Haru Haru

25 Dia 10/ Memórias e pensamentos.


Notas iniciais
Oi pimpolhos. Tia Liih passando pra deixar mais um cap pra vocês antes de partir.
Leiam devagar!
Beijos!

Sem esperar mais penetrei-a de uma vez, arrancando gritos dos dois.

--------------------------------------

POV GD

Permaneci parado por um tempo, me acostumando com o aperto em torno do meu membro. Logo comecei á me movimentar lentamente, torturando-a um pouco mais. Ela me pareceu gostar do carinho que eu usei, então fui aumentando o ritmo gradativamente, deixando ambos inundados num mar de tesão.Os gemidos eram um pouco altos, porém cada vez que ela aumentava o volume, meus lábios cobriam os dela, lembrando-a que não estamos sozinhos na casa. Deitei em cima dela, acomodando-me melhor, me apoiando com os braços para que não depositasse todo o meu peso nela. O ritmo agora estava mais rápido, a cama estava balançando junto com nós, e eu não via nem sombra das almofadas que enfeitam a cama. Enquanto estocava vigorosamente, procurei uma pequena distração, e abocanhei seu seio esquerdo, enquanto acariciava seu clítoris. Os gemidos dela foram cortados por um grito, que avisava estar próxima ao ápice. Estoquei mais algumas vezes, diminuindo o ritmo, o que pareceu deixá-la excitada e irritada. Não demorou muito e meu corpo sentiu espasmos violentos, e logo nossos orgasmos se misturaram, escorrendo tanto pelo meu membro, quanto pela sua entrada. Estavamos ofegantes, e suados.

-Quer tomar banho? — Perguntei, esperando um sim como resposta.

-Claro. — Peguei-a no colo, e fomos até o banheiro, dessa vez optamos pela banheira, quem sabe poderiamos dormir ali mesmo. A água estava gelada, o que deixou meu corpo feliz. Ajudei-a a se sentar, sem colocar o pé machucado dentro d'água. Ficamos nos encarando por um tempo, e depois desviamos o olhar. Do nada começamos a dar risada.

-A quanto tempo não temos um momento como esse? — Perguntei vasculhando minha memória.

-Hum, acho que esse é o primeiro em nossas vidas. — Ela sorriu pensativa.

-É tão bom ver você assim, sorrindo. — Ela ficou constrangida. Sua bochechas tomaram um tom de vermelho que a deixou mais perfeita do que já era. — Tá com vergonha?

-Uhum. — Ela desviou o olhar, se ajeitando na banheira, deixando a água até um pouco abaixo da clavícula.

-Você não acha que já temos intimidade suficiente pra você não ficar com vergonha. Não acha?

-Pode até ser, mas... Eu ainda tenho vergonha. — Ela fechou os olhos.

-Tá bom, mas um dia você não terá isso. Nuunca maais. — Passei a mão pela água, fazendo um barulho gostoso de se ouvir. Ficamos um tempo em silêncio, apenas ouvindo a água. CL permanecia com os olhos fechados, então me perguntei se ela havia dormido. Será? Isso é bem a cara dela. Dorme em qualquer lugar. Me aproximei dela e passei o dedo anelas por sua bochecha. Normalmente ela abriria os olhos assustada, mas nem se moveu. Ela realmente dormiu. — Aish~! — Saí da banheira, e peguei minha toalha. Me sequei e envolvi-a em meu quadril. Com muito cuidado, tirei o corpo adormecido da banheira, sentei num banquinho que eu nem sabia que existia nesse banheiro, e comecei a secá-la. Depois disso, levei-a até o quarto e coloquei a calcinha, que eu havia pego há um tempo atrás, e a camisola branca. Troquei os lençóis que estavam cheirando a sexo, e ajeitei as almofadas e travesseiro que haviam se espalhado pelo quarto. Coloquei-a deitada na cama, envolvida pelas cobertas e rodeada de travesseiros. Sua expressão era serena, e sua respiração era calma. Por umtempo, fiquei observando-a, cheio de dúvidas.

As vezes me pergunto, como nós podemos nos odiar tanto. É fato que nunca nos demos muito bem, desde que nos conhecemos quando pequenos, mas agora que somos maduros, continuamos parecendo crianças. Soltei uma risada, lembrando das nossas primeiras provocações quando pequenos.

FLAHSHBACK ON

Todos fomos brincar no parque. As meninas levaram as cestas com os lanches do piquinique e nós, os meninos, levamos as bebidas e a toalha para forrar o chão. Fomos brincar de bicicleta, menos o Seungri, por quê eu tinha quebrado a bicicleta dele por causa da minha aveia. HAHA, bem feito pra ele. As meninas arrumaram tudo e ficaram brincando de casinha, com as bonecas. Eu e TOP nos afastamos e demos a volta no lago, que não ficava tão longe, ainda dava pra ver todo mundo. Quando voltamos a Bom estava chorando a Minzy tava nervosa tentando acalmar ela e a Dara, não sabia o que fazer.
-Por quê está chorando? — TOP perguntou chegando perto dela.
-A-aque-ele menino grandão m-me ba-a-ateu! — Ela se desesperou mais. A Bom é a mais frágil de todo o grupo.
-E ele saiu arrastanto a Chae pelo braço. — Arregalei os olhos, montei na bicicleta e pedalei agoniado a procura deles. Encontri-o em uma cinaleira, e a loira que estava junto com ele, esperneava enquanto se debatia.
-EI! LARGA ELA! — Gritei e larguei a bicicleta. Ele não me escutou, então cheguei atrás dele e chutei a parte de trás do seu joelho, fazendo com que sua perna dobrasse e ele caísse, largando o braço de Chaerin, que saiu correndo comigo até a bicicleta. Montamos nela e saímos praticamente voando, e quando chegamos até onde o pessoal estava, caímos. Eu ralei o joelho e ela cortou o braço, nada muito grande. A Bom ainda chorava desesperada, então fomos lavar nossos machucados no lago.
-Obrigada por me salvar daquele monstro. — Ela agradeceu jogando água no corte.
-De nada. Eu faria por qualquer um. — Eu disse, enquanto também lavava meu joelho.
-Dúvido que você fizesse isso pelo Seungri. — Ela riu. Ri junto.
-É, realmente pelo Seungri eu acho que não.
-Que malvado! O Seungri também é indefeso. — Ela se surpreendeu.
-Problema dele. — Respondi dando de ombros.
-Seu mal. — Ela levantou, eu achei que ela ia embora, mas ela me jogou no lago. Minha sorte é que eu sabia nadar, então consegui sair rápido. Mas a garota que me jogou, saiu correndo e rindo.
-VOCÊ VAI VER SÓ! — Corri atrás dela.

FLASHBACK OFF

Aquele dia foi engraçado. Eu roubei o bolo de chocolate dela, e comi, como vingança. Ela chorou um pouquinho, mas depois me deu um tapa. Eu só não revidei por quê minha omma disse que não se bate em mulher. É tão bom lembrar de quando eu era um muleque. Resolvi colocar uma roupa, então coloquei aquela calça e uma outra cueca. Me espreguicei e abri a janela, para deixar entrar um vento no quarto. A chuva só havia caído aquela hora, apenas para dificultar a busca. O céu estava limpo, sem estrelas e nuvens, apenas a lua. Deitei-me ao lado de Chaerin, e me cobri com o lençol. Sem perceber minha ação, envolvi os braços em volta da cintura dela, recebendo também seus braços em volta de mim. Não demorou muito e eu também peguei no sono.

Notas finais
Comentem!