Notas iniciais
Espero que gostem do primeiro capítulo, amados. Perdão por qualquer erro de digitação. Eu reviso sempre, mas pode escapar um ou outro :P Tradução do Capítulo: Recomeços

"Sombriamente", consegui sobreviver ao décimo quinto dia pós-Steve.

A dor em meu peito parece mancha de óleo se expandindo no mar. Um mar escuro, frio e solitário, pois o buraco que rasga dentro de mim é profundo demais.

Nunca imaginei que isso pudesse acontecer comigo. O início deste conturbado e tórrido relacionamento sempre me alimentou incertezas, mas eu tinha fé de que poderíamos nos estabilizar como um casal de amantes normal.

Eu amo Steve. Amo com toda a minha força! Nunca me apaixonei por outro homem. Ele foi meu primeiro e, possivelmente, o único. O único homem com quem fiz amor, com quem dormi, para quem decidi me entregar de corpo e alma. O único homem da minha vida. Você ainda não morreu, Natasha. Haverá outros. Ah, Little Red! Só a ideia de me relacionar com outro soa tão desagradável e enjoativa que eu tenho vontade de botar o iogurte que comi no almoço para fora.

DIM

O elevador chega, e eu me apresso em entrar. Atrás de mim estão mais três alunos. Dois meninos e uma menina. Os dois são altos, morenos e bonitos. Já a garota possui cabelos loiros e olhos castanhos. Está usando um rabo de cavalo e percebo que evita a todo custo me olhar. Então, procuro parar de encará-la e lhe dar um pouco de paz de espírito.

Quando mais um dim toca, percebo a chegada do elevador ao outro andar. Espero que as outras pessoas saiam primeiro, mas quando vou passar, um dos garotos sorri timidamente para mim e estende a mão para que eu saia na frente.

— Obrigada! – sorrio pelo seu cavalheirismo e ele assente.

— De nada! – as portas se fecham atrás de nós. — Sou Elliot Haysen. – o garoto bonito e educado me estende sua mão.

— Oh! – aceito seu cumprimento. — Natasha Romanoff. Mas só "Nat" está bom.

— E você pode me chamar de "El".

— Okay. – eu me solto dele. — Que horas são?

— Ahn... duas e quatro da tarde.

— Certo. A primeira sessão de estágio começa às duas e meia, não?

— Sim.

— Okay. – abro o compartimento da frente da mochila e pego a carteira. Erguendo o olhar, noto que Elliot ainda me encara. Acabo corando por isso. — Ahn... obrigada.

— Nada! – ele sorri e estende as mãos. — Vai às máquinas?

— Sim. – balanço a nota de dinheiro que está em minha mão. — Vou pegar um café. E você? Quer alguma coisa?

— Não, valeu. – Elliot sorri novamente. — Vou esperar aqui mesmo. – sua mão estica e ele aponta para os bancos vermelhos que ficam na recepção.

— Okay. Eu já volto.

Chegando as máquinas, escolho um Cappuccino Italiano e passo a nota de dinheiro pela abertura. Clico nos botões que indicam minha escolha e ponho o copo de plástico embaixo do compartimento.

Em poucos segundos, o líquido aromático enche o copo. Satisfeita, seguro-o e dou o primeiro gole.

Noto que está um pouco amargo, portanto, pego três saquinhos de açúcar e vou em direção aos bancos da recepção.

Assim que me sento, meu celular começa a vibrar. Ponho o café e os saquinhos de açúcar no banco do lado e vejo, na tela azul, quem está me ligando: Rebby.

— Alô?

— Nat! Oi. – sua voz me tranquiliza.

— Oi, Rebby. Tudo bem?

— Sim, está. Eu liguei para confirmar sobre hoje à noite. Quer dizer, você deve ter recebido um e-mail porque... a própria empresa se encarregou de notificar a todos os convidados, mas...

— Por que está perguntando isso, Rebby? – equilibro o celular entre o ombro e a bochecha enquanto abro o primeiro saquinho de açúcar. — Sabe que eu vou, não sabe?

