Notas iniciais
Não demoramos tanto, olha que maravilha! Espero que gostem do capítulo que foi feito praticamente na base da pressão por certas leitoras (Mai). Enjoy it.

POV REGINA MILLS

Assim que saímos da sala de cinema fomos direto à praça de alimentação, tanto Emma quanto Henry reclamavam de suas barrigas estarem roncando.

– Certo, onde vão querer comer? – Perguntei assim ao local onde estavam milhares de restaurantes disponíveis com milhões de pessoas passando para lá e para cá carregando bandejas de lanches, comidas e sucos.

Confessava que estava um pouco desconfortável em meio àquela multidão de gente, Storybrooke era uma cidade pequena e pacata, as poucas vezes que sai para ir aos grandes centros urbanos foram por questões de horas e eu voltava em pouco tempo para a calma cidade, até porque uma prefeita não poderia passar tanto tempo longe da sua prefeitura.
Embora havíamos ido ao shopping juntos para comprar as coisas da festa, Henry encarava todo o lugar com um encanto e brilho nos olhos. Emma por sua vez olhava ao redor procurando alguma coisa que iria comer.

– Acho que vou querer um Burguer King. – Disse a loira por final, olhando para Henry em seguida, o menino sorriu.

– Ah, não Henry. Você vai comer comida. – Repreendi.

– Mas mãe...

– Regina, deixe o garoto comer besteira uma vez na vida. – Emma me olhou, parecia divertida com a conversa.

– Ele come besteira, mas agora ele tem que almoçar... comida. – Frisei.

– Por favor, mãe... – Choramingou, arqueei a sobrancelha como quem nega e ele se virou pra Emma. – Emma...

– Desculpe garoto, eu tentei. – Ela falou dando de ombros. – Mas ainda vou pegar meu lanche. – Falou rindo, repreendi-a com o olhar. – O que foi?!

– Você tem péssimos hábitos alimentares, Swan. É um péssimo exemplo.

– E eu acho que ser uma chata de galocha é um péssimo exemplo. – Ela falou sorrindo, Henry abafou o riso olhando para o lado.

– Você me chamou de que? – Falei cruzando os braços na altura do peito.

– Velhota. – Falou pausadamente, o sorriso de deboche nos lábios e o queixo erguido.

– Machorra. – Retruquei, mas ao invés dela se irritar, Swan apenas gargalhou.

– Vamos Henry, vou te comprar um hambúrguer, sua mãe querendo ou não. – E dito isso, segurou Henry pelos ombros e foi conduzindo-o até o outro lado da praça de alimentação em direção a hamburgueria. Pisquei os olhos algumas vezes, o quê Swan achava que estava fazendo desrespeitando minha autoridade de mãe?
Olhei pra frente e os avistei milhares de metros a distancia. Respirei fundo me preparando para encarar a multidão a minha frente, comecei a avançar, cinco pessoas pisaram no meu pé, embora eu pedisse licença ninguém parecia ouvir e foi necessário eu empurrar algumas pessoas esbarrando em outras para só então chegar até eles no fim daquela fila enorme de gente buscando por comida nada saudável.

– Isso tudo pra pegar um lanche? – Falei espantada, Swan me encarou. – O que aconteceu com os hábitos alimentares dessa população?!

– Você não sai muito de Storybrooke, não é mesmo, Mayor?! – Swan ria divertida.

– Vou até aquele outro estabelecimento pegar algum alimento saudável. – Falei ignorando sua provocação.

– Depois nos encontramos para acharmos uma mesa. – Ela falou voltando encarar a frente. Achar um lugar pra sentar? Olhei para o centro da praça onde estavam todas as cadeiras e mesas, pareciam todas ocupadas. Vamos passar horas até conseguirmos uma mesa.

Comecei a rodar o local procurando por algum restaurante decente pra pegar alguma coisa pra comer; filas enormes, pessoas mal humoradas, comida estragada nos buffets, tudo estava me dando náuseas. Quando enfim achei um lugar que parecia ser decente, vi uma larva andando em uma folha de alface. Deixei o prato no balcão e sai dali com o estomago revirado.

