Haunted 🔞

25 Capítulo 25 — You got me — *Bônus*


Notas iniciais
Olá, mi amores! Eu até poderia pedir perdão pela demora, e até irei, porque vocês não têm culpa, mas dessa vez eu demorei porque encomendei um banner e pqp kakakaka levou SÉCULOS pra entrar em andamento e ainda mais pra ser entregue. Enfim, cá estou eu e problema resolvido :D O capítulo de hoje é dedicado à queridíssima Evansson Forever! Meu anjo, muito obrigada pelas palavras doces, gentis e incentivadoras. Literalmente, ler a sua recomendação fez uma grande, importante e inspiradora diferença pra mim :3 Por favor, leiam as notas finais. Tenho um comunicado a fazer a vocês, leitores do Nyah! ^^ Tradução do Capítulo: Você me pegou

— E então?

Estou de braços cruzados e sobrancelhas erguidas enquanto encaro uma Natasha encolhida no sofá. Eu me sinto um pai zangado repreendendo uma criança teimosa. Mas que porra!

— Eu estou esperando, Natasha. – ela se remexe desconfortavelmente. — Diga alguma coisa.

— Não tenho nada para dizer! – Nat ergue os olhos para mim. — Eu não te devo satisfações, Steve!

— Como não?! – eu me ajoelho entre suas pernas, já que Nat está sentada no sofá. — Somos um casal, Natasha. E eu te avisei para...

— Numa coisa a Blanche tem razão.

— Do que você está falando? – questiono, tenso.

— Já sou adulta! – afirma com o queixo erguido. — Ela propôs um almoço comigo e eu aceitei. Aliás, já tínhamos nos visto antes de hoje e da outra noite.

— Como é?

— Ela foi a mulher que eu atendi quando você interrompeu a sessão ao meu ligar. – relembra. — Só que Banche se apresentou como Stella Karlwitz.

— Puta que pariu! – grunho.

— Steve, você não precisa ficar assim. – Natasha intervém.

— Eu só não te quero perto dela. – seguro seu rosto. — Sabe o que eu senti quando descobri com quem você estava hoje? – ela nega com a cabeça. — Eu fiquei apavorado, porra! Apavorado!

— Mas por quê? – pergunta. Céus, ela é tão ingênua! — Foi um almoço desagradável. Eu concordo! Mas o que tem de tão assustador nisso?

— Blanche pode te usar contra mim. Pode fazer com que você mude de ideia em relação... em relação ao que estamos construindo juntos.

— Steve... – Natasha pende a cabeça para o lado entre minhas mãos e seus olhos marejam.

— Blanche é o símbolo de um período de infelicidade da minha vida, Natasha. E você é totalmente o oposto. – acaricio suas bochechas rosadas. — Eu realmente amo você. Eu me importo com você. E não quero que ninguém te machuque.

— Eu estou bem. – Nat ergue os ombros. — Blanche não tem o poder de me rebaixar. Ela não vale nada para isso! Só o que me enfurece é não aceitar que você e eu estamos juntos.

— Isso eu acho difícil que algum dia ela aceite.

— Então precisamos fazer com que ela se toque! – Natasha retruca. — Talvez, se nos encontrássemos com ela, nós dois juntos...

— Não, Natasha. Não. – eu a deixo sozinha na sala e vou para a cozinha.

— E por que não? – ouço seus passos teimosos atrás de mim. — Steve, ela voltou por algum motivo. E obviamente não nos deixará em paz até ter o que quer.

— O que ela quer é isso: mexer com nossas cabeças. – pressiono um dedo em minha têmpora antes de servir água num copo. — E não daremos esse gostinho a ela. Você e eu nos manteremos bem longe!

— Não sou criança! – Natasha cruza os braços. — Pare de querer tomar decisões por mim. A vida é minha.

— A vida é minha também! – jogo o copo vazio dentro da pia. — Você é a minha vida!

Natasha, que me encara com lábios entreabertos, olhos marejados e respiração ofegante.

— Você é o meu tudo, Natasha.

— Você também é o meu.

— Linda. – eu a puxo para mim. — Por favor, não invente fazer mais besteiras como a de hoje. Tudo bem? Prometa isso para mim.

— Steve...

— Por favor, Natasha. – seguro seu rosto. — Eu preciso ter a certeza de que você está longe de Blanche. Prometa isso para mim. Faça com que eu possa confiar em você.

— Ér... eu... okay. – beijo sua testa, ato que a faz fechar os olhos e suspirar.

— Eu te amo, Natasha. – agora, meus lábios pressionam seu pescoço. — Apenas me prometa que ficará longe de Blanche. Por favor.