— Oh, vai? Que bom! Estava preocupada. Não tenho conseguido falar com você. Tentei ligar para seu celular novo, mas Steve disse que você não está mais com ele. Por que voltou com o antigo?

— Ér... é... é que teve um problema com o aparelho. – balbucio qualquer coisa torcendo para Rebby acreditar.

— Ah, sim. Bom... falando no Steve, você vai com ele?

— É... eu... vou ver ainda. – engulo a saliva com dificuldade.

Ao me lembrar da dor que estou vivenciando, começo a encarar o copo de café com repulsa. Tudo em minha vida está preto e branco novamente. Sinto falta das cores vivas e escaldantes que me cercavam quando eu tinha Steve.

Os erros que cometemos são grandes, mas não são graves. Podemos consertar, não podemos? Muitas pessoas gritariam comigo e me diriam para seguir em frente. Eu tento, mas não é fácil. Não é questão de não me amar ou de não me dar o respeito. Pelo contrário. É uma questão muito mais simples e complexa que isso: ainda sou perdidamente apaixonada por Steve. E, a cada dia que passa, esse amor só tende a aumentar. Cada vez mais forte, doloroso e destruidor.

— Como assim? Por quê? Está tudo bem entre vocês?

A voz de Rebby me desperta, e eu balanço a cabeça.

— Sim, sim. – já aberto, viro o saquinho de açúcar no café. — É que ainda estamos vendo a hora e essas coisas.

— Ah, sim. – Rebby parece engolir a minha mentira, e eu suspiro aliviada.

— E aí? Está nervosa? Ansiosa? Animada? Um pouco de tudo? – tento mudar de assunto.

— A última opção. – ri. — É uma grande oportunidade.

— Você vai se sair bem. É muito talentosa e leva a sério o que faz. Já tem um emprego maravilhoso, não fique tão preocupada.

— Obrigada, Nat. Eu sei que tenho um emprego bom, mas... atrair a atenção de estilistas poderosos e capas de revistas será fantástico!

— É, eu sei. Vai dar tudo certo! Confie no seu potencial assim como eu! – rasgo mais um saquinho de açúcar.

— Obrigada!

— É o meu trabalho. – rio junto com ela. — O que está fazendo agora?

— Neste momento, parada de frente para o guarda-roupas do hotel.

— Hotel? – solto uma gargalhada. — Então você já está em Nova York?

— Não, estou em Nova Jersey. A exposição acontecerá aqui.

— Ah, é verdade! Mas quando você voltou? Foi mal, não temos nos falado muito.

— É, eu sei. Cheguei há três dias, mas também não tenho tido muito tempo. Mas eu te mandei alguns e-mails, dona Natasha!

— Ah, eu... não tenho checado minhas mensagens. – fecho os olhos com força, pois das últimas três vezes que entrei em minha conta, vi que tinha e-mail de Steve. — O que você me disse por lá?

— Ah, eu só perguntei como estavam as coisas. Como disse, eu não tinha tempo para nada. Nem tive chance de te perguntar por que você sumiu.

— Sinto muito, Rebby. – meu inconsciente me espreme contra a parede. Você é uma péssima amiga! — Eu tenho andado ocupada. Estou fazendo um estágio que acompanha aula e trabalho. Apesar de eu ainda não ter tido pacientes na minha área, as coisas estão puxadas. Sem falar que dentro de poucos dias estarei recebendo uma nova colega de quarto.

— Nova colega de quarto? Como que é isso, Natasha? – Rebby bufa.

— É a minha prima. – dou mais um gole no café e, ainda não satisfeita, rasgo mais um saquinho de açúcar. — Ela vem fazer um estágio aqui em Nova York e precisa de um lugar para ficar.

— Ah, sim. Eu a conheço?

— Ainda não. – movimento o café dentro do copo e, quando o líquido respinga contra minha mão, eu grunho. — Merda!

— O que foi?

— Nada. Caiu um pouco de café em mim. – passo a língua sobre a queimadura, notando que está mais doce. Ótimo!

