Haunted 🔞
60 Capítulo 6O — Lust
Notas iniciais
Oi, meus amores! Espero que gostem. E não leiam com outras pessoas por perto ( ͡° ͜ʖ ͡°)
Perdão por qualquer erro de digitação e aproveitem ^^
Tradução do capítulo: Luxúria

Nathan cerra os olhos enquanto eu rio, mas paro rapidamente quando o desconforto pelas bolinhas me atinge. Que saco essa pressão subindo! — Pode ao menos me dar uma força?— Em que sentido?— Não sei... talvez me apresentar a alguém.— Apresentar a alguém? E Penelope?— Como assim? – Nathan tenciona.— Sério, Nate? – pendo a cabeça para o lado. — Eu percebi o jeito que olha para ela!— Uh...— E aí?— Bom... ela é bonita.— Bonita? Só?— Tá bom! Ela é linda!— Então...?— O irmão dela.— Penelope não é uma caçulinha que precisa de proteção, Nathan! Ela é uma mulher adulta e independente.— E que tem um irmão grande e forte. E intimidador.— Sério? Steve não fará nada contra você! – garanto após rir e ficar tensa novamente.— Diga por si mesma.— Eu digo por nós dois!— Tá, mas... será que ela gosta de mim?— Ela não convidou você?— Pode ter sido um convite por pura gentileza. Trabalhamos juntos. Ou ela simplesmente precisava de uma companhia para o evento.— Não foi isso! Vocês são amigos e é natural que ela queira sua companhia.— É. Como amigos. – repete desgostoso.— Tudo se inicia com uma amizade, Nate.— E se nunca passar disso?— Sinceramente não estou entendendo a sua preocupação. – comento. — Você gosta dela! Já está com todas as jogadas prontas!— Mas ela gosta de mim?— Precisa descobrir.— Então me ajuda!— Como posso fazer isso? – rebato. — Não tenho intimidade com Penelope para tanto.— Tente sondar o terreno.— Vou ver o que posso fazer, tá legal? Mas não prometo nada.— Valeu, Nat! – ele beija o meu rosto. — Será que faço o tipo dela?— Tentarei descobrir tudo. – afirmo. — Mas e quanto a ela? — O que tem?— Uma vez me disse que loiras não faziam o seu tipo.— É. Eu lembro.— E então? Qual o seu tipo? – coloco as mãos na cintura.— Espero que a resposta não seja ruivas. – Steve chega por trás de nós e me entrega uma taça de champagne.Eu me viro pronta para rebater, mas fecho a boca quando vejo Morgan em seu colo.— Oi, menina de ferro!— Oi, tia Nat! – ela sorri e eu percebo um dentinho faltando na parte superior.— Quando caiu, lindinha?— Semana passada. Ganhei cem dólares da fada do dente.— Dentinho de ouro! – brinco e ela torna a rir. — Você está muito linda!— Voxê tamém.— E então? – Steve pigarreia quando eu termino de acariciar a bochechinha de Morgan.— E então o quê? – eu o encaro confusa.— Estavam conversando de tipos, não?— Steve... – repreendo.— Qual é o seu mesmo, Banner? — Steve!— Cuidado para não falar ruivas.— Steve! – repreendo com mais ênfase.— Deixe que ele responda, Natasha.— Mas...— Ahn... eu... não... – Nathan começa a corar. — Ér... não. Não, Nat e eu somos amigos.— Bom! – Steve bebe sua champagne sem desviar os olhos de Nathan.— Steve!Nós três nos viramos ao avistarmos Penelope caminhar até nós.— Oi! – ela abraça o irmão e afaga o bracinho de Morgan antes de sorrir para mim. — Natasha! Nem consegui falar com vocês direito na Igreja.— Oi! – eu a abraço de volta enquanto julgo Steve por cima do ombro.— Seu cabelo cresceu rápido... – Penelope mexe nos cachos que agora atingem meus ombros. — Está linda! – sorri e eu limpo minha cara fechada. — Obrigada!— E então, Nate? – Penelope troca de posição. — Venha conhecer alguns amigos meus!— Ahn... eu...— Pode começar pela filha dos noivos. – Steve sacode Morgan no colo. — Esta é a nossa Menina de Ferro.— Menina de Ferro? – ele repete risonho. — Oi, Menina de Ferro!— Oi. – Morgan timidamente deita a cabeça no ombro de Steve.— Vamos? – Penelope segura o braço de Nate, que olha para mim em expectativa antes de concordar.— Vamos!Nós os avistamos se afastando para dentro da casa antes de Steve se virar para mim.— O que foi isso? – ele deposita a taça vazia de champagne na bandeja de um garçom.— Isso o quê?— Você sabe! Essa troquinha de olhares!
