Notas iniciais
Mais um domingo com capitulo postado! Oremos! Esperamos que gostem do capitulo tanto quanto nós gostamos... PS: leiam as notas finais.

POV EMMA SWAN

Estava na rua e estava começando a chover. Só tinha uma certeza, deveria entrar naquele prédio e subir até o quinto andar, onde encontraria uma porta. Não fazia ideia do porque tinha que fazer exatamente isso, do porque havia de entrar naquela porta, mas eu sabia que deveria fazer isso, porque era o certo. Assim que avistei o prédio, fui correndo em sua direção. Não havia placa alguma indicando o que era aquele lugar ou o seu nome, assim como não havia ninguém na recepção. Começou a trovoar e decidi não usar os elevadores, subi as escadas correndo e só parei quando cheguei no quinto andar. Avistei a única porta sem ser a do elevador ou da escada. Abri a porta.

Era um quarto totalmente escuro, eu não conseguia enxergar um palmo na minha frente. Tateei a parede em procura de um interruptor, mas tudo que eu encontrei foi um par de seios. Um par de seios?

– Vá com calma, Miss Swan. – Falou a dona dos seios, sua voz soou como um sussurro provocativo. Senti um calafrio e meus pelos ficarem arrepiados, mas era sempre assim quando ela falava comigo. – Assim não vai ter graça.

– Graça em que, Regina? – Perguntei, minha voz saiu mais nervosa do que eu pretendia. Ela deu uma risada debochada.

– Acho que tem que tirar a mão dai, Miss Swan. – Falou ela. Tirei minhas mãos que havia esquecido sobre seus seios e senti minhas bochechas ficarem rubras. Dei um passo para trás tentando ter uma distancia normal de Regina.

Ela percebeu meu movimento e veio mais para minha direção. Espaço pessoal era definitivamente uma coisa que ela não conhecia, e se conhecia desrespeitava completamente. Nossos corpos estavam separados por um espaço mínimo. – Eu não consigo enxergar nada. – Falei um pouco tímida com sua aproximação.

Como fosse magica, assim que disse as luzes se acenderam e vi que estávamos em um quarto de motel. Motel? Raios, onde eu estou?! – Gostou do local, Ms. Swan?

– O que estamos fazendo aqui? – Perguntei. Eu sequer sabia que existia um motel em Storybrooke.

– Viemos aqui para ver coisas da prefeitura! – Falou irônica. – O que se faz em um quarto de Motel, Miss Swan?

– Eu... eu não sei... – Falei me arrependendo no momento em que as palavras praticamente pularam da minha boca. Que historia é essa de não sei?! Como assim não sabe, Swan?

Regina parecia tão surpresa quanto eu, pois disse: — Nunca esteve em um quarto de motel?

– Não! Quer dizer... sim, eu sei pra que serve, e sim eu já estive em um... – Me sentia estupida cada vez que abria a boca pra falar mais alguma besteira. Definitivamente era melhor eu nunca mais abrir a minha boca.

Regina riu debochadamente. Se aproximou mais acabando com a mínima distancia de nossos corpos, pegou uma mecha do meu cabelo e colocou atrás de minha orelha e ficou me olhando por mais alguns segundos que mais pareciam horas. – Regina... – Eu sussurrei sem pensar. A prefeita quebrou totalmente a mínima distancia de nossos rostos fazendo nossos lábios se colarem.

O que começou carinhosamente se transformou em algo urgente e cheio de desejo. Regina passou a mão pela minha cintura aprofundando mais nosso beijo. Coloquei uma mão sobre sua nuca enquanto a outra deslizava sobre suas costas. Empurrei Regina contra a parede, mas parecia que quem queria tomar controle da situação era ela, pois mudou de posição me deixando prensada. Quebrou nosso beijo e começou a percorrer meu corpo com os olhos, mordendo o lábio inferior. Senti minha excitação aumentar com a cena, como ela conseguia ser tão linda e sexy ao mesmo tempo? Ela tirou minha camisa de seda que nem sabia que estava vestindo e começou a beijar meu seio e parou apenas quando chegou no cos de minha calça. Olhou para mim e eu a encarei nos olhos, que estavam com um brilho estranho, quase anormal. Apoiei minha cabeça na parede enquanto ela tirava minha calça. Subiu novamente me encarando e mordeu meus lábios fortemente, mal tive tempo de pensar na dor pois senti dois dedos me penetrando sem qualquer pedido de permissão.