— Eu prometo. Desculpa. Não quero criar ainda mais problemas para você. – sorrio carinhosamente para ela.

— Você não cria, meu amor. Você não tem culpa de nada. – eu a aperto mais em meus braços. — Você só é teimosa. – murmuro contra seus cabelos. — Isso que aguça minha gastrite.

— Você não tem gastrite! – Nat retruca ao rir de mim.

Quando eu penso em beijar seus lábios carnudos e macios, ouvimos o toque de seu Iphone vindo de dentro da bolsa.

Nat se solta de meus braços e atende ao celular. Quando eu a ouço dizer "Gwen", sei que é sua amiga, portanto viro e caminho até o escritório.

Fecho a porta e ligo o computador após sentar à mesa de madeira polida. Enquanto espero, telefono para Peggy.

— Carter.

— Peggy.

— Oi, Steve. Algum problema?

— Vários! – informo e ela fica calada. — Sabia que Blanche se encontrou com Natasha?

— Co... como é? Mas ela não estava fora do país? – Peggy parece surpresa.

— Chegou há algum tempo. – murmuro. — Foi ela quem usou a conta com o nome de Stella Karlwitz.

— Ela? Por quê?

— Para se apresentar à Natasha.

— O quê?!

— Sim. Ela já tinha chegado a ir ao local de trabalho de Natasha e se fez passar por uma paciente com outra identidade.

— Nossa! O que você pretende fazer?

— Não sei. Podemos fazer alguma coisa? Afinal ela usurpou de uma identidade falsa.

— Sim, mas uma identidade que não pertence a ninguém, Steve. – Peggy relembra. — Por uma questão de segurança, você criou essa e outras contas para a empresa. Blanche apenas se aproveitou disso. É errado, mas não acredito que seríamos recompensados judicialmente por toda essa dor de cabeça.

— Mas ela precisou invadir o sistema para conseguir pegar!

— Ela é uma boa hacker. Sempre soubemos disso.

— Mas, Peggy...

— Não estou dizendo que não existe crime, Steve.

— Caralho! Então...

— Mas não o bastante para deixá-la presa. Nem mesmo assustá-la. Ela pagará fiança e sairá no mesmo dia.

— Então não podemos fazer nada? – bato na mesa.

— Poder nós podemos, Steve, mas é isso que estou tentando te dizer: será em vão.

— Okay! – concordo. — Então... cancele a nossa sociedade com ela.

— O quê? – Peggy arfa. — Steve, você ficou louco?!

— Peggy...

— Eu entendo que esteja nervoso. Mas Blanche é uma grande colaboradora para as campanhas. Ela é só uma ex sua, não precisa levar isso tão a sério. – Peggy aconselha. Ah, se ela soubesse...! — Blanche nos dá lucros mensais, Steve. Sem falar nos anuais!

— Não me interessa! Não precisamos dela.

— Não, não precisamos. Mas sua saída nos trará uma significativa diferença.

— Peggy, eu já disse. – rebato. — Prepare o contrato de cancelamento e a procure. Quero isso resolvido o mais rápido possível.

— Tem certeza? Uma vez feito não poderá ser desfeito.

— Ótimo!

— Tudo bem, eu vou falar com a May. A propósito, Steve, quero que saiba que Sharon está tendo progresso. Obrigada por ter dado essa chance a ela!

— Fico feliz, Peggy. Mas quero que ela fique bem longe de Natasha.

— Meu Deus! Você trata essa mulher como se ela fosse de vidro. Ela não é o centro do mundo, Steve!

— Não, mas ela é o meu mundo. E o que sua irmã tentou fazer na garagem poderia ter conseguido ao se encontrar com Natasha na festa quando estavam a sós. Aliás, gostaria de saber como ela conseguiu entrar sem ninguém ver.

— Tony e Pepper a convidaram, oras!

— Peggy...

— Sharon não é uma criminosa, Steve!

— Sim, ela é! – afirmo. — Antes eu pensava como você, mas vi que estava terrivelmente errado. Infelizmente, vi quase um pouco tarde demais.

— Do que está falando? Eu conheço minha irmã e ela jamais...

— Ela ameaçou Natasha com uma arma branca. Porra! Juro por Deus, Peggy, se ela tivesse machucado Natasha...

— Teria sido presa. Eu sei, Steve. Eu mesma me encarregaria disso. Ela é minha irmã, mas teria cometido um crime. O que eu não deixaria seria você fazer algo contra a ela fisicamente. Ela tem problemas.

— Isso não justifica. – murmuro com a voz tensa.

— O que não justifica é você ser tão louco a ponto de submeter Sharon a essas suas fantasias! Você sabia o que...