— Você é uma desastrada mesmo! Estou sentindo falta disso.

— É, eu imagino que sim. – sorrio após engolir um gole de café.

— Bom... preciso desligar, Nat. A gente se vê à noite, estou cheia de saudades e perguntas para te fazer.

— Okay... – estranho a última parte de sua fala, mas dou de ombros e me despeço. — Tchau, Rebby!

Rapidamente, encerro a chamada e me concentro em continuar a tomar o café.

Deus...! Só de imaginar as possíveis perguntas que Rebby me fará esta noite, tenho vontade de me pintar de transparente e, para garantir, cobrir-me com uma capa invisível.

Não vou aguentar me segurar quando ela fizer perguntas sobre mim e Steve. Vai doer, eu vou chorar e Rebby vai surtar de preocupação e curiosidade. Oh, não! Preciso ser forte. Não posso mais fugir. Mesmo? Acha que vai ser forte? Não aguentou nem ler o e-mail que Steve te mandou. Se realmente quer provar que é forte e equilibrada, ao menos abra a mensagem e leia. Vamos, Natasha!

Okay. Tem razão, Little Red. Mais uma vez.

Bufando, abro a mochila e pego o notebook. Aguardo poucos minutos até ser iniciado e, em seguida, abro a conta do e-mail.

Céus! Vejo que tem umas quatro mensagens de Rebby. Ela realmente estava preocupada.

Descendo, noto que há também e-mails sobre atualização de conta, notificações do estágio, uma mensagem de minha prima, antes de ela ter me ligado, um e-mail sobre o evento de Rebby, enviado nesta amanhã e, então, ele.

Um e-mail de dias atrás, que é o que eu estava esperando encontrar, e um de... ontem! Um novo. Recente. Perturbador e que faz meu coração galopar no peito.

Com a mão tremendo, decido ler o que está escrito.

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De: Steve Rogers

Assunto: Amanhã à noite

15 de fevereiro de 2017 — 8:13AM

Para: Natasha Romanoff

Olá, Natasha!

Sei que você não respondeu ao meu e-mail anterior, mas estou contando com uma estúpida sorte de você ler e responder a este. Amanhã à noite será o evento da Srta. Deelwish.

Ela me enviou o convite, mas você também havia me chamado para irmos juntos. Gostaria de saber se aceita uma carona. Poderíamos ir em meu helicóptero, afinal, você está em Tribeca, e o evento será em Nova Jersey, Newark.

Posso buscá-la em sua casa.

Bjs, Steve.

Steve Rogers

CEO, Rogers' Business. Inc

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Meus olhos queimam quando eu termino de ler. A vontade de chorar aperta o nó em minha garganta. Eu fecho a tela do notebook e olho para o copo de café, que ainda está cheio.

Com os lábios tremendo, tomo um generoso e último gole e me levanto a caminho da lixeira, onde despejo o copo para dentro.

Steve. Steve. Vamos nos rever hoje! Oh, não! Por quê? Por que eu li esse e-mail agora? Por que logo agora? Que merda! Não posso chorar, não posso chorar, não posso chorar.

Esfregando as mãos geladas e suadas umas nas outras, olho para os lados e, em seguida, corro para o banheiro. Ignoro os olhares confusos e curiosos que algumas pessoas me lançam e tranco a porta do toalete. Bando de fofoqueiros!

Tremendo, encaro meu reflexo no grande espelho retangular. A imagem de uma menina fraca, pálida e ossuda me faz arregalar os olhos. Céus, eu perdi uma quantidade invejável, para modelos, de peso. O que eu fiz comigo? Meu rosto está praticamente cadavérico. Que horror!

Inutilmente, ergo as mãos e belisco as bochechas, tentando dar alguma cor à minha face, mas o resultado é fraco. Mordo o lábio para deixá-lo rosado, mas a cor desaparece rapidamente. Desistindo, giro a torneira e jogo água no rosto.

Puxo alguns papeis toalha e me seco. Em seguida, respiro fundo. Preciso ser forte. Preciso ser forte!

