Haunted 🔞
59 Capítulo 59 — Sweet pression
Notas iniciais
Obrigada pelos 498 comentários, 152 acompanhamentos, 73 favoritos, 9 recomendações e 30.298 visualizações!
Oi, meus amores! Como vocês estão?
FINALMENTE BRASIL ESTÁ RECEBENDO AS VACINAS! Já tô com meu bracinho do lado de fora pronta pra receber a picadinha imunizante kakakaka yeah!!!! Mal posso esperar pra todo esse pesadelo ter fim, gente!
Mais de 215 mil mortes no Brasil! O coração aperta demais só de pensar no quanto de gente nós perdemos. Mas enfim nossos dias de vitória chegaram. Sinto aos que não tiveram a chance de presenciar isso. Mas por eles iremos vencer essa batalha e conquistar a glória :3
Já lhes adianto que a fanfic tá na reta final kakakaka 4 anos de fanfic! MEU DEUS DO CÉU! Finalmente vai acabar kakakaka me dá até medo de pensar em quanto tempo vou levar pra finalizar a terceira temporada O.o
Anyway, perdão por qualquer erro de digitação e aproveitem ^^
Tradução do capítulo: Doce pressão

— Ér... sim. – pisco. — Sim, eu sei. Já estou indo.— Nat... — Oi. – a porta atrás de mim é aberta e Steve surge. — Oi, Rebecca.— Oi!— Nat disse que se aprontariam juntas para o casamento.— É. Tem problema?— Já passamos dessa fase, Rebby. – rebate, e minha amiga ri antes de responder.— Também acho, Tivinho.— Puta que pariu! – ele ralha, mas também ri. — Quer comer alguma coisa?— Então... Natasha me disse que Jessie preparou uma lasanha dos sonhos para o almoço de hoje. — Ah. – Steve assente. — Sim. Está na geladeira. Pode pegar. Rápido! Antes que Quill coma tudo.— Hmmm! Simples assim? – Rebby ergue os ombros.— Você é mais do que de casa, Rebby. – murmuro, com a atenção voltada a Steve, que se recusa a encontrar meu olhar.— Okay... – minha amiga se afasta alegremente. — Então a gente começa a se arrumar assim que terminar de comer.— Certo. – respondo automaticamente, mas Rebby já foi.— Você já almoçou? – Steve beija minha cabeça. — Não quer comer também?— Tomamos café tarde. – relembro, e Steve sorri sedutoramente.— Verdade! Eu mesmo tomei duas vezes. – meu rosto queima.— Steve!— Não fica com vergonha. – ele beija minha bochecha.— Por que estava com a porta trancada? – estou curiosa e ao mesmo tempo preocupada em sufocá-lo.— Quê?— Eu ouvi quando destrancou antes de abrir. E não me deixou entrar quando eu te chamei.— Estava ocupado.— Mas você sempre me deixa entrar.— Era trabalho, Natasha. – Steve fica acuado antes de me dar as costas.— Espera! – seguro sua mão e aguardo até que se vire para mim. — Não estou desconfiada de nada.— Não mesmo? – rebate, mas não me solta.— Não!— Então por que essas perguntas?— Só quero saber. – dou de ombros. — Está escondendo alguma coisa de mim?— Porra! – Steve balança o braço e fica livre. — E ainda diz que não está desconfiada?Por trás de seu ombro, Rebby ergue os olhos para nós enquanto esquenta a lasanha. Ela até faz menção de levantar, mas desiste e resolve ligar o micro-ondas.— Não grite comigo. – Steve pisca antes de suspirar contras as mãos.— Então não venha me cobrar coisas, Natasha! Porra, acabamos de escutar de Loki que estamos progredindo.— Sim, estamos. – reafirmo. — Quer saber? Tem razão. Desculpa.— Ahn?— É. Desculpa. – abraço sua cintura. — Você está certo. Eu não devo desconfiar de você.— Hmmm... – Steve parece incerto quando circula meus ombros. — Isso é um truque?— Não! – rio contra sua camisa. — Certeza?— Sim! Está tudo bem. – beijo seu peito antes de erguer o rosto.— É? – ele penteia meus cabelos para trás.