Haunted 🔞
19 Capítulo 19 — No competition
Notas iniciais

— Está um pouco melhor? – Steve pega o copo vazio de minhas mãos. — Quer mais água?
— Não. – respondo com o nariz entupido. — Isso está errado!
— O que está errado? – Steve vai até a cozinha e deposita o copo dentro da pia antes de voltar ao sofá.
— Isso! Você cuidando de mim!
— Nat...
— Você está me contando a respeito das piores experiências da sua vida, mas sou eu quem fica emotiva e é você quem precisa cuidar de mim. É egoísmo demais!
— Não é egoísmo algum você se sentir mal por me ouvir e ver sofrer. – ele rebate sutilmente. — Também me sentiria sem chão se tudo o que aconteceu comigo tivesse acontecido com você.
— Você se sente assim quando a dor envolve quem você ama. – comento e Steve pisca.
— Exatamente! – reforça e eu fico tensa. — Dói mais do que tudo, dói mais do que se estivesse fazendo com você.
— Steve...
— Quer que eu pare? – ele suspira e passa as mãos pelo rosto.
— Você quer parar?
— Não quero machucar você.
— Não faz diferença. – ergo os ombros.
— O que não faz diferença? – Steve pergunta confuso.
— Isso. Você me contando as coisas. – esclareço. — Doerá de qualquer jeito, então pode continuar. Também sei que está sendo bom para você poder colocar para fora.
— Certo. Ahn... bom, eu parei na parte do tiro.
— Sim. – concordo trêmula. — O que houve depois?
— Não sei. Tudo ficou meio borrado. Parece que fiquei em choque. Ao menos foi isso que os médicos explicaram. Acordei no hospital cinco dias depois e minha mãe estava lá. Com Joseph.
— E o que aconteceu com o seu pai?
— Foi preso. – Steve dá de ombros.
— Sabe onde ele está preso?
— Em algum presídio por aí.
— Steve...
— Não quero saber, Nat. – responde, e, pelo seu tom de voz, eu já sei que devo parar de perguntar.
— Okay. E sua mãe?
— Ela estava aos prantos. Disse sairíamos de lá e eu nunca mais precisaria encontrar com ele. E então viemos para Nova York com Joseph. – conta. — Eu não tinha ideia, mas Joseph era muito rico, Natasha! Quer dizer, eu imaginava que fosse rico, mas não tanto. Tem vezes que me dá raiva porque eu poderia ter crescido num ambiente assim. – murmura. — Não digo pelo dinheiro, mas pela segurança, pelo amor que Joseph tinha com sua família. Eu também queria isso!
— Steve...
— Minha mãe tirou tudo de mim! Eu poderia ter crescido onde passei a crescer aos meus dezesseis anos. É tão injusto! – Steve faz uma pausa e eu deixo que tome o tempo que precisa. — É por isso que tenho raiva. Ela me tirou tudo o que eu poderia ter tido e me levou para um buraco de merda!
— Steve, ela não te tirou nada. Sua mãe não tinha ideia...
— Ele era um monstro, Natasha! – afirma indignado. — Minha mãe trabalhava, ela botava comida em casa, mas o verme não me deixava comer como punição!
— Steve...! – as lágrimas voltam a escorrer de meus olhos. — Sua mãe não sabia disso? – pergunto aos soluços.
— Quando ela chegava do trabalho e via que eu estava quase morrendo de fome, acabava me dando um pão escondido.
— E por que ela nunca foi embora?
— Ela acreditava que ele poderia mudar, Natasha. – Steve me lança um sorriso debochado. — Era uma boba, uma fraca, crente que as coisas ainda pudessem dar certo!
— Não diga isso, Steve! – repreendo. — Sua mãe era jovem e apaixonada. Ela cometeu um erro e deve se culpar até hoje por isso.
— E?
— Como "e?", Steve? Será que isso não faz nenhuma diferença para você?
— Eu não sei, Natasha! Exatamente em que e por que deveria fazer?
— Steve! Sua mãe errou! Errou e sofreu as consequências disso.
— Junto comigo.
— Sim, mas não foi premeditado, Steve! Aposto que ela sofre até hoje por tudo isso. Não é preciso que você pise ainda mais nela.
— Eu não faço isso, Natasha! – rebate com as sobrancelhas franzidas. — Eu amo a minha mãe. Mas me dá raiva. Tudo isso aconteceu porque ela foi ingênua.