— Ah! Quer saber por que incentivei que fossem juntos?— É!— Porque é isso que pessoas sensatas fazem.— Sensatas?— Ele gosta de Penelope, Steve! E é meu amigo.— Já é seu amigo?— Qual é a sua?— Qual que é a sua, Natasha?— Por que isso? O que eu fiz?— Fica alimentando esse... esse... esse interesse na Penelope!— Nathan gosta dela. E ela dele. Ele me pediu ajuda! O que esperava que eu fizesse?!— Ah... sei lá! – Steve dá de ombros. — Dissesse que ela já estava comprometida, que... que... que não gostava dele, que... que ele não enchesse a por...— Steve!Morgan o encara confusa e divertidamente e só então Steve parece se tocar que ainda está com uma criança de cinco anos no colo.— Uh... bom... – ele tenta me pedir ajuda com os olhos, mas eu viro o rosto enquanto bebo mais champagne. — Morgan, vá pegar mais docinhos.— Mas voxê já me judô a roubá tudo da mesa!— Então pegue os da cozinha! – ele rebate e eu seguro o riso enquanto Morgan se solta e volta para dentro da casa. — Do que está rindo?— Preciso responder? – lambo os lábios e Steve rosna.— Falei sério quanto a Nathan.— Steve, vou fingir que não ouvi isso.— Ele não pode se aproximar de Penelope! Ela é minha irmãzinha!— Steve, meu amor, ela é sua irmãzinha mais velha. — E daí?— E daí que Penelope não é nenhuma menininha indefesa que precisa de proteção!— Mas...— É uma mulher de vinte e nove anos. Decidida, madura, responsável e sabe o que quer.— Sabe o que quer? E Penelope quer aquele engomadinho?— Querido, quem é você para chamar alguém de engomadinho? – provoco e Steve bufa antes de estapear minha bunda. — Ficou louco? Estamos em público!— Melhor parar com as gracinhas. – para se redimir, ele me beija no rosto.— Steve...— Banner estava dando em cima de você. — Pare de chamá-lo assim!— E agora está dando em cima de Penelope. – Steve ignora minha contestação.— Somos só amigos!— Ele beijou seu rosto.— E???— Natasha!— Pare de ser turrão. – murmuro. — Deixe o destino decidir por Penelope e Nathan.— Mas...— Se Penelope não quiser nada com ele, Steve, não terá nada com ele.— Mas ela pode querer. – rosna ao se virar rapidamente para trás e tentar avistá-los. — Merda, Natasha!— Você não pode decidir a vida das pessoas. – digo. — E outra! Pare de ficar fazendo xixi em cima de mim.— O quê? – Steve começa a tossir. — Que m-merda vo-você dixe?— Isso mesmo! – dou tapinha em suas costas até que sua respiração volte a regularizar. — Como assim fazer xixi em cima de você? – ele espia minha taça de champagne já vazia. — Você bebeu mais o que antes de eu trazer essa para você?— Steve! – exclamo junto de um riso. — É sério. E não me faça rir!— Não, não pode ser sério!— Você me entendeu! – bato o pé no chão. — Nate é meu amigo. E você fica bancando o ciumento.— Ah! – ele assente antes de rir. — Isso... isso que é fazer... fazer xixi em você?— É. – confirmo também rindo. — Merda! Para com isso, Steve!— Não tinha outra coisa para você falar?— É uma expressão! – rezingo. — Tipo os animais machos.— Hm... – Steve parece se divertir com minha explicação. — Conte mais.— Você sabe! – afirmo. — Tipo, eles... eles fazem xixi, sabe, para marcar território.— Oh! – Steve ergue as sobrancelhas. — Fazem xixi nas fêmeas?— Não... eles só... – cerro os olhos quando percebo que ele está ironizando. — Pare com isso! Já sacou perfeitamente o que eu estou tentando dizer! – estapeio seu braço a cada palavra que digo.