— É. Eu amo você. Só fiquei... eu... não sei...— Tudo bem. – seus polegares acariciam minhas bochechas. — Acho que também já te dei muitos motivos para pensar mal de mim.— Nunca fiz isso, Steve. – afirmo. — Mas não vamos brigar. Eu tenho segurança com você. Agora me abrace.— Mandona. – ele sorri e me aperta em seus braços.— E me beija também! – Steve ri antes de saudar minha boca com a sua.— É um beijo para selar as pazes! – a voz de Rebby nos interrompe.— E? – Steve se vira para ela sem me soltar.— “E?”, Rogers? – minha amiga leva as mãos à cintura. — Beije a minha menina com vontade!— Sua menina? – Steve ergue uma sobrancelha.— Mais minha do que sua! Steve abre a boca para responder quando a campainha toca.— Continuamos depois. – ele se dirige à Rebby antes de se voltar para mim. — O mesmo vale para você, coisinha nervosa.Rebby e eu apenas rimos enquanto Steve abre a porta.— Drax?— Oi. – uma voz masculina responde.— O que está fazendo aqui?— Vim ver o Quill.— Quill? – Steve repete. — Ele está trabalhando.— Por isso eu vim.— Isso não faz o menor senti...— Drax? – Gamora toma a frente de Steve.— Gamora?— Oi! Por que está aqui?— Vim falar com Quill.— E por que veio falar com Peter?— Vim pegar as baterias.— Baterias? – Gamora repete. — De novo?
— Com licença! – Steve ergue as mãos. — Não sou eu quem deveria estar fazendo as perguntas?— Peter não está. – Gamora informa após encarar Steve silenciosamente.— Não disse que ele estava trabalhando? – Drax se dirige a Steve.— E está! Mas não aqui. Ainda. Mas pode esperar se quiser.— Tudo bem.— Tudo bem... o quê? – Steve ergue os ombros. — Você vai entrar e esperar?— Aceito o convite. – Drax responde.— Espera! Foi o Peter que te pediu para pegar as baterias? – Gamora questiona.— Sim. — Certeza? – ela reforça.— Tá bom. – o tal Drax se dá por vencido. — Ele fez uma aposta com Rocket e perdeu. E não tem dinheiro para comprar baterias novas.— E por que eu teria baterias aqui? – Steve parece se divertir enquanto cruza os braços.— Ele sabe que você tem. – Drax responde.— Tá. Então vou reformular: por que eu deveria salvar a bunda de Quill e entregar as baterias a Rocket?— Não é você quem vai entregar.— Drax. – Steve repreende divertidamente.— Tá bom. Eu entendi. Mas... eu... olha, estou fazendo um favor a Quill.— Okay. Foi sincero. Entre. – Steve dá espaço antes de fechar a porta. — Quê? Não! – Gamora teima. — Steve, combinamos que não acobertaríamos mais as apostas de Peter e Rocket!— Sabe que Rocket não ficará sem as baterias. – Steve rebate. — Prefere que demos a ele ou que vá conseguir de formas... uh... você sabe.— É errado!— Só dessa vez. – Drax tenta.— Isso não será só dessa vez! – ela bufa antes de dar as costas.Eu a assisto caminhar até o sofá e me volto para Steve desconfiada.— Ahn... meninas, este é Drax. Drax, estas são Natasha, minha namorada, e Rebecca, nossa amiga.— Awnnn! Eu sou sua amiga? – Rebby sorri antes de cumprimentar Drax. — Olá! Pode me chamar de Rebby.— Prazer. – Drax aperta e beija sua mão. — Senhorita?— Ahn... oi. – incerta, eu o vejo fazer o mesmo comigo. — Pode me chamar de Nat.— Façam sala para Drax enquanto eu pego as baterias. – Steve instrui antes de se dirigir às escadas.— Espera! – corro até ele, que espera por mim no primeiro degrau. — Quem é esse cara?— Um amigo.— Um amigo? – repito num sussurro. — Só um amigo?— Como assim? – Steve franze a testa.— Gamora parece não gostar dele.— Gamora parece não gostar de ninguém. – Steve sorri.— Eu ouvi isso! – ela retruca do sofá sem nos encarar.