Haunted 🔞
58 Capítulo 58 — Mirrors
Notas iniciais
Hey!!! Como vocês estão? Como passaram o final de ano? Graças a Deus 2020 acabou! É curioso e até irônico a gente pensar assim né, como se com o fim de 2020, todos os problemas e angústias fossem embora também kakakaka mas precisamos nos agarrar a alguma coisa. O ano de 2020 foi tão sofrido e doloroso que seria IMPOSSÍVEL a gente não crer que com o seu fim, uma nova era de paz, saúde e conquistas viria a acontecer. E vai!
2021 será o nosso ano da cura, da alegria e da vitória! As vacinas estão sendo estudadas a cada minuto para garantir a segurança e imunização de todos nós. Logo, logo voltaremos aos abraços e às saídas. Logo, logo voltaremos aos beijos, aos encontros, aos sorrisos... tudo isso vai passar. Mas não se esqueçam: 2020 acabou, mas a pandemia ainda não. Fiquem em casa! Não aglomerem! Usem máscara! É preciso que todos cooperem :3
Anyway, quero avisar que o capítulo de hoje contém gatilho. Leiam com cuidado. Se for sensível ao assunto de abuso físico e maus-tratos infantis, pode pular a primeira parte.
Quero enfatizar que a fanfic não é +18 apenas pelas cenas de sexo, mas também por abordar temas delicados e polêmicos. Caso não se sinta confortável, por favor, não leia. Sua saúde mental e seu bem-estar acima de tudo :)
Perdão por qualquer erro de digitação e aproveitem ^^
Tradução do capítulo: Espelhos

Eu só consigo ficar parada e em silêncio enquanto observo a mulher à minha frente deixar sua alma sair aos pedaços junto das lágrimas.Muitas emoções me cercam no momento: compaixão, dor, raiva, nojo, revolta, pena, ódio...! Não sei se conseguirei me policiar. A verdade é se pudesse acabaria com homens como esse porco! Não só homens, Natasha. Lembre-se de Steve.Pisco, tentando me acalmar e manter meu lado profissional. Não misturar trabalho com vida particular. Respire, Natasha.— Eu sinto muito mesmo. – torno a repetir. — Quer fazer uma pausa?— Eu estou bem. Obrigada. – Antonella funga. — Okay. Ahn... a senhora disse que veio recomendada por alguém.— Sim. Parece que você é boa com crianças.— É onde pretendo me especializar. – sorrio gentilmente ao me referir à minha pós-graduação. — Saiba que está em boas mãos. — Preciso que ajude minha filha. Beatrice está apavorada.— Posso ajudar a senhora também.— Acredite... – Antonella suspira ao sorrir. — ...estará me ajudando muito se simplesmente conseguir fazer com que Beatrice volte a ter uma noite completa de sono.— Farei meu melhor. Bom... quer retomar?— Onde parei?— Ahn... quando disse que descobriu há cinco meses.— Ah. É. Sim. A polícia já está cuidando de tudo. Mas há certas partes que jamais poderão ser curadas, mas tenho esperança de que possam ser tratadas. – mais lágrimas escorrem de seus olhos.— E fez muito bem em vir até mim. – anoto algo a mais na prancheta em meu colo. — Quer me contar como descobriu?— Acho que na verdade sempre esteve ali, mas eu nunca consegui enxergar.— Como assim?— As marcas.— As marcas?— É. As marcas roxas. – Antonella limpa o nariz. — No início eu achei que fossem apenas machucados, afinal Beatrice sempre foi uma criança muito inquieta. Ela adorava brincar de futebol. Depois eu suspeitei que alguém da escola pudesse estar implicando com ela. Entende?— Continue. – digo após assentir.