— Ai! Calma! – ele segura meus pulsos para parar o ataque.— Você me entendeu! — E o que eu entendi? – Steve imita meu beicinho.— Não pode controlar nem a mim nem a meus amigos. – faço força e solto meus braços. — Nem decidir que não terei amigos homens.— Mas ele gosta de você.— Claro que gosta! Acabei de dizer que somos amigos.— Natasha, vai além de amizade.— Mais um motivo para deixar que sua irmã e ele tenham alguma coisa. – provoco já sabendo que ele surtará.— Então você admite...— Eu não admito nada, Steve! – corto. — É sério. Pare com isso.— Tá. – ele faz bico. — Mas ainda não gosto dele.— Não é você quem precisa gostar. – acaricio seus braços cobertos pelo terno. — Vamos entrar? Está um pouquinho de sereno aqui.— Okay.▪️▪️▪️No momento, Steve e eu andamos de um lado para o outro na pista de dança lentamente. Quando me movo muito rápido ou começo a rir, as bolinhas dentro de mim descarregam uma corrente de tensão por todo o meu corpo e param lá. Com isso, eu me contorço de apreensão e desejo, frustrada por não poder acabar com essa agonia.— Tudo bem, linda?— Você vai me pagar por isso! – ralho.— Não está gostoso?— Às vezes.— Às vezes? Por quê?— Porque em outras dá vontade de arrancar e te bater com elas!— Eu amo você. – sussurra e me dá um selinho. — Com ou sem bolinhas de pompoarismo.— Merda! Não me faça rir, Rogers! Acho que preciso beber.— Vai te dar vontade de ir ao banheiro.— Merda, Steve! Só me traga logo uma bebida!— Okay. – ele ri e aponta para uma mesa. — Espere por mim ali. Tá bom?— Vou ao banheiro antes.— Natasha...— Eu não vou até lá para isso, seu idiota! – meu rosto arde de vergonha. — Vou apenas retocar a maquiagem.— Tá bom. – Steve ri novamente e me beija. — Eu te espero aqui.— Tá bom.Com passos lentos e vacilantes, eu chego ao banheiro e coloco a bolsa sobre a pedra de mármore para lavar as mãos.Respiro fundo diante do espelho e procuro deixar a pressão lá embaixo se aliviar. Respire, Natasha. Respire.Quando torno a abrir os olhos, não creio na imagem que se destaca ao meu lado. Puta que pariu!— O que veio fazer aqui?— O que mais as pessoas costumam vir fazer num banheiro? – Blanche abre a bolsa e pega um batom.— Bom, eu com certeza já terminei. – arranco duas folhas de papel para secar as mãos.— Não vi vocês na Igreja.— Sorte nossa! – amasso o papel e jogo no lixo.— Não seja tão rancorosa, Natasha! – ela termina de enfeitar seus lábios e se vira para mim. — O que acha dessa cor?— Como assim?— Não soa familiar? – Blanche sopra um beijo no ar. — Esse batom tão vermelho não te chama atenção?Fico um tempo encarando sua expressão irônica até sentir o peito arder.— Você é muito ordinária! – bato com a bolsa no balcão. — Acha que tudo gira em torno de você? Acha que será eternamente lembrada?— Só sei que tudo começou por mim. – ela ergue um ombro e guarda o batom.— Só o que começou com você foi tristeza e abuso! – Blanche se vira para mim. — É isso que você significa: dor e desprezo. — Guarde seu discurso de ódio para si mesma, Natasha. Se quer saber, não ficarei aqui na América por um bom tempo.— Ótimo!— Como bem sabe, Steve rompeu sociedade comigo.— Fez mais do que bem! – cruzo os braços.— E com isso irei me preocupar com meu próprio negócio.— Hmmm! E o que seria? – descruzo os braços nervosa. — Tráfico sexual? — Cuidado. – Blanche reaplica o rímel antes de guardá-lo. — Se quer mesmo saber...— Eu não tenho a mínima vontade! – caminho até a porta.