Haunted 🔞

16 Capítulo 16 — Make me forget it


Notas iniciais
Hello, queridos e queridas! Sem mais delongas, aproveitem e perdão por qualquer erro de digitação Tradução do capítulo: Me faça esquecer

Ainda estou zonza e sem ar quando volto ao salão onde ocorre a festa de noivado de Pepper e Tony. À minha volta, as pessoas sorriem, conversam, bebem e dançam como se nada tivesse acontecido. Como se o momento mais tenso e sufocante de minha vida não tivesse acabado de acontecer há poucos minutos atrás.

Não exagere, menina! Já viveu situações piores. Não, Little Red. Não vivi. A pior coisa é você descobrir a verdade sobre uma pessoa sem ela mesma te contar. E saber das coisas que eu soube sobre Steve através Sharon dói dentro de mim. E muito! Ainda mais descobrir tudo aquilo sobre mim sem nem ter ideia de que eu estava sendo investigada. Ele te disse sobre os arquivos. Mas eu ainda não tinha visto. Isso assusta muito!

Sinto lágrimas em meus olhos e o nó apertado na garganta. Estou tão fora de mim que nem ouço passos se aproximando e nem sinto uma mão quente e macia tomar meu ombro.

— Oi, linda! – Steve estuda meu rosto provavelmente pálido. — Estava te procurando. Você está bem? Que olhinhos inchados e vermelhos são esses? – ele nota minha apreensão quando eu desvio o olhar. — Linda? – eu me afasto abruptamente quando Steve tenta me tocar. — Natasha, o que foi?

— Isso é o que eu preciso que você diga!

— Como... como assim?

— Tive uma bela surpresa quando saí do banheiro, Steve! – ele franze o cenho diante de minha resposta ríspida. — O nome Sharon te lembra alguma coisa?

Steve fica tenso e arregala os olhos. Algo estala em meu interior, mas eu afasto qualquer medo que se aproxime de mim. Preciso ser forte e destemida. Ele me deve muitas explicações e eu terei todas elas!

— Então ela estava aqui...! – ele desabafa como se fosse para si mesmo. — E você encontrou com ela!

— Sim, ela estava aqui. E sim, eu me encontrei com ela. Ou ela comigo. Tanto faz!

— Ela veio... ela... – Steve passa as mãos pelos cabelos e suspira. — Puta que pariu!

— Foi ela que invadiu o sistema e descobriu sobre mim. – noto que ele fica em silêncio. — É claro que você já sabia, não é? – Steve permanece mudo. — Você me ignorar não vai me fazer desistir! Você já estava sabendo e mentiu para mim, Steve!

— Nat...

— Não, não, não, não! – ergo a mão para silenciá-lo. — Isso aqui não é uma pergunta e você já sacou! Eu estou jogando na sua cara que você sabia e mentiu para mim! Não é para você me contestar em nada!

— Peggy acabou de me confirmar. – ele admite com um suspiro derrotado. — Eu tinha suspeitas, mas não quis te dizer nada sem ter certeza. A equipe estava tentando rastrear.

— Meu Deus! – passo a mão pelo rosto.

— Estava tentando encontrar você para te contar.

— Não minta para mim de novo!

— Não estou! – Steve aspira fortemente. — Eu procurei por você assim que Peggy me confirmou! A moça do bar disse que você estava no banheiro, mas você demorou!

— Se você tivesse chegado um pouco antes poderia ter evitado o que aconteceu. – rebato.

— O que... o que aconteceu? O que Sharon te disse?

— O suficiente.

— O suficiente para quê? – Steve se desespera. — Para você me deixar?

— Não. – sou rápida em dizer. — Mas preciso que você me explique as coisas que ela me disse.

— Certo. – ele concorda resignado. — Mas eu preciso saber o que foi.

— Muitas coisas! Essa mulherzinha me abordou na saída do banheiro, jogou bebida no meu vestido... – aponto para a mancha escura e fedida a álcool na minha roupa — ...disse coisas humilhantes e ofensivas para mim, confundiu a minha cabeça e tudo isso poderia ter sido evitado se você ao menos conversasse comigo!

— Desculpe. – ele pega minha mão. — E desculpe também pelo vestido.

— Esqueça o vestido, Steve! – com raiva, eu me afasto de seu toque. — Quem me dera se o meu único problema fosse um pedaço de seda!

— Natasha...

— Nós precisamos conversar seriamente. Não aguento nem quero mais esperar por nada!

