Haunted 🔞

8 Capítulo O8 — Fire meet gasoline


Notas iniciais
Hello!!! E então?? Como estão?? Ansiosos pra volta às aulas? Anyway... quero agradecer pelos 118 comentários, 85 acompanhamentos, 42 favoritos, pelas 3 recomendações e 5196 visualizações :D O capítulo de hoje é dedicado à querida e atenciosa leitora blackwidxw, que foi a segunda a recomendar a fanfic! Muito obrigada pelas belas, gentis e inspiradoras palavras, meu bem. Espero que goste do capítulo tanto quanto eu gostei da sua recomendação *u* Bom... antes, gostaria de conversar com vocês sobre o conteúdo do capítulo. Todos sabem que a fic é +18, então estão avisados que terão descrições de cenas explícitas. E o capítulo de hoje contém isso. Sinto muito aos que não gostam, nem sei se posso aconselhar vocês a pularem, porque o capítulo todo é praticamente sexo. Não é baixaria, safadeza... é apenas o momento íntimo de qualquer casal que tem uma relação amorosa. E está bem descrito porque EU gosto de explicar as cenas das minhas fics, sejam elas de sexo, conversa, pensamentos... seja qual for a cena, eu procuro sempre descrever bem, pro leitor conseguir imaginar passo a passo sobre o que acontece. Então, caso você não goste de cenas de sexo, não leia. Claro que eu não quero perder leitores e nem que ignorem os capítulos da fic kakaka mas também não quero deixar ninguém desconfortável. Apenas sintam-se livres pra fazer o que quiserem :) Enfim, perdão por qualquer erro de digitação e aproveitem, petecos (͡° ͜ʖ ͡°) Tradução do Capítulo: Fogo encontra gasolina PS: sei que o capítulo parece grande, mas é apenas por causa da música, que ocupou espaço no número de palavras ^^ PS²: por favor, leiam as notas finais. Tenho uma divulgação e uma dúvida que preciso conversar sobre com vocês :)


A intensidade dos beijos torna-se ainda mais forte e compulsiva. Steve está bem concentrado em realizar seu objetivo: arrancar fora minha camisa.
No chão de madeira clara e corrida, o casaco, minhas botas, seu paletó e minhas meias brancas fazem parte da decoração da sala. Enquanto seus dedos puxam a bainha de minha camisa para cima, expondo e acariciando minha pele, os meus trabalham em soltar o nó de sua gravata. Uma vez solto, eu começo a despi-lo na parte de cima.
Separamos nossos lábios para Steve poder retirar minha camisa. Quando estou livre dela, noto que ele também está livre da sua. Levo um pouco mais do esperado de tempo para encarar seu torso nu. Steve está mais forte, musculoso e quente. Ele está muito gostoso! Seu peito encontra-se perfeitamente esculpido de músculos. Parece que ele não estava brincando ao dizer que passou tempo demais socando algo.

— Também estou fascinado pelo seu busto, linda. – comenta, atraindo minha atenção.

Ao olhar para seu rosto, vejo que ele está com o olhar fixo em meus seios, ainda cobertos pelo sutiã. Isso me faz corar, mas eu empurro, chuto e me jogo por cima da vergonha, esmagando-a com toda a minha força interna. Ela não será um problema para mim. Não mais!

— Você está tão mais forte... – digo, erguendo as mãos e arrastando as pontas dos dedos desde seus ombros até a barriga.

Os "gominhos" de seu abdômen são arranhados por minhas unhas. Steve grunhe e volta a beijar meu pescoço. Suas grandes e másculas mãos passeiam por minha cintura, fortemente.

— Natasha... – ele geme em meu ouvido, mordendo o lóbulo de minha orelha. — Eu te quero tanto.
— Eu também te quero.

Estou a um passo de desafivelar o cinto de sua calça social quando algo nos interrompe. Melhor dizendo: um barulho rouco, constrangedor e inoportuno.
Eu afasto meu rosto de seu ombro, e Steve me fita com um sorriso divertido, apesar de seu olhar ser pura repreensão.

— Natasha...
— Não foi nada. – apresso-me em dizer. — Vamos continuar.
— Natasha, espere. – ele segura meus ombros e me empurra para trás. — Sua barriga acabou de...

ROOOMMMMM

Novamente, o constrangimento ergue os braços ao meu redor. Dedos invisíveis são apontados em minha direção. Sou o alvo de minha própria berlinda.

— Ér... eu... e-eu...
— Não comeu nada o dia todo?
— Eu almocei com você. – balbucio. — Não senti mais fome.
— Acho melhor comermos alguma coisa antes de fazermos o que queremos fazer. – Steve pega sua camisa no chão e a veste. — Venha.
— Mas...
— Vou cozinhar algo para você.

Sua fala me surpreende. Ainda sem crer, eu visto minha camiseta atrapalhadamente e o sigo até a cozinha.
Quando chego, ele está de costas para mim, checando algo na geladeira aberta. Chego por trás dele, mas não toco em suas costas. Decido acariciar seus bíceps por cima do tecido fino da camisa.