– Já pegou sua comida? – Henry perguntou assim que voltei pra fila do fast-food.

– Não, é tudo horrível, vou pegar um lanche aqui mesmo. – Falei ficando me metendo no meio de Henry e Swan, que deu um passo pra trás e esbarrou num homem.

– Que péssimo exemplo, Regina. – Disse Emma irônica balançando a cabeça como se reprovasse meu ato.

– Cale a boca, Swan. – Falei virando pra frente e encarando o letreiro com as opções de lanches, eram tantas coisas gordurosas que eu não conseguia escolher.

Depois que pegamos nossos lanches, ficamos rondando toda a praça procurando por uma mesa, quando achamos um casal desocupando uma ,bem ao centro, Henry foi praticamente correndo se sentar, porém alguém se sentou com ele ao mesmo tempo.

– Desculpe, vimos essa mesa primeiro. – Falei assim que me aproximei.

– Ah, a velhoca e a machorra. – Respondeu o mesmo jovem com quem discuti no cinema. – Vocês viram primeiro, eu sentei primeiro.

– Vamos garoto, saia dai. – Emma falou irritada.

– Você vai me obrigar? – O rapaz disse levantando-se e encarando Emma de frente.

– Se for preciso.

– Emma, esqueça, vamos achar outra mesa. Ele é só uma criança. – Disse segurando Emma pelo antebraço, como se a impedisse de partir pra cima do garoto, mesmo que ela não tenha se movido um centímetro.

– Escuta ela, machorra. – Ele disse debochado, mas havia se afastado uns centímetros, não estava mais seguro de si.

– Não vou tocar um dedo nele. – Emma respondeu, uma de suas mãos que segurava a bandeja com seu lanche, foi parar na barra da calça, ela levantou um pouco a camisa que usava mostrando o cano de um revolver.

– Emma. – Falei assustada, não sabia que ela andava pra lá e pra cá com essa arma, o garoto por sua vez encarava a arma com os olhos arregalados, olhou para os amigos e com um aceno de cabeça eles foram embora. – O que raios você está fazendo com esse revolver aqui?! – Perguntei assim que nos sentamos.

– Demais. – Henry observava os garotos se afastando e olhando para nossa mesa.

– Eu sempre ando com o revolver. – Emma disse calmamente mordendo um grande pedaço do lanche, arqueei a sobrancelha, ela engoliu o lanche com um gole enorme do refrigerante. – Fique tranquila, eu não ia usar no garoto, foi só pra assustar.

– Foi engraçado. – Henry comentou sorrindo e mordendo o lanche em seguida.

– Gostou do filme, garoto? – Emma perguntou para Henry que concordou com a cabeça, animado, estava de boca cheia. – Elsa me lembrou sua mãe, fria. – Falou rindo.

– E você lembra Olaf, sempre ingênua. – Retruquei irritada.

– Ingênua? Posso te provar o contrário. – Emma falou me encarando com um sorriso malicioso, quase engasguei com meu suco. Olhei em sua direção com os olhos semicerrados e depois para Henry, que comia o lanche olhando para os lados observando a multidão, distraído. Emma sorriu e deu de ombros. Maldita, maldita! Pare de sorrir desse jeito pra mim! – Vamos para o fliperama então?

– Eu queria ir ao banheiro antes. – Henry disse.

– No caminho do fliperama tem os sanitários, depois podemos pegar um sorvete, o que acha? – Emma perguntou olhando pra Henry, suas esmeraldas brilhavam quando se dirigiam ao filho. Regina, é seu filho. Foco.

– Eba! Vamos então? – Henry perguntou olhando para mim dessa vez, balancei a cabeça desviando dos olhos de Emma que haviam me flagrado observando-a. Confirmei com um aceno de cabeça e nos levantamos.