— Okay. – ele olha ao redor antes de se voltar para mim. — Eu sei onde podemos conversar sem sermos interrompidos. Venha comigo.

Steve nos guia por um corredor estreito e branco após subir as escadas e nos leva até uma porta. Ele a abre e faz com que eu entre primeiro.

Daqui de cima, ainda conseguimos ouvir um pouco da música que toca, mas em um som baixo e tranquilo. Sinto Steve tocar meu braço e viro de frente para ele.

— Eu não sei o que ela te disse, mas...

— Em primeiro lugar, vamos falar do que ela jogou em mim!

Abro a bolsa e puxo o papel sobre as minhas informações. Assim como Sharon fez comigo, eu o amasso contra o peito de Steve.

— Olhe isso!

— Deus...! – Steve arregala os olhos enquanto lê o arquivo. — Natasha, eu sinto muito! Eu mudei o sistema de segurança. É um mais reforçado e também mudei todas as senhas. Ninguém mais vai...

— Isso é doença, Steve! – exclamo assustada. — Isso... – aponto para o papel que ele segura. — ...não é amor, não é relacionamento, é obsessão. É crime!

— Eu sei. Eu sei, por favor, perdão. Eu nunca quis...

— Quis! Quis, sim! Aliás, você tinha que saber tudo sobre mim, se me quisesse na sua cama, não é? – indago com raiva. — Isso é tão nojento!

— Natasha... – ele tenta se aproximar, mas eu bufo e o afasto com o braço.

— Não, não! Para com isso, eu preciso de espaço! – dou a volta ao redor dele. — Não me sufoca, Steve!

— Eu não quero sufocar você. Só quero fale comigo.

— Quer que eu fale com você?! – grito. — Como você pode ser tão hipócrita assim?!

— Natasha...

— Eu te peço a mesma coisa sempre, Steve, e você não diz nem uma sílaba sequer do que eu preciso!

— Eu... eu sinto muito. Eu... eu só me preocupo em... em te proteger, em poupar as coisas de você.

— Eu não sou retardada! – grito novamente. — Não pode me manter numa gaiola, chega disso! Eu sou crescida, eu sou madura! Caralho, você não manda em mim!

— Eu sei! – Steve grita de volta. — Pode... pode me dizer o que Sharon te contou? – pede num modo mais calmo e baixo.

— Ela me disse que eu não devo me sentir especial só por ter cabelos ruivos. – cuspo as palavras com raiva e tristeza. — E disse que ela também usava perucas. – Steve fica calado e apreensivo diante de mim. — O que ela quis dizer com isso, Steve? Ela também foi sua submissa, não foi? – cruzo os braços e luto contra as lágrimas. — Mas é claro que foi! Eu não deveria nem ter esperanças do contrário!

— Natasha...

— Meu Deus! – levo as mãos aos cabelos. — Mais alguma mulher daqui foi sua submissa além de Peggy e Sharon, que por sinal são irmãs?

— Ela falou que é irmã da Peggy? – pergunta tenso.

— Sim, falou. Mas isso é o de menos. – respiro fundo e o encaro diretamente nos olhos. — O que eu quero saber é por que o fato de eu ter olhos verdes e cabelos ruivos a deixa tão furiosa assim.

— Natasha, não é isso. – Steve suspira e balança a cabeça. — O problema não é você ser ruiva.

— Problema? – indago com um aperto no peito. — Isso é um problema para você?

— Bom, no início era. – ele me olha nos olhos. — Mas isso não vem ao caso.

— Então o que vem ao caso, Steve? Eu estou enlouquecendo!

— Você não entende. Os cabelos são o de menos.

— Então me fala o que está em questão aqui!

— Os olhos! – eu me silencio diante do grito de Steve.

— Os olhos? – repito com a voz trêmula. — Os meus olhos?

— A cor verde. – admite como se estivesse com dor.

— Co-como assim?

— Eu tenho preferência por mulheres de olhos verdes como os seus. – parece que a cada confissão de Steve é como se uma faca girasse em seu peito.

— Ahn?

— É. Você perguntou e eu respondi.

— Mas nem Peggy nem Sharon têm olhos verdes.

— Eu sei. – Steve suspira, ato que me faz arquear as sobrancelhas em tom de cobrança.

— E...?

— E que é por isso que colocava venda nelas e as fazia usarem as perucas ruivas.