— O que está fazendo? – pergunto, ficando na ponta dos pés para plantar um beijo em seu ombro.
— Vendo o que você tem para comer. – responde, ainda de costas para mim. — Parece que não há muitas opções.
— Como assim? – indago, e Steve me encara de modo ameaçador.
— Você tem alguns ovos, legumes e verduras, leite e água. Só.
— Oh. – meu rosto cora. — É que... eu não estava... eu não estava...
— Não estava comendo. É, eu já sei. – ele bate a porta da geladeira com força.
— Ei! – exclamo.
— Desculpe. – Steve murmura, beijando minha bochecha e indo até a sala.
— O que vai fazer? – pergunto, atrás dele.
— Vou pedir comida.
— Vai pedir comida? – repito, vendo que ele assente. — Steve, não precisa. Podemos ir até o mercado e comprar algumas coisas, se você faz tanta questão assim que eu coma.
— Está frio. Não quero sair. E vai demorar. – explica, pegando meu telefone sem fio. — O que você quer comer? Uma pizza?
— É... – manejo com a cabeça. — Uma pizza está bom.
— Qual sabor?
— Pode ser de pepperoni? – indago, vendo que ele sorri. — Eu adoro pepperoni!
— E eu adoro mussarela. Podemos pedir metade de uma e metade de outra?
— Claro!

Encurto a distância entre nós e abraço sua cintura. Steve beija minha cabeça e passa o braço da mão livre ao redor de meus ombros.
Sorrindo por sentir novamente seu corpo colado ao meu, pressiono com mais força ainda os braços ao redor de seus quadris. Claro que me esforço para não encostar em um milímetro sequer do início de suas costas.
Com o rosto colado ao seu peito, eu aspiro o perfume de sua camisa. Como senti falta desse cheiro, desse calor, desse contato. Como senti falta dele! Do meu diversos tons. O amor e a saudade são tão altos e fortes, que derrubam meu autocontrole. Lágrimas se acumulam em meus olhos, e eu aperto o rosto contra o peito de Steve.

— Boa noite. – pela sua voz, ele não parece notar que eu estou chorando. — Gostaria de fazer um pedido. Não. Pois bem, eu gostaria de uma pizza grande, metade mussarela e pepperoni, por favor. O endereço é... – enquanto Steve vai falando, eu vou apenas chorando. Desligo-me de tudo ao meu redor, inclusive de sua voz, e deixo as lágrimas escorrerem de meus olhos. O nó é apertado em minha garganta, e eu não posso fazer nada para afrouxá-lo. — Certo. Obrigado e boa noite.

Steve encerra a ligação e joga o telefone em cima do sofá. Já eu, permaneço com o rosto enterrado contra o tecido fino de sua camisa. E, justamente por ser fino, minhas lágrimas o molham com facilidade. Eu me sinto estúpida, por não ter conseguido segurar o choro, e ainda mais estúpida pela fungada que dou, seguida de soluços e mais soluços.

— Nat? – ouço Steve me chamar, mas permaneço soluçando em seus braços. — Natasha? – ele põe as mãos sobre meus ombros e me afasta.

Não ergo o olhar para ele. Encaro meus pés, com a vista completamente embasada, devido às lágrimas que teimo em prender. Mordo o lábio, mas Steve sorri e o desprende de meus dentes.

— Minha linda, por que está chorando? – seus dedos erguem meu queixo.

A magia de seus olhos atraem a atenção dos meus. Iniciamos e mantemos a nossa conexão de cores e amores. Tudo em mim são chamas novamente. Chamas vivas, dançantes e quentes. Chamas que percorrem todo o meu corpo, transmitindo calor em cada parte que se estende.

— O que foi? – Steve mata as lágrimas que escorrem de meus olhos.
— É que... – soluço novamente. — Ainda... ainda é difícil de a-acreditar.
— De acreditar no quê?
— De a-acreditar que vo-você está a-aqui. – murmuro. — E-eu senti sua falta, S-Steve. Eu... e-eu te amo.

Ele suspira pesadamente. Sei o que essa ação quer dizer. Não é preciso nem o uso de palavras. Somente o olhar que ele me transmite é o suficiente para que eu entenda. Está escrito nas entrelinhas: ele não consegue me dizer o mesmo, por mais que sinta.

— Não estou esperando que me diga de volta. – explico, mais calma. — Quer dizer, se dissesse, óbvio que ficaria imensamente feliz, mas eu não vou te pressionar. Eu sei que você vai dizer. Pode não ser hoje, pode não ser amanhã, pode ser... pode ser que não seja em meses ou anos, mas você vai dizer. E eu estarei pronta para ouvir, Steve.
— Só te peço para... para irmos com calma, tudo bem? – ele toma meu rosto em suas mãos e o acaricia com os dedos.
— Claro. Desculpe ficar dizendo isso, é que... é importante para mim expressar o que sinto. E eu sinto isso por você, Steve. Não consigo, não posso e nem quero mais esconder.
— E não precisa. Eu só me sinto um pouco... culpado, de certa forma.
— Culpado? Por quê?
— É que... porra, Natasha! Olhe para você. Olhe para mim. – Steve faz um gesto entre nós e suspira. Já eu permaneço confusa. — Natasha, você é incrível. Qualquer homem seria o mais feliz do mundo por ter você.
— E você é, não é? – com a minha dúvida, Steve ri e me rouba um selinho.
— Sou, sou, claro que sou! Mas parece errado.
— E o que parece errado? Eu escolher você aos outros? – cruzo os braços junto aos seios. — Eu ainda não entendo por que não acredita que eu quero você, Steve. Só você.
— Eu acredito, linda.
— Então...
— Mas também sei que você merece alguém melhor do que eu, Natasha! – Steve faz uma pausa e expira com força. — Eu não te mereço.

De alguma forma, eu consigo absorver toda a tonalidade de sua voz. Aspiro tudo que ele me transmite e recebo as pancadas em meu coração. Dói, mas não é de tristeza, é de compaixão. Steve acha que é o quê? Algum monstro? Deus, ele não enxerga o quão maravilhoso é?

