Haunted 🔞
61 Capítulo 61 — Tempting bet — *Bônus*
Notas iniciais
Oi, meus amores! Tudo bom?
Cá estou eu com atualização nova! Bomba! Lumena autorizou e eu vim postar o capítulo bônus kakakaka u.u
Anyway, perdão por qualquer erro de digitação e aproveitem ^^
Tradução do capítulo: Aposta tentadora
Ps: leiam as notas finais

— Não para isso aqui, Natasha!— Coordenação motora é para qualquer coisa, Steve, inclusive para isso!— Não se ensina coisa desse tipo para uma criança, Natasha!— Pois deveriam, afinal as crianças vão crescer e farão coisas assim.— Jesus, Natasha! – eu me choco. — O que foi que eu fiz com você?— Criou um monstro. – ela sorri maliciosamente ao me lançar um beijo. — E aí? Já está pronto?— Falta pouco. – admito ao suspirar. — Não se mexa.— O que tem de errado em eu me mexer?— A sua posição está tirando minha atenção.— Quê? Isso não tem sentido!— Eu preciso me concentrar.— E eu me mexendo...— Você está gostosa assim e eu não vou conseguir prestar atenção para que isso favoreça a nós dois.— Bom, de fato deveria favorecer só a mim.— Não! Também irei desfrutar.— Não poderia ter sido uma coisa mais fácil? – Nat choraminga. — Já estou cansada de ficar assim. — Ahhhh! Está impaciente? – eu a olho de cima a baixo. — Então trate de me ajudar.— Nada disso! Trato é trato. É sua função colocar.— Você me paga. – rosno. — Porra, para que eu fui insistir tanto nisso?— Exatamente! E eu ganhei!— Porra...— Agora que insistiu precisa me dar o prazer da vitória.— Como quiser, Srta. Romanoff.Duas horas antes...— Desiste?— Nunca! – fico por cima. — E você?— Nem nos seus sonhos! – Nat força as pernas em minha cintura e se solta com uma cambalhota. — Cansado?— Nem comecei. – tento segurá-la, mas Nat pula para trás e para em minha frente. — Então você quer se divertir?— Às suas custas? – provoca ofegante. — Confesso que está bem cômico.— Sua diabinha! – avanço novamente, mas Nat desvia. — Natasha! Venha cá!— Vem me pegar. – atiça ao sorrir sedutoramente.— Daqui a pouco eles voltarão do passeio e não estaremos mais sozinhos. – sussurro com os olhos quase negros de desejo.— E? – ergue os ombros e estuda o pátio da casa de praia.— “E?”, linda? – indago com a voz tensa. — Como assim “e?”?— Preocupado com sua família te ver tomar uma surra de uma garota?— Natasha...— Continue lutando, Rogers! – rebate enquanto balança a cabeça. — Ou devo dizer “perdendo”?— Você me paga por isso! – eu a derrubo pela cintura.No susto, Nat solta um gritinho agudo e seu rosto brilha, talvez pela vergonha, talvez pelo esforço físico.Caio em cima dela e me vanglorio ao prender suas mãos acima da cabeça, mas Nat não me dá muito tempo de glória. Ela impulsiona a cintura para cima, prende as pernas ao redor de meus quadris e nos força a rolar.Eu a solto para me sentar apoiando as mãos no tatame, mas Nat se debruça e dá uma cambalhota por cima de minha cabeça ficando livre mais uma vez.— Onde aprendeu a fazer essas coisas? – pergunto impressionado.— E você? – indaga com a respiração acelerada. — Disse que sabia lutar, Rogers! E então? Desiste?— O que você ganha com isso?— O que eu quiser.— Que seria...?— O que eu quiser. – Nat ergue os ombros e gargalha quando reviro os olhos. — Okay. Ahn... – ela pensa. — Se eu ganhar... opa. Perdão. – tosse antes de continuar. — Quando eu ganhar, eu vou querer... ahn...— Difícil demais planejar um blefe? – ela cerra os olhos em minha direção.— Se eu ganhar, você vai ter que cozinhar o que eu quiser. – Nat leva as mãos à cintura.— Quê? – arregalo os olhos antes de bufar. — Isso não é justo!— Realmente, lutar comigo não é justo, mas foi você quem pediu.— Natasha, cuidado com essa língua. – ameaço. — E se eu ganhar?