– Emma? – Perguntou.

– Hmmm... – Murmurei, não conseguia dizer nada, aquele prazer estava me consumindo e eu não me atrevia a abrir a boca ou os olhos.

– Emma? – A voz se tornou mais forte e mais alta.

– Hmmm. – Murmurei novamente. Não era hora para ela começar a fazer perguntas.

– Emma?! Acorde! Você tem que buscar Henry e Regina! – Falou a voz, mas não era mais Regina, era Mary Margaret. Mary Margaret?!

Abri meus olhos e sentiu os raios de sol invadindo meu quarto quando Mary Margaret abriu as cortinas. – Vamos Emma, você vai se atrasar. Não desafie Regina assim, já vai ser bastante difícil convence-la a entrar no seu carro. Chegar atrasada não vai ajudar em nada.

Sentei-me na cama e comecei a organizar as coisas na minha cabeça. Ontem combinei com Henry que iriamos comprar as coisas hoje com Regina, depois jantei e bebi com Mary Margaret. Fui dormir e do nada estava em um quarto de motel com Regina. Ok, essa ultima parte foi um sonho... Ah, um sonho. Agora faz sentido.

– Já falou com Graham? – Perguntou Mary.

– Por que raios eu falaria com Graham? – Perguntei confusa.

– Emma, você me disse que ele ficaria na estação hoje para que você pudesse ir ao shopping com Regina e Henry...

– Ah sim, verdade. – Falei me lembrando. – Ontem antes de ir dormir eu mandei mensagem perguntando e ele disse que ficaria sim.

– Então tá.

– Emma? – Me chamou Mary Margaret pela milésima vez naquela manhã.

– Sim?

– Vai ficar ai ou vai se arrumar? Já deixei seu café para levar no caminho até a mansão. Não se atrase. – Falou descendo as escadas.

Ok, não tinha tempo algum para pensar em por que havia sonhado com Regina dessa forma, está bem que outro dia pensei estar me apaixonando por Regina, mas não podia ser. E mesmo que fosse isso não explicaria o fato desse sonho. Explicaria? Não, Emma! Obvio que não! Você não está apaixonada por Regina e esse sonho foi como qualquer sonho sem sentido.

Me levantei e olhei no relógio, não daria tempo de tomar um banho, fui me vesti e desci as escadas correndo, peguei o café que Mary Margaret havia preparado para mim, agradeci e me despedi. Peguei meu pequeno carro e fui em direção a mansão Mills sem a mínima ideia de como encarar a Regina depois daquele sonho.

POV REGINA MILLS

MÃE! – Henry gritou do térreo e eu já sabia do que se tratava, por isso tratei de pegar as coisas o mais rápido possível e colocar os saltos. – EMMA ACABOU DE CHEGAR!

JÁ SEI! ESTOU DESCENDO! – Gritei de volta e peguei a chave do carro e a bolsa.

Desci as escadas o mais rápido possível. Queria que tudo acabasse o mais rápido possível, ainda não conseguia acreditar que Henry conseguira me dobrar e convencer em deixar que Swan fosse conosco fazer as compras para a festa de aniversário dele. Tenho que aprender a começar a ser mais rígida com ele quando o assunto for Emma Swan.

– Vai logo mãe, temos que ir rápido. Emma está esperando lá no carro.

– Tudo bem Henry, já es... – Parei e fiquei olhando o garoto ansioso na minha frente. Ele disse que ela estava esperando... No carro? Como assim “no carro” se as chaves estão comigo?

– Não vamos no seu carro, Prefeita. – Emma entrou na minha casa e parou atrás de Henry, segurando os ombros do meu filho. E adivinhem o que ela estava usando? Se você pensou/disse a sua jaqueta de couro repugnante, acertou em cheio.