— Eu ainda acho que você se desmerece muito. – comento, e Steve olha para mim. — Posso te fazer uma pergunta?
— Claro.
— O que seu psicólogo diz sobre isso?

Seus olhos se arregalam. Eu penso que vai mudar de assunto ou ficar bravo comigo, mas Steve me surpreende, e de uma maneira positiva.

— Ele pensa igual a você. – murmura, com a voz solitária e distante.
— E a ficha ainda não caiu para você? – dou um passo a frente e tomo seu rosto em minhas mãos. — Steve, não foi à toa que eu me apaixonei por você.
— Natasha...
— Você sempre me repreendeu por eu não aceitar os elogios que você e outras pessoas me faziam, mas eu...
— Mas é diferente, Natasha. As pessoas dizem sobre sua estética, mas você é linda tanto por fora quanto por dentro. Também não foi à toa que eu... ér... que você me enfeitiçou.

Sua declaração me faz sorrir e corar. Eu lhe roubo um beijo.

— Então é isso, né? – indago, ainda com os lábios colados contra os seus. — Você acha que eu não devo ficar com você.
— Não. – responde, após um tempo. — Mas eu sou um filho da puta egoísta, que não suporta a ideia de um outro alguém te tocando. – Steve me afasta levemente, e eu noto que suas pupilas dilatam. — Você é minha, Natasha.
— Sim. Sua. – afirmo, acariciando seu rosto com minhas mãos trêmulas. — E não quero que isso mude. Não quero ter outro homem em minha vida, Steve. Só você. Eu já disse. Chega de besteiras, okay?
— Okay. – concorda, sorrindo para mim. — Natasha, você é o meu mais. – a intensidade de sua voz me deixa boba.
— Você diz que eu sou sua... – lanço um sorriso maldoso, e Steve faz o mesmo. — Mas você é meu, Sr. Rogers?

Após minha pergunta, Steve para de sorrir imediatamente. Suas sobrancelhas se franzem e seus lábios se apertam.
Eu encaro todas as suas mudanças faciais com o coração galopando no peito. Será que ele está bravo? Assustado? Sentindo-se sufocado? Oh, eu preciso falar alguma coisa. Ou ele. Ou eu. Ou ele. Fala logo, porra!

— Steve...
— Natasha, eu sou seu desde o dia que você saiu daquele elevador e caiu em cima de mim.

A revelação me derruba no chão assim como uma bola de boliche derruba os pinos. Forte, de uma vez só, e criando um tremendo baque de pontos.
Permaneço imóvel, de olhos e boca abertos. Steve ri de minha expressão, mas eu não consigo nem ao menos piscar ou socar seu ombro.

— Não vai falar nada? – ele indaga, ainda rindo. — Parece que você não está nem respirando, linda.
— Eu... e-eu... ér que... eu não es-esperava ouvir isso.
— E nem eu esperava ter dito. – Steve relaxa e posiciona as mãos em meu rosto. — Mas é verdade, Natasha.
— Bom, isso muda muita coisa. – murmuro. — É quase uma substituição de outras palavras.
— Eu também acho, mas não pense que eu disse isso para fugir da outra declaração.
— Eu sei. Eu confio em você. E vou respeitar o tempo que pediu. Sei que é tudo novo para você, assim como também é para mim. Você é o meu primeiro namo... ér...
— Namorado. – Steve afirma. — Pode dizer que sou seu namorado. Você é a minha namorada. Minha amiga. Minha companheira. – seus polegares começam a acariciar minhas bochechas. — Você é minha. – diz, aproximando-se e me beijando. — Só minha...
— Sim, só sua. – concordo, chupando seu lábio inferior.

Steve parece se animar, pois ele desce as mãos pelo meu tronco e aperta as bandas de minha bunda. Contra sua boca, eu gemo. Um gemido rouco, profundo e que diz claramente que eu sou e estou totalmente entregue a ele. A esse homem. Esse homem confuso, misterioso e que me fez amá-lo desde a primeira vez em que eu o vi. Esse homem que foi motivo de risos e choros, dúvidas e certezas, orgulho e arrependimentos. Esse homem que é todo meu. Só meu. O homem que é um completo diversos tons, mas o meu diversos tons.
Para melhor acomodar o beijo, eu movo o rosto e jogo os braços por cima dos ombros de Steve, mas nunca tocando em suas costas. Isso ainda é um alerta vivo para ele. E eu devo respeitá-lo. Minha curiosidade quanto a isso não se aquieta, mas eu devo esperar até que ele me diga seus motivos. Isso, se ele disser. Ele vai, Little Red. Ele vai.
Grunhindo, Steve desvia os lábios para meu pescoço e começa a chupar minha pulsação. Posso imaginar os batimentos de minha artéria contra sua língua, e começo a fazer o mesmo com ele. Quando encosto os lábios na pele que cobre os batimentos cardíacos em seu pescoço, sinto latejar contra minha língua. Incrivelmente, isso me dá prazer. Um prazer que me queima e gela ao mesmo tempo. Internamente, começo a ter um choque térmico em todas as partes de meu corpo. Quero rasgar nossas roupas e roçar nossas peles. Isso ainda está lento demais, leve demais.
Cravo uma mordida no pescoço de Steve, sentindo que ele faz o mesmo comigo. Em seguida, descolo meus lábios de sua pele e retiro novamente sua camisa. Minhas mãos apertam os músculos de seus braços e peito.

— Natasha...
— Quanto tempo temos até a pizza chegar? – pergunto, distribuindo beijos por seu tronco.
— Oh... uns... uns quarenta minutos. – informa, acariciando meus cabelos enquanto eu vou descendo os beijos para a sua barriga. — O rapaz disse que a casa estava meio cheia hoje.
— Ótimo! – exclamo, desafivelando seu cinto de couro. Com ele solto, puxo-o para fora dos cós de sua calça e o jogo para trás.