Fomos até aos sanitários, Henry foi ao masculino e eu e Emma ao feminino, apenas uma mulher aguardava na fila a nossa frente. Ficamos esperando em pé atrás dela e assim que uma cabine esvaziou ela entrou.
Estávamos sozinhas agora e eu podia sentir Emma me olhando logo atrás de mim, eu fazia uma força enorme para não virar e encara-la. Assim que outra cabine esvaziou e eu fui em direção a ela, Emma me puxou pelo braço e nos trancou naquele cubículo. – O que está faze...

Fale baixo, Mayor. – Ela sussurrou tampando minha boca. – Não vai querer que outras pessoas nos ouçam.

– Me solte, Swan! – Falei tentando me desvencilhar de sua mão que ainda segurava meu braço. – Que merda acha que está fazendo?!

– Te provando que não sou ingênua. – Ela disse antes de atacar meu pescoço com chupões.

– Em...

Shiu.

– Pare com isso... Henry está sozinho... – Ela agora mordia meus ombros enquanto tirava meu casaco e o pendurava no cabide que havia ao lado da descarga.

Tem uma fila enorme no banheiro masculino, e ele pode sobreviver alguns minutos. – Ela disse enquanto chupava o outro lado do meu pescoço. Soltou meu braço e segurou minha cintura me pressionando contra a parede da cabine, enquanto a outra mão subia um pouco a barra do meu vestido. – E não se faça, você quer isso tanto quanto eu.

– Quem te disse isso. – Falei com a voz fraca quando ela arranhou minha coxa subindo o vestido ate minha cintura.

Não quem, mas o que. – Sussurrou ao pé do meu ouvido e eu senti sua mão apalpando meu sexo por cima da calcinha que provavelmente estava encharcada. – Viu, tão pronta, tão molhada. – Puxou minha calcinha pro lado e passou um dedo no meu sexo. Senti os pelos da minha nuca arrepiarem no mesmo instante que um suspiro escapou-me da boca.

Diga que não quer agora. – Ela falou se afastando o rosto, mas pressionando seu corpo contra o meu, tirou o dedo do meu sexo e o chupou. Você não fez isso, Swan. Deliciosa. – Disse mordendo o lábio.

Segurei-a pela nuca e a beijei com fervor. Queria ela dentro de mim, não só queria como precisava. Peguei sua mão que agora segurava minha cintura e a levei até minha intimidade. – Agora você quer né, safada?

Cale a boca e me coma. – Falei irritada voltando a beija-la. Ela puxou minha calcinha para o lado e com a coxa afastou minhas pernas, massageou meu clitóris com os dois dedos fazendo movimentos circulares enquanto pressionava o nervo.

Geme no meu ouvido, safada. – Swan disse no seu tom mais cafajeste. Aproximei minha boca da sua orelha, gemendo baixinho e apertando sua bunda.

Pare de me chamar de safada, não sou sua puta. – Falei.

Mas geme igual uma. – Ela falou rindo me penetrando em seguida com três dedos. Gemi alto e apertei ainda mais sua bunda, Swan deu uma pequena risada. – Faça menos barulho.

– Mais... rápido... – Mordi e lambi o lóbulo da orelha de Swan enquanto sentia seus dedos indo mais rápidos e fundos dentro de mim. A outra mão que segurava minha cintura subiu até meus seios, passando um dedo no vão entre eles. Apertou meu mamilo esquerdo e depois o massageou. Ela começou a desacelerar as estocadas e eu mordi sua orelha com força. – Não ouse. – Falei encarando seus olhos que brilhavam divertidos.

Mas que apressada, Mayor. – Sussurrou no meu ouvido me arrepiando ainda mais. – Quer tudo no seu tempo. Mas, para sua alegria, vou atender esse pedido. – Ela voltou a estocar mais rápido e mais fundo, apalpando meu seio.

Swan... eu vou... – Falei com dificuldade. Joguei a cabeça pra trás quando veio, arrebatador e urgente. Assim que gozei em seus dedos, puxei sua nuca em minha direção selando nossos lábios. Não foi com fervor e nem urgente, foi um beijo calmo e terno. Emma se afastou olhando-me surpresa.