— E então... eu... ér... o monstro que fez isso, seu padrasto, é médico. Afinal foi assim que nos conhecemos, ele era o pediatra dela!Engulo em seco para suprimir a vontade de abraçar esta pobre e sofrida mulher à minha frente.Mesmo não querendo, comparo sua situação à de Sarah: a verdade sempre esteve presente, mas ambas nunca conseguiram de fato ver por trás das entrelinhas.— Chegou a confrontá-lo?— Eu pensei logo no pior. No quesito de saúde. – suas mãos tremem. — Pedi para Beatrice fazer uns exames. Ele disse que não era nada grave. Que talvez fosse apenas um problema de falta de ferro. E receitou umas vitaminas para ela. E eu, idiota, comprei e ainda dei!— Mudou alguma coisa?— Por algumas semanas, as manchas pareciam estar desaparecendo. Mas então elas passaram de roxas a amareladas. E então eu fiquei ainda mais desconfiada. Manchas por falta de ferro não passam por esse processo de descoloração. Eram claramente pancadas!— Quer uma água? Podemos...— Ela só tinha nove anos e eu acreditei que minha filha estava com falta de cálcio, quando na verdade ela vinha sendo espancada dentro de minha própria casa, no lugar onde ela e eu moramos! E eu deixei acontecer!Nervosa, eu aliso minhas pernas por cima da calça, tentando ao máximo me controlar para não explodir.Calma, Natasha. Calma! Essa mãe está tão fragilizada quanto sua filha. Respire. Lembre de suas aulas, dos conselhos, dos estágios que fez, das sessões que assistiu, das sessões em que participou, orientou... lembre-se de todo seu conhecimento! Aplique seu profissionalismo!— Imagino que já tenha ouvido isso, Antonella, mas a verdade é que não teve culpa do que aconteceu.— Como não? – ela ofega novamente. — Que mãe deixa algo assim acontecer com sua própria filha?— Não tinha como saber.— Eu estava lá! Eu morava com ela lá! Eu poderia ter desconfiado! Beatrice sofreu! Ela pode ter chamado por mim! E eu não fui socorrê-la! Eu deixei aquele monstro acabar com minha garotinha!— Ele não acabou com ela! – afirmo ferozmente. — Ele não chegou nem perto disso! Não acabou nem com ela nem com a senhora! Ele não tem esse poder!— Mas ele...
— Pode ter roubado parte de sua infância. Sim. – assinto. — Mas Beatrice é forte! Aposto que o legado que seu pai deixou foi a força. E a senhora deu continuidade a isso para ela.— Eu acreditei nele. – Antonella ergue os ombros. — Eu me deixei levar por suas mentiras. Minha filha tinha nove anos e eu não a levei ao médico. Eu...— A senhora confiou na pessoa que a propôs em casamento e a fez acreditar que a amaria e protegeria para sempre. – murmuro. — E a senhora não tem culpa alguma disso! Não pode se culpar por acreditar em alguém. Nem pode se achar estúpida por isso. Não cabe a senhora se condenar pela maldade dos outros. Simplesmente não pode.— E o que posso fazer?— O que já fez: buscar ajuda. A senhora não deixou esse monstro impune. E agora veio buscar mais ajuda para sua filha. Acredite: a senhora é uma boa mãe.— Até que ponto? – Antonella soluça. — Deve estar me achando uma pessoa horrível! Eu nem mereço mais ter Beatrice! Que mãe não enxerga seu filho sofrendo?Todos os seus questionamentos rodam em minha cabeça e eu os direciono diretamente à Sarah. Como ela pôde também não perceber? Pior: como ela pôde perdoar e condicionar o filho àquela situação?Não julgue, Natasha Esse é sempre meu dilema, Little Red. Mas é incondicionalmente difícil!