Em seguida, meus dedos trabalham sabiamente em soltar o zíper. Desço-o rapidamente e puxo a calça social para baixo.
Observo suas coxas. São tão fortes e musculosas quanto o resto de seu corpo. Começo a beijá-las, e sinto Steve puxar meus cabelos, prendendo os fios em um rabo de cavalo apenas com o uso da mão direita.
Ele geme tanto, que eu penso que vai infartar. Ou que eu vou infartar. Pode ser nós dois.
Após Steve me ajudar a retirar sua calça, eu dou a ela o mesmo destino que dei ao cinto. Agora, concentro-me em puxar a cueca para baixo. Oh, Deus! Sua glória é revelada. Sem perceber, eu mordo o lábio e o encaro com admiração.

— Isso tudo é para mim? – olho para cima e sorrio descaradamente para Steve.
— Só para você, linda. – ele pisca em minha direção. — Todinho para você.

Devolvo-lhe um sorriso lascivo e termino de tirar a cueca pelas suas longas e bem malhadas pernas. Com a peça íntima no chão, subo as mãos e acaricio seu duro e extenso comprimento.
Steve suspira em resposta, fazendo-me acelerar e intensificar os movimentos.

— Continue com o que estava fazendo, Natasha. – ordena ao notar que fiquei parada com as mãos ao seu redor.

A ideia de ele estar voltando ao papel de liderança me incomoda, mas eu a descarto. Somos um casal. Eu topei algumas coisas sacanas, e isso inclui brincadeiras.
Eu posso com isso, porque agora sei que temos uma relação além de assinaturas em papéis. Agora sei que é real e que não sairei machucada. Não aposte todas as fichas, menina. Eu atiro todas elas, Little Red. Não almejo sair com um sete, onze ou treze, apenas irei para outras partidas. Porque é isso que o amor é: um jogo de azar. Você aposta e perde; aposta e ganha, aposta e aposta ainda mais. Sempre apostando.
Decidida a marcar essa noite com algo a mais do que declarações, volto a trabalhar em acariciar o comprimento de Steve. Ele é longo, macio e pesado. Senti falta de tocá-lo.
Com certo desespero, deixo as mãos de lado e o ponho na boca. Engulo a metade, pois é grande demais para que eu consiga pôr tudo dentro, e sinto a ponta bater em minha garganta. Fico parada por um tempo, para me acostumar com o tamanho e a respiração acelerada que obtenho. Fica um pouco difícil de capturar e soltar o ar, mas, após algumas investidas, começo a manter um bom ritmo.
Pego e libero o ar pelo nariz. Não é tão complicado. Em minha frente, Steve geme e volta a segurar meus cabelos para cima. Seu toque é brusco e doloroso, e isso aumenta meu prazer. Muito. Muito mesmo. Sinto uma piscina se formar naquele lugar e inundar minha calcinha. Tenho vontade de me tocar, mas arranho as coxas de Steve e lhe forneço mais de meus lábios e língua.
Sem querer, acabo roçando meus dentes. Sinto que ele fica tenso.

— Cuidado, Natasha. – adverte, mas sua voz está prazerosa. — Não me importo em ser um pouco áspero, mas não morda, linda.

Eu sorrio em resposta e o chupo com mais força.

— Oh, meu Deus, Natasha! Pare. Pare, eu vou... – ele aspira, e eu intensifico meus movimentos orais. — Jesus, você é muito boa nisso! – sua mão puxa meus cabelos com mais força. — Natasha! Okay, você já provou que é fantástica, eu...

Não lhe dou chances para terminar. Chupo seu membro e acaricio suas bolas com tanta ganância, que Steve explode dentro de minha boca. Seu gosto espalha-se por minha língua, dentes e garganta. Eu junto tudo e engulo sem pensar duas vezes.
A constância é grossa e gelatinosa, mas eu não me importo. É uma delícia!
Steve se retira de dentro de minha boca, e eu aproveito para limpar os lábios com o torso de minha mão. Permaneço sentada sobre minhas coxas enquanto Steve me fita de pé. Seu membro ainda está ereto, mas não tanto quanto antes. Minha intimidade ainda lateja de tanto tesão.
Eu começo um movimento para me tocar, mas volto a ficar com a mão sobre a coxa quando noto o brilho que o olhar de Steve adquire.

— Faça aquilo! – ele exclama, mas eu não entendo.
— Aquilo o quê? – curiosa, arregalo os olhos. Steve grunhe e se senta na minha frente.
— Ah... você é tão inocente, Natasha. – comenta, rasgando minha blusa ao meio bruscamente.
— Ei! – repreendo, mas ele me empurra para trás e retira minha calça e calcinha junto. — Steve! – tento chamá-lo, mas ele monta em cima de mim e prende meus braços acima da cabeça.
— Você me deixa louco... – sua voz é puro desejo.

Quando penso em responder, ele força lábios e língua contra minha boca enquanto solta o fecho de meu sutiã e desliza as alças por meus braços.
Suspirando, eu aceito seu beijo. Meu corpo todo queima em resposta. Tudo em mim é fogo, e Steve é minha gasolina.