— Steve...— Não precisa se preocupar com Drax. Eu jamais deixaria alguém duvidoso entrar aqui em casa e ainda ficar em contato direto com você. – Steve segura meu rosto e beija minha cabeça. — Eu já volto.— Espera! – puxo sua mão antes que ele suba. — Que foi, minha linda?— Que baterias são essas? Do que estão falando?— É apenas um negócio.— Ilegal?— Não, linda. – Steve acaricia minha bochecha com a mão livre. — Rocket gosta de colecionar baterias. — E quem é Rocket?— Você vai conhecer a turma toda logo, logo. – afirma e me solta. — Eu já volto, tudo bem?Steve não espera por minha resposta. Ele sobe as escadas rapidamente de dois em dois degraus, provavelmente preocupado com eu conseguir segurá-lo por mais tempo aqui embaixo com mais perguntas.Suspirando, eu me viro e encaro nosso mais novo convidado, que está ao lado de Gamora no sofá.— É um prazer conhecer um amigo de Steve, Drax.— O prazer é todo meu, senhora.— Não precisa disso. – ergo a mão. — Apenas Natasha. Por favor.— Tudo bem.— Está um dia quente lá fora. Quer uma água?— Quero, por obséquio.— Ahn... okay. – assinto. — Quer comer alguma coisa?— Não, obrigado. Estou satisfatoriamente saciado de alimentos.Rindo disfarçadamente, eu me arrasto até a cozinha enquanto Drax troca algumas palavras com Gamora.— Quem é esse cara? – Rebby sussurra quando eu encho um copo com água.— Amigo de Steve.— E do Quill, né? – rebate ao cruzar os braços. — É até bonitinho, mas... meio caduca.— Rebecca! – fecho a geladeira. — Fale baixo. E leve a água para ele.— Eu?! – Rebby me encara de cima a baixo. — Estou comendo.— E?— E nada! Além disso, a casa é sua e o convidado é supostamente seu.— Rebby...— Leve você a água para o lorde do século XVII ali!— Fale baixo! — arregalo os olhos e sigo para a sala com um doce sorriso no rosto. — Aqui está, Drax.— Obrigado. – ele pega o copo e dá rápidos goles até deixá-lo vazio. — Uau! Estava mesmo com sede, hein! – Gamora brinca, e Drax ergue os ombros.— Seria desrespeito delapidar a água que a moça me forneceu com frugal gentileza.— Ah... tá. – murmuro, nervosa. — Não. Não, imagina! — Voltei! – Steve desce as escadas com uma sacola nas mãos. — Pronto. Aqui há duas caixas de bateria. Mande Rocket sossegar agora.— Obrigado, Steve. – Drax se levanta e aperta sua mão antes de pegar a sacola.— Oh, não!O lamento de Rebby chama a atenção de nós três.— O que foi? – Rebby está debruçada no balcão enquanto lê algo no celular.— Meu cabeleireiro desmarcou. – revela, emburrada. — Por quê?— Houve um imprevisto e ele não chegará a tempo de arrumar nós duas.— Puta merda! E agora?— Vamos correr atrás de um salão.— O casamento é daqui a pouco, Rebecca. E ainda temos que nos vestir. Salão nenhum atenderá duas moças que estarão indo a um evento em tempo contado.— Porra! – Rebby explode. — Mas eu preciso cortar essas pontas duplas. E fazer uma boa hidratação. E enrolar alguns cachos.— O corte não dá, mas a hidratação e os cachos podemos fazer aqui mesmo. — Vai ficar horrível!— Podemos tentar...— Com licença. – Drax nos interrompe gentilmente. — Se me permitem, gostaria de apresentar uma admoesta.— Quê? – Rebby se aproxima. — Será que você pode falar a língua comum? – Gamora bufa do sofá.— Ahn... bom... – incerto, Drax tenta recorrer a Steve. — Elas não são americanas?— Continue, Drax. – Steve ri e bate em seus ombros. — Ah. Bom. Como ia dizer, eu sei cortar cabelo.— Ahn?! – arregalo os olhos. — Você?!— É. E também sei fazer penteados e maquiagem.