— O que vai querer? – pergunta ao fingir um bocejo.— Foder sua bunda. – respondo de supetão.— STEVE ROGERS! – seu grito cria eco em todo pátio livre, o que me faz gargalhar. — É bom que isso seja uma piada! – exige agora num tom mais tímido e contido. — Ainda que de muito mau gosto, por sinal!— Eu não resisti. Beijo seu rosto e deixo uma trilha de saliva por sua bochecha, que Nat, emburrada, é rápida em limpar com a mão.— Idiota!— Não fica bravinha. – acaricio seu rosto, mas não paro de rir.— O que vai querer?— Eu já disse. – respondo inocentemente.— Steve...— Não quer experimentar?— Não como um prêmio a você! – exclama ao cruzar os braços. — E certamente não aqui!— Por quê?— Steve! – Natasha arregala os olhos. — Estamos em viagem com a sua família!— E só por isso não vamos transar?— Não, mas... ér... é estranho... fazendo... isso!— Amor...— É melhor pedir outra coisa!— Mas não será um prêmio somente a mim, meu amor.— Outra coisa, Steve! E tente não envolver sexo. – exige incerta. A verdade é que Natasha está apta a tentar. Já chegamos a usar alguns brinquedos para alargá-la, como plugues, mas ela ainda tem vergonha de admitir que quer. — Mas aí não tem graça. – resmungo, sério, e Nat não consegue segurar a risada.— Steve, você não vai colocar seu pau na minha bunda. – ela tenta permanecer firme, o que me faz soltar mais uma gargalhada. — E pare de rir! Por que quer tanto colocar lá? — Você vai ver que é bom.— Para quem?— Para nós dois, Natasha. – rebato nervoso. — Jamais faria algo que satisfizesse somente a mim.— Dizem que dói.— Porque não sabem fazer direito. – acaricio seu rosto novamente. Céus! Não consigo ficar sem tocá-la.— Hmmm... você não vai tentar me convencer daquela forma?— De que forma? – franzo a testa.— Ah! Aquela que todo homem usa. – dá de ombros.— Qual, meu amor?— Aquela que... ah... dizem sempre “mas já estamos juntos há tanto tempo...”— E você quer que eu te convença assim? – indago aos risos.— Não! – exclama. — É completamente idiota!— Por quê?— Porque não faz sentido nenhum! – cospe sem me dar a chance de opinar. — É completamente imbecil! O tempo de namoro não tem nada a ver com experimentar isso na relação!— Nat...— Ainda que seja uma relação já de anos!— Amor...— Já viu cabimento nisso? – ela pisca ansiosa. — Minhas calcinhas estão comigo desde que nasci... – abro a boca de novo, mas Nat continua. — … e, se entram ali, eu tiro rapidinho!— Meu amor! – seguro seu rosto. — Eu já entendi. E nem passou pela minha cabeça usar essa tática de convencimento com você.— Bom! – exclama com seu beicinho espremido por minhas mãos.— Mas eu falei sério. – beijo seu biquinho.— Quanto a quê? – pergunta quando a solto.— Não vai doer.— Steve...— Jamais vou te machucar durante o sexo ou qualquer outra coisa. Isso se trata de confiança. Você confia em mim?— Sabe que sim. – responde mole.— Então pronto. – sorrio docemente ao beijar sua bochecha. — Você deixa?— Hmmmm... – Nat respira fundo e assente. — É uma recompensa muito suja, Rogers, mas... okay. Quero experimentar isso com você.— Será do prazer de nós dois, minha linda. – beijo sua boca.— É bom que seja. – Natasha circula meu pescoço com os braços. — Para o seu próprio bem.— Minha coisinha nervosa. – puxo suas pernas e as prendo em minha cintura. — Eu te amo.