— Eu não sabia daquilo, Peggy! E nem sabia que vocês eram irmãs. Descobri só depois. Sharon e eu nos conhecemos por um acaso. E sua irmãzinha é uma mentirosa sagaz!

— Ponto número um de quem tem problemas psicológicos, sabia?

— Peggy, entendo que ela é sua irmã e que você queira defendê-la, mas eu não vou retirar a queixa. Ou é a clínica, ou é a cadeia.

— Tudo bem! A única coisa que peço é que não nutra ódio. Inclusive, ela tem chamado por você.

— E o que você disse?

— Disse que você estava ocupado. E também perguntou por Natasha.

— Natasha? Por quê?

— Eu não sei! Nem soube o que responder. Disse que você faria o possível quando ela insistiu muito.

— Peggy...

— Por favor, Steve, como amiga, eu te peço: visite Sharon. Acalme-a um pouco. Por favor.

— Eu não prometo nada. – ouço a voz de Natasha me chamando. — Tenho que desligar. Faça o que eu mandei, por favor.

— Eu farei.

— Ótimo!

Assim que eu encerro a chamada, Natasha abre a porta do escritório. Eu sorrio e abaixo a tela do notebook enquanto ela se aproxima.

— O que está tramando aí, Sr. James Bond? – Nat se senta no meu colo.

— Nada.

— Está ocupado?

— Não. Por quê?

— Gwen ligou.

— Hmm...! – balanço a cabeça sem saber aonde ela quer chegar com isso.

— Ela e Peter vão morar em Londres em alguns dias. Como uma despedida, Gwen nos convidou para um jantar. Vamos?

— Onde?

— No Queens. É na casa da tia de Peter, mas ela estará de plantão no hospital. E então???

— Amor, desculpa, mas acho melhor não. – observo o rosto de Natasha murchar de empolgado para triste.

— Por quê?

— Não quero que Blanche esbarre mais com você.

— É sério isso?! Não podemos parar nossas vidas por causa daquela mulher! O que sugere que façamos então? Quer que fiquemos trancados em casa vinte e quatro horas por dia apenas para evitar de nos encontrarmos com ela?

— Nat, não. Calma. – acaricio seu braço. — Entenda que tudo aconteceu hoje. Então acho melhor...

— Eu vou ao jantar, Steve, quer você queira ou não! – Natasha fica de pé.

— É o quê? – enrugo a testa.

— Isso mesmo que você ouviu. – Nat cruza os braços junto aos seios. — Eu vou a esse jantar você querendo ou não.

— Vai é o caralho! – levanto tão rápido que as rodinhas da cadeira correm e colidem na estante. Nat arregala os olhos, mas logo se recompõe.

— Você é um grosso! Estúpido! – exclama ao sair do escritório. — Não é meu dono! Nem pode me impedir de viver minha vida apenas porque Blanche respira o mesmo ar da Terra do que eu!

— Nat...

— Não pense que me prenderá aqui, Steve!

— Eu não quero te fazer minha refém. Porra! Só penso no que pode ser melhor para você! Que merda!

— E como querer me trancar em casa pode ser o melhor para mim?! – Nat retruca antes de me dar as costas. — Eu vou tomar banho e começar a me arrumar. Eu te vejo às seis para sairmos. – quando nota que eu estou calado e com um olhar carrancudo no rosto, completa: — Ou não. – diz por cima do ombro ao sair do cômodo.

Nat não é qualquer uma. Não é qualquer uma há muito tempo. Na verdade, ela nunca foi. Nunca chegou a ser nem mesmo submissa, ainda que tenha assinado o contrato.

Mas, hoje, ela é minha namorada. E sinceramente tenho planos para que seja algo a mais no futuro, mas isto mencionarei depois, mesmo que já tenha deixado escapar quando estávamos com Blanche.

Sou um rapaz de vinte e seis anos. Nat ainda tem vinte e dois. Acabou de sair da faculdade. Ainda é muito nova e mal começou a vida. Eu tenho que dar o espaço que ela precisa. Sem pressão. Sem sufocamento.

Ohhh, merda! E é exatamente isso que eu estou fazendo ao dizer que ela não vai a esse jantar. É isso que estou fazendo sempre que decido por ela. Eu estou tomando a autoridade de algo que não é meu para tomar. Ela não é minha propriedade. Tem voz, boca e vida. E eu preciso respeitá-la. Puta que pariu! Estou fazendo tudo ao contrário e sem nem ao menos perceber.

Num lapso de clareza, saio correndo do escritório e vou até o quarto. A porta do banheiro está encostada e a água caindo em cascatas. Quando chego ao box, já estou nu.