– Você só pode estar brincando comigo, não é? – Comecei a rir, mas ela continuou séria e me perfurou com seus olhos, como se estivesse sendo ofendida.

– Estou falando sério.

– Se não vamos no meu, que carro vamos?

– Vamos no da Emma, mãe. – Henry disse sorrindo e olhando para Emma.

– Nem pensar! Não entro naquele carro de jeito nenhum!

– Ah, vai entrar sim Madam Mayor. Caso contrário te arrasto pelos cabelos até lá.

– Não se atreva! E não vamos na sua lata velha...

– Ela não é uma lata velha. – Emma me interrompeu e revirou os olhos.

– ... Vamos no meu carro, caso contrário não vamos sair daqui. Tranco todos nós! – Ordenei e vi Emma bufar e cruzar os braços, irritada.

– Mãe, por favor! A cidade é aqui perto, vamos no carro da Emma. – Henry se aproximou de mim e me olhou com seus olhinhos pidões.

– Henry, não comece...

– Só hoje mãe, vai, por favor. É legal andar no carro de Emma.

Fiquei olhando Henry e me derreti. Nunca consigo brigar com meu filho e lhe dizer não, tenho que começar a ser mais rígida com ele. Olhei para Emma e vi a loira abrir um sorriso no canto da boca, um sorriso vitorioso e debochado. Argh, que ódio de ver aquele maldito sorriso na sua boca. Respirei fundo e fechei os olhos, contando até cinco e os abrindo de novo. Henry continuava me olhando profundamente e sorrindo. Coloquei as chaves do carro em cima da mesa e ajeitei a bolsa nos ombros.

– Só... Hoje... Henry. – Não acredito que essas palavras saíram de minha boca. A loira e o garoto comemoram e se abraçaram, rindo logo em seguida. – Da próxima vez, se houver uma próxima vez, iremos no meu carro e se falarem que vamos na lata velha da Swan eu queimo aquela lataria!

Saí e fechei a porta. Henry entrou no carro e se ajeitou no banco traseiro e Emma se sentou no lado do motorista, abrindo a porta do carona para mim. Parei em frente a porta e fiquei olhando o interior do carro. Eu ia ter que ficar meia hora dentro desse negócio...

– O que esta esperando Regina? – Emma ficou me olhando confusa e eu fiz cara de nojo para provoca-la.

– Eu estou com medo de entrar nessa lataria do século passado e pegar tétano.

– Meu carro é bem cuidado Regina e você sabe disso! Não tem nada demais nele! Agora entra logo e para de drama.

Emma ligou o carro e eu entrei. Me ajeitei no banco e coloquei o cinto. O caminho inteiro da viagem fora quieto, nenhum de nós abriu a boca uma vez sequer. Henry ficou lendo seu livro no banco traseiro a viagem inteira; Emma estava completamente concentrada na estrada, mas de vez em quando eu via que ela me olhava pelo canto do olho e quando nossos olhares se cruzavam, eu desviava rapidamente, voltando a olhar para a janela.

Não demorou para que chegássemos no shopping e Henry saísse do carro correndo. Peguei minha bolsa e fui atrás do garoto, que olhava o local enorme encantado.

– Mãe, porque não construímos um shopping assim em Storybrooke? – Henry perguntou assim que entramos no local e seus olhos brilharam com a quantidade de lojas.

– Porque não temos verba suficiente e Storybrooke é uma cidade muito pequena. O movimento no shopping seria muito pouco.

Ele pareceu desanimar um pouco, mas logo voltou ao seu estado de euforia assim que entrou correndo em uma livraria. Estou vendo o trabalho que Emma e eu teremos de controlar esse garoto durante nossas compras.

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– Não Regina, isso é muito infantil para o garoto! – Emma protestou pegando os chapeuzinhos e os convites de dentro do carrinho e devolvendo a prateleira. – Ele vai fazer doze anos, não cinco.

– Mas mesmo assim ainda é uma criança! – Rebati tentando pegar tudo de volta, mas Emma segurou a outra ponta dos objetos. – Será que você quer fazer o favor de largar?!