— Eu entendo sua frustração. Mesmo. Mas não culpe sua mãe, Steve. Como acha que ela deve se sentir?
— Horrível. – responde sem emoção alguma, o que me faz morder o lábio para segurar mais um sermão. — Mas ela merece se sentir assim!
— Não diga isso, Steve. – torno a repetir ainda incrédula com sua frieza.
— Ela estava cega pelo verme que me pôs na barriga dela. Ela o protegia, Natasha! – Steve ruge. — Foi preciso que eu levasse um tiro para que ela acordasse e resolvesse agir como uma mãe de verdade!
— Steve... – mais lágrimas escapam e eu beijo seu rosto.
— Eu já nasci com ele me odiando. Ele tirou tudo de minha mãe. Foi Joseph quem nos deu uma família!
— Foi estranho para você? – arrisco a pergunta ao acariciar os cabelos de sua nuca.
— Fiquei feliz por eles. – Steve me puxa para si e descansa a cabeça em meu colo. — Pela primeira vez na vida, eu senti que tinha um pai. Nem esperei que Joseph me dissesse isso. Eu o chamei de pai assim que chegamos a Nova York.
— Aposto que ele deve ter ficado todo bobo. – comento rindo junto de Steve.
— Sim, ele chorou e me abraçou por horas. Imagina o quão constrangedor foi para um adolescente de dezesseis anos ser agarrado pelo pai em plena alfândega! – a fala de Steve me faz rir ainda mais e ele ergue a cabeça para mim. — Hmmm! Que som gostoso!
— O que houve com Blanche? – pergunto após lhe dar um carinhoso beijo na boca.
— Não sei. – seu sorriso se desmancha dando lugar a uma expressão de amargura e tensão.
— Como assim?
— Ela ficou anos sem aparecer, mas entrou em contato comigo pouco depois de eu me formar.
— Quê? Como ela se atreveu?!
— Começou com telefonemas. – conta. — Eu desliguei nas primeiras vezes, mas resolvi ver o que ela queria depois.
— E?
— Marcamos um encontro.
— Quê? Por que aceitou essa mulher de volta em sua vida, Steve?!
— Porque eu precisava de respostas, Natasha! Sabe, eu já tinha entrado para o exército e descontava toda minha raiva lá, mas revê-la fez toda a revolta vir à tona.
— E foi aí que você começou a ter submissas. – constato.
— Não. Quer dizer, legalmente, sim.
— Como assim?
— Eu... eu fazia sexo com... com mulheres. E as dominava na cama, mas... ér...
— Já entendi. – assinto. — O que você quer dizer é que passou a fazer seus peculiares contratos depois de rever Blanche!
— Foi um conselho de Peggy. – responde e eu me lembro de minha conversa com ela em Los Angeles. — Não fique brava, mas Blanche me ajudou nisso.
— Nisso? Nisso o quê? – indago nervosa.
— Ela passou a me indicar submissas.
— Quê? Vo-você ainda... ainda mantém contato com ela, Steve?
— Apenas profissional. – murmura e eu fico de pé imediatamente. — Natasha...
— Eu não posso acreditar! – comento indignada. — Depois de tudo o que ela fez a você, à sua família, ainda ousa falar com ela?
— Natasha, Blanche nunca foi o meu alvo. – admite ao ficar de pé. — Ela apenas me encaminhou para um mundo onde eu conseguisse descontar minha raiva. De certa forma ela acabou fazendo com que eu me encontrasse comigo mesmo. Eu não sei como seria hoje se ela não tivesse...
— Pare por aí mesmo! – estico a mão em seu rosto. — Não se atreva a colocá-la numa posição de mentora! Essa mulher não merece seu reconhecimento em nada! Ela não fez nada em prol da sua saúde e segurança!
— Natasha...
— O quê? Quer me dizer que tem uma dívida com ela? Quer que eu acredite que é grato a ela? É isso? – abro meus braços em indignação. — Não existe gratidão para esse tipo de coisa, Steve! Ela abusou de você!
Minha revolta é maior do que meu parâmetro e, quando percebo, já apertei na mesma tecla que Steve teima em negar.
— Eu aceitei, Natasha. Eu consenti com tudo.
— Você tinha treze anos! Consenso não existe quando se envolve sexo e criança!