— ...é uma agência de modelos! – ela grita atrás de mim. — Irei para Paris logo, logo selecionar as moças.— E isso me interessa por quê...? – eu me viro. — Ah! Isso mesmo! Não me interessa!— Quero que saiba que não serei um problema. Ao menos por um tempo.— Você sempre será um problema! – fico frente a frente com ela. — Você causou o problema. Você abusou de uma criança de treze anos! Você será eternamente uma coisa ruim!— Não precisa de todo esse drama. – Blanche tenta se afastar.— Você não vai conseguir o que está tentando fazer. – eu a encurralo contra o balcão. — Não vai me fazer perder a cabeça. Por mais difícil e torturante que seja estar perto de você e não sucumbir de tanta raiva e tanto nojo, eu sou superior a você!— É mesmo?— Com toda certeza! – sorrio triunfante. — E nem se incomode em me dizer seus planos para o futuro. Não pense, em nenhum momento, que eu perco um segundo sequer da minha vida pensando em você. Em hipótese alguma ache que você vale qualquer desperdício de tempo para mim ou para qualquer outra pessoa, Blanche! Você é simplesmente um nada!
— Um nada que será eternamente um problema, não? – provoca e eu cerro os punhos para não socar seu rosto odioso.— É isso que as escórias tóxicas fazem. – rebato com sangue nos olhos. — Nunca ouviu falar de lugares com radiação? São cidades fantasmas. Ninguém as vê. Ninguém as visita. Ninguém vive por perto. Mas elas são um problema eterno. – eu me aproximo nariz com nariz. — É isso que você é: uma coisa narcótica.Deixo seus olhos me encarando com espanto e raiva e saio do banheiro calmamente.Meu coração está acelerado pelas palavras que usei. Foram pesadas e odiosas. Eu quase me arrependo do que disse. Quase me assusto pela extrema crueldade com que falei com ela. Mas então me lembro de quem ela é: uma pedófila. Uma pedófila que não tem escrúpulos nem demonstra arrependimento. Uma pessoa má e tóxica. Blanche só destila veneno. Não posso me sentir culpada pelo que disse. Tudo o que ela ouvir em vida será pouco perto do que fez a Steve. Nada nunca será pário para a enorme ferida que ela abriu e continua a jogar sal em cima.— Oi! – Steve abre os braços quando me vê. — Finalmente! Você está bem?— Sim. – eu me sento e pego a taça de champagne.— Mesmo? – Steve puxa a cadeira ao meu lado. — Parece pálida. O que houve?— Não se pergunta o que uma dama fez no toalete, Rogers. – tento brincar, mas Steve aperta minha mão. — Um encontro desagradável. – abro logo o jogo com ele.— Ela?— É. – reviro os olhos. — Parece que eu tenho um imã para encontros desagradáveis em banheiros. E geralmente nos eventos de Pepper e Tony.— Ela te falou alguma coisa? – pergunta depois de uma risadinha.— Nada que eu já não soubesse. – dou de ombros. — Mas eu respondi a tudo.— O que você disse?— Não quero falar disso. – largo a taça sobre a mesa. — É o casamento de Pepper e Tony. Você e eu estamos aqui. Felizes. Juntos. Tem a sua família, nossos amigos... Blanche não é importante a ponto de estragar isso. Blanche não é importante a ponto de nada!— Okay. – Steve sorri orgulhosamente. — E... como vai aí? – ele direciona um olhar aguçado para minhas pernas.— Acho que quero fazer xixi. – faço uma careta ao avaliar a pressão em minha bexiga.— Mesmo? – Steve se levanta. — Então venha comigo!— Quê? Por quê? – mesmo confusa, eu pego sua mão e deixo que me puxe. — Aonde estamos indo? Steve!