gosto de fazer o que eu estou fazendo no momento. E apresentei os meus modelos. Sendo assim, tenho essas duas funções que me deixam feliz.

— Tudo bem, mas você não pode ter dois empregos. Pense nisso. Vale a pena se desgastar assim e terminar uma relação que é boa para você? – faço um sinal com a cabeça em direção a Sam. Rebby segue o meu olhar e suspira.

— Eu realmente não me sinto pressionada. Eu gosto! São duas funções nem tão diferentes uma da outra e que eu consigo administrar bem. E quanto a Sam... – ela suspira novamente e morde o lábio. — ...eu não sei se temos futuro. Estou pensando seriamente em darmos um tempo. Não sei. Nossa relação não é como antes.

— Rebby...

— Sério. E, quanto mais penso sobre isso, mais certeza eu tenho de que é o que quero fazer. Claro, é chato terminar, mas nem temos tanto tempo assim.

— Então quer dizer que você...

— A cada dia que passa, sinto que estou mais decidida. – Rebby assente.

— Bom, saiba que eu te apoiarei em qualquer decisão. Apenas... apenas seja o mais gentil que puder.

— É. É, eu sei. – ela assente e pega minha mão. — Obrigada.

Gwen volta à sala seguida de um rapaz de cabelos morenos e olhos claros.

— Então, pessoal, este é Harold Osborn, mas ele prefere "Harry". Harry, essas são minhas amigas Rebecca... – Gwen estende a mão e vai apontando para cada um de nós conforme a apresentação — ...e Natasha. E esses dois rapazes são seus namorados: Samuel e Steve.

— Oi! – Harry acena para todos nós antes de voltar a enfiar as mãos nos bolsos da calça jeans. — Muito prazer a todos!

— O prazer é nosso em conhecer um amigo de Peter. – Rebby fala educadamente em nome de todos nós.

— Pode se sentar, Harry. Vou trazer algumas bebidas! – Gwen corre até a cozinha.

Harry se senta no sofá da frente junto de Sam e Steve, que param de conversar abruptamente.

— Ahn... então... – Rebby puxa assunto. — ...eu conheço você! Trabalha na Oscorp, não é?

— É. Eu sou o filho de Norman. – ele conta, mas eu já sabia, pois vi nos noticiários quando seu pai faleceu.

— Eu sinto muito pela sua perda. – Harry sorri agradecido para mim.

— Perda? – Sam indaga, confuso, recebendo um tapa na nuca dado por Steve.

— O pai dele. – Steve sussurra, mas todos nós escutamos.

— Ah. – Sam assente, tocando em Harry com o cotovelo. — Sinto muito, cara. Eu não sabia.

— Tudo bem. – Harry comenta, parecendo estar confuso sobre a surpresa de Sam tanto quanto eu e os demais da sala.

— Como você não sabe? – eu me dirijo a Sam. — Ficou dias nos noticiários!

— Quando foi? Faz tempo? – Sam pergunta e todos nós bufamos para ele. — Que foi, gente? Desculpa!

— Tudo bem. – Harry sorri. — Agora faz três meses.

— Três meses? – Sam cerra os olhos antes de suspirar. — Ahhhh! Eu estava numa viagem de negócios. – esclarece antes de Gwen retornar à sala com as bebidas numa bandeja.

— Ceeeerto... – ela diz, com a voz arrastada enquanto anda, tomando cuidado para não derrubar as bebidas que enchem os copos até a boca.

Cuidadosamente, Gwen se inclina e põe a bandeja sobre a mesinha de centro. Em seguida, volta a ficar de pé corretamente e bate palmas, sorrindo.

— Eu não sei o que cada um gosta, então comecei com uma batidinha leve de tequila. Podem se servir. – ela dá a volta no sofá e se senta ao meu lado.

Cada um se debruça e pega uma bebida. Acabamos com as nossas numa entornada só de copo e Gwen suspira em derrota.

— Okay... acho que vou preparar mais. – anuncia, mas eu pego seu pulso.

— Não precisa. Nós esperamos o jantar. – confirmo e todos me apoiam.