— Eu sei! – ele grita. — Mas não foi ela quem me fez passar fome de propósito, não foi ela que me surrou até eu sangrar, não foi ela quem me humilhou de todas formas! Não foi ela... – Steve faz uma pausa e suspira com os olhos brilhando. — Não foi ela quem me apontou uma arma e atirou, Natasha. – murmura com a voz rouca. — Tudo isso quem fez foi o meu... o meu p-pai. – sussurra. — O meu próprio pai.
— Steve... – estou debulhando em lágrimas quando me jogo em seus braços e choro contra seu peito. — Eu sinto muito! Eu sinto muito por tudo!
— Eu também. – ele aperta meu corpo junto ao seu. — Eu também sinto.
— Teve medo de ainda sentir algo por ela? – ergo o rosto para ele.
— Não. Eu nunca a amei. – responde. — Natasha, eu era um adolescente perdido e assustado. E nós dois nos aproveitamos. Ela era apenas uma forma de eu... de eu me sentir bem, de eu me sentir seguro comigo mesmo.
— Então ela foi importante na sua vida.
— Ela apenas me mostrou uma forma de eu me sentir vivo. – Steve diz antes de suspirar. — Mas você, Natasha, é a minha vida. Você é o que me mantém vivo. É só você, linda! – ele segura meu rosto. — Só você! Acredite em mim.
— Eu... eu quero, mas... – nervosa, eu me afasto de Steve e me viro de costas.
— "Mas...?" – ele não desiste e fica em minha frente após me contornar. — O que foi?
— Eu não sei, Steve! – balanço a cabeça com as lágrimas dançando nos olhos. — Eu estou com medo. Estou com medo de perder você.
— Medo de me perder? Mas por quê?
— Ainda fala com ela?
— Assuntos profissionais. – admite. — Ela... ela está envolvida financeiramente na empresa.
— Sua mãe ainda tem contato com ela?
— Elas são amigas. – Steve dá de ombros.
— Você deixa sua mãe ser amiga desse tipo de gente, Steve?!
— O que você quer que faça, Natasha?! Porra! Como eu explico para a minha mãe que ela não pode ser amiga de alguém?
— Não estamos falando de alguém, Steve! Estamos falando de uma mulher inescrupulosa! Uma pedófila!
— Okay, como quiser, Natasha, mas...
— “Como quiser, Natasha”?! Está jogando isso contra mim?
— Não! Claro que não! Eu só estou...
— Steve, não pode me pedir que eu seja complacente com o fato da sua mãe ser amiga da mulher que abusou de você quando você tinha apenas treze anos! – explodo em raiva e revolta. — Não vê que não tem cabimento o que está dizendo? Você... – pressiono o dedo em seu peito. — ...deveria ser o primeiro a ser contra isso e impedir que sua mãe se relacionasse com ela!
— E como eu posso impedir?! – ele grita de volta, nervoso, ao afastar a minha mão. — Natasha, a minha mãe não faz nem ideia do que aconteceu! – Steve estuda os meus olhos banhados de lágrimas e entorta a cabeça. — O que foi?
— Eu estou com medo.
— Medo? Mas de quê?
— E se... e se eu perder você? – pendo a cabeça para o lado e comprimo os lábios quando mais lágrimas escorrem.
— Nunca! – afirma, mas eu observo que engole seco.
— E como você sabe, Steve? Você mesmo disse que se sentia cuidado e protegido com ela! Ela... ela... de certa forma amou você. Do um jeito doentio e cruel, mas amou! Quer dizer, não amou, mas ao menos teve uma preocupação. Não sei! – esfrego o rosto. — Está tudo muito confuso, eu não estou sabendo usar as palavras certas!
— Natasha...
— Ela abusou de você. – afirmo ao encará-lo. — Ela abusou e isso não tem justificativa nem perdão. O que fez foi errado, muito, mas... não sei, parece ter te ajudado em alguma coisa também, por mais louco que seja. Meu Deus! Eu nem sei mais o que estou dizendo!
— Natasha, ela apenas me ensinou a foder. Isso é tudo.
— Ela te ensinou mais do que isso, Steve!
— Não. Não, ela só... ela só... me ensinou a dominar, mas eu...
— Mas isso é o que você agora! – rebato ainda chorando. — Não entende? Ela te moldou do jeito dela, como você mesmo disse antes. Ela te esculpiu como queria.
— Natasha...
— Naquela época, você era uma criança triste. E a viu como...
— Naquela época, eu era a porra de um menino maltratado e desesperado por atenção! – exclama com a voz alta e grossa.
— E foi isso que ela deu a você. – constato. — Ela deu o que você precisava, Steve.