As costas de Natasha brilham com a água quente que escorre por sua pele. Minhas mãos coçam para que eu a toque. Meus lábios ardem para que eu a beije. E meu corpo treme para que eu a sinta.

Cuidadosamente, puxo a porta de correr e me posiciono atrás de Nat. Ela nem pula quando toco seus ombros e a puxo para trás.

— Desculpe. – murmuro ao lado de sua orelha.

— Eu sabia que viria. – diz com a voz abafada devido ao forte barulho da água. — Por isso nem tranquei a porta.

— Acredite: isso não teria me impedido, linda. – mordo seu lóbulo e Nat sorri.

— Eu sei, Sr. Rogers. – ela se vira para mim e enlaça meu pescoço com os braços.

Ainda sinto seu cuidado em não tocar em minhas costas. E não sei se devo sentir gratidão ou culpa. Natasha já me tocou antes ali e eu senti dor. Não vai desaparecer da noite para o dia. E Nat compreende perfeitamente.

— Mas eu quero que você me desculpe também. – pisco de volta à realidade. — Eu reconheço que está pensando em minha segurança, mas eu me recuso a ser mais uma dessas donzelas em perigo. Eu não sou assim, Steve. Eu sou forte, corajosa e brava. – admite. — Só a ideia de me deixar ser controlada... ér... me faz... me faz querer... sei lá... surtar!

— Então por que concordou em ser minha submissa?

Natasha nem fica surpresa com a pergunta. Provavelmente já vinha se questionando o mesmo há um tempo.

— Porque eu senti que tinha algo em você. Não sei. Eu... eu gostei de você. Eu me senti atraída por você desde o primeiro momento em que nos vimos. E depois começamos a nos encontrar em outros lugares. Você... você começou a... a invadir meus sonhos, pensamentos, e então estava cem por cento na minha vida. Estava tudo perfeito para mim, até você me apresentar ao seu mundo. – desabafa. — Foi um tremendo choque, Steve. Você precisa saber que eu tive vontade de sair correndo, de fugir e me esconder.

— E por que não fez? – abaixo a cabeça até a dela.

— Porque eu senti que perderia você. – revela timidamente. — Tinha algo em você que eu senti que era eu quem precisava salvar. É como se você fosse aquelas oportunidades boas da vida que, se deixarmos passar, vão embora. Eu precisava arriscar. Precisava saber em que estava me metendo. Se valeria a pena.

— E se arrepende?

— De nada! – afirma. — Rebby ter me mandado àquela entrevista foi a melhor coisa que já me aconteceu. – seus olhos verdes marejam. — Pois me levou a você. – algumas lágrimas escapam. — Eu te amo! Não sei explicar, mas aconteceu e eu... eu só sinto... só sinto que... que eu estou completa. Você é meu tudo, Steve.

— Eu te amo tanto. – beijo seus lábios. — Você chegou e ficou, Nat. Sempre. Desde que apareceu, sempre foi você. Sempre! Eu nunca vi a outra em você. – ela entende a quem estou me referindo. — Eu tentei. Tentei colocar o ódio no lugar de desejo. Tentei muito. E, nos rápidos minutos que eu conseguia, logo me arrependia. Nunca foi assim com nenhuma outra. Nunca precisei me esforçar. E, depois que acabava, eu sentia um... um vazio tão grande, tão profundo. Mas esse vazio não era dor. Era apenas... oco, entende? – Nat assente. — Mas era diferente com você. Eu não sentia um vazio, eu sentia... eu sentia um remorso tremendo. Queria apenas pegar você e não te soltar nunca mais.

— Bom, você conseguiu! Você me pegou, Steve. – ela pressiona os seios em meu peitoral. — E, sinceramente, eu não quero jamais que me solte.

— Nunca!

Sua língua cutuca a costura de meu lábio inferior e eu cedo a passagem que Nat tanto me implora.

Minhas mãos apertam sua cintura nua e molhada e sinto minha pele escorregar sobre a dela. Nat geme em minha boca, descendo uma das mãos e acariciando meu membro já ereto. Eu mordo seu lábio em resposta, movendo uma mão para seu seio e o apertando.

— Steve!

Ela geme contra meus lábios, pendendo a cabeça para trás totalmente entregue a mim, aos meus braços e ao meu amor.

Eu aproveito a chance e salpico sua pele de beijos, apertando o seio com mais força enquanto começo a cutucar sua doce vagina.

— Oh... Steve!

As unhas de Nat arranham meu ombro à medida que eu vou aumentando a velocidade dos movimentos, tanto em seus seios quanto em sua intimidade.