– O que foi...

Shiu. – Falei rindo e envolvendo seu pescoço com meus braços puxando-a pra perto. Encostei minha cabeça em seu ombro inalando seu perfume enquanto esperava minha respiração voltar ao normal. Sentia Emma tensa, me abraçava sem jeito e eu não pude deixar de achar isso fofo. – É melhor irmos.

– Ah, certo. – Ela disse insegura se afastando. Ajeitei meu vestido e coloquei meu casaco. – Me... Melhor deixar o cabelo pra frente... – Ela disse enquanto puxava algumas mechas cobrindo meu pescoço que provavelmente estava marcado por sua culpa.

Obrigada. – Falei sorrindo com o canto da boca, ela parecia totalmente surpresa e eu lembrei que ela tinha motivos pra isso. Normalmente eu a mandava embora das formas mais frias possíveis. Era a segunda vez em que isso não ocorria e da primeira ela havia ficado totalmente confusa.

A verdade era que nem eu sabia o que estava acontecendo, meu cérebro me mandava afasta-la o mais rápido possível. Ser grossa pelo resto da tarde e não olhar naquelas esmeraldas que me direcionavam um brilho e me deixavam totalmente perdidas naquela relva. Mas ao invés de me afastar, segurei em sua mão e abri uma fresta da cabine espiando pra ver se tinha alguém no lado de fora. Estava vazio, sai da cabine e fui lavar o rosto, pelo espelho pude ver Emma me olhando confusa abrindo a boca varias vezes tornando a fecha-la.
Olhei no espelho meu pescoço, ainda estava vermelho, mas eu sabia que amanhã aqueles chupões e mordidas ficariam roxos, ajeitei o cabelo escondendo as marcas.

– Você foi agressiva. Alguém podia ter ouvido. – Falei encarando-a pelo reflexo, seu rosto ruborizou e eu deixei escapar uma risada nasal.

– Se é que não ouviram. – Ela falou sem graça, mas rindo. – Ah, desculpe pelo pescoço.

– Não tem necessidade do pedido de desculpas. – Pisquei e ela voltou a me olhar surpresa, balançou o rosto e riu de canto. – Vamos, Henry já deve estar nos procurando.

Assim que saímos do banheiro encontramos Henry nos esperando num banco enquanto jogava no seu game-boy.

Eu disse que ele sobreviveria alguns minutos. ­– Emma sussurrou no meu ouvido. – Eai garoto, vamos?

– Muita fila no banheiro feminino? Vocês demoraram. – Ele perguntou distraído.

– Estava uma loucura lá dentro, garoto. – Disse Emma rindo e olhando na minha direção em seguida, sorrindo maliciosa de novo. Esse sorriso... – Vamos então?

Fomos até a barraca de sorvete, pegamos três sundaes e fomos ao fliperama. Henry se divertia nos jogos de matar zumbies, Emma gastou umas cinco fichas num jogo de corrida de carros enquanto eu estava sentada num banco observando aquelas duas crianças se divertindo.
Eu deveria admitir, Emma se dava muito bem com Henry e eles pareciam sempre se divertir quando saiam, fora os maus costumes e o péssimo habito alimentar, Emma teria dado uma boa mãe.

Ok Regina, menos.

Eram 20h quando voltávamos pra casa, havíamos parado num drive-thru e pego alguns lanches como janta, Emma e Henry cantavam juntos uma musica que passava na radio e eu apenas dava risada quando eles erravam a letra.

– Quer entrar? – Perguntei a Emma assim que ela estacionou a latinha.

– Por favor, Emma! Podemos ver um filme e tomar chocolate quente! – Henry disse animado no banco traseiro.

– Mais um filme? – Emma perguntou rindo, me olhou de volta incerta, balancei a cabeça incentivando-a a aceitar o convite, a loira abriu um sorriso que ia de orelha a orelha eu podia sentir meu coração derretendo. Regina, pelo amor de Deus, controle-se! – Está certo.

