Notas iniciais
N.A: Olá, Pessoal! Gostaram do capítulo anterior? Aqui está a continuação do quarto capítulo. Espero que gostem.

– Harry! Harry! Corre! Hermione... A amiga de vocês!

Os quatro não esperaram mais. Saíram na direção em que o loirinho corria e, se depararam assustados na cena que viam.

Malfoy prendia Hermione em um canto do vagão, apontando ameaçadoramente a varinha para a menina.

Harry, Rony, Ginny estacaram. Malfoy sentiu a presensa de pessoas ali e se virou com brusquidão.

–Ah! Vieram assistir o espetáculo? Eu acabando com mais um sangue sujo? -Eles não servem para nada mesmo! -Ele tinha um sorriso irônico em seu rosto pálido.

Hermione estava com medo. Não só dela própria ser atingida por um feitiço imperdoável, mas pelos amigos também. O que à acalmava, era saber que eles estavam equipados com suas varinhas e podiam se defender livremente.

–Ela é uma imunda da qual os amigos vieram salvar. -Malfoy debochou.

Harry ia fazer um movimento para socá-lo, mas Rony foi mais rápido. O loiro não teve tempo de continuar o discurso ofensivo, por conta dos punhos de