— Não podemos pensar no “e se...”, mas precisamos pensar no agora. E o agora é que a senhora e sua filha estão salvas e livres. E eu estarei aqui em cada processo. Não estão sozinhas.— Ele nunca mais fará mal algum a nenhuma outra criança.— Exatamente! Ele apodrecerá em meio a concreto e outros condenados tão horripilantes quanto ele. E a senhora continuará sua vida com sua filha, deixando com que veja e entenda que nada é para sempre. A dor passa. A ajuda vem. E a felicidade retorna. – passo clareza e confiança a ela pelo olhar. — A senhora tem o fator mais importante de todos em situações como essa: apoio.Antonella me encara com mais lágrimas escorrendo, mas agora de alívio, não mais de angústia e culpa.E eu confirmo minha percepção quando ela abre a boca e diz:— Obrigada!▪️▪️▪️Quando chego ao apartamento noto todas as luzes apagadas. Quill e Gamora passam por mim enquanto eu avisto uma nota em cima do balcão. É de Jessie e diz que o jantar está pronto no forno.— Steve ainda não chegou. – Gamora responde após avaliar o apartamento.— Acho que vai se atrasar hoje também. – amasso o papel. — Bom, vou tomar um banho. Tentem não se matar enquanto isso.— Não prometo nada. – Gamora rebate quando Quill tenta abraçar seus ombros.Estou aos risos quando me retiro para o quarto e, em seguida, para o banheiro.Tomo um longo e relaxante banho, aproveitando a espuma de erva doce do sabonete. Tento deixar a água morna lavar meu corpo e minha alma. Tento fazer com que o doce aroma do sabonete me distraia das sessões difíceis que tive hoje. Tento me esquecer da dor que me carregou naquele consultório hoje. E do peso que trouxe junto comigo sobre meus ombros. Nada adianta. Meu coração continua apertado. E revoltado.Espera-se tirar criminosos e abusadores das ruas, nunca do próprio lar.Novamente, eu procuro me acalmar antes de sair do banho. Não quero transpassar nenhum desconforto. Eu escolhi essa profissão sabendo que nem sempre eu trataria de casos mediocremente apontados como “crise de adolescente”. Eu sabia que teria impactos. Sabia que eu viria a ser atingida. Por mais que as cláusulas nos exijam distância e impessoalidade, não é fácil nos desligarmos de situações assim. Não somos um robô. De certa forma, somos também agentes de saúde. Humanitários.Eu não tenho como apertar um botão de off e voltar para casa leve e radiante depois do que ouço em meu consultório. Pelo bem de minha saúde, não posso trazer nada ao meu coração nem enraizar nada em minha mente. Mas é dolorosamente difícil.Respire fundo, Natasha. Você é humana, mas também é profissional. Precisa e vai manter uma linha tênue entre essas duas divisórias. Irá conseguir conciliá-las!Após me enrolar no roupão, eu volto à sala apenas para descobrir Quill tirando fotos enquanto Gamora desvia o rosto de todas.— Por que não se assumem logo? – começo a esquentar a comida que Jessie deixou.— Porque aí não teria graça.— Graça? – Gamora e eu repetimos ao mesmo tempo. — Como assim? – indago quando ela se cala.— Ah. Você sabe. É tudo um esquema de audiência.— Audiência? – ergo uma sobrancelha. — Tipo ibope?— É! Exatamente isso! Tipo ibope! – ele exclama empolgado.— Mas o que isso tem a ver com assumir ou não?