— Você fazia isso? – pergunto com o coração a mil. — Por quê? Com quem elas precisavam se parecer?

— Eu... elas... eu... elas tinham que ser ruivas para... p-para que eu pudesse castigá-las!

Sua resposta faz meu coração dar cambalhotas dentro do peito. Eu me afasto alguns centímetros e levo as mãos à boca. Steve não tem coragem de me olhar.

Ele fita o chão e enfia as mãos nos bolsos do casaco grosso e escuro. Testemunhar sua dor e agonia acaba comigo, mas cheguei até aqui e não posso recuar.

— A mulher... a mulher que te fez submisso era parecida comigo?

— Exatamente como você. – sua fala sai junto de um suspiro. — Com os mesmos olhos cristalinos, gentis e hipnotizantes como os seus. – ele junta o dedão e indicador da mão direita no canto de seus olhos.

— E quem foi essa mulher, Steve? – cruzo os braços junto aos seios.

— Alguém do meu passado.

— Steve... – ele tira a mão dos olhos e olha para mim.

— Natasha, eu... eu não sei se é hora de você... de você saber das coisas que eu...

— E quando é que é hora para isso, Steve? – avanço dois passos e soco seu peito. — Quando é que você está pronto para me falar as coisas que eu preciso saber?! Quando?!

— Eu não sei! – ele segura meus pulsos parar interromper meu ataque. — Não é tão fácil assim contar coisas... coisas que... que eu fiz! Coisas a que me submeti por nada!

— O que tem de tão obscuro assim para eu ir embora e te deixar? – ele observa lágrima por lágrima cair de meus olhos. — Não acredita no amor que sinto por você? Isso não é suficiente para confiar em mim e no meu apoio?

— Claro que é! – Steve franze o cenho para mim. — Eu sei que o que sente por mim é verdadeiro.

— Então...? – ergo os ombros. — Por que continua a esconder as coisas?

— Escondo apenas o meu passado. Você não precisa saber o que aconteceu comigo, Natasha!

— Claro que preciso! Ainda mais quando seu passado está tentando alcançar o seu presente. O nosso presente! – rebato. — Steve, não entende que o que vivenciamos agora será parte do nosso futuro e complemento do nosso passado?

— Eu sei.

— Não, você não sabe! – faço força para soltar meus pulsos de suas mãos. — E se sabe prefere fingir que não faz importância!

— Não diga isso. – Steve segura meu rosto. — Cada segundo que eu passo com você é mais do que importante para mim.

— Então eu preciso que me prove isso! – exijo com a voz embargada. — Eu quero acreditar que você está disposto a mudar e aceitar uma nova relação. Uma de verdade! Mas eu preciso saber que eu posso acreditar nisso.

— Já conversamos sobre isso, linda. É claro que você pode!

— Então agora é a hora de você me dar essa prova, Steve! – sinto que o deixei encurralado dessa vez. — Não precisa falar tudo sobre o seu passado, mas eu preciso saber de alguma coisa. Por favor!

— Certo. – Steve fecha os olhos e suspira sem soltar o meu rosto. — Pergunte.

— O fato de eu ser parecida com a sua ex-dominadora incomoda você?

Steve fica em silêncio por infinitos e incontáveis segundos. A tortura de sua mudez só piora a dor em meu peito. Começo a suar frio em pleno rigoroso inverno de fevereiro. Céus! Esse homem me vira de ponta cabeça sempre que pode!

— Não mais. – ele ergue a cabeça para mim.

— Como assim?

— Isso não me incomoda mais.

— E quando passou a mudar?

Steve suspira e se aproxima de novo. Eu tento recuar, mas ele alcança minha cintura e me segura gentilmente contra seu peito.

— Quando eu comecei a perceber que você era a única que conseguia me enxergar por trás da dominação. – Steve segura meu rosto e fita o fundo de meus olhos. — Você sempre enxergou quem eu era de verdade. E foi aí que você me desmoronou, Natasha.

— E quando foi isso exatamente?

Ele lambe os lábios e suspira contra meu rosto. Absorvo seu perfume e calor.

— Quando você pediu que eu olhasse para você lá na livraria. – sua resposta me deixa confusa.

— Mas... mas por quê? – enrugo a testa.

— Foi ali que percebi a sua pureza e honestidade. Ali que vi que você nasceu para mim! – Steve acaricia minhas bochechas e descansa a testa contra a minha. — Por favor, não se afaste de mim depois do que acabou de descobrir sobre meu passado. Eu não suportaria perdê-la novamente.