— Também te amo. Seu tarado! – exclama antes de me beijar mais uma vez.Agora...— E então, Steve? Isso é para hoje ou não? – minha mãe invade a cozinha da casa de praia acompanhada por Bucky.— Olha, isso é muita pressão! – respondo a ela.— Ué! Você também não me colocou pressão? Daqui a pouco não deixarei você fazer mais nada! – Natasha rebate atrás de mim.— Calma!— Não acredito que meu filho não sabe cozinhar com essa idade. – mamãe acaricia meus ombros tensos pela força que uso em espremer o tubo de creme.— Eu sei cozinhar, mãe! – rosno. — Mas não essas comidas esquisitas que Natasha inventa!— Esquisita nada! É uma sobremesa russa! – Nat ri e se gira no banquinho. — E você é um molenga!— E você é uma coisinha dissimulada.— É, mas não sou quem está errando a mira.— Natasha, você não está ajudando em nada aqui!— Sr. Rogers?— Jesus! – solto a espátula e suspiro. — Que susto do caralho, Jessie!— Olha a boca! – minha mãe me dá um tapa na nuca.— Mãe! — Perdão. – Jessie olha para Natasha, que está ocupada demais em rir. — O que foi? – questiono.— Vi que está com problemas com a cobertura. Posso?— Natasha me fez prometer que eu faria sozinho.— Mas o senhor já fez tudo sozinho. – Jessie afaga meu ombro. — Só falta a camada de cima. Posso ajudar nisso. – ela se vira para Nat, que se acalma aos poucos. — Não posso, Srta. Natasha?— Nada disso, Jessie! – minha mãe a empurra cuidadosamente para fora da cozinha antes que Natasha possa responder. — Você e sua irmã estão aproveitando o feriado conosco. Não irão trabalhar de modo algum!— Mas é só uma ajuda, Sra. Rogers.— Não, Jessie! – mamãe se vira para Juliette. — Tire-a daqui.— Sim, Sra. Rogers. – a irmã de Jessie a puxa pela mão.— Isso só comprova que Steve Rogers é incapaz de fazer um simples Bolo de Leite de Pássaro. – Bucky provoca.— E isso porque foi uma aposta!— Eu não sabia que fazia parte da aposta pedir sobremesa. – respondo à Natasha.— Eu fui bem clara ao dizer o que eu quisesse. – dá de ombros. — O que inclui tanto prato tradicional quanto sobremesa russa.— Você se acha muito esperta, né? — É... – ela ergue os ombros. — E o senhor é péssimo na cozinha!— Eu cozinho muito bem! – finalmente termino de preencher a borda. — A senhorita é quem inventa essas comidas esquisitas.— Essas comidas esquisitas são as comidas do meu país! – rebate ao rir. — A propósito, alguém me disse que iria a Moscou ainda nesse ano.— Sério? – indago brincalhão. — E quem foi que te disse isso?— Um loirinho que é péssimo na cozinha. — Vocês dois são lindos!Por um momento, tinha me esquecido de que tínhamos plateia de minha mãe e Bucky.Natasha faz isso comigo: me desliga do mundo todo e me faz concentrar apenas nela.— Acho que já está pronto, querido. Mamãe beija meu ombro. Fico tenso com seus gestos de carinho, nunca sabendo se me sinto pronto o suficiente para receber isso da parte dela. Por Natasha, às vezes, eu tento me permitir. Mas é difícil.— Mas ainda está quente. – avisa preocupada.— Melhor ainda! – Natasha responde. — Isso aqui é muito mais gostoso com o recheio quente por dentro.— Com uma bela dor de barriga! – Bucky ri— Não seja estraga prazeres! – ela contesta. — Sai para lá que chegou a minha hora de diversão.— Você não vai dividir nada? – eu a olho incrédulo.