— É que... perde o clímax. Você sabe. Não precisamos assumir e você já sacou.— Peter...— Já saquei o quê? – pergunto apenas para provocar Gamora, que lança olhares assassinos a nós dois.— Tem uma coisa implícita. – Quill sussurra.— Não tem nada implícito! – Gamora rebate. — Chega!— Tem, sim. É como aquele seriado.— Seriado? Qual? – curiosa, eu me viro para eles.— Cheers.— Cheers? – começo a rir da cara confusa de Gamora.— Que seriado é esse?— Você não conhece?! – eu me espanto. — Fez muito sucesso!— Exato! – Quill fica de pé e segura meu rosto — Obrigado, Natasha!Escutamos a porta bater e nos separamos a tempo de ver Steve avançar até a cozinha. Quill afasta os lábios de minha testa lentamente, com os músculos tensos. Já eu mordo o lábio para segurar a risada.— Por que está beijando a minha garota, Senhor das Estrelas?— Uh... – Quill se afasta rapidamente.— Senhor das Estrelas? – brinco. — Como assim? É seu nome de guerra, Quill?— Até você, Natasha? Qual é! — Não é muito assustador. – Gamora se junta a nós.— Ah, cara! É um nome de fora da lei! – Quill resmunga.— É! – Steve assente misteriosamente. — E combina perfeitamente com você, Quill... – ele se aproxima de nós. — ...porque está prestes a se mudar permanentemente para o céu se não tirar as mãos de Natasha agora.Quill ergue os braços e recua três passos para trás do balcão até parar ao lado de Gamora, que sorri por trás da mão.— Ótimo!— Pare com isso, Steve! – aponto a colher de pau para ele. — Está assustando Quill!— O Senhor das Estrelas vai ficar bem! – Gamora garante.— Basta não me provocar. – Steve diz ameaçadoramente. — Ou os homens de Yondu irão finalmente devorá-lo!— Quê? – pisco, confusa, enquanto Gamora ri e Quill desvia o olhar. — Como assim devorá-lo? Que história é essa? E quem é Yondu?— Quill sabe. – Steve responde. — Entendido, Senhor das Estrelas?— Steve! – interrompo antes de Quill se manifestar. — Ninguém vai devorar ninguém, seja lá o que isso significa! Nós somos amigos!— Ah, vocês são, né? – ele cerra os olhos antes de circular minha cintura. — Primeira e última vez, Quill. Entendido? Ou poderá se despedir também desse walk-man.— Já saquei! – Quill vai até o sofá e se senta.Gamora apanha um cacho de uvas e caminha até Quill.— E você, mocinha...— E você, mocinho, deixa de ser ciumento! – pressiono o cabo da colher contra o peito de Steve.— Cuidado, Romanoff! – ele segura meu pulso. — Não me provoca.— Foi um beijo na testa, Steve! Inocente!— Nada que venha de Quill é inocente. – rebate. — Ele seria capaz até de se deitar com uma escavarilana.— Quê? O que é isso?— Esquece! – ele balança a cabeça.— E quanto a mim?— O que tem?— Não confia em mim?— Claro que eu confio! – ele exala. — Mas não quero marmanjo agarrando a minha mulher.— Quê?! Você bebeu no caminho de casa? – empurro Steve para trás e volto a mexer na comida.— Natasha...— Como foi o trabalho? – quando o arroz já está quente, pego o prato e começo a enchê-lo.— Foi cansativo. — O meu também. – meu humor murcha novamente.— O que houve? Problemas?— Casos difíceis.— Quer conversar? – Steve me abraça por trás. — Quer dizer... o que der para falar.— Recebi uma paciente que me lembrou você.— Como assim? — Ela sofreu abuso. – descanso a cabeça em seu peito e sinto seus músculos tensos, portanto viro o rosto para encará-lo. — Mas não sexual.