— Só venha comigo.Eu me deixo guiar por Steve e começo a rir quando alcançamos o pátio de trás.Steve desata a gravata e a amarra ao redor de meus olhos fazendo com que eu ria de novo. Seus beijos atingem meu rosto antes de nos encaminharmos pela escuridão da noite. O sussurro do vento balançando as folhas abraça meus ouvidos. Sinto a pele arrepiada sob o toque de Steve e a brisa da noite, o que só aumenta minha ansiedade.— Cuidado! – Steve exclama quando tropeço em uma pedra.— Esses sapatos não ajudam! – reclamo apenas para ser jogada por cima do ombro. — Ei!— Quieta! – bate em minha bunda.— Oh! Não faça isso! – ele bate novamente. — Steve!— É gostoso? – mais uma tapa antes de Steve morder meu quadril, que está ao lado de seu rosto.— Ai! — Isso empurra as bolinhas. – tapa novamente. — Né?— Sim! – grito e Steve me põe de pé.— Tire os sapatos. – sussurra contra meu pescoço.Livro os pés dos saltos e piso em algo fofo e quente. Franzo o cenho por trás da gravata tentando adivinhar onde estamos.— Steve...— Shhhhh... – ele chupa minha garganta. — Você é linda...!Seus lábios pressionam os meus num beijo profundo e molhado. Com mãos nervosas, começo a desabotoar sua camisa enquanto Steve abre meu vestido.— Deus...! – beijos preenchem meu colo enquanto arranho seu peitoral quente e forte. — Deite.Steve me empurra para trás e eu caio contra almofadas macias e confortáveis.Suas mãos terminam de puxar o resto do vestido até eu estar somente em meu espartilho.— Gostosa pra caralho! – Steve ruge ao beijar minhas coxas.— Oh! – eu me remexo em excitação. — Steve...— Não! – ele segura meus pulsos quando tento desatar a gravata dos olhos.— Mas...— Shhhhh... – Steve abre meu espartilho e libera meus seios pesados e sensíveis.Climb on boardSuba a bordo We'll go slow and high tempoVamos devagar e rápido Light and darkLuz e escuridão Hold me hard and mellowMe segure forte e calmamenteSteve está tão nu quanto eu quando se junta a mim. Beijos estalam meus seios e eu jogo a cabeça para trás.— Oh, meu... D-deus!Steve morde meus mamilos duros antes de lambê-los e sugá-los com a ponta da língua.Os lábios seguem o percurso até minha barriga, que recebe mais lambidas até chegarem ao meu centro de nervos.Sinto Steve remexer as bolinhas dentro de mim enquanto sua língua rodeia o clitóris sabiamente antes de puxá-lo para dentro da boca. Os dentes roçam a área.— Abra as pernas, amor. – sussurra quando tento pressionar as coxas uma na outra. — Isso!Steve abraça meus joelhos e continua a me devorar enquanto eu apenas gemo, ofego e rasgo as almofadas com as unhas.— Steve! – grito quando ele empurra e puxa as bolinhas para dentro e para fora.— Bom...? – murmura contra meu núcleo quente e molhado.— Oh... eu... eu não vou...— Goze. – sua língua passa para cima e para baixo repentinamente. — Lambuze meu rosto, delícia.I'm seeing the pain, seeing the pleasureEstou vendo a dor, estou vendo o prazer Nobody but you, 'body but me, 'body but usNinguém além de você, além de mim, além de nós Bodies togetherCorpos juntos I'd love to hold you close, tonight and alwaysAdoraria te abraçar perto de mim, esta noite e sempre I'd love to wake up next to youAdoraria acordar ao seu lado I'd love to hold you close, tonight and alwaysAdoraria te abraçar perto de mim, esta noite e sempre I'd love to wake up next to youAdoraria acordar ao seu ladoQuando explodo contra sua língua é como se o mundo desabasse em cima de mim.Eu grito alto e é preciso que Steve pare de me chupar para tampar minha boca com a mão.