Abrindo os olhos, encaro a menina fantasma que está na minha frente. Há duas semanas atrás, ela era cheia de vida, cor e felicidade. Agora, carrega consigo mesma uma mágoa tremenda e assustada. Como alguém pode mudar tanto assim a vida de outro alguém?

Meu celular vibra. Desbloqueio a tela e vejo que é uma mensagem sobre meu saldo. E, enquanto ignoro o aviso, minha curiosidade é cutucada. Bom, se eu li o e-mail recente de Steve, por que não posso ler o antigo? E quando e quem disse que não podia, Natasha? Abra e leia de uma vez.

Influenciada pela minha própria consciência, sigo seus passos e, quando dou por mim, já reabri meu notebook, coloquei em cima da pia do banheiro e cliquei no e-mail antigo.

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De: Steve Rogers

Assunto: ...

10 de fevereiro de 2017 — 03:49AM

Para: Natasha Romanoff

Sei que está magoada. E me sito um lixo por isso. Deculpe. Como pode ver, a hora não é nada convecioal para que convesems, mas eu só tive corgem de falar com você agra. E em tais circnsâncas: bêbdo de sono e de álcol.

Nunca quis te ferir. E não falo do físico. Eu sei que a sgetão "podemos ser amigos não é nd satisfatória para vcê, momentaneamente, mas quero que saiba que está de pé, por mim.

Quando puder, responda. Por favor.

Steve Rogers

CEO, Rogers' Business. Inc

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Ignoro os erros de escrita, consequência de sua bebedeira, e me concentro no interior de sua mensagem.

Um nó cego estrangula minha garganta, e a passagem de ar se torna difícil.

Steve... Steve me pediu desculpas? E exatamente pelo o quê? Por me bater? Por me iludir? Por me machucar? Acho que por tudo, menina.

Algo quente e molhado escorre de meus olhos e rola pelo rosto. A percepção se choca contra minha língua, assim que noto a salinidade das lágrimas. Quem tem o poder de me fazer chorar só por ler um e-mail? Ele mesmo: Steven Rogers, o diversos tons.

Vamos lá, Natasha! Engula esse choro e responda ao novo e-mail. Não seja tão covarde. Vamos!

Limpo as lágrimas manchadas de rímel e, em seguida, começo a digitar a resposta. Quando termino não me preocupo em ler para revisar. Aperto em enviar diretamente.

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De: Natasha Romanoff

Assunto: Hoje à noite

16 de fevereiro de 2017 — 2:28PM

Para: Steve Rogers

Oi, Steve!

Agradeço sua oferta de carona. Você tem razão. Será mais conveniente ir com você no helicóptero do que de carro.

Pode me buscar em casa depois das sete.

Até mais tarde!

Bjs, Nat.

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Minha resposta é curta e formal. Sinto orgulho de mim mesma. Verifico a hora em meu celular: Duas e vinte e nove. Quase na hora do estágio.

Suspirando, guardo o celular no bolso da calça jeans e retoco a leve maquiagem que havia feito antes de sair de casa, repondo o rímel e o batom. Em seguida, destranco a porta do banheiro e saio. Estou no controle, estou no controle. Não sou mais submissa. Aspiro o ar mais uma vez, criando coragem para seguir com o dia sem derramar mais lágrimas. Eu vou conseguir!

▪️▪️▪️

Em casa, observando a calada fria da noite, eu me sinto encurralada. É como se grades de aço atravessassem meu peito e enjaulassem meu coração. Apertado e debilitado, ele nem tenta resistir. Entrega-se aos seus sequestradores: medo, dor e ansiedade.

Agora, o relógio marca sete e quinze da noite. Decido sair de frente da janela e fechá-la. Quando termino de arrumar as cortinas no trilho, vou até o quarto.

De frente para o espelho, encaro meu reflexo com certa admiração, mas não sei se é o certo a sentir. Ou até mesmo achar que estou sentindo.