— Mas eu não sofri abuso sexual, Natasha! – Steve me solta rapidamente.Fico encarando suas costas largas até ele se virar para mim.— Você insiste nisso! – Steve solta uma risada forçada. — Está tudo bem comigo.— Okay. – eu me rendo. — Tudo bem então.Steve assente e se serve com um copo d'água.A verdade é que foi abuso. Nenhuma criança de treze anos tem o poder, nem legal nem psicológico, de consentir em fazer sexo. Mas não cabe a mim convencer nem fazer Steve entender.Ele sofreu um estupro. E mais de uma vez. Só que ainda não está preparado para aceitar e compreender o trauma que atingiu sua infância. Não posso pressioná-lo a isso. O que posso fazer, nas melhores e mais gentis condições, é, aos poucos, apresentar os fatos e as características a ele.Será difícil. Será doloroso. E será eternamente chocante. E será tudo de uma vez! E somente Steve sabe o tempo em que se sentirá pronto para tudo isso. Nem eu, nem seu terapeuta nem ninguém mais. Somente ele.— Está com fome? Ele assente ao me abraçar novamente por trás. Seus lábios úmidos e frescos beijam meu pescoço. — O que Jessie fez?— Carne de panela. Arroz. Alguns legumes. Está tudo delicioso!— Okay. Pode me fazer um favor?— Depende. – estico a cabeça e sorrio travessa.— Do quê? – Steve me acompanha.— Do que me dará em troca.— Que tal umas palmadas?— Hmmmm... está ficando bom! – começo a rir quando Steve gargalha. — O que foi?— Vou tomar um banho.— Quer companhia?— Tentador, Srta. Romanoff. – ele olha rapidamente para trás antes de rir novamente. — Mas não.— Oh! — Não é por isso! – Steve nota meu olhar duvidoso e ri. — É porque você já tomou. Está até cheirosa. – funga meu pescoço, causando cócegas.— Para! O que você quer? – ele direciona a atenção às panelas. — Quer que faça seu prato?— Sim, linda. Por favor.— Okay. Mas vai rápido. Estou com saudade de você!— Sim, senhora!Steve beija meu rosto novamente e se afasta. E, ao caminhar pela sala, faz questão de reverberar.— Longe da minha garota, Senhor das Estrelas!⚫⚫⚫Quente.Úmido.Macio.Ágil.Oh!Em pleno sábado de manhã, o que me desperta é a sensação latejante entre minhas pernas.Quente.Úmido.Macio.Ágil.Oh!Well I'm aliveQuando estou vivoYou're blood is pumping through these veinsSeu sangue está correndo por essas veiasI'll catch you by surpriseEu a pegarei de surpresaI'm coming back to take the reinEstou voltando para tomar a rédea— Hmmmmmm!Ergo os braços e abro os olhos, piscando antes de me sentar.Minha camisola de seda está abaixada até a cintura. E minha calcinha desapareceu. Meus seios estão pesados e doloridos do lado de fora.— Oh!Quando olho para baixo noto um par de ombros musculosos entre minhas pernas. E, em continuação, um corpo forte e quente. Puta merda! Steve!Now you're free and wellAgora você está livre e bemJust giving a whileSó dando um tempoTime will tellO tempo diráYou're under my spell, oh Você está sob o meu feitiço, oh— Ai! Oh!Descanso as mãos em seus cabelos, prendendo sua cabeça contra a dor escaldante entre as coxas.— Bom dia! – murmura contra meu clitóris sensível.— Steve... – perco a voz, caindo de volta contra os travesseiros.— Oi, amor. – suas mãos circulam meus joelhos por trás, abrindo ainda mais minhas pernas. — Hmmmmm! Que saudade do seu gosto...— V-você... ah!— Ontem à noite nós dois apagamos. – sua boca pressiona minha abertura.— Oh...— Mas agora estou bem acordado!— Steve...— Estava com saudades de você, amor!— O que você... ah... ah, meu... ah! – sua língua passa por meu clitóris com avidez, e eu começo a ofegar.— Você demorou a perceber. – sussurra em cima de meu calor úmido, beijando com destreza. — Estou há um bom tempo aqui.— M-mas...— Será que perdi a prática? – provoca, chupando meu pote de nervos.There ain't no running from me, no, no, noNão há como fugir de mim, não, não, nãoThere ain't no running from me, yeahNão há como fugir de mim, não, não, nãoOh no Oh, no— AH! Eu... eu vou... eu estou quase... ah!