— Shhhhhhhh! – ruge em meu pescoço. — Ficou louca?!— A culpa é sua! – acuso fracamente sentindo seus dedos me provocarem. — Oh!— Calma. – Steve volta aos meus seios. — Preciso de você bem molhada.— Steve... – minhas coxas recomeçam a tremer. — Oh... eu...— Você vai gozar muito, Srta. Romanoff. – chupa um mamilo. — Não vou aguentar... – começo a balançar a cabeça em desespero.— Não é uma negociação. – beija minha boca. — Vai gozar até não aguentar andar mais.So we'll piss off the neighboursEntão vamos deixar os vizinhos bravos In the place that feels the tearsNo lugar que sentimos as lágrimas The place to lose your fearsNo lugar para se perder os medos Yeah, reckless behaviorYeah, comportamento imprudente A place that is so pure, so dirty and rawUm lugar que é tão puro, tão sujo, tão bruto Be in the bed all day, bed all day, bed all dayFicar na cama o dia todo, cama o dia todo, cama o dia todo Fucking in and fighting onTransando e brigando It's our paradise and it's our war zoneÉ nosso paraíso e nossa zona de guerra It's our paradise and it's our war zoneÉ nosso paraíso e nossa zona de guerraNão é preciso muito para eu gozar novamente, pois estou tão molhada que é como se uma cachoeira despencasse para fora de mim.— Que delícia! – Steve comenta e eu suspeito que tenha provado os dedos que usou em mim. — Sinta seu gostinho.Antes que eu tenha tempo de responder, seus lábios voltam aos meus banhados com a prova de minha excitação.Rodeio sua língua e agarro seus ombros antes de prender as pernas em sua cintura.— Também quero te provar. – chupo seu lábio inferior.— Você quer? – Steve acaricia minha barriga e quadris. — É?— Sim!Ele desata a gravata de meus olhos e sorri docemente antes de nos virar.Fico por cima de seu peito, confusa, até ler o desafio ostentoso de luxúria em seus olhos.— Tem certeza disso, linda? – Steve acaricia meu pescoço com os lábios.— Você não? – provoco.Ele sorri e se deita contra as almofadas. Só então percebo que estamos numa espécie de tenda acolchoada e quente à luz de velas.— Que lugar é esse?— Cabanas. O jardim está espalhado delas.— E se alguém entrar aqui?— Ninguém vai entrar aqui. Essa está ocupada. – Steve aperta meus quadris.— Mas...— Natasha. – volto minha atenção a ele. — Continue. — Eu?— Sim. Está no comando. – explica. — Por enquanto.Eu suspiro pesadamente sentindo meus seios latejando de desejo. Quero fazer isso ser bom para Steve. Nunca estive no comando. A ideia me excita.— Vamos, amor. Ele segura minha mão e me puxa para cima de sua cintura. Espalmo seu peito e arrasto as unhas pela pele quente.— Você confia em mim?— Sempre! – sorri e eu começo a beijar seu tórax.Pillow talkConversa de travesseiro My enemy, my allyMeu inimigo, meu aliado PrisonersPrisioneiros Then we're free, it's a thin lineEntão estamos livres, é excitanteMeus beijos chegam ao seu membro. Steve me encara inexpressivo quando eu o coloco na boca. Não chego a provocá-lo com lambidas ou beijos. Rodo a língua em todo de sua glande e começo com sucções profundas.— Porra, Natasha! – Steve pressiona a mão em minha cabeça. — Amor... devagar...Em resposta, eu apenas o puxo com mais força antes de soltá-lo com um pop.— Porra! – Steve ofega. — Quero que isso dure.