It's dangerous to fall in love
É perigoso se apaixonar
But I want to burn with you tonight
Mas eu quero queimar com você esta noite
Hurt me
Machuque-me
There's two of us
Há dois de nós
We're bristling with desire
Nós estamos repletos de desejo
The pleasure's pain and fire
A dor do prazer e fogo
Burn me
Queime-me


— Natasha... – Steve sussurra, beijando meu pescoço e soltando meus pulsos. — Eu quero que você se toque. – diz, sentando-se em cima de mim.
— O quê? – indago, ainda embriagada pelos beijos que ele fornece aos meus seios.
— Quero que você se toque. – repete, chupando meu mamilo.
— Steve... – jogo a cabeça para trás e aperto seus cabelos loiros nas mãos. Ele crava uma mordida dolorosa — porém deliciosa — na base de meu seio esquerdo.
— Toque-se, linda. – ele para de chupar meu peito. Eu reclamo com um gemido. — Toque-se.
— Mas...
— Vamos.

Ele pega minhas mãos e as posiciona em cima de meus seios. Eu me sinto tímida e, de repente, nua demais. Steve está atento a cada movimento meu.

— Steve...
— Vamos, Natasha. Toque-se. – insiste, retirando uma mão de meu seio e o chupando. — Só vou fazer isso de novo... – ele para, olha para meu mamilo e o lambe. — ...depois que você se tocar por inteiro. – fala, e eu arregalo os olhos. — Eu sei que ia fazer isso antes, mas ficou com medo.
— Não é medo. – sussurro, quando ele abocanha o outro seio. — Só tenho vergonha.
— Não precisa sentir vergonha. – diz, voltando a tampar meus peitos com o uso de minhas próprias mãos. — Vamos. Toque-se. Você vai ver como é bom.

Penso em reclamar, mas percebo que Steve está decidido. E também, eu quero dar tal agrado a ele, mas também estarei dando a mim.
Influenciada por sua insistência prazerosa, uso meus polegares para apertar os bicos de meus seios. Meu toque é desleixado, mas eu sinto prazer. Jogo a cabeça para trás e fecho os olhos. Entrego-me às minhas próprias carícias. É tudo tão bom, tão gostoso. Meus seios incham e enrijecem em resposta ao meu toque cuidadoso, porém firme.
Desço as mãos pela barriga e paro com elas no meio das coxas. Steve observa com atenção, encorajando-me com o olhar. Absorvo seu incentivo e desço ainda mais. As pontas de meus dedos trêmulos e frios tocam meu clitóris escorregadio e quente. O contraste me faz gemer. Afasto a mão rapidamente.

— Não, não, você está indo bem.

Steve pega minha mão e a conduz de volta até minha intimidade. Com sua mão por cima da minha, ele começa a mover nossos dedos contra meu clitóris. Sua experiência, ao mesmo tempo que aumenta meu prazer, também aumenta meu incômodo. Claro que ele sabe fazer isso, pois deve ter feito em muitas outras!

— Ei? – Steve me chama. — O que foi?
— Nada. – balanço a cabeça.
— Você é impossível, Srta. Romanoff. – comenta, negando com a cabeça e beijando meus lábios.

A raiva se dissipa quando Steve intensifica a força dos movimentos. Ele gira nossos dedos em círculos. Tudo isso faz com que eu torne a gemer e jogar a cabeça para trás. Estou presa na bolha de prazer que ele me fornece, cada vez mais calorenta e instigante.


So come on
Então vamos lá
I'll take you on, take you on
Eu vou guiá-lo, guiá-lo
I ache for love ache for us
Eu sofro por amor, sofro por nós
Why don't you come
Por que você não vem
Don't you come a little closer?
Não vem um pouco mais perto?

So come on now
Então venha agora
Strike the match, strike the match now
Risque o fósforo, risque o fósforo agora
We're a perfect match, perfect somehow
Nós somos um par perfeito, perfeito de alguma forma
We were meant for one another
Nós fomos feitos um para o outro
Come a little closer
Venha um pouco mais perto


Permaneço de olhos fechados e boca aberta, recebendo seus beijos e mordidas nos lábios. Quando tenho alguma chance, aspiro e solto o ar, assim como faço com os gemidos. Minha garganta fica ressecada, e eu engulo um pouco de saliva.
Ainda mexendo nossas mãos juntas, Steve para de me beijar, abaixa o rosto e captura meu seio direito na boca. Ele roça dentes e língua, chupando com força. O prazer aumenta em mim. Eu passo a movimentar meus dedos com mais rapidez, e não sinto mais o calor da mão de Steve sobre a minha. Noto que a mesma mão está sobre meu seio livre. Steve aperta, gira e puxa meu mamilo enrijecido, molhando-o com sua língua.
Ele não abandona meus seios. Acho que gosta deles. Isso me agrada. Muito.
Movida tanto pelo incentivo de Steve quanto pela minha curiosidade, desço meus dedos até minha abertura e os sinto ficarem pegajosos. Devido a isso, volto com eles ao meu clitóris e desenho circulos por cima com muito mais facilidade e prazer.

— Steve... – solto mais gemido solitário e rouco. Steve chupa meus peitos com mais força.
— Goze, Natasha. – incentiva, subindo os beijos para meu pescoço. — Quero te ver fazer gozar. Vai, linda.
— Eu... eu...
— Penetre-se. – diz, e eu abro os olhos. — O que foi?
— Mi-minhas unhas... – gaguejo. — Eu estou com as unhas grandes. Não vai me machucar?

Steve encara meu rosto por um tempo e pega a mão que está sobre meu clitóris. Ele passa um tempo analisando meus dedos melados, para então levá-los à boca e chupá-los. Ele faz um som de aprovação, que vem do fundo da garganta.