— Não, Natasha. – ele se aproxima mesmo comigo andando para trás e alcança meu rosto nas mãos. — Foi você quem me deu o que eu precisava. Você!
— E o que foi? – indago exausta. — Eu amo você, Steve, mas isso é o bastante?
— Claro que é! Natasha, você é tudo para mim.
— Eu preciso de mais. – limpo as lágrimas e deixo suas mãos caírem de meu rosto quando me afasto. — Eu... eu ainda preciso e quero mais, Steve. Desculpe. Eu... eu sei que não devo pressionar você, mas... acho que... acho que precisamos de um tempo.
— O quê?! – seus olhos azuis saltam. — Não! Você disse que não me abandonaria! Eu te contei sobre meu passado porque acreditei nisso!
— E eu não vou. – afirmo. — Só acho que devemos pensar um pouco. Eu amo você, Steve, isso nunca vai mudar. Mas... não sei... eu estou me sentindo muito sozinha agora. Querendo ou não, vocês dois têm uma ligação que você e eu nunca teremos.
— Isso é besteira, Natasha! Você está blefando! Minha ligação com ela nunca existiu além do sexo. Já com você...
— Não, isso não é besteira e não, eu não estou blefando.
— Natasha, eu não vou te deixar longe de mim de novo. – ele me olha seriamente. — Pare de me interromper e escute: você não pode me deixar apenas por estar com ciúme.
— Não é ciúme, Steve! – grito. — É medo! É... é... insegurança! Eu... – aspiro trêmula. — ...eu não sei se... não sei se posso... se posso competir com ela. Não sei se posso...
— Você não tem o que competir com ela, Natasha! Nem com ela nem com ninguém.
— Sim, eu tenho! – afirmo. — Disse que ela te recomendava submissas. Ela me conhece? Ela sabe como eu sou? Ela... ela mora por aqui?
— Nós nos vemos muito raramente, Natasha. Você não tem que se preocupar com nada disso!
— Steve, eu não sei o que pensar. – murmuro. — Você... você está comigo por eu me parecer com ela, não é?
— Não! Não, claro que não!
— Mas era por isso no início, não era?
— Não mais. – Steve desce uma mão para a minha cintura enquanto a outra se abre em minha nuca. — Preste atenção no que eu vou te dizer agora: durante muito tempo, eu odiei mulheres ruivas. Por isso, eu optei por submissas de olhos verdes como os seus. Era mais fácil de me controlar a não pegar pesado nas punições. Quando te conheci, tudo o que eu queria era distância, mas não consegui. Só Deus sabe o quanto eu tentei ficar longe de você, mas não consegui, Natasha.
— Steve, isso não ameniza as coisas. – digo. — Ela pode me ver como uma afronta. Estamos competindo, sim, por algo.
— Não há competição para algo que já é seu, Natasha. – garante. — Eu sou seu. O meu coração... – ele faz uma pausa e pega fôlego. — ...é seu.
— O quê?
— Eu te odiei. – afirma. — Eu te odiei quando te conheci, porque você me fez sentir coisas que ninguém nunca me fez sentir antes, nem mesmo ela. – admite. — Mas, depois de um tempo, o ódio se transformou em... – Steve suspira e sorri para mim. — ...em amor.
Quase caio para trás quando ele me diz isso, mas de alguma forma forço minhas pernas a permanecerem firmes. Deus! Steve acabou de dizer que me ama? É isso mesmo ou eu estou tão louca de paixão e nervosismo que estou ouvindo coisas?
— Sim, eu disse. – Steve ri como se estivesse lendo os meus pensamentos. — Eu amo você, Natasha.
Meus olhos se arregalam e piscam fazendo mais lágrimas caírem.
— Você... – balbucio sem crer. — Vo-você... disse... que...
— Sim, eu disse que te amo. – sua testa se encosta na minha. — Eu amo você, Natasha Romanoff. Eu amo você!
Steve não me dá tempo de dizer mais nada. Seus lábios firmes e macios batem contra os meus nem esperando o beijo começar com um selinho. Assim que nossas bocas se tocam, Steve força a língua para dentro e a circula na minha.Eu recebo o seu toque de braços e coração abertos.
Oh, meu amor! Meu grande e verdadeiro amor! Agora sei que estou segura e confiante. Agora sei que não estarei sozinha. Ele é meu porto seguro assim como eu sou o dele. Ele é o meu tudo assim como eu sou o dele. E eu o amo assim como ele me ama!