— Obrigada! – minha amiga sorri agradecida. — O frango sairá do forno já, já.

— Na verdade, já está pronto. – Peter revela, saindo da cozinha carregando a enorme ave cozida e a pondo na mesa de jantar.

É inevitável: todos nós lambemos os beiços assim que avistamos a delícia que Peter acabou de preparar. Já posso sentir o caldo do frango inundando minha língua. Céus! Preciso comer! E preciso agora!

Enquanto todos se levantam, eu pergunto à Gwen onde fica o banheiro. Ela me informa que é a segunda porta à direita do corredor.

Eu caminho até lá e lavo as mãos. Quando estou saindo, esbarro com Steve, que sorri e segura minha cintura enquanto me dá um selinho.

— Eu sabia que você viria fazer isso. – ele lava as mãos também.

— É o certo, não? – cruzo os braços enquanto o espero no corredor.

— Sim, é. – Steve ri e seca as mãos. — E Gwen fez todos fazerem isso na pia da cozinha.

— Oh! – meu rosto cora. — Que bom! Seria nojento se não fizessem!

— Eu sei, lindinha. – Steve beija o meu rosto e me pressiona contra a bancada.

— Steve? – chamo quando sinto um beijo em meu pescoço. — Steve!

— Você está tão gostosa... – ele sussurra em meu ouvido. — Só consigo pensar no que está vestido por baixo dessas roupas.

— Então não pense! – repreendo ao rir. — Vamos, estou com fome.

— Você me paga mais tarde. – ele aperta minha bunda e nos conduz à mesa do jantar.

Nós todos nos sentamos antes de começarmos a nos servir. Gwen nos assiste com um sorriso orgulhoso no rosto, enquanto Peter a assiste com um olhar apaixonado e admirado.

— Então, Harry... – Rebby inicia após tomar um gole de vinho. — Como é lá na OsCorp? Nossa amiga estaria em boas mãos por lá, não? A propósito, deveria contratá-la e disputar por ela junto com Oxford.

— Rebecca! – Gwen exclama, e, se ela não fizesse, eu teria feito. Mas fiz questão de que Rebby recebesse um chute meu por baixo da mesa.

— Que foi?!

Ela esfrega a canela e olha para Gwen de modo interrogativo antes de desviar a atenção para mim e rosnar, com fogo nos olhos.

Gwen abre a boca para responder, mas Harry se adianta.

— É óbvio que ela estaria em boas mãos! – afirma de modo risonho. — Infelizmente, não tive conhecimento a tempo do talento de Gwen. Caso contrário, entraria na disputa por ela. Mas tudo bem. Sei que ela também estará em boas mãos lá, tanto pelo trabalho quanto pelos cuidados do noivo. – anuncia e só então me lembro de que, no dia de nossa formatura, Peter nos contou que pediria Gwen em casamento naquela mesma noite.

— Oh, meu Deus! – reparo no belo diamante que enfeita seu dedo anelar. — Como foi o pedido? – pergunto ao casal, que sorri e dá as mãos.

— Um desastre. – Peter revela. — Fomos ao parque e começou a nevar. Eu escorreguei e fiquei todo sujo de neve e lama. Mas fiz o pedido e Gwen aceitou.

— Awn! – Rebby pende a cabeça para o lado e ri.

— Mais romântico impossível! – Sam brinca, fazendo todos rirem.

— Eu concordo. – Steve dá força. — Mas parabéns a vocês dois. Felicidades!

— Obrigada! – Gwen agradece enquanto Peter faz um sinal de joinha, pois está de boca cheia.

— Já escolheram a data do casamento? – Harry faz a pergunta que todos querem saber.

— Ahn... na verdade, ainda não. – Gwen responde e parece estar embaraçada. — Ainda vamos nos mudar e nos instalar numa casa nova, cidade nova, país novo...! As coisas ainda estão bem no início. Vamos deixar o casamento mais para frente.

— Pois é. E tia May já está nos cobrando netos! – Peter arregala os olhos e todos nós rimos enquanto Harry engasga com o vinho.