— Tem razão. – Nat morde o lábio. — Bucky, chame o restante da casa para vir comer conosco!— E eu? – cobro ao seu lado.— Pode lamber o prato depois. – murmura, mas se arrepende quando faço beicinho. — Brincadeira, meu amor! – Natasha enche minha bochecha de beijos. Em poucos segundos, a cozinha é ocupada por meu pai, Jessie, Juliette e Penelope. Natasha percebe quando eu a afasto gentilmente. Ela me lança aquele olhar conhecedor e significativo, mas não retruca. Nat já entende. Não gosto de tanta exposição assim, nem mesmo com minha família. Meus momentos carinhosos e brincalhões com Natasha são reservados a ela e somente a ela.Nós nos sentamos à mesa e Nat envia fotos da sobremesa para Rebecca e Miguel. Ainda sinto o estômago azedo quando ele está por perto ou quando Natasha fala dele, mas também estou me permitindo mais.— E então? – Natasha raspa a colher no prato.— É a refeição dos deuses! – Juliette sorri por trás da mão.— Alguém quer colocar sorvete? – Bucky tira o pote do freezer.— O papai não pode! – Penelope estapeia suas mãos assim que ele tenta pegar.— Por quê?— Precisa cuidar de seu açúcar, pai. Recentemente, papai foi atestado com risco de pré-diabetes. Desde lá, todos nós, principalmente Penelope, que é enfermeira, resolvemos nos encarregar de controlar sua dieta.— Essa sobremesa por si só já é doce demais, pai. – murmuro com a colher na boca.— Melhor não abusar, querido. – minha mãe afaga seu braço. — Depois você pode relaxar um pouco no iate.— Será que vamos conseguir ver as baleias? – Bucky atira uma pedra de gelo de sua limonada em Penelope.Mamãe resmunga enquanto papai ri assistindo à guerra de gelo entre meus irmãos.Eu abraço as costas da cadeira de Natasha e beijo seu ombro antes de sussurrar.— A casa ficará só para nós.— Por quê? – ela vira o rosto para mim. — Não vamos ver as baleias?— Você quer?— Quero! Eu nunca... ér...— Tudo bem. Vamos. – acaricio sua bochecha corada. — Tenho uma surpresa para você.— Para mim?— É.— Mas essa viagem já é uma surpresa! – Nat ergue os ombros. — Comemorando meu aniversário. Lembra? Aliás você me deu presentes a semana toda.— Porque seu aniversário de verdade foi semana passada. E no ano anterior nós não comemoramos juntos.— Porque eu tinha te conhecido depois. – ela passa os dedos mornos por meu rosto.— E eu vou compensar isso.— Não precisa! Aliás, não se esqueça de que você me escondeu a data do seu aniversário no meio do ano! – Natasha cruza os braços ainda irritada com a lembrança.— Baby...— Descobri por causa de Penelope!— Sempre enxerida! Lanço um olhar entediante por cima do ombro para minha irmã, que ainda guerreia com Bucky antes de correr para fora da mesa com ele a seu alcance.— Steve! – Nat faz um beicinho emburrado.Natasha é linda demais! Sua beleza não tem comparação a nenhuma outra que eu já tenha visto na vida. Mas, curiosamente, ela consegue ficar ainda mais bela e sedutora quando se irrita ou quando fica com vergonha.Seus olhos brilham e o rosto fica todo vermelho. Natasha morde a boca e começa a remexer o corpo. É maravilhoso de ver! E tenho vontade de agarrá-la sempre que estende aquele biquinho contrariado, vermelho e macio. Quero mordê-la e acariciá-la. Bater em sua bunda até avistar a coloração rosa e depois fazer amor com ela até não poder gritar mais meu nome. Eu a amo! Pra caralho!— Bem... estava uma delícia! – mamãe fica de pé e leva os pratos para pia.Natasha faz menção de se levantar para lavar, mas eu seguro seu braço precisamente.— Vamos preparar o barco. – minha mãe se dirige a papai. — É melhor irmos ainda com a luz do dia e cedo.Nós todos nos levantamos da mesa e seguimos para fora da casa. Trazer Nat a Hamptons não foi fácil.A ideia era passarmos mais do que só um final de semana aqui, mas ela insistiu que era nova no emprego e não queria começar já pedindo folgas prolongadas. Até pensei em rebater, mas a verdade é que só consegui sentir orgulho. Natasha é uma mulher responsável e grata. Ela sabe reconhecer os esforços e gentilezas que as pessoas fazem por ela. Sabe que conseguir essa admissão na Minds Manhattan não foi fácil. Ela precisou abrir mão de certas coisas e engolir em seco no momento em que foi aprovada para o trabalho. Foi num período de luto e Nat não sabia se comemorava pelo avanço em sua carreira ou se chorava a perda de sua querida amiga. Ainda é assunto doloroso para ela. E acho que é por isso que, desde que começou a trabalhar lá, Nat não faltou nem se atrasou nenhum dia. E também ainda não chegou a tirar folga nenhuma vez.Minha ruiva é meu maior orgulho! E é por isso que estou tão certo do que farei hoje.