— É? – limpo os lábios com a mão antes de me virar por cima dele. — Eu também.Com minha intimidade em seu rosto, eu me concentro em chupá-lo novamente. Steve grunhe antes de segurar meus quadris e voltar a me lamber.Sua língua roda em meu clitóris fazendo com que eu gema com seu pau na boca. Eu me contorço com a fricção de seus lábios contra mim sentindo escorrer a cada toque de sua língua.I'm seeing the pain, seeing the pleasureEstou vendo a dor, estou vendo o prazer Nobody but you, 'body but me, 'body but usNinguém além de você, além de mim, além de nós Bodies togetherCorpos juntos I'd love to hold you close, tonight and alwaysAdoraria te abraçar perto de mim, esta noite e sempre I'd love to wake up next to youAdoraria acordar ao seu ladoMais uma vez gozo na boca de Steve. Eu rebolo em seu rosto até as pernas pararem de tremer. Ele continua a me lamber e chupar também até se libertar contra minha garganta. Aperto suas bolas e o solto de minha boca lentamente.— Porra! – Steve bate na minha bunda. — Deixa eu te foder agora, linda!Eu me deito ao seu lado antes de me apoiar nos joelhos e impulsionar o quadril.— Caralho! – ele aperta minha cintura. — Que gostosa!Excitada, estico o braço para trás e sinto seu pau ainda ereto em meus dedos.— Porra! – Steve afasta meu pulso. — Não faça isso agora!— Steve...Engulo em seco quando suas mãos me posicionam melhor fazendo com que eu empine mais a bunda.Seus lábios percorrem minhas costas até os glúteos, onde Steve beija enquanto acaricia minhas coxas.Ele puxa as bolinhas de dentro de mim. E, junto delas, a prova de meus três orgasmos escorrem para fora.— Puta que pariu! – Steve junta a umidade de minha boceta antes de rodear por meu buraco enrugado.— Oh! – eu me contorço de prazer.— Shhhhhh... – sua mão livre espalma meus seios pesados e inchados. — Você é uma delícia!So we'll piss off the neighboursEntão vamos deixar os vizinhos bravos In the place that feels the tearsNo lugar que sentimos as lágrimas The place to lose your fearsNo lugar para se perder os medos Yeah, reckless behaviorYeah, comportamento descuidado A place that is so pure, so dirty and rawUm lugar que é tão puro, tão sujo, tão bruto Be in the bed all day, bed all day, bed all dayFicar na cama o dia todo, cama o dia todo, cama o dia todo Fucking in and fighting onTransando e brigando
It's our paradise and it's our war zoneÉ nosso paraíso e nossa zona de guerra It's our paradise and it's our war zoneÉ nosso paraíso e nossa zona de guerraSteve insere um dedo lubrificado para dentro de mim testando cuidadosamente minha flexibilidade.— Tão apertada aqui... – beija minhas costas. — Tão macia!— Steve...— Quietinha. – ele me pressiona contra as almofadas antes de bater na minha bunda, o que impulsiona seu dedo mais para dentro. — Oh!Paradise, paradise, paradise, paradiseParaíso, paraíso, paraíso, paraíso War zone, war zone, war zone, war zoneZona de guerra, zona de guerra, zona de guerra, zona de guerra Paradise, paradise, paradise, paradiseParaíso, paraíso, paraíso, paraíso War zone, war zone, war zone, war zoneZona de guerra, zona de guerra, zona de guerra, zona de guerraEnquanto fode minha bunda com o dedo, Steve penetra minha boceta com o pau. É grosso e ardente!Eu resmungo sob a delicada investida sentindo a região ao redor pulsar em deleite pressão. Pego sua mão que segura meu quadril e a puxo até minha nuca. Steve entende o recado e aperta meu pescoço enquanto investe com mais força.Minha boca é um