— Quero fazer amor com você. – Steve beija meu pescoço enquanto solta os botões de frente da camisa. — Bem aqui. – ele chega atrás de minha orelha fazendo com que eu arqueje a cabeça para trás. — Bem aqui na sala.
— Mas... a janela...
— O vidro é escuro do lado de fora. – Steve termina de soltar todos os botões e tira a camisa por meus braços. — Por favor! Por favor! Eu preciso te sentir!
O tecido de algodão fino cai no chão e me deixa nua da cintura para cima. Steve me assiste atentamente, passeando com as mãos por minhas costas.
— Você é linda, Natasha! – exclama enquanto eu tiro sua camisa por sua cabeça. Steve a joga para trás antes de sair de sua calça e cueca. Eu rio ao ver que já está ereto. — Qual é a graça, sua diabinha?
Ele me aperta e me deita em cima do tapete. Sua mão se firma em meus pulsos enquanto a outra arranca minha calcinha.
— Eu amo você!
Steve beija minha clavícula antes de alcançar o seio esquerdo. Sua língua rodeia meu mamilo enrijecido e eu fecho os olhos ao gemer de prazer.
— Isso, linda! Eu preciso te ouvir.
The closer I get to you
Quanto mais me aproximo de você
The more I feel like crying
Mais eu me sinto chorando
The further I get from you
Quanto mais eu recebo de você
The more I feel like dying
Mais eu me sinto morrendo
You said you'll be
Você disse que eu estaria
Right here forever baby
Bem aqui para sempre, baby
Oh, just let them
Oh, só os deixe
There's no forever, baby
Não há nenhum para sempre, baby
I'm just looking for a little favour
Eu só estou procurando um pequeno favor
And you're just trying to save a little time
E você está só tentando salvar um pequeno momento
Baby let me give you a piece of mine
Baby, deixe-me dar a você um pedaço de mim
Os beijos de Steve alcançam minha barriga fazendo com que eu abre as pernas em antecipação. Ele sorri contra meu umbigo e circula a língua lá dentro.
A ponta de seus dedos escovam meu clitóris. Pressiono as coxas, mas Steve se eleva sobre mim beijando meu pescoço.
— Não faça isso, linda. – ele aperta meus pulsos com a mão esquerda. — Abra essas pernas gostosas para mim. – morde meu lóbulo. — Vai, delícia! – seus dedos esfregam meu clitóris com mais rapidez.
— Oh! – ofego sentindo que Steve beija meus seios. — Steve! Steve! Diz de novo... diz... diz de novo...
— Eu te amo! – seus lábios beijam os meus enquanto Steve libera meus pulsos e afasta minhas pernas.
Suas mãos seguram minhas coxas separadamente. Ele aperta os lábios com mais força contra os meus, reprimindo meu grito abafado quando a ponta úmida e escorregadia de seu pênis acaricia meu clitóris.
That's what I get for loving you, code blue
Isso é o que eu ganho por amar você, código azul
That's what I get for loving you, code blue
Isso é o que eu ganho por amar você, código azul
That's what I get for loving you, code blue
Isso é o que eu ganho por amar você, código azul
That's what I get for loving you, code blue
Isso é o que eu ganho por amar você, código azul
Take whatever's left, baby
Leve tudo o que deixou, baby
If you go without your heart you will never know
Se você for sem seu coração, eu nunca irei saber
You
Você
As we walk into those doors
Como nós caminhamos para portas
In the shadows of the unknown
Nas sombras do desconhecido
O membro de Steve me penetra fazendo com que eu rasteje as unhas por seus ombros. Em um momento de dúvida e conexão, abro os olhos e fito Steve, notando que ele já está com seu olhar focado em mim. Nossos lábios estão separados e nós dois soltamos lufadas de ar quente e ofegante contra os rostos um do outro.
Steve aumenta a velocidade das estocadas entrando e saindo de mim com mais firmeza. Sua cabeça larga atinge meu interior com firmeza e precisão. Em resposta, abro ainda mais as pernas e grudo os calcanhares em seus quadris. Steve sorri largamente para mim e aperta minhas nádegas.
— Você é uma delícia, amor! – ele beija meu pescoço.
— Eu preciso te sentir. – levanto os quadris sempre que Steve impulsiona os seus para baixo. — Faça amor comigo! Continue me amando, Steve!