A quantidade de maquiagem disfarça minha expressão emburrada e dolorida. Agora, o preto da sombra, que destaca meus olhos verdes, também esconde as bordas vermelhas — consequência de meu choro.

Minhas bochechas, pintadas pelo blush, dão cor ao rosto. E o batom realiza o mesmo trabalho. Mas, então, num súbito de realidade, cai-me a ficha de que os cosméticos da Dior não podem disfarçar minha mágoa. Minha tristeza. O buraco que ficou em mim e que se alarga a cada dia.

DI LI LI LI LIM

O toque do interfone interrompe minha autoanálise. Com uma última olhada no espelho, sigo para a cozinha.

— Sim?

— Boa noite, Srta. Romanoff! Tem um senhor esperando pela senhorita aqui embaixo. Devo mandar subir ou a senhorita irá descer?

— Eu irei descer, Alejandro. Obrigada.

— De nada, Srta. Romanoff.

Alejandro interrompe a ligação e eu ponho o interfone no gancho.

Quando volto ao quarto é para pegar o casaco, mas meu reflexo expande-se no espelho, e eu estudo meus olhos já marejados. Que merda! Não! Não pode chorar, Natasha! Não pode!

Olho para cima e pisco delicadamente. Engulo o nó na garganta e visto o casaco. Não vou chorar. Não vou!

Com a bolsa em mãos, abro a porta e sigo para o elevador.

▪️▪️▪️

Quando chego à portaria, meu peito começa a arder. Eu ainda nem o vi e já me sinto nua. Nada me cobre, e isso é totalmente contra o que eu acabei de afirmar para mim mesma lá em cima.

Deus, ajude-me! É impossível viver uma vida positiva com uma mente tão negativa. E eu já sofri demais por conta disso!

— Boa noite, Srta. Romanoff!

Acordo de meu transe quando meu porteiro me cumprimenta. Sorrio em resposta e digo o mesmo a ele.

— Boa noite, Alejandro!

Aperto as alças da bolsa e saio do prédio.

Quando ergo o olhar, noto um Audi R8 Spyder preto estacionado ao meio fio. Olho para as janelas escuras do carro. Parada na calçada, deduzo quem está lá dentro. E deduzo o que ele achará de meu aspecto magro e sofrido.

As janelas do automóvel são escuras. Tão escuras quanto o preto fundo que marca abaixo de meus olhos, mas que agora estão pintados pelo bege claro da base em conjunto do pó compacto.

A cada respiração trêmula que escapa de mim, meu coração acelera ainda mais. O circular de sangue em minhas veias é rápido. Uma verdadeira corrida de cavalos!

— Boa noite, Srta. Romanoff! – Fury me cumprimenta, e eu pisco, notando que ele estava parado ao lado do carro desde que eu saí do prédio.

— O-oi, Fury... – tento cumprimentá-lo de volta, de forma mais segura e educada, mas eu não consigo lhe responder, pois meu olhar logo volta a se concentrar num único ponto: Steve.

A porta do carro é aberta, e eu não consigo desviar meus olhos verdes e assustados dos seus azuis e seguros.

Uma força atrai minha atenção. E essa força é irônica e surpreendentemente forte!

É... parece que novos tempos começaram. Ou recomeçaram. Mas não importa. Do mesmo jeito, a ansiedade me consome. E uma nova vida me cerca. Basta eu saber se irei conseguir administrá-la. E poderei obter as respostas esta noite.

Notas finais
E então? O que acharam do primeiro capítulo da segunda temporada? Deu pra matar as saudades? Por favor, comentem ^^ Beijocas!!! Ps: é capaz da capa ser temporária. Ps²: não sei se todos chegaram a ver, mas postei um teaser da fic no twitter. Quem não viu, aqui está: https://www.youtube.com/watch?v=iWZUlulw1yY Ps³: sei que eu havia dito a vocês que já tinha capítulos adiantados da fic. E eu tinha mesmo, mas não fiquei satisfeita com a escrita e excluí todos. Ou seja, agora postarei quando minha mente fluir nas ideias haha sorry :/