— Seu gosto é uma maravilha, garota! – exclama, voltando a pôr minha mão sobre minha intimidade, mas, diferente do que eu esperava, Steve a desce até minha entrada. — Eu vou te ajudar.
— Como? – pergunto, com a voz rouca.
— Suas unhas não estão tão grandes. É só você ir com cuidado. Levante dois dedos. – ordena, fazendo-me obedecer. — Agora, enfie-os dentro de você.
— Steve...
— Vai, Natasha. Confie em mim.

A preocupação ainda é um bloqueio para a expensão de meu prazer, mas eu a ignoro. Abaixo o braço e paro com os dedos em minha entrada. Olho para Steve. Ele parece mais animado do que eu, e me encoraja com o olhar.
Paro de me sentir tão preocupada e enfio dois dedos dentro de mim. Ohhhh...! Sinto meu canal quente, molhado e escorregadio. Nossa, eu estou fervendo lá dentro. A sensação é um pouco estranha. E nova.

— Steve... eu nunca fiz isso antes. – murmuro, de dentro de minha fumaça de prazer.

Ele sorri e beija meu rosto.

— Você é a minha perdição, Natasha. – murmura, beijando minha bochecha.
— O que eu faço?
— Mova os dedos para cima e para baixo. Devagar.

Suspirando, inicio os movimentos. Desço e subo a mão. Algo acende dentro de mim. Fecho os olhos e faço de novo. E de novo. E de novo.
Steve volta a beijar meus seios, e eu sinto sua mão passear por minha barriga. Ele belisca minha pele e chega a meu clitóris. Com força, mexe em meu centro de nervos. Eu gemo inquietamente.

— Isso, linda. Grite. Vamos!


Flame, you came to me
Chama, você veio até mim
Fire meet gasoline
Fogo encontra gasolina
Fire meet gasoline
Fogo encontra gasolina
I'm burning alive
Eu estou queimando viva
I can barely breathe
Eu mal posso respirar
When you're here loving me
Quando você está aqui me amando
Fire meet gasoline
Fogo encontra gasolina
Fire meet gasoline
Fofo encontra gasolina
I got all I need
Eu tenho tudo o que eu preciso
When you came after me
Quando você vem atrás de mim
Fire meet gasoline
Fogo encontra gasolina
I'm burning alive
Eu estou queimando viva
And I can barely breathe
E eu mal consigo respirar
When you're here loving me
Quando você está aqui me amando
Fire meet gasoline
Fogo encontra gasolina
Burn with me tonight
Queime comigo esta noite

And we will fly
E nós iremos voar
Like smoke darkening the sky
Como fumaças escurecendo o céu
I mean I want to try and
Eu quero dizer que eu quero tentar e
Take a bite
Morder um pedaço


Mesmo com o tenebroso frio de fevereiro, o ar da sala se torna quente. Cada vez mais, a temperatura sobe. Dentro de meu canal, meus dedos parecem estar sendo sugados. Eles ficam presos, e eu, mais molhada.
Steve desce os beijos pela minha barriga e sopra meu clitóris, que ainda é acariciado rudemente pela sua mão. Ele não para, pelo contrário. Os movimentos ficam mais bruscos e rápidos. Ele sopra novamente, e eu escancaro minhas pernas. Deixo uma coxa largada sobre o tapete da sala e a outra coxa em cima do assento do sofá.

— Quero ver você gozar, Natasha. – Steve afasta um pouco a mão e lambe meu clitóris. — Quero te ver gozar, linda.
— Steve... – gemo, mas ele agarra meu pulso.
— Não pare de mexer. Continue. – ordena, dando beijos em meu clitóris. — Não pare, Natasha. Não pare.


So come on now
Então venha agora
Strike the match, strike the match now
Risque o fósforo, risque o fósforo agora
We're a perfect match, perfect somehow
Nós somos um par perfeito, perfeito de alguma forma
We were meant for one another
Nós fomos feitos um para o outro
Come a little closer
Venha um pouco mais perto

Flame, you came to me
Chama, você veio até mim
Fire meet gasoline
Fogo encontra gasolina
Fire meet gasoline
Fogo encontra gasolina
I'm burning alive
Eu estou queimando viva
I can barely breathe
Eu mal consigo respirar
When you're here loving me
Quando você está aqui me amando
Fire meet gasoline
Fogo encontra gasolina
Fire meet gasoline
Fogo encontra gasolina
I got all I need
Eu tenho tudo que eu preciso
When you came after me
Quando você vem atrás de mim
Fire meet gasoline
Fogo encontra gasolina
I'm burning alive
Eu estou queimando viva
And I can barely breathe
E eu mal consigo respirar
When you're here loving me
Quando você está aqui me amando
Fire meet gasoline
Fogo encontra gasolina
Burn with me tonight
Queime comigo esta noite


— Steve, eu vou... eu vou... ah!
— Isso, linda. Isso!

De repente, tudo se cessa ao meu redor. Steve chupa meu clitóris, e eu gozo violentamente. Meus dedos apertam-se dentro de meu núcleo. Uma dor aguda e fria sobe por meu estômago e espalha-se por meu peito.
Sinto o suor gelar minhas costas, seios e todo o restante de meu corpo. Steve sobe os beijos pela minha barriga até alcançar novamente meus mamilos, mas eu ainda me encontro no maravilhoso e mágico mundo pós-orgasmo. Ele tinha razão. Eu ter feito isso foi extraordinariamente bom.