— Sempre! – ele solta minha cintura e entrelaça os dedos das mãos com os meus antes de descansá-los ao lado de minha cabeça.
As estocadas mantêm um ritmo lento porém firme. Steve não aumenta a velocidade, apenas a intensiona. Sinto a pressão apertar minha barriga e começar a descer lutando por libertação.
Gemo e grito tanto que já me imagino rouca em poucas horas. Steve assiste a meu rosto suado e corado enquanto ri e diz palavras de incentivo, falando o quanto sou bonita, gostosa e macia.
— Oh, amor! – ele cerra os olhos e range os dentes. — Você é tão apertadinha. – sua fala me faz rir e ele olha para mim. — Você é minha! Meu amor! – Steve beija meus lábios enquanto solta uma mão minha e esfrega meu clitóris. — Vai, linda, goze!
— Estou... eu... estou... ah!
Aperto os dedos da mão livre contra o ombro suado, quente e escorregadio de Steve ao fechar os olhos e jogar a cabeça para trás.
Tal ato deixa meu pescoço à mostra e Steve rapidamente trata de cubri-lo com beijos e chupões.
I think of you daily
Eu penso em você diariamente
Loving every day about you
Amando cada dia sobre você
And I hope that you
E eu espero que você
You love everything about me too
Você ame tudo sobre mim também
But don't you leave like that
Mas não me deixe assim
Don't leave right here, oh no
Não me deixe bem aqui, oh não
Stay with me just a couple minutes more
Fique comigo só por uns minutos a mais
Steve explode e se liberta dentro de mim. Ele grita contra meu pescoço e desaba a cabeça em meu ombro, mexendo-se um pouco mais antes de parar e suspirar contra minha pele suada e corada.
Eu apenas subo a mão livre e acaricio seus cabelos úmidos antes de beijar a lateral de seu rosto.
— Amor? – chamo e ele ri ao me olhar.
— Oi, paixão! – solto uma risada com a estranheza que me atinge.
— Que meloso! – resmungo e Steve ri mais uma vez.
— Não gostou?
— Adorei!
— Mas...? – indaga e eu suspiro.
— Acho que ainda tenho que me acostumar com isso. – Steve franze o cenho.
— Também é estranho para mim. – comenta. — Ou não. Não sei. Só sei que, com você, as coisas que deveriam ser estranhas se tornaram comuns.
— Não é estranho se apaixonar, Steve. – acaricio seu rosto. — É um pouco diferente. Meio que assusta no começo, mas é maravilhoso! – abro um enorme sorriso. — Acho que me apaixonei por você desde a primeira vez em que te vi.
— Acha? – ele arca com uma sobrancelha antes de apertar os dedos em minhas costelas.
Fechando os olhos e gargalhando, lembro do sonho que tive logo após que fui para casa no ano passado quando Steve me disse para ficar longe dele. Eu deitei em minha cama e sonhei que estávamos na praia tendo essa mesma conversa. E com essa mesma atitude: ele me fazendo cócegas enquanto eu me contorcia em seus braços.
— Então... – Steve faz uma pausa ainda pressionando o peso em cima de mim. — Eu posso dizer a mesma coisa. – revela atraindo minha atenção.
— Como assim?
— Acho que também me apaixonei por você desde a primeira vez em que nos vimos.
Em resposta, eu ergo uma sobrancelha e desço as mãos para seus gominhos da barriga, mas Steve ri e se esquiva rapidamente.
Quando penso em dar mais um bote nele, meu querido diversos tons prende meus pulsos acima da cabeça e se agiganta sobre mim.
— Srta. Romanoff... – inicia com um ar de mistério e travessura.
— O quê? – ergo o queixo em tom de desafio.
— Hmmmmm... – Steve desce a cabeça e captura meu mamilo esquerdo na boca. — Não deveria ter feito isso.
Tudo o que sinto em seguida é ele saindo de dentro mim e me jogando nua sobre o ombro. Minha intimidade está úmida e escorrendo.
As pernas de Steve movimentam-se com determinação e agilidade pela sala até alcançarem o seu quarto, onde iniciamos outra apaixonada sessão de amor sobre a cama.
That's what I get for loving you, code blue
Isso é o que eu ganho por amar você, código azul
That's what I get for loving you, code blue
Isso é o que eu ganho por amar você, código azul
That's what I get for loving you, code blue
Isso é o que eu ganho por amar você, código azul
That's what I get for loving you, code blue
Isso é o que eu ganho por amar você, código azul
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