— Grite, amor. – sua língua rodeia meu clitóris enquanto dois dedos me penetram.— Steve! – minhas pernas começam a tremer. — De-deva... ah!— Quer que isso dure? – o calor de sua voz incendeia ainda mais meu desejo.— Por favor!— Por favor o quê? – Steve para de me chupar e fica apenas retirando e introduzindo os dedos em mim.— Eu quero... q-quero...— Quer o quê? – de repente, Steve cessa os movimentos.— Não! – eu me remexo, inquieta, fazendo com que Steve precise me segurar pelos quadris. — O quê? – beija minha barriga. — O que você quer?— Steve...— Fale. De quem é?— Por favor...— Diga!— Steve...— Isso mesmo! – ele sorri de modo travesso. — Essa boceta é minha.— Oh... meu...— Você quer gozar?— Sim...!— Vai ter que pedir.— Mas...— Vamos! – seus dedos remexem meu clitóris novamente, e eu rodo os olhos para trás. — Implore, Natasha.— Awn... – sinto a boca seca. — Steve?— Sim?— Eu quero... – tomo fôlego antes de finalizar. — O quê...?— Por favor...— Diga, delícia! O que você quer?— Eu quero gozar! Por favor, por favor, por favor!— Hmmmm! – Steve abaixa a cabeça e voltar a me lamber. — Boa garota!I'm not a saintEu não sou um santoSmooth edgesBordas lisasWhen I'm aroundQuando estou por pertoComes out to playSaem para brincarHow did you heard the newsComo você ouviu as notíciasThat I get to choseQue eu tenho que escolherHow it plays outComo isso jogará foraNo matter how you scream and shout Não importa como você grite e griteCom rápidos e intensos estímulos de sua língua e dedos, eu atinjo o clímax.Minha cabeça queima e pesa. E todo meu corpo recebe um tremendo choque de calor com a sensação. Eu me sinto mole e trêmula enquanto Steve sobe beijos por minha barriga até chegar aos seios. Ele termina de puxar a camisola por minhas pernas até retirá-la pelos pés. Noto que seu corpo também está nu.— Bom dia, meu amor.— Hmmmm... – Steve beija meu pescoço.— Tem jeito melhor de acordar? – seus lábios cumprimentam minha bochecha— Hmmmm...— Nem amarrei suas mãozinhas. – Steve acaricia meus pulsos antes de beijá-los.— Foi golpe baixo. – deito em seu peito. — É importante começar o dia com um bom café da manhã. – ele se justifica antes de lamber os dedos que usou em mim. — Que delícia!— Para! – tento me desenvencilhar, mas Steve se vira e prende minhas mãos acima da cabeça. — Sai.— Não. – Steve faz beicinho e me beija. — Não é gostoso gozar na minha boca?— Para. – viro o rosto, corada, e Steve ri quando beija meu pescoço. — Só está fazendo isso por ontem! Seu homem das cavernas!— Nunca neguei. – sua risada ecoa em minha garganta.— Que horas são?— Ahn... onze e meia.— Quê?! Novamente, faço força para me soltar, mas ainda estou com os músculos moles por conta do orgasmo, o que dá vantagem para Steve me mobilizar. — Sai de cima, Steve!— Por quê? – ele abaixa o rosto e circula meu mamilo com a língua.— Não temos tempo! – minha voz rouca denuncia meu prazer. — O casamento de Tony e Pepper é hoje!— Só mais tarde. – rebate, trocando de seio.— Steve! – prendo seus quadris com as pernas. — Por favor!— O quê? – ele esfrega sua glande em meu clitóris escorregadio. — Você quer isso?— A-ai! – franzo o rosto com a sensação. — Calma! Ainda está... sensível!— Tenho uma surpresa para você.— O quê?— Saberá mais tarde. – sussurra em meu ouvido antes de penetrar. — Puta que pariu!There ain't no running from meNão há como fugir de mimNo, no, no, noNão, não, não, nãoThere ain't no running from me, yeahNão há como fugir de mim, yeahNo, no, no, no, no, no, no, no, no, noNão, não, não, não, não, não, não, não, não, nãoThere ain't no running from meNão há como fugir de mimOh no Oh no— Porra! Que... coisa... gostosa! – Steve grunhe a cada vez que impulsiona para dentro de mim.