— O que achou? – pergunta, beijando meu pescoço e segurando meu pulso. Observo enquanto ele chupa meus dedos.
— Você estava certo. – murmuro, quase sem voz. — Isso foi... foi perfeito.
— Que bom... – comenta, retirando meus dedos de dentro de sua boca. — Mas espero que não esteja muito cansada.
— Eu... não. Por quê?
— Sabe por quê. – diz, deitando em cima de meu corpo. Steve desce as mãos e acaricia minhas pernas escancaradas. Eu desço a perna que está no sofá e faço menção de colar as coxas uma na outra, mas Steve sorri e balança a cabeça. — Não, linda...
— O quê? – indago, querendo não rir.
— Você não vai fazer isso. – ele movimenta a mão sobre meu clitóris sensível, e eu me remexo inquietamente. Steve desce o tronco e beija meus lábios.

Seu peitoral roça contra meus seios. O atrito é maravilhosamente gostoso. Eu me esfrego ainda mais contra ele, e o sinto morder meu lábio inferior.

— Abra as pernas para mim, Natasha. – pede, com a voz encharcada de luxúria. — Vamos, linda. Abra essas perninhas maravilhosas que você tem.

Sorrindo, eu obedeço. Separo o máximo que posso minhas coxas uma da outra e, com um lento, porém decido golpe, Steve me penetra.
Seu movimento é cauteloso, firme e carinhoso. Em vagarosos segundos, a ponta de seu membro toca o colo de meu útero. Steve é gentil, e eu abraço a nova sensação que me cerca.


But it's about bad
Mas está ficando ruim
Certain death
Morte certa
But I want what I want
Mas eu quero o que eu quero
And I got to get it
E eu tenho que conseguir
When the fire dies
Quando o fogo morre
Darkened skies
Céus escurecidos
Hot as a match
Quente como um fósforo
Only smoke is left
Só sobra fumaça

But it's about bad
Mas está ficando ruim
Certain death
Morte certa
But I want what I want
Mas eu quero o que eu quero
And I got to get it
E eu tenho que conseguir
When the fire dies
Quando o fogo morre
Darkened skies
Céus escurecidos
Hot as a match
Quente como um fósforo
Only smoke is left
Só sobra fumaça

— Tudo bem? – pergunta, fazendo-me assentir. — Eu senti sua falta. Quero fazer amor com você. Devagar e com cuidado.

Penso em concordar, mas eu pisco e me apresso em responder.

— Você pode ir forte. – minha fala faz Steve rir. — É sério. Eu não me incomodo.
— Não quero te machucar. – ele se abaixa e beija meu pescoço.
— E você não vai, Steve. Você nunca me machucou. Sempre tomou cuidado quanto a isso.
— Shhh – Steve me silencia com um beijo. — Fique quietinha. – sussurra, com os lábios colados nos meus.
— Mas...
— Eu vou devagar, Natasha. Não insista. Vou fazer amor com você. Já disse, linda.

Sem dizer mais nada, Steve beija a região de meus ombros e investe com uma estocada branda e úmida. Eu jogo a cabeça para trás, fecho os olhos e gemo. Mais uma investida é realizada, e eu repito a mesma ação incandescente.
À medida que Steve vai investindo nas estocadas, mesmo que ainda estando devagar, eu finco ainda mais as unhas em seus ombros. Sua pele já está tão suada quanto a minha. Não vou mentir. Tenho vontade de arranhar toda a forte e quente extensão de suas costas, mas o bom senso me impede. Medo de apanhar, menina? Não, Little Red. Medo de machucá-lo, assustá-lo e afastá-lo. Eu o amo, e sei que tal atitude minha significa algo tenebroso para ele. Não posso fazer isso com o meu diversos tons. E preciso parar de pensar nisso. Não é o momento, não é a ocasião. Não agora. Não agora.
Para me distrair, seguro o rosto de Steve e o cubro de beijos. Deslizo meus lábios desde sua testa até o queixo, passando pelos olhos, bochechas e lábios. Ele está tão quente e sereno. Relaxado e feliz. Eu senti sua falta. Senti falta de seus beijos, toques, voz... até mesmo de sua dominância. Eu o amo tanto!

— Você é maravilhosa, Natasha! – em cima de mim, Steve grita e joga a cabeça para trás. — Deus!
— Steve... – puxo seu pescoço, fazendo com que ele abaixe o rosto e me fite.
— O que foi? – pergunta, se aproximando e beijando meu pescoço.
— Quero que me abrace. – peço, passando os braços ao redor de seus ombros. — Bem forte, Steve. Quero que me abrace bem forte.

Ainda me beijando, ele aperta as mãos ao redor de minha cintura, antes de passar os braços por meu tronco e me esmagar contra seu peitoral.
É incrível sentir a força de seus músculos. É como se eu fosse algo que ele tivesse que proteger e prevenir de qualquer perigo. Sinto-me em casa, segura e feliz em seus braços. Não há lugar melhor do que esse.
O prazer esmaga o nó que se forma em meu estômago, e que vai descendo gradualmente.

— Steve...
— Goze de novo, Natasha. – diz, beijando minha boca. — Goze, linda.


Flame, you came to me
Chama, você veio até mim
Fire meet gasoline
Fogo encontra gasolina
Fire meet gasoline
Fogo encontra gasolina
I'm burning alive
Eu estou queimando viva
I can barely breathe
Eu mal consigo respirar
When you're here loving me
Quando você está aqui me amando
Fire meet gasoline
Fogo encontra gasolina
Fire meet gasoline
Fogo encontra gasolina
I got all I need
Eu tenho tudo que eu preciso
When you came after me
Quando você veio atrás de mim
Fire meet gasoline
Fogo encontra gasolina
I'm burning alive
Eu estou queimando viva
And I can barely breathe
E eu mal consigo respirar
When you're here loving me
Quando você está aqui me amando
Fire meet gasoline
Fogo encontra gasolina
Burn with me tonight
Queime comigo esta noite


Num gemido uníssono e alto, Steve eu nos entregamos ao clímax. Nosso prazer escapa de dentro de nós ao mesmo tempo. Steve goza dentro de mim, e eu me aperto ao redor dele. Nada mais importa. Nada mais é relevante ou preocupante. Nada mais existe.
Eu fecho a bolha ao nosso redor e não deixo que nada a estoure. Somos só nós. Para sempre. Ele é meu e eu sou dele. Perfeito!