Sinto meus dedos pegajosos e com algo quente e, quando vou olhar para baixo, Nat segura meu rosto e me faz olhar para ela.

— Nã-não...

— O quê? Por quê?

— Eu... eu estou... menstruada. – seu rosto está envergonhado.

— Eu não ligo, linda. – enfio dois dedos dentro dela.

Minha ruiva revira e fecha os olhos, apertando meu ombro com mais força.

Eu fico hipnotizado por sua beleza espontânea e inicio mais um beijo com sua boca. Céus, essa mulher aqui, linda, forte e revigorante, é minha. E ela gosta de ser e quer continuar sendo!

Quando e como eu fiz algo tão bom assim para conseguir esse tesouro? Eu mereço? Meu egoísmo fala mais alto, e de repente eu não me importo com merecimento ou não. É meu e acabou. Meu amor.

I was wrong and you were right

Eu estava errado e você estava certa

If I was yours and you were mine

Se eu fosse seu e você fosse minha

But it was all good (yeah)

Mas foi tão bom (sim)

You were gone and I was back

Você se foi e eu voltei

And I was good and you were bad

E eu era bom e você era má

But it was all good

Mas foi tão bom

Quando Nat explode em meus dedos, eu sou capaz de ver vestígios de sangue e gozo.

Lânguida, minha ruiva abre os olhos e me fita com um sorriso preguiçoso no rosto, que acaba por morrer quando nota que estou levando meus dedos à boca, apenas para implicar com ela.

Nat arregala os olhos e retruca um firme "Não!" enquanto empurra minha mão para baixo das gostas de água, lavando seus resquícios.

Eu penso em dizer algo em resposta, mas decido brincar com ela novamente e uso meu lado dominante de homem das cavernas.

Seguro seus pulsos e a empurro contra o ladrilho da parede, prendendo-a ali enquanto abaixo a cabeça e capturo seu mamilo direito com os dentes.

Nat sibila, talvez pela dor ou pelo prazer, mas eu não dou importância. Chupo com mais força, criando covas nas bochechas.

Nat geme e tenta se soltar, mas eu a aperto com mais rigidez, demonstrando que eu estou no comando.

'Cause I'm an addict, I'm your patient

Porque eu sou um viciado, sou seu paciente

Your lips are the medication

Seus lábios são a medicação

Come here, baby, yeah, you know just what I want

Venha aqui, querida, só você sabe o que eu quero

You got that

Você tem o

Quando passo para o outro seio, já tenho uma Natasha delirante, bêbada e enlouquecida de desejo nos braços. Seus olhos ora se fecham, ora estudam as ações de minha boca.

Sua voz rouca e doce chama meu nome e isso só aumenta o tamanho de meu tesão. Minhas bolas estão a ponto de explodir, doendo feito o inferno para serem tocadas e aliviarem esse delicioso mal-estar.

— Seus peitos são uma maravilha, garota!

Subo beijos e lambidas para o seu pescoço. O vapor do banheiro se torna mais quente, englobando nós dois a mais calor.

— Steve... Steve...

Nat ainda está presa contra a parede. Isso só aumenta ainda mais meu desejo por ela. Acho que todo homem se excita ao ser dominante. E acredito que toda mulher também goste de um homem com atitude.

— O que você quer? – mordo sua orelha antes de lamber o lóbulo.

— Vo-você... – ela responde, zonza.

Bruscamente, eu seguro seus dois pulsos em uma só mão enquanto giro seu corpo, deixando-a de costas para mim.

Flexiono a coxa, apoio o pé esquerdo contra a borda de mármore da banheira e debruço Nat contra minha perna. Sua barriga e seios pressionam contra mim e isso me leva à loucura.

— Você está pronta para mim? – solto seus pulsos e acaricio desde suas costas até a bunda.

— Si-sim...

— Molhadinha? – passo os dedos pela sua entrada de trás.

Nat tensiona, portanto decido deixar isso para daqui a pouco. Desço mais os dedos e encontro sua vagina pegajosa e quente.

Ela se contorce contra mim, não sei se pelo estímulo do desejo ou da vergonha de estar em seu período menstrual, mas eu realmente falei sério quando disse que não me importo com isso.

— Hmmmm! Você ainda está pingando, baby!

— Steve...

Sorrindo, eu lhe desfiro um primeiro tapa. Minha palma se estala contra sua carne molhada e escorregadia.

Puxo seus cabelos molhados para cima, indicando que eu quero que ela empine bem a bunda para mim. Essa bunda deliciosa, redondinha e que ficará rosada com os meus tapas.