— Sério? — Rebecca dá a volta no balcão e para em frente a Drax. — Tem alguma foto de um trabalho seu?— Sim. Drax coloca as sacolas no chão e tateia seus bolsos da calça até encontrar o celular. Ele desbloqueia a tela e mostra sua página do Instagram para nós.— Uau! – Rebby ergue os olhos para ele. — Posso?— À vontade. – Drax entrega o Iphone nas mãos de Rebecca.— Olha isso, Nat. – ela rola a página para baixo ao passo em que vamos vendo inúmeros penteados e maquiagens em modelos.— Trabalha com isso, Drax? – pergunto.— Não formalmente, mas pretendo abrir um salão.— Você tem muito talento! – Rebecca elogia maravilhada. — Saiba que Natasha e eu já seremos clientes assíduas.— Viu só? – Steve dá dois tapinhas em suas costas. — E Rebecca trabalha no mundo da moda. Ela pode enaltecer seu salão.— Com certeza! – minha amiga assente e devolve o Iphone a Drax.— Obrigado! – Drax guarda o celular de volta no bolso. — E então? Aceitam a ajuda?Rebby e eu olhamos uma para outra e trocamos sorrisos cheios de mensagens subliminares.— Pode começar a nos arrumar, Drax!▪️▪️▪️Duas horas depois, Rebby e eu estejamos arrumadas, perfumadas e prontas para sairmos do quarto.— Drax trabalha muito bem! – Rebby afofa seus cachos com os dedos em frente ao espelho. — Eu realmente irei apoiar e divulgar se ele abrir o salão.— Conte comigo também. Mesmo que eu não goste muito de salão, farei questão de recorrer aos cuidados de Drax.Estamos nos preparando para descer quando Steve surge.— Uau! – ele me olha de cima a baixo. — Acho melhor ficarmos por aqui. Vocês podem ir na frente.— Steve! – repreendo, com o rosto vermelho.— Calma lá, garotão. – Rebby atrai a atenção de Steve. — Drax levou horas arrumando a Nat. Nem pense em desfazer esses cachos. Ao menos por enquanto.— Rebecca!— Pode deixar. – Steve assente, ainda me encarando com fome nos olhos. — Mas desça na frente com Drax, Rebecca. Preciso falar com Natasha rapidinho.— Não deixe Steve bagunçar seu cabelo. – ela ordena. — Você está muito linda!
— Desça logo, Rebby. – resmungo, com o rosto ardendo por Drax estar ouvindo tudo. Assim que ele e Rebby desaparecem, eu me viro para Steve. — O que deu em você?— Você está... muito... apetitosa, Srta. Romanoff! – ele se aproxima lentamente. — Uau!— Você já disse isso.— Disse? Uau! Nem parece. Uau!— Steve, precisamos ir logo. – rio ao afastar suas mãos da minha cintura.— Espere um pouco. – ele me leva até a cômoda.— O que está fazendo? – Steve abre a gaveta e retira uma caixinha retangular de dentro. — Para que isso?— Quero que use durante a noite. – ao abrir a caixinha, Steve me estende um objeto prateado com duas bolas penduradas na ponta.— Usar? Como? – encaro o objeto confusa. — O que é? — Bolinhas. – responde após rir.— Bolinhas?— Sim. Bolinhas de pompoarismo.— Quê? – enrugo o cenho. — Bolinhas de pompoarismo? — Sim. Lembra do contrato?— Ahn... acho que sim. – lembro vagamente da leitura minuciosa que fiz. — Para que servem?— Não se lembra? – Steve pisca curiosamente para mim.— Hmmm...— Para colocar aqui. – estica o braço e acaricia minha intimidade.— Ahn? – pestanejo e logo entendo seu objetivo. — O quê? Quer colocar isso na minha... na...?— Exato!— Como assim, Rogers? Perdeu o juízo? Estamos indo a um casamento!— E?— “E?”, né? Ficou louco? Não posso ficar com isso enfiado dentro de mim a noite toda!— Mas é assim que funciona.— Assim que funciona o quê?— As bolinhas. Vão relaxar seus músculos.— Relaxar... – respiro o fundo. — ...para quê?