— Steve! – solto minhas mãos das dele e arranho suas costas. Sinto sua pele quente e suada por baixo das unhas.— Caralho, amor! – ele ruge ao prender novamente meus pulsos acima da cabeça.— Eu... q-quero... te tocar. – resmungo, e Steve morde meu pescoço.— Você acaba comigo. – sussurra, movendo-se mais rápido e forte. — Minhas costas estão ardendo.— D-desculpe. Ah!— Isso. – Steve se eleva sobre os joelhos e circula meus quadris com as mãos. — Aqui, amor. Concentre-se apenas... aqui. Caralho!— AH! – aperto o travesseiro sob a cabeça e impulsiono a cintura para cima, buscando mais desse nó apertado que atravessa minha bexiga. — Steve...— Venha comigo. – exige, e eu desço uma mão apenas para Steve segurá-la contra o colchão. — Não.— Quê? – tento me tocar com a outra mão, mas Steve a prende também. — Para com isso!— Não vai gozar assim. – ordena, e eu pisco.— Quê? Por quê?— Com o meu pau. – Steve deita em cima de mim e me penetra com mais força. — Vai gozar apenas com o meu pau, Natasha.— Ah...!You're sure you don't want the back, mmhVocê tem certeza que não quer a parte de trás, mmhYou're sure you don't want the backVocê tem certeza que não quer a parte de trásHere I sayAqui eu digoPrendendo meus dois pulsos acima da cabeça com uma mão, Steve desce a outra e circula minha entrada de trás. Fico tensa sob seu toque, mas também começo a formigar por todos os lugares. Oh, merda! Isso tinha que ser tão bom?— Vamos explorar essa parte, amor. – sussurra antes de sugar meu peito. — E logo.— Oh... porra!— Isso. – Steve rosna. — Muita porra! E você não escapará.There ain't no running from meNão há como fugir de mimNo, no, no, no, no, no, noNão, não, não, não, não, não, nãoThere ain't no running from meNão há como fugir de mimNo, no, no, no, no, noNão, não, não, não, não, nãoThere ain't no running, no, noNão há como fugir de mim, não, nãoNo, no, no, no, no, no, noNão, não, não, não, não, não, nãoNo no, oh no Não não, oh não
Notas finais
O que acharam? Será que teremos introdução do Yondu e restante de GOTG aqui??? Hmmmm... u.u
Perceberam a resistência do Steve em não conseguir admitir que sofreu abuso sexual? Opa! Alerta!
E o começo? Vocês leram tudo? Eu avisei que se trataria de um assunto delicado. Espero que tenham lido com calma e estejam bem de saúde mental. Caso tenham se sentido desconfortáveis ou abalados, por favor, conversem com alguém. Pode ser comigo, pode ser com um parente, com um amigo... se vocês fazem acompanhamento psicológico, podem e devem conversar também com o terapeuta. Só não fechem nada dentro de vocês. Tudo bem?
Foi difícil pra mim escrever essa parte também. A versão que eu tinha escrito antes seria bem mais pesada, mas eu resolvi mudar um pouco. Acho que tomaria um rumo tenso que eu mesma ainda não me sinto tão preparada pra abordar assim. Ao menos não nas circunstâncias em que o caso que a Natasha pegou com a Antonella e Beatrice seria retratado. Então eu preferi colocar assim.
Entendam que a Nat é psicóloga, então é importante trazer paralelos de sua vida profissional também. A história, ao meu ver, não deve girar apenas em torno do romance dela com Steve. Também é importante mostrar as particularidades de cada um. Como a fanfic é narrada sob o ponto de vista da Natasha, eu apresento mais as particularidades dela. De forma até mais detalhada. Mas, caso a fanfic fosse narrada sob o ponto de vista, seria ao contrário. Por isso que sempre tento expor ao máximo os posicionamentos e pensamentos dele nos capítulos bônus, que sempre contêm as narrativas dele.
Anyway, espero que tenham gostado ^^
Obrigada pelos 494 comentários, 152 acompanhamentos, 73 favoritos, 9 recomendações e 30091 visualizações :3
Beijocas e um vitorioso 2021 pra gente!
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