Bom bidi bom bom bom bom bom

Bom bidi bom bom bom bom bom

Bom bidi bom bom

Bom bidi bom bom

You give me bad bad love

Você me dá o mau, mau amor

But I love it, baby

Mas eu amo isso, querida

Love me all night long

Me ame a noite toda

If you want, baby, like

Se você quiser, querida, tipo

Bom bidi bom bom bom bom bom

Bom bidi bom bom bom bom bom

Bom bidi bom bom bom

Bom bidi bom bom bom

'Cause you're a bad bad girl

Porque você é uma garota muito má

But I love it, baby

Mas eu amo isso, querida

Love me all night long

Me ame a noite toda

If you want, baby, yeah

Se você quiser, querida, yeah

Bom bodi bom bode bode bom bom

Bom Bodi bom bodi bodi bom bom

Bom bodi bom bode bode bom bom

Bom Bodi bom bodi bodi bom bom

Bom bodi bom bode bode bom bom

Bom Bodi bom bodi bodi bom bom

Bom bodi bom bode bode bom bom

Bom Bodi bom bodi bodi bom bom

Após mais tapas, as duas bandas da bunda de Nat estão vermelhas com a marca de minha mão.

Minha ruiva apenas suspira e geme de desejo em meus braços. Eu movo dois dedos pela sua entrada molhada e, quando sei que peguei o máximo de seu líquido, movo os mesmos dedos para seu ânus.

Nat volta a ficar tensa, mas eu sou firme. Levemente, circulo os dedos pela sua entrada enrugada.

— Steve... eu não...

— Apenas relaxe. – sussurro. — Eu não vou machucar você. Okay? – movimento os dedos mais rápido, ato que faz Nat se contorcer. — Okay? Responda, linda.

— O-okay... – ela concorda, cravando as unhas em minha perna.

Lentamente, eu deslizo o dedo do meio para dentro de seu cu. É apertado e quente, e eu só deslizei a cabecinha. Nat se contorce feito minhoca. Preocupado em estar a machucando, eu fico parado, mas noto que seus gemidos são de prazer.

Sendo assim, enfio ainda mais. Ela é apertada para caralho! Puta merda!

You played it front, I played it back

Você jogou na frente, eu joguei de volta

You be the first, I be the last

Seja a primeira, eu serei o último

I call it good love

Eu chamo isso de amor bom

Every kiss and every touch

Cada beijo e cada toque

It's like a hit ain't enough

É como se uma batida não fosse suficiente

I call it good love

Eu chamo isso de amor bom

Ainda a segurando, começo a movimentar o dedo para frente e para trás mais rápido. À medida que faço isso, Nat geme ainda mais.

Estico o outro braço e aperto seus seios. São macios, pesados e firmes. Uma verdadeira delícia! Ela inteira é uma delícia! Minha delícia!

'Cause I'm an addict, I'm your patient

Porque eu sou um viciado, sou seu paciente

Your lips are the medication

Seus lábios são a medicação

Come here, baby, yeah, you know just what I want

Venha aqui, querida, você sabe só o que eu quero

You got that

Você tem o

Não aguentando mais a dor em minhas bolas, retiro o dedo de dentro da bunda de Nat, puxo seu corpo para cima e colido contra a parede de ladrilho novamente. Pego seus pulsos e estico seus braços para cima contra o azulejo branco e molhado. Nat geme, já sabendo que eu quero que permaneça com os braços lá.

Eu puxo sua cintura para trás e enfio meu membro dentro de sua boceta. É apertada, quente e macia. Já começo com movimentos firmes e rápidos, precisando aliviar esse incômodo gostoso.

Seguro seus cabelos e inclino sua cabeça para trás, mordiscando seu pescoço. Com a outra mão, eu circulo seus seios e desço pela barriga até chegar à sua intimidade.

Rodo o polegar e indicador pelo seu clitóris inchado. O que me faz empurrar com mais força e prazer são os gemidos descompensados de Nat.