— Steve...

— Eu me envergonho das coisas que fiz, Nat. Já é muito mortificante lembrar de tudo que vivi, então não preciso que seja para você também. Eu já sinto nojo de mim! Não tenho que aguentar você sentindo também.

— Steve! – tampo sua boca com três dedos da minha mão direita. — Jamais repita isso! Eu nunca sentirei nojo de você. Eu amo você! Amo de verdade!

— Nat... – murmura contra os meus dedos.

— Shhhh! – retiro a mão de sua boca e beijo seus lábios. — Já chega! Já tive o suficiente por hoje. Está tudo bem. Okay? Está tudo bem. Eu estou aqui. Com você. É isso que importa. – seu rosto ainda é um misto de dor, apreensão e vergonha. — Está tudo bem! Eu sou sua. Estou aqui. Só me diga do que precisa. O que você quer?

— Esquecer. – Steve afaga meu rosto com o seu. — Eu só preciso esquecer, Natasha. Por favor, faça com que eu esqueça de tudo!

— Okay. – abraço seus ombros. — E como eu posso fazer isso?

Lentamente, Steve ergue o olhar até meu rosto e para no fundo de meus olhos. Sua língua lambe o meio de seus lábios atraindo minha atenção.

— De você. – ele junta a boca na minha.

Steve me empurra para trás até que minhas costas batam contra a parede. Suas mãos apertam minha cintura com mais força e, em poucos segundos, estou sentada em uma espécie de mesa. Sua boca desvia beijos quentes e desesperados para meu pescoço.

Em questão de milésimos de segundos, o fecho de meu vestido já desceu e eu estou nua da cintura para cima. Steve arrasta os lábios de um ombro para o outro antes de descer para o meu colo.

Steve repara minha pressa em despi-lo, portanto se afasta e joga o casaco pelos ombros antes de partir para a camisa. Eu o encaro nos olhos e puxo seu rosto contra mim reivindicando seus lábios mais uma vez. Sinto gosto de champagne e o seu gosto, o gosto que me faz perder a cabeça e desligar de todo o restante do mundo.

— Você é minha! – ele murmura ainda me beijando. — Não se preocupe com mais nada, Natasha. Eu quero só você!

— Eu sei. – afasto o rosto para que possa olhar em seus olhos. — Eu amo você, Steve!

Não lhe dou chance para dizer ou fazer alguma coisa. Apenas movo as mãos para seus ombros e desço por suas costas. Sinto-o tenso sob meu toque, mas não paro. Beijo seu peito para aliviá-lo da dor que sente e Steve começa a relaxar.

Suas mãos envolvem e apertam meus seios carinhosamente enquanto ele beija meu pescoço. Somos luta por toques e beijos, ninguém vencendo nem competindo, apenas participando da mesma jogada.

— Eu preciso fazer amor com você. – ele sussurra ao pé de meu ouvido.

— Então faça!

Steve me pega nos braços e nos deita sobre o carpete escuro do chão. A textura pinica a pele delicada de minhas costas, mas eu volto a me concentrar em nós. É só isso que importa. Somente isso!

Meu vestido termina de ser puxado até que saia por minhas pernas. Apenas a calcinha preta cobre meu corpo, mas logo Steve a tira também.

Nua e deitada no chão, observo o homem que amo ficar de pé e tirar sua calça e cueca junto dos sapatos.

Agora, a vida sem Steve não faz sentido para mim. Foge de minha mente qualquer pensamento que eu possa imaginar ter sem ele. Steve é o ar que eu respiro, o céu que flutua acima de minha cabeça e calor que me aquece em dias frios. Ele é meu refúgio, minha válvula de escape. Steve é a minha vida!

Been sitting, eyes wide open

Estou sentado, com os olhos bem abertos

Behind these four walls, hoping you'd call

Dentro destas quatro paredes, esperando que você ligue

It's just a cruel existence

É um jeito muito cruel de viver

Like there's no point hoping at all

Como se não houvesse sentido nenhum ter esperança

Baby, baby, I feel crazy

Amor, amor, eu me sinto como se estivesse louco

Up all night, all night and every day

Acordado a noite toda, a noite toda e todos os dias

Give me something, o

Peço que me dê alguma coisa

Oh, but you say nothing

Oh, mas você não diz nada

What is happening to me?