— Crianças? Hein? Calma lá, Peterzinho! Eu não estou preparado para ser tio nem padrinho. – nós o olhamos interrogativamente, fazendo com que ele dê de ombros e se explique. — Bom, sou o melhor amigo do noivo. Evidente de que serei o padrinho e tio favorito.

— Ahn... okay. – Peter assente. — Mas fique tranquilo. Você não está preparado para ser tio e padrinho, assim como nós também não estamos preparados para sermos pais.

— Ufa! – Harry suspira, aliviado.

— Bom, não há problemas quanto quem será o padrinho, mas já sobre a madrinha... – Rebby olha entre mim e Gwen, que sorri e revira os olhos.

— Ahhhhh, não! Podem parar. Essa criança ainda nem existe e vocês já estão nessa disputa?

— Eu não disse nada! – exclamo em minha defesa.

— E nem adiantaria dizer. Gwen já tem uma escolhida. – Rebby afirma com uma sobrancelha erguida.

— Ei, ei! Podem parar! – Gwen bate palmas. — Se continuarem com isso, tia May será a madrinha.

— Gente da família não vale! – Rebby bufa. — Fico irritada quando escolhem alguém que já é da família para ser madrinha ou padrinho. Assim não tem graça! Tem que ser alguém de fora!

— Okay. Que tal esquecermos o assunto de filhos? – Peter sugere com as sobrancelhas erguidas. — Acreditem em nós: não queremos uma criança agora. E estamos nos cuidando para isso.

— Certo. – concordo antes de rir e voltarmos a falar de outro assunto.

Meu celular vibrar dentro da bolsa enquanto termino de engolir a comida. Eu o pego e vejo que é uma mensagem de Darcy.

Oi! Acabei de chegar do trabalho.

Até que a tal de Jane é legal. Estou ansiosa pra te contar as novidades de hoje! Onde vc tá? Vou pedir comida chinesa, tudo bem?

Bjs.

Eu bato na minha testa antes de digitar uma resposta a ela.

Oi! Desculpa, esqueci de te avisar. Pintou um jantar na casa de uns amigos meus de última hora.

Eu estou com eles agora. Peça a comida e pague no meu cartão. Está na outra bolsa, aquela pendurada no quarto.

Bjs!

Guardo o celular de volta na mesa e volto a conversar com meus amigos, tentando diminuir a culpa que sinto ao deixar Darcy sozinha em casa enquanto eu estou acompanhada e me divertindo.

▪️▪️▪️

— Ah, fiquem mais um pouco. – Gwen pede embora esteja me ajudando a pôr o casaco. — Ainda está cedo.

— Sinto muito, temos que ir. – digo em tom de lamento. — Trabalhamos amanhã e eu deixei minha prima sozinha em casa sem nem ao menos avisar que viríamos para cá. – Steve olha para mim. — Desculpa, amor, mas vou dormir em casa hoje.

— Hmmm... tudo bem. – ele assente. — Vamos só passar na minha casa antes, para que eu pegar umas coisas e dormir com você. Pode ser?

— Claro!

Eu me despeço de Gwen e Peter, pois já me despedi de Harry e Sam e Rebby já foram embora.

— Obrigada pelo convite. Eu amei o jantar!

— Obrigado por terem vindo. – Peter murmura abraçado a mim. — Isso ainda não foi uma despedida! Temos mais alguns dias. E vocês nos levarão ao aeroporto!

— Com certeza! Quando voltarem para visitar, o próximo jantar será lá em casa. – Steve afirma. — E também está convidado, Harry! – fala um pouco mais alto, para que Harry possa ouvir do sofá.

— Obrigado! – ele sorri e acena com a mão.

— Bom... então, até mais. – Gwen me abraça novamente. — Tchau, Nat! Tchau, Steve!

— Tchau! Boa sorte com o novo emprego! – Steve beija sua mão.

— Uh... vou precisar. – Gwen faz uma cara engraçada e nós sorrimos quando Peter abre a porta. — Tchau! – ela e ele acenam.

— Tchau! – Steve e eu respondemos de volta, dando as mãos.

Chegamos à rua e avistamos o carro estacionado a meio-fio. Steve e eu entramos enquanto Fury vai para o lado do motorista.