Bom bidi bom bom bom bom bom

Bom bidi bom bom bom bom bom

Bom bidi bom bom

Bom bidi bom bom

You give me bad bad love

Você me dá o mau, mau amor

But I love it, baby

Mas eu amo isso, querida

Love me all night long

Me ame a noite toda

If you want, baby, like

Se você quiser, querida, tipo

Bom bidi bom bom bom bom bom

Bom bidi bom bom bom bom bom

Bom bidi bom bom bom

Bom bidi bom bom bom

'Cause you're a bad bad girl

Porque você é uma garota muito má

But I love it, baby

Mas eu amo isso, querida

Love me all night long

Me ame a noite toda

If you want, baby, yeah

Se você quiser, querida, yeah

Bom bodi bom bode bode bom bom

Bom Bodi bom bodi bodi bom bom

Bom bodi bom bode bode bom bom

Bom Bodi bom bodi bodi bom bom

Bom bodi bom bode bode bom bom

Bom Bodi bom bodi bodi bom bom

Yo, b-b-b-b-bye, b-b-b-b-bye

Ei, a-a-a-a-adeus, a-a-a-adeus

He said, if he can't hit my bullseye, he'd rather die

Ele disse que se não acertasse o meu alvo, ele preferia morrer

He put it on me better than any other guy

Ele coloca em mim melhor do que qualquer outro cara

He said, he need a bad bitch with an alibi

Disse que ele precisa de uma vadia má com um álibi

Yo, give me the muny, the yen and the pesos

Ei, me dê a grana, os ienes e os pesos

Sext me on the beach in Turks and Caicos

Mensagens sacanas comigo na praias, em Turks e Caicos

I give him that work, that twerk, that slay hoes

Eu dei para ele aquele trabalho, esse twerk que acaba com essas putas

Sippin' Grey Goose, and pushin' that grey ghost

Virando a Grey Goose e acelerando aquele monstro cinza

Uh, assume the position when you see a bad one

Uh, assuma a posição quando você vê uma má

The D so good, he just got a And 1

O D é tão bom, ele só tem um And 1

I'm about to blow, and I ain't talking Samsung

Estou prestes a explodir, e eu não estou falando da Samsung

I'm about to show him what I do with that tongue

Estou prestes a mostrar para ele o que faço com essa língua

Tremendo, sinto que explodo dentro dela ao mesmo tempo em que suas paredes internas apertam meu pau.

Nat joga a cabeça para trás e arrasta as unhas grandes e firmes pela parede de ladrilho. Eu beijo sua nuca molhada e mordo sua pele, deixando mais uma marca nela. Tornando-a minha. Mas isso ainda não é o bastante. Agora, eu preciso de mais. Quero mais.

Sem consultá-la, reinicio movimentos de vai e vem, estimulando com rapidez e força seu clitóris. Levo Nat ao delírio do prazer. Sinto isso pela forma que ela treme em meus braços. Natasha grita quando eu belisco seu clitóris.

— Você gosta disso? – sopro contra seu ouvido, apertando seus seios com a outra mão. — Você gosta que eu te provoque?

— Si-sim... – ela sorri ofegante. — Oh, Deus!

— Não, baby... – beijo seu pescoço e belisco o bico de seus seios. — Steve. – corrijo, espalhando seu clitóris com mais força.

Bom bidi bom bom bom bom bom

Bom bidi bom bom bom bom bom

Bom bidi bom bom

Bom bidi bom bom

You give me bad bad love

Você me dá o mau, mau amor

But I love it, baby

Mas eu amo isso, querida

Love me all night long

Me ame a noite toda

If you want, baby, like

Se você quiser, querida, tipo

Bom bidi bom bom bom bom bom

Bom bidi bom bom bom bom bom

Bom bidi bom bom bom bom bom

Bom bidi bom bom bom bom bom

'Cause you're a bad bad girl

Porque você é uma garota muito má

But I love it, baby

Mas eu amo isso, querida

Love me all night long

Me ame a noite toda

If you want, baby, yeah

Se você quiser querida, yeah

Bom bodi bom bode bode bom bom

Bom Bodi bom bodi bodi bom bom

Bom bodi bom bode bode bom bom

Bom Bodi bom bodi bodi bom bom

Bom bodi bom bode bode bom bom

Bom Bodi bom bodi bodi bom bom

Novamente, eu a invado com meu esperma. Suas pernas ficam bambas e eu preciso segurar sua cintura para que não caia.

Contra seu cabelo molhado, murmuro:

— Eu te amo pra caralho!

Nat sorri e desce um braço para poder acariciar minha mão, que ainda está segurando seu seio esquerdo.

— Eu também te amo.