▪️▪️▪️— É lindo demais aqui! – Nat estuda o mar azul à nossa frente enquanto descansa os braços nas laterais do barco.— É. – eu a abraço por trás. — Ainda bem que hoje não nevou tanto. E eu estou curtindo bem mais com você aqui.— Eu notei que está mais receptivo à sua família. – ela descansa a cabeça contra meu peito. — Tento abaixar um pouco a guarda. – beijo seu ombro. — Por você.— Não por mim, Steve. – Nat acaricia minhas mãos. — Faça por si mesmo. Não guarde rancor dentro de você. Não vale a pena.— Tá bom. – agora, beijo seu rosto. — Olhe!Mais ou menos a uns vinte metros, a água se remexe em bolhas até uma barbatana aparecer.Nat ri e grita para o restante de minha família. Penelope se pendura ao seu lado com o binóculos nas mãos.— Olha! É a baleia!— Ela tem um filhote! – Nat pula colada a mim. — Que coisa linda!Sua felicidade genuína faz meu coração pulsar acelerado. A ideia de lhe proporcionar infinitos outros momentos de alegria e paz enche meu peito. Sinto arder só de imaginar que passarei o resto da vida com esse objetivo: fazer Natasha feliz ainda que com coisas simples. Porque ela é assim. Nat não precisa de dinheiro, luxo ou riqueza para se sentir alegre. Basta estar envolta de amor e segurança que já é o suficiente. É isso que quero: mimá-la ao extremo com tudo que eu tiver e não tiver oportunidade de dar.— Lá de cima dá para ver melhor. – sussurro em seu ouvido.— Onde? – Nat se vira curiosa para mim.— Venha comigo.Pego sua mão e nos encaminho para as escadas do convés. Troco olhares significativos com minha mãe, que assente silenciosamente e me responde que entendeu a mensagem apenas por seu olhar.Ainda é estranho receber uma expressão tão afetuosa e brilhante de minha mãe assim. Sempre precisei disso, mas nunca tive assim tão abertamente. E agora, quando ela me expressa tanto carinho e amor, não sei se ela é digna de me dar ou se eu sou digno de receber.Não foi fácil pedir sua ajuda para o que farei agora, mas também não foi tão difícil. Ela me apoiou e manteve certa distância quando notava que eu ficava nervoso ou ansioso demais com sua proximidade. Ainda é um caminho lento que precisamos percorrer, mas sinto que já avançamos uma grande parte.Afasto as portas do convés e empurro Nat para a beirada cuidadosamente. Ela apoia as mãos nas laterais novamente e ri maravilhada com a visão ampla e alta do barco.— Isso é incrível, Steve! – exclama. — Estão aparecendo mais! Vê? Ela aponta para o local da água onde uma família de baleias nadam em sincronizado expelindo água para cima.— É tudo lindo!Nat estranha que eu não esteja perto dela a abraçando e se vira com uma dúvida no rosto. Essa dúvida se transforma em susto, depois em confusão e, por fim, inércia.Eu observo a tudo maravilhado enquanto me ajoelho diante dela. Natasha leva a mão ao peito e dá um passo para frente, ainda trêmula e surpresa. E eu espero que no bom sentido.— O que é isso?Sua voz está ofegante. Eu torço para que seja por emoção, e não por apreensão.— Precisa que eu responda, linda? – pisco nervoso. — Steve... – ela solta um riso ansioso. — O que você...— Tentei fazer isso de uma forma mais romântica, mas sei que sou péssimo.Esfrego os joelhos pelo piso do barco até chegar perto o suficiente. Natasha ri enquanto me observa literalmente rastejar a seus pés. Eu sempre rastejarei por essa mulher!— Steve... – Nat solta mais um riso por trás dos dedos.— Quando a propus na primeira vez, você disse que não. – seguro sua mão livre. — Na segunda, eu tentei te persuadir quando você queria gozar.— Steve...!— Na terceira... – eu a interrompo. — …você estava presa num ataque de cócegas. Na quarta, você aceitou, mas eu estava sem um anel.— Oh, meu... – ela sorri emocionada.— Espera. – acaricio seu torso. — Então, agora, na quinta e espero que definitiva vez, eu pergunto corretamente.Nat limpa as lágrimas e funga quando eu abro a caixinha e revelo um belo diamante.— Natasha Mitchell Romanoff, você aceita dividir o resto de sua vida comigo como Sra. Rogers?Natasha pisca emocionada quando deslizo o anel para seu dedo anelar esquerdo e beijo sua mão trêmula.— Steve... – sua voz falha quando Nat sorri. — Eu... aceito!