O carro começa a andar e eu repouso a cabeça contra o ombro de Steve, suspirando.

— Está cansada, linda?

— Sim. – checo as horas no celular. — Já está tarde.

— É, eu sei. Mas foi divertido. – ele beija a minha cabeça. — Obrigado por teimar em vir.

— Eu não teimei! – exclamo junto a um riso. — Apenas disse que eu viria. – Steve me desafia com um sorriso sacana. — Mas fico feliz que tenha te persuadido a mudar de ideia.

— Oh, fez isso muito bem, Srta. Romanoff! – ele desliza a mão por minha coxa. — E eu mal posso esperar para ser persuadido por você novamente.

— Sim, pode. – rio quando tiro sua mão de minha perna. — Eu estou com sono. E nós dois acordamos cedo amanhã, Sr. Rogers. Portanto, comporte-se. – eu me deito novamente em Steve.

— Eu? Comportar? Perto de você? Está pedindo o impossível, linda.

— É, mas eu sei que você dará um jeitinho. – Steve assente e faz carinho em meus cabelos.

Caio num sono profundo pós-jantar e sobremesa deliciosos e só acordo quando chegamos ao prédio de Steve.

Fury entra na garagem e o carro para. Steve me balança de leve e eu abro os olhos, bocejando. Estico o braço para abrir a porta, mas viro o rosto para o outro lado quando ouço nós de dedos sendo batidos contra o vidro da janela em que Steve está. É Fury. Sua expressão está tensa.

Ele troca olhares significativos com Steve, que sai do carro e me deixa ali. Nem pensar que eu ficarei aqui e eles lá fora! Sinto cheiro de merda e não é do tipo que pode ser limpa.

Decidida, saio do carro e caminho até eles. Cutuco o ombro de Steve e o interrogo com o olhar.

— Natasha... – ele começa com a voz tensa.

— O quê? O que foi? – olho entre ele e Fury. — Alguém me diga alguma coisa!

— Bom... – Steve tenta novamente, mas um alvoroço mais à frente chama minha atenção.

Vejo que uma roda de homens de terno está formada num canto da garagem. Passo por Steve e Fury para chegar até eles.

— Nat... – Steve tenta me puxar pelo pulso, mas meus olhos já se depararam com a cena.

— Oh, meu Deus!

É tudo o que eu consigo murmurar com a visão do meu carro destruído bem à minha frente. E a tinta do capô arranhada em palavras que dizem O que você tem que eu não tenho?

Notas finais
Obrigada pelos 323 comentários, 139 acompanhamentos, 63 favoritos, 8 recomendações e 19465 visualizações. Apesar do estágio, eu já estou de férias das aulas kakakaka então terei mais tempo pra me dedicar aos capítulos da fic. Gente, não sei se vocês viram, mas infelizmente o Nyah! está a passar por mudanças. Mas por que infelizmente sendo que eu mesma já desabafei muitas vezes que o site precisava de mudanças mesmo? Pois bem, pra começar, não haverão mais notas iniciais nem finais, então não tenho ideia de como irei me comunicar com vocês. Acho que ao menos uma dessas opções poderia ficar em aberto, justamente por causa desse contato com escritor (a) e leitor (a). Okay, tem os comentários, mas às vezes um aviso antes ou depois da postagem é importante. Também não poderão ter mais do que 5 personagens listados na hora de postagem. Tipo, pode ter 500 personagens na história, mas nas informações da fanfic só contarão 5 no máximo, e eu acho isso chato e desnecessário, com o perdão da palavra. Acho que o mesmo valerá pra gênero e categoria, só que gênero valendo pra 3 no máximo e categoria não me lembro se 1 ou 2. Enfim, são muitas mudanças que achei chatas. Sinto muito, mas acho que isso irá prejudicar as fanfics :/ Assim, mas também reconheço uma coisa boa, como a chance das fanfics terem a opção de "Prólogo" separada do capítulo 1. Enfim, foi só um desabafo mesmo. Sei que nem vocês nem eu podemos fazer nada a respeito disso, mas gostaria de saber se sou só eu ou se vocês também pensam assim. Até a próxima! Beijocas!