B-b-b-b-bye, b-b-b-b-bye

A-a-a-a-adeus, a-a-a-adeus

He tryna bless me like his rabbi-bi

Ele tenta me abençoar com o seu rabino

B-b-b-b-bye

A-a-a-a-adeus

Notas finais
Perdão se houve erros de digitação. Eu revisei, mas foi há um tempinho, então pode ter escapado algum. Perdão também pelo tamanho do capítulo, pois acabou ficando grande devido à presença da letra da música, que ocupa espaço no número de palavras :/ Muito obrigada pelos 315 comentários, 138 acompanhamentos, 62 favoritos, 8 recomendações e 18499 visualizações! GENTE, ANTES DO COMUNICADO, PARA TUDO! QUE FILME FOI AQUELE???? PQP, ENDGAME VEIO COM O PROPÓSITO DE ME FODER DE QUATRO! NÃO VOU ME PREOCUPAR COM SPOILERS PORQUE ACREDITO QUE TODOS AQUI JÁ TENHAM VISTO, MAS SE NÃO VIRAM, ENTÃO PAREM DE LER! TÁ AVISADO! VAI CONTINUAR??? VAI BANCAR ESSA, MANÉ???? ENTÃO BORA LÁ!!!! PORRAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA! COMO ASSIM OUSARAM MATAR A MINHA NATASHA E AINDA ROMANTIZAREM A ATITUDE DELA? OK, ELA FOI DE UMA PUTA CORAGEM, PORQUE PENSOU NO CLINT, NA FAMÍLIA DELE E NO RESTANTE DO MUNDO! MAS PORRA! NÃO FIZERAM LITERALMENTE NADA PRA HOMENAGEAR A MINHA RAINHA! NEM NAS FOTOS DO SET A SCARLETT TAVA PRESENTE, AINDA QUE A PERSONAGEM JÁ ESTIVESSE MORTA! E O TONY??????? MANOOOOOOOOOO! EU CHOREI HORRORES NAS CINCO VEZES QUE ASSISTI! SIM, EU ASSISTI CINCO VEZES! E NEM ASSIM A MINHA FICHA CAIU QUE OS DONOS DO MCU, OS QUE COMEÇARAM A PORRA TODA, ACABARAM PARTINDO! MANOOOOOO! E A GAMORA???? CARA, LOGO AS DUAS DONAS DO MEU CU MORRERAM DA MESMA FORMA! É MUITA REVOLTA! EU NÃO ACEITO! QUEM ESCREVEU ESSE ROTEIRO? DEVOLVE, PORQUE TÁ UMA CACA! FIQUEI PUTA TAMBÉM PORQUE TIRARAM A PARTICIPAÇÃO DA KATHERINE LANGFORD! GENTE, A MENINA É UMA PUTA ATRIZ! MERECIA O RECONHECIMENTO DE MCU! ELA TAVA TÃO ANIMADA COM A PARTICIPAÇÃO NO FILME, ELES NÃO TINHAM ESSE DIREITO! OUTRA COISA: O THOR! MANO, O QUE FIZERAM COM O THOR??? NÃO TÔ ME REFERINDO À APARÊNCIA FÍSICA POR SI SÓ, TÔ ME REFERINDO DE TEREM USADO COMO HUMOR O MOTIVO DA APARÊNCIA FÍSICA DELE! MANO, ELE ENTROU EM DEPRESSÃO, TEVE ATAQUE DE PÂNICO, ALCOOLISMO E A PRODUÇÃO USOU TUDO ISSO COMO GATILHO DE COMÉDIA! É POR ESSAS E OUTRAS QUE EU SINCERAMENTE ENTENDO O THANOS QUERER ESTALAR OS DEDOS! PARAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA! O CAPITÃO AMÉRICA LEVANTOU O MARTELO DO THOR! PORRAAAAAAAAAAAAAAAA! A CENA DOS PORTAIS SE ABRINDO! MANO, EU FIQUEI TODA ARREPIADA! AVENGERS............... ASSEMBLE! CARALHOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO! ARREPIEI SÓ DE ESCREVER AGORA! CARA, NÃO DÁ! ESSE FILME ACABOU COMIGO! Enfim... esse foi meu surto kakakakakaka me contem o de vocês nos comentários. Ahn... pedi pra vocês virem até aqui porque quero comunicar que eu sairei de vez do Nyah!, galera. Calma, calma! Não é agora! Vamos lá, por partes: não sei se vocês viram, mas o Nyah! vai entrar com um novo esquema de regras de postagem daqui a alguns meses, eu acho. Sinceramente? Não gostei nem um pouco dessas regras. Peço perdão ao site, mas é a minha opinião. Como escritora, eu detestei. Acho que o Nyah! tem muitas outras coisas pra se focar em mudança. A única coisa que eu gostei foi o fato de poder incluir a opção de "Prólogo" antes de adicionar o capítulo 1, 2 e por aí em diante. Enfim, perdão, mas as regras não me agradaram e, devido a isso, quando tais regras vierem a ser cobradas rigorosamente pelo site, eu mudarei definitivamente pro Spirit. Gostaria muito de concluir o projeto de IPASOY aqui, que foi onde comecei, mas não vai rolar, gente. Perdão a vocês e perdão ao site também, mas.... :/ É isso. Até a próxima! Beijocas! Pra fechar com chave de ouro: I AM INEVITABLE! AND I... AM... IRON MAN!