Assim que entramos em casa, Henry subiu correndo para o quarto buscar alguns filmes enquanto eu fui a cozinha preparar os comes e bebes com Swan nos meus calcanhares.

– Regina... eu...

– Desembuche. – Embora meu tom de voz parecesse ser frio, eu mantinha o sorriso nos lábios.

– Você está diferente. – Swan disse, deixei as três canecas em cima da pia e me virei confusa em sua direção. – Não está sendo fria, esta sorrindo...

– Ah, então eu não posso sorrir?

– Não, claro que pode! – Tratou de se corrigir. – Alias, deveria sorrir mais, tem um sorriso bonito.

– Isso é uma cantada, Swan? – Perguntei arqueando a sobrancelha e contendo o riso.

– Um elogio. – Respondeu sorrindo. – Na verdade estou estranhando não ter me enxotado.

– De novo essa conversa, Swan? – Perguntei voltando a me virar para as canecas. Não queria encarar Emma, não sabia nem o que responder quando nem eu mesma não compreendia do porque não havia afastado. – Se é isso que você quer, eu posso te expulsar agora mesmo.

– Não, não é isso.

– Então não sei por que dessa conversa. – Falei, Emma bufou e eu voltei a encara-la. – Olha, eu só não vejo mais móvitos pra esse pé de guerra entre a gente. Eu vejo a forma que olha pra Henry, com cuidado e... afeto. – Não, eu não ia dizer amor. – Henry não se afastou mais de mim, então acho que seria tudo bem se nós...

– Fossemos amigas? – Emma perguntou incrédula.

– Eu ia dizer “se nós nos déssemos bem”. – Tinha certeza que nem eu nem Swan conseguiríamos sermos amigas. Emma suspirou parecendo aliviada. – Mas quase isso.

– Quase isso? – Perguntou maliciosa sorrindo de lado. Meu Deus, essa mulher não para.

– Dividimos um filho, sou sua chefe. Temos que ao menos nos darmos bem. – Falei voltando para as canecas, colocando-as no micro-ondas, retirando-as minutos depois e colocando marshmallows em cima de cada uma. – Quer canela também?

– Sim, por favor. – Emma respondeu.

Voltamos para a sala e Henry já colocava o filme no aparelho de DVD, nos sentamos com Henry no meio segurando a pipoca. Já passava das duas horas da manhã quando Henry caiu no sono, Emma carregou-o no colo colocando-o para dormir.

– Bom, acho que vou pra casa então. – Ela falou assim que fechei a porta do quarto. Confirmei com a cabeça, uma parte de mim queria mandar Emma embora o mais rápido possível, mas outra parte não queria que ela partisse.

– Emma...

– Oi.

– Está tarde. – Falei encarando-a. Regina, o que está fazendo. – Durma aqui.

– O que? – Emma perguntou confusa. Não é como se eu tivesse a convidado, as palavras simplesmente saíram da minha boca antes que eu pudesse pensar no que estava dizendo.

– Pode ser perigoso sair essa hora, fique aqui. – Perigoso? Sério Regina? Em Storybrooke?! Alias, Emma é a xerife. Que desculpa ridícula.

Ah... Tudo bem. – Emma disse por final, me olhando intrigada.

– Vou arrumar o quarto de hospedes. – Falei. – Volto num instante.

Dei meia volta e fui em direção a um dos quartos em desuso da mansão. Eu não conseguia parar de me perguntar por que a ideia de Swan ir embora me parecia tão absurda ao ponto de eu pedir para que ela dormisse na minha casa. O que está acontecendo?! Entrei no quarto e logo arrumei a cama que a xerife ocuparia, seria uma noite e tanto.

Notas finais
E então? Quais são suas apostas para o decorrer desta noite? Deixe aqui seu review com opinião e estamos aceitando sugestão também, viu galerinha! Mande sua ideia pra gente. Até o próximo capítulo, pessoal. Um beijo e três fatias de queijo suiço, Abraço. (#SaiDoArmarioRegininha)