Notas finais
A cena do barco foi baseada no terceiro livro da série "After", de Anna Todd ^^
Meus lindos!!!! Então... não é novidade que eu digo a vocês que percebi uma GRITANTE queda de leitores desde IPASOY pra cá. Não sei por que isso kakaka acho que muitos desanimaram com o shipp ROMANOGERS por causa dos filmes, muitos também saíram do Nyah! e foram pro Wattpad e tal... enfim. Eu não sei. Só que eu digo que lamento muito por isso :/
Whatever, alguns chegaram a me acompanhar na segunda temporada e ficaram até o final. Só que com a terceira vai ser diferente.
Eu preciso saber se eu terei um retorno de vocês na última temporada dessa trilogia. Preciso saber se eu postarei a fanfic aqui e terei um público pra ler. Caso contrário, eu lançarei a fanfic somente no Spirit. Então me respondam! Não precisam nem comentar muita coisa e tal. Basta enviarem um "continua" nesse último capítulo que aí eu vou saber se eu ainda tenho leitores pra cá, mais do que cinco ou seis, pra continuar com a fanfic. Se eu tiver menos de dez comentários (somente com "continua" já tá bom pra eu saber), eu não vou postar a terceira temporada aqui. Porque aí eu acho que não vale a pena postar aqui pra tão pouca gente ler, sabe? Aí eu continuo somente no Spirit mesmo.
Mas se vocês me disserem que irão ler, se eu sentir que é um número bom de leitores, ainda que vocês não comentem na terceira temporada (mas aí eu vou observando pelo número de favoritos, acompanhamentos e tal...) a história continuará sendo postada aqui. Mas pra isso eu preciso saber, eu preciso receber esse feedback de vocês.
Então, resumindo: se querem a terceira temporada aqui, comentem um "continua" nesse capítulo final ;)
Se eu receber um número considerável de gente me pedindo a terceira temporada aqui, a história será postada no Nyah!. Pra vocês saberem quando eu lançarei, não se esqueçam de irem no meu perfil e me adicionarem como autora favorita. Assim vocês receberão notificação quando eu postar a fanfic aqui.
Em todo caso, quando a história for lançada, eu vou adicionar o link nessas notas finais aqui. Mas mesmo assim me adicionem aos favoritos de vocês, que assim vocês receberão a notificação :3
Enfim, era isso, meus queridos!
Aos que ficaram e me apoiaram até agora, eu grito um IMENSO OBRIGADA pra todos vocês! Toda essa confiança e reciprocidade que vocês têm comigo significa muito pra mim e é fundamental pra que eu me sinta segura e querendo continuar a escrever :3
Muito obrigada por todos os 505 comentários, 152 acompanhamentos, 73 favoritos, 9 recomendações e 30.563 visualizações!
Não se esqueçam de comentar "continua" se vocês quiserem a terceira temporada aqui!!!!!!
Beijocas!
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Ps: pra quem tem a fanfic em seus acompanhamentos, não se esqueça de marcar a história como lida :)
AVISO DO DIA 23/07/21
TERCEIRA TEMPORADA DA FANFIC, CHAMADA "NEVER TEAR US APART", JÁ ESTÁ PUBLICADA EXCLUSIVAMENTE NO SOCIAL SPIRIT --> https://www.spiritfanfiction.com/historia/never-tear-us-apart-22711438
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!
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