– Não Regina! Larga você!

Começamos uma disputa ao estilo “cabo de guerra”, Emma puxando os objetos de um lado e eu puxando de outro. As pessoas olhavam assustadas e sem entender nem um pouco o que duas mulheres adultas faziam, brigando por convites e chapeuzinhos de festa.

– Chega dessa infantilidade. – Disse e larguei as coisas. Emma abriu seu sorriso vitorioso e eu cerrei meus punhos ao ver que ela pensara que havia vencido. – E não adianta sorrir desse jeito Miss Swan, você ainda não venceu! Vamos deixar Henry escolher o que ele quer, pois a festa é dele e nada mais justo do que ele escolher.

– Você tem razão. – Ela concordou e colocou as coisas de volta na prateleira. – Henry!

Olhamos para trás e ele não estava lá. Emma e eu nos encaramos, assustadas e nervosas com a situação. Voltamos a chama-lo e continuamos sem receber nenhuma resposta. Meu nervosismo aumentou mais ainda. Largamos o carrinho de compras e saímos correndo por toda a loja, gritando por Henry e tentando, de alguma maneira, o encontrar no meio de tanta gente e em um local tão grande. Paramos ofegantes em frente à entrada da loja e passamos o olho por todas as pessoas, tentando encontrar meu filho no meio de toda aquela multidão.

– Mas que droga! – Praguejei e bufei irritada. – Eu sabia que era uma má ideia vir para esse lugar e, acima de tudo, fazer essa festa idiota. Agora eu perdi meu filho e não consigo mais acha-lo! E se alguém o sequestrou? E se já levaram ele embora e estão torturando-o? E se...

Um bolo se formou em minha garganta e eu senti meus olhos ficarem marejados. Não, eu não podia deixar que algo de ruim acontecesse com Henry. Ele era meu filho, meu bebê. Eu cuidei dele desde que ele tinha apenas dias de vida, não conseguiria viver se algo de ruim acontecesse com ele.

REGINA! REGINA! SE ACALMA! – Senti Emma me sacudindo pelos ombros e me chamando, despertando-me do meu desespero.

ME ACALMAR?! COMO EU POSSO ME ACALMAR SE EU PERDI MEU FILHO SWAN! – Empurrei-a e solucei, secando as lagrimas.

– Pelo amor de Deus Regina! Henry não é mais uma criança! Ele sabe se virar um pouco sozinho. No mínimo deve ter saído para conhecer mais o local.

– Sozinho? Ele não pode sair sozinho!

– Ele sabe se virar Regina. – Emma me respondeu calma.

Ela estava completamente calma, nem um pouco nervosa ou alterada por termos o perdido. Sinceramente, não sei como Emma consegue ser/ficar tão calma em momentos como estes. Ela nem sequer estava preocupada se algo grave teria acontecido com meu filho! Esse seu lado cabeça leve, sem preocupações nenhuma, é o que mais me irrita nela, mais do que sua jaqueta de couro ou sua lata velha cor amarela.

– Como você consegue ficar tão calma?! Henry está por aí, sabe-se lá se ele está sozinho ou alguém lhe pegou! E você está aí como se nada tivesse acontecido, como se tudo estivesse bem e ele não corresse riscos!

– Mas está tudo bem e nada de ruim aconteceu! Para com essa maldita mania de levar tudo para o lado negativo. – Emma se aproximou de mim e pousou as mãos sobre meus ombros, apertando-os de leve. Seus olhos me encaravam com tanta intensidade que senti minha espinha dorsal arrepiar. Tranquei minha respiração para poder parar de sentir seu perfume inebriante e voltei ao meu estado normal.

– Olha, você está com seu celular aí, não está? – Ela me perguntou e eu afirmei. – Ótimo. Vamos fazer o seguinte: Você vai para um lado e eu para o outro, a primeira que encontrar o garoto liga avisando e a gente se encontrar no lugar que estivermos. Tudo bem assim? – Assenti novamente e ela sorriu, largando meus ombros e colocando os braços ao lado do corpo. – Beleza! Então vamos!