O que está acontecendo comigo?

— Nunca desconfie de mim, Natasha. – sua boca percorre por meu pescoço e meus braços se estendem acima de minha cabeça.

— Eu não desconfio. – eu me delicio com seus beijos em meus seios. — Eu apenas quero ve-verdades... ah!

Steve chupa um mamilo enrijecido, descendo a mão por minha barriga e alcançando minha abertura molhada e escorregadia. Seu dedo indicador entra em mim enquanto o polegar provoca meu clitóris.

— Oh, Deus!

I don't wanna live forever

Eu não quero viver para sempre

'Cause I know I'll be living in vain

Porque eu sei que estaria vivendo em vão

And I don't wanna fit wherever

E eu não quero me encaixar em nenhum outro lugar

I just wanna keep calling your name

Eu só quero continuar chamando o seu nome

Until you come back home

Até você voltar pra casa

I just wanna keep calling your name

Eu só quero continuar chamando o seu nome

Until you come back home

Até você voltar pra casa

I just wanna keep calling your name

Eu só quero continuar chamando o seu nome

Until you come back home

Até você voltar pra casa

Meu corpo corresponde aos estímulos de Steve: aos seus beijos, toques e falas. Só ele sabe como me fazer entrar em sua bolha e não deixar que nada a estoure. Nós a construímos e nós a matamos!

De olhos fechados e com a cabeça jogada para trás, eu arrasto as unhas pelos ombros de Steve enquanto o sinto salpicar minha barriga de beijos profundos e estalados.

Ele marca cada centímetro de pele como dele. Quando seus lábios chegam à minha virilha, eu gemo alta e roucamente.

— Shhhhh... – Steve crava os dentes contra a parte interna de minha coxa direita. — Quietinha, linda!

— Des-desculpe. – ele beija o local da mordida. — Steve... por favor... ah!

Sua língua desce de meu clitóris até a entrada invadindo meu núcleo e chupando meu sabor.

I'm sitting, eyes wide open

Estou sentada, com os olhos bem abertos

And I got one thing stuck in my mind

E eu estou com essa coisa na minha cabeça

Wondering if I dodged a bullet

Me perguntando se eu desviei de uma bala

Or just lost the love of my life, ooh

Ou se acabei de perder o amor da minha vida, ooh

Baby, baby, I feel crazy

Amor, amor, eu me sinto como se estivesse louca

Up all night, all night and every day

Acordado a noite toda, a noite toda e todos os dias

I gave you something

Eu te dei algo

But you gave me nothing

Mas você não me deu nada

What is happening to me?

O que está acontecendo comigo?

— Natasha, você me enlouquece! – Steve chupa meu clitóris com força e aperta ambas as minhas nádegas. — Minha garota!

— Steve... Steve, eu te amo! – aperto seus fios loiros nas mãos. — Por favor! Por favor!

Ele para de me beijar lá embaixo e sobe para meus seios antes de empurrar o membro para dentro de mim.

Cruzo os pés no alto de seus quadris e o puxo para cima de mim com mais força. É como se sentir seu peso me esmagando fosse a única razão de eu realmente saber que ele está aqui e que é meu.

— Estenda as mãos para mim, linda!

Steve entrelaça nossos dedos e posiciona nossas mãos unidas aos lados de minha cabeça quando acato ao seu pedido. Suas estocadas ficam mais rápidas e firmes, mas Steve não perde a doçura e carinho na forma que puxa e empurra os quadris contra os meus.

Ele me observa a cada respiração trêmula que escapa de meus lábios e a cada gota de suor que brota de nossos poros. Nossos corpos estão quentes e escorregadios e o carpete causa mais coceira em minhas costas.

— Agora! – Steve solta minhas mãos para que possa apertar meus quadris e estocar com mais firmeza. — Venha agora, linda! Goze!

I don't wanna live forever

Eu não quero viver para sempre

'Cause I know I'll be living in vain

Porque eu sei que estaria vivendo em vão

And I don't wanna fit (fit, babe) wherever (wherever)

E eu não quero me encaixar (encaixar, amor) em nenhum outro lugar (outro lugar)

I just wanna keep calling your name

Eu só quero continuar chamando o seu nome

Until you come back home

Até você voltar pra casa

I just wanna keep calling your name

Eu só quero continuar chamando o seu nome

Until you come back home

Até você voltar pra casa

I just wanna keep calling your name

Eu só quero continuar chamando o seu nome

Until you come back home

Até você voltar pra casa

I've been looking sad in all the nicest places

Eu fico triste mesmo nos melhores lugares

(Baby, baby, I feel crazy)

(Amor, amor, eu sinto como se estivesse louco)

I see you around in all these empty faces

Eu te vejo em todos os rostos vazios na multidão

(Up all night, all night and every day)

(Acordado a noite toda, a noite toda e todos os dias)

— Steve! Por favor! – cravo as unhas no início de suas costas.