canal de gemidos e gritos ofegantes. Deus, que coisa maravilhosa!So we'll piss off the neighboursEntão vamos deixar os vizinhos bravos In the place that feels the tearsNo lugar que sentimos as lágrimas The place to lose your fearsNo lugar para se perder os medos Yeah, reckless behaviorYeah, comportamento descuidado A place that is so pure, so dirty and rawUm lugar que é tão puro, tão sujo, tão brutoSteve força mais de seu pau para dentro preenchendo minha entrada traseira com o dedo.Sensações muito fortes me abraçam até eu não aguentar mais. Já gozei três vezes e sinto que irei desfalecer na próxima.— Oh! – meus braços ficam moles e as pernas, trêmulas. — Steve! Steve! Steve!— Porra! Ele aperta meus quadris quando eu me contorço. Espio por cima do ombro e observo seu rosto tenso e suado. — Não se mexa, amor. Não... caralho!— Não estou aguentando segurar...— Natasha...— Por favor! – puxo sua mão até meu clitóris. — Por favor! Sabe o que fazer!A pressão é forte e esmagadora. Sinto dor quando Steve impulsiona, mas o movimento de seus dedos em meu clitóris ajuda a enganar as sensações de meu corpo.Eu decido arriscar e me movo junto com ele empurrando para trás quando Steve empurra para frente. Uma mão solta minha cintura e segura meu ombro como se Steve quisesse me deixar parada, mas eu continuo a me mexer.— Nat. – repreende com a voz tensa. — Eu vou... me derramar inteiro... em... você!— Oh! – rebolo contra seu membro.— Puta que pariu!Steve segura meus quadris com as duas mãos e me fode com mais precisão.— Toque em si mesma, amor. – ele beija minhas costas suadas.— Oh... meu... – esfrego os dedos em meu ponto pulsante sentindo as pernas tremerem. — Steve! Steve!— Vai gozar para mim? – o barulho de nossos corpos se chocando atiça ainda mais meu tesão. — Porra! NATASHA!Be in the bed all day, bed all day, bed all dayFicar na cama o dia todo, cama o dia todo, cama o dia todo Fucking in and fighting onTransando e brigando It's our paradise and it's our war zoneÉ nosso paraíso e nossa zona de guerra It's our paradise and it's our war zoneÉ nosso paraíso e nossa zona de guerraExplodo contra meus dedos, sentindo pulsar e queimar enquanto gozo com força avassaladora.Steve ruge atrás de mim e joga o peso em minhas costas, o que nos derruba contra as almofadas.— Oh! — Puta que pariu! – Steve ainda está dentro de mim. — Você está bem?— Sim. – sua mão acaricia minhas costas suadas quando se retira. — Ai!— Desculpa. – ele beija meu ombro e se joga ao meu lado. — Eu te amo. – acaricio sua bochecha. — Muito!— Porra! – Steve vira a cabeça e beija meus dedos. — Eu amo você, garota!— Tinha razão. – deito em seu peito.— Sempre tenho. – Steve ri quando eu mordo sua pele. — Ai! Tá bom! Em quê?— As bolinhas aumentam o prazer.— Hmmmmm... – sua mão percorre minhas costas nuas.— Podemos fazer de novo?— Agora? – ele tenciona sob meu rosto. — Você vai aguentar?— Eu? – beijo sua boca e desço até seu pau. — E quanto a você, Rogers?
Notas finais
Capítulo foi grande apenas pela música, já que eu encaixo a letra e a tradução de cada verso :3
Obrigada pelos 502 comentários, 152 acompanhamentos, 73 favoritos, 9 recomendações e 30.462 visualizações!
Oficialmente, esse foi o último capítulo da fanfic kakakaka maaaaaaas fiquem atentos... afinal sempre pode sair um bônus por aí u.u
Beijocas e até o próximo... ou não 0.0
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