Emma virou as costas e saiu correndo para o lado norte do shopping. Fiquei observando a mulher sumir em meio à multidão, com seus cabelos loiros brilhantes balançando de um lado para o outro, suas curvas eram completamente perfeitas e sua bunda... Minha nossa Regina! Que pensamento impróprio é esse?! Me virei para o lado oposto e saí de lá também.

POV EMMA SWAN

Regina estava completamente fora de si por causa de Henry. Confesso que também fiquei nervosa quando vi que o garoto havia sumido, mas me acalmei e saí atrás dele. Andei praticamente por todas as lojas do shopping e nada de encontra-lo. Parei na entrada da praça de alimentação e fiquei olhando para ver se achava algum rapaz parecido com ele.

Foi então que meus olhos foram direto para um garotinho de cabelos castanhos, mochila nas costas e uma grande quantidade de sacolas penduradas nos braços, olhando o cardápio de uma sorveteria. Senti meu coração acelerar e minha respiração se tornar ofegante.

– Henry! – Chamei mais o garoto nem sequer virou o rosto. Senti minhas esperanças se esvaziarem. Talvez ele não tenha escutado pelo barulho que tinha no local. Enchi meu pulmão de ar e respirei fundo. – HENRY!

Foi então que ele se virou e sorriu ao me ver parada ali. Corri até ele e lhe abracei fortemente.

– Garoto, porque você sumiu desse jeito? Deixou sua mãe de cabelo em pé! – Disse e ele riu.

– Só quis dar uma volta.

– Devia ter nos esperado ou avisado. Você não sabe o quanto é ruim aguentar sua mãe dando chilique por causa de você. – Rimos mais uma vez. – O que veio fazer aqui?

– Não sei. Emma será que o sorvete deles ou milk-shake é melhor do que os da Granny’s?

– Duvido que seja! Nenhum é melhor do que o da Granny’s. Porém, se você quiser, podemos provar e ver se chega a ser bom também. – O garoto sorriu e assentiu, indo para a fila do caixa fazer seu pedido. – Enquanto isso vou ligar para a sua mãe e avisar que estamos aqui.

Peguei o celular e avisei Regina onde estávamos. Henry pegou seu sorvete e sentamos em uma das mesas que haviam ali. A morena chegou correndo, balançando as sacolas no braço e agarrou Henry, abraçando-o fortemente. Ela pegou o rosto do garoto em suas mãos e encarou-o no fundo dos olhos.

– Você está bem? Alguém te machucou? Porque sumiu? Alguém te pegou e você conseguiu fugir? – Regina virava a cabeça do rapaz de um lado para o outro, verificando se havia algum hematoma.

– Mãe, mãe! Eu estou bem! Nada aconteceu comigo!

A mulher largou e ficou olhando o filho rir, atormentada por ter ficado tão assustada assim. Recompôs-se e ajeitou a postura, olhando para Henry e voltando seu olhar para mim, encarando-me friamente.

– Ótimo. Então vamos embora. – Ela se virou e nós nos levantamos, indo atrás dela.

Caminhamos até onde meu carro estava estacionado e não pude deixar de notar sua bunda balançando de um lado para o outro, totalmente definida pela saia justa que iam até seus joelhos. Mordi o lábio inferior lembrando-me do sonho. Afastei meus pensamentos indecentes. Regina colocou suas compras nos bancos traseiros e se sentou na frente, ajeitando-se no banco, colocando o cinto e virando-se para a janela. E, do mesmo jeito que viemos para cá, voltamos para Storybrooke: Todos os três em silêncio, sem falar absolutamente nada, apenas com meus pensamentos refletindo sobre certo sonho que tive mais cedo.

Notas finais
E então? O que acharam? Não deixem de comentar... Eu pensei em fazer surpresa e deixar que descubram para o próximo capítulo mas resolvi avisar... proximo cap - finalmente - elas vão se agarrar! OREMOS! Então... será que encontro vocês para o proximo capitulo? Hahahah