Eu me desculpo pela invasão com o olhar, mas ele não para de se mexer. Pelo contrário! Aumenta a intensidade das estocadas e passa a segurar meus pulsos acima de minha cabeça com uma só mão enquanto desce a outra para meu clitóris.

I've been looking sad in all the nicest places

Eu fico triste mesmo nos melhores lugares

(Give me something, oh, but you say nothing)

(Peço que me dê alguma coisa, ah, mas você não diz nada)

Now I'm in a cab, I tell 'em where your place is

Agora eu estou no táxi, e eu digo onde fica a sua casa

(What is happening to me?)

(O que está acontecendo comigo?)

I don't wanna live forever

Eu não quero viver para sempre

'Cause I know I'll be living in vain

Porque eu sei que estaria vivendo em vão

And I don't wanna fit wherever

E eu não quero me encaixar em nenhum outro lugar

I just wanna keep calling your name

Eu só quero continuar chamando o seu nome

Until you come back home

Até você voltar pra casa

— Steve! – faço o máximo de força para soltar meus braços de sua mão, mas Steve ri e passa a chupar meu outro seio. — Steve! Eu preciso... preciso to-tocar em você...

Ele sobe o rosto e morde minha orelha antes de soltar meus pulsos.

— Tenha cuidado. Ouviu?

Murmuro um "Uhum" lento e posiciono as mãos em seus ombros. Minhas pernas se firmam com mais força contra seus quadris.

Steve ri e aperta minha cintura antes de elevar meu tronco junto com ele enquanto investe contra mim. Sua outra mão ainda belisca e mexe meu clitóris. Quando penso que não vou mais aguentar, explodo com um grito que reverbera por todo o ambiente.

Steve solta minha cintura e força a mão contra minha boca, lançando um olhar de reprovação para mim enquanto se esforça para obter seu próprio prazer.

I just wanna keep calling your name

Eu só quero continuar chamando o seu nome

Until you come back home

Até você voltar pra casa

I just wanna keep calling your name

Eu só quero continuar chamando o seu nome

Until you come back home

Até você voltar pra casa

I just wanna keep calling your name

Eu só quero continuar chamando o seu nome

Until you come back home

Até você voltar pra casa

I just wanna keep calling your name

Eu só quero continuar chamando o seu nome

Until you come back home

Até você voltar pra casa

— Oh, Deus! Natasha!

Ele suspira pesadamente enquanto descansa a testa suada contra meu peito. Eu acaricio e beijo seus cabelos úmidos, sentindo que estou mole e no paraíso. Steve é esse paraíso!

Mesmo que as peças do destino joguem contra nós, estamos obstinados a ficar juntos. Como Steve disse, eu nasci para ele. E, sem sombra de dúvidas, ele também nasceu para mim! Somos um só!

Não consigo mais ficar longe desse homem o qual me enfeitiçou desde o primeiro momento em que nos vimos. Não suportaria viver sem ele. Nem que eu vivesse para sempre, sem Steve, isso não teria sentido. Eu estaria vivendo em vão sem o grande e único amor da minha vida.

I just wanna keep calling your name

Eu só quero continuar chamando o seu nome

Until you come back home

Até você voltar pra casa

Until you come back home

Até você voltar pra casa

Notas finais
Obrigada por todos os 231 comentários, 121 acompanhamentos, 54 favoritos, 6 recomendações e 12591 visualizações. E obrigada também a todos que votaram na enquete do twitter. Vocês decidiram e ganharam: a fanfic vai ser de MCU :3 Bom, não sei se notaram, mas um amigo/leitor meu daqui deu a ideia de expressarmos nosso lado na política através dos perfis das redes sociais. Eu, assim como ele e outros amigos nossos, expressamos o que sentimos e o que acreditamos. Se quiserem se juntar a nós, ficaremos muito felizes e agradecidos :D Por favor, acompanhem, favoritem, recomendem e comentem! Beijocas e até a próxima!