— Ah, Natasha... – ele descansa a testa em meu ombro e beija minha clavícula.
— Senti falta disso. – comento, fazendo com que ele erga o rosto e me fite seriamente.
— Eu também. Muita. Senti muita falta de você, Natasha. De fazer amor com você, de te fazer rir, de te proporcionar tudo isso que sentimos... você me fez falta, Natasha. Foi horrível passar pelo o que eu passei. Nunca mais deixarei que fique longe de mim, entendeu?

Eu apenas assinto e sorrio para ele. Sua possessividade não me incomoda. Pelo contrário. Eu me sinto feliz e despreocupada. Ele me quer a todo custo, e isso não envolve regras de contrato algum. Envolve apenas regras desregulares do amor que sentimos um pelo outro. Porque amar é isso: inventar regras invisíveis que não seguem um padrão, porque amar é não ter padrão. É não ter limites, ordens ou disciplina. Amar é tão libertador, que chega a não ter definição. É só sentir.
Mas ele ainda não disse que te ama, menina. E nem é necessário, Little Red. Eu sei. Posso sentir toda vez que fito o fundo de seus olhos e observo o brilho profano que ele exala para mim. Posso sentir toda vez que ele me beija e seus lábios criam vida junto aos meus. Toda vez que ele me toca, que sorri para mim... Steve me ama. Não estou iludida. Pelo contrário. É a primeira vez na vida que estou certa de algo, mesmo que tudo ao meu redor esteja me alertando para que eu não seja tão confiante, eu vou contra todos os sinais amarelos que me cercam.

— Eu te amo, Steven Rogers.

Não dou oportunidade de ele dizer algo. Puxo seu rosto para mim e beijo seus lábios. Famintos, macios e firmes. O beijo perfeito. O homem perfeito. O meu perfeito. Ele é. Para mim, ele é. E isso que importa.
Steve sorri contra minha boca, e só somos interrompidos de nosso momento quando o interfone começa a tocar na cozinha. Com mais um selinho, Steve se levanta e caminha nu pela sala. Eu me sento no chão e escuto ele falar algo pelo interfone.
Em rápidos segundos, está de volta e sorrindo. Ele se abaixa e apanha sua cueca e calça juntas. Eu permaneço sentada, nua no chão, com a respiração acelerada e corpo suado e corado. Steve me observa, isso que me faz permanecer parada feito uma pedra.

— É melhor vestir algo. – comenta, fechando o zíper da calça. — Ou não ir à cozinha.
— Por quê? A pizza chegou? – pergunto, vendo ele se abaixar e vestir a camisa.
— Sim. E não vou gostar nada, nada que um garoto cheio de hormônios vivos e mente suja veja você assim.

Eu sorrio de seu comentário, mas sei que ele está falando sério. Principalmente, quando a campainha toca e Steve me olha feio. Eu ergo as mãos em rendição e visto a calcinha. Em seguida, ponho o casaco, já que ele rasgou minha camisa.

— Melhor?
— É... mas não vá à cozinha. – diz. — Eu pago ao rapaz e ele vai embora.

Assinto, ainda sorrindo. Steve me sopra um beijo e pega sua carteira, indo abrir a porta dos fundos.
Mesmo "vestida", permaneço sentada. Meu cotovelo está apoiado contra o assento do sofá. Eu repouso a cabeça contra a mão, pensando no incrível momento que acabei de viver com ele. Meu diversos tons. Foi muito além do sexo. Foi... foi o assassinato de uma saudade imensa e dolorosa. Ainda estou em chamas, e a minha excêntrica gasolina está bem aqui comigo. Meu combustível forte e perigoso, que tem o poder de me acender com apenas pequenas gotículas de seu querosene escaldante.
É a minha essência única, que me mantém viva em todos os sentidos: Meu diversos tons. Meu Steve.

Burn with me tonight
Queime comigo esta noite
Burn with me tonight
Queime comigo esta noite
Burn with me tonight
Queime comigo esta noite
Eh eh

Notas finais
Mais uma vez, peço desculpas. Não quis ser grosseira e nem desrespeitosa com o conteúdo do capítulo. Novamente, repito: gosto apenas de descrever as cenas que monto, sejam elas quais for :) Anyway, pedi pra virem até aqui porque quero dizer a vocês que estou disposta a postar uma nova fanfic ROMANOGERS, mas não postarei aqui, no Nyah!Fanfiction, e sim no Wattpad. Gostaria de saber se vocês têm conta lá. E, caso eu realmente poste, gostaria de saber, também, se vocês leriam. Eu sabendo que já tenho leitores garantidos, mesmo que poucos, me deixa mais segura e inspirada a seguir em frente com a ideia :D Bom, sobre o capítulo, espero que tenham gostado. Por favor, comentem e me digam suas opiniões sobre o capítulo, sobre a fic, sobre a escrita... :D Até a próxima e me respondem sobre a fic nova no Wattpad nos reviews! Ps: querida Larinha Moura, o próximo capítulo será dedicado a você. Eu dediquei esse à outra leitora porque ela recomendou a fic antes de você, e eu vou dedicando os capítulos aos que recomendam pela ordem :)