— Saberá mais tarde. – Steve ri. — Para isso, você precisa se acostumar com a pressão.— Pressão? Que pressão?— A pressão de empurrar para dentro, Natasha.— Puta merda!— É só para te ajudar a se acostumar.— Ai... – bufo, nervosa. — Okay. Se incomodar, você tirará na hora, entendeu? – balanço um dedo em seu rosto. — E ficará sem me tocar por um mês.— Tá bom! – Steve acaba rindo. — Sabe colocar?— Ah, claro! Enfiar bolinhas de pompoarismo na minha boceta é meu passatempo preferido! – Steve gargalha antes de me estapear. — Ai! Não me bate! Você quer enfiar esse troço em mim, então eu tenho todo o direito de tirar sarro de você!— Cuidado. – sussurra em meu ouvido antes de morder meu pescoço.— Bruto! – afasto seu peito. — Não deixe marcas em mim. Já não basta isso aqui, seu homem das cavernas? – balanço as bolinhas rente aos seus olhos.— Para, meu amor! – Steve me abraça e cola o nariz no meu. — Vamos logo com isso? O pessoal está esperando lá embaixo.— Então anda! – teimo. — Eu não sei colocar essa coisa, você precisa me ensinar.— Abra a boca. – instrui. — Quê? É na boca ou na... ér... lá embaixo?— Confie em mim, Natasha. – Steve ri até lacrimejar.— Jesus! – resmungo antes de obedecer.Steve empurra as bolinhas para dentro de minha boca e me manda circular a língua ao redor, a fim de lubrificar com minha própria saliva.— Levante o vestido e abaixe a calcinha. – fico de costas antes de seguir suas instruções. — Não tensione.— Vou tentar.A sensação é estranha e invasiva. É gelado no início, mas depois se apega ao calor de meu corpo.— Como se sente?— Violada! – Steve ri antes de beijar minha bunda.— Espere mais um pouco. – ele puxa a cordinha, mexendo dentro de mim antes de retirar e enfiar de novo. — Hmmmmm! Está molhada para mim, amor?— Está quente aqui. Eu estou suando. – ironizo novamente, recebendo um beliscão na nádega esquerda. — Ai, seu merda!— Natasha, quieta! – ordena. — Respire fundo e não contraia. Okay?— Okay...Ao fazer o que Steve aconselha, seus dedos empurram as bolinhas para dentro de meu canal pegajoso.É desconfortável. Minhas pernas tremem e eu sinto incômodo, mas não chega a doer.— Tudo bem?— Acho que sim. – respondo, trêmula, e Steve enfia até o final. — Uh! Au!— Eu sei. É apenas pressão.— É. – concordo e Steve sobe minha calcinha. — Mas é diferente.— Diferente? Como assim?— Não sei... – eu me mexo inquietamente. — Parece... uma pressão... boa.— Boa? – ele ri.— É. Uma... pressão... doce.— Porra. – Steve fecha os olhos. — Melhor parar de falar.— Mas...— Está me provocando, Natasha.— Oh! Desculpa.— Fique de pé corretamente. Calma. Bem devagar. – ele segura meus ombros.— Tá.Solto a saia do vestido e endireito a coluna.Minhas pernas ainda estão trêmulas. Uma pressão sobe por minha espinha e atinge minha nuca, fazendo com que eu sua frio.— Tente andar um pouco.— Tá.Com esforço, arrisco uns passos a frente e respiro fundo.— Como está?— Incômodo. Latejante. Mas suportável.— Bom. – Steve pisca. — Se doer, você me avisa.— Pode apostar que sim!— Relaxe. – Steve roça os lábios na minha orelha. — Só não beba muito álcool, assim não precisará ir ao banheiro. – brinca, e eu começo a rir, mas logo me contorço.— Oh! Não me faz rir! – estapeio seu peito após sentir a pressão tencionar meus quadris.— Vamos, amor.Steve estende a mão e nós descemos as escadas.— Finalmente! – Rebecca exclama quando nos vê. — A rapidinha foi boa, né? E silenciosa. Ela não deu nenhum gemido.— Ainda. – Steve brinca, e eu belisco seu braço. — Desculpa. – ele ri e beija meu rosto quando a campainha toca. — Deve ser Quill.Fico parada enquanto Steve abre a porta e o recebe.— Por que entrou? – questiona. — Já vamos sair.— Oi para você também! – Quill rebate. — Quanta hospitalidade!— Oi, Quill. – cumprimento. — Hmmmm! Smoking, né?— Oi, Nat. – ele sorri e mexe na roupa. — Hoje a noite pede. — Não sei para que isso! – Gamora retruca. — Estaria bem mais confortável nas minhas roupas casuais. Ainda mais que estarei a trabalho do mesmo jeito!— Você diz nos seus uniformes de couro? – Steve provoca. — Hoje, como Quill disse, a noite pede. É um casamento.— E daí? – Gamora ergue a perna e mexe na fivela de seu sapato. — Esses saltos já estão me dando nos nervos.— Qualquer coisa você se apoia em mim. – Quill sorri.— Prefiro ficar descalça. – ela rebate com um risinho desgostoso.— Okay! Vamos indo?— Vamos! – Rebecca me dá força.— Ah! Oi, Rebecca! – Quill se vira para ela. — Desculpe. Não tinha te visto. Está linda também.— Obrigada!— Todas estão: Gamora, Natasha, Rebecca, Steve e eu... Drax... Drax! Drax? – Quill arranca os fones de ouvido. — Ainda está aqui? Desde cedo?— Fala aí, Quill. – Drax cumprimenta. — Vim pegar as baterias e fiquei para ajudar as meninas.— Continua alimentando o vício de Rocket, não? – Gamora se vira para Quill.— Eu não alimento nada! – Quill dá de ombros. — Fizemos uma aposta e ele ganhou.— E dar baterias a ele por isso não é alimentar seu vício? – ela continua a pressionar.— Ele que escolheu o prêmio!— E você compactuou com isso, Peter!— Gente! – Steve chama. — Por favor! O que importa é que Drax veio fazer um favor a Quill e acabou fazendo outro à Natasha e Rebecca. A propósito... – Steve abre sua carteira e estende o dinheiro a Drax. — ...tome.— Não. Não carece.— Pegue, Drax. – incentivo, falando bem baixinho. — Foi muito gentil em nos ajudar. É o mínimo que podemos fazer, já que se recusa a ir ao casamento conosco.— Não, mas eu tenho dinheiro na minha bolsa...— Não precisa, Rebby. – Steve fala e arregala os olhos, também parecendo não crer que usou seu apelido afetuoso. — Ahn...— Okay, Tivinho. Obrigada! – ela parece se divertir quando Steve fica vermelho.— Pegue logo, Drax! – Steve amassa o dinheiro em sua mão antes de guardar a carteira.— Drax ganhou tudo isso fazendo cabelo?— E maquiagem. – adiciono, com o corpo tenso após rir. Rebby franze a testa para mim, mas não comenta nada. Graças a Deus!— Porra!— Quer que eu arrume o seu? – Drax oferece a Quill. — O secador daqui é muito bom.— Quê? Não! – Quill nega. — Posso consertar essas ondulações. – Drax tenta novamente. — Ou passar um gel, para disfarçar.— Disfarçar? – Quill se vira para Gamora. — Está ruim?— Para você até que não. – ela rebate, e Quill agradece antes de franzir o cenho e retrucar.Eu começo a rir da discussão, mas logo respiro fundo e pressiono a mão na barriga. Puta merda!— Tudo bem, linda?— Acho que não posso rir muito. – murmuro.— Comporte-se durante a noite. – ele sorri e segura minha cintura. — E evite se mexer muito quando dançar.— Steve...— Sabia que você é muito linda?— Tenho uma vaga ideia. – ergo os ombros. — Vamos?— Vamos. Vamos ver os sinos tocando.
Notas finais
E aí?? Tão gostando da introdução da galera de GOTG na fanfic??? Deixa eu perguntar uma coisa pra vocês: querem o Rocket como o ator Bradley Cooper mesmo?
E outra: pensei em apresentar o Groot como um papagaio, assim ele poderia dizer sua icônica frase "Eu sou o Groot"! O que acham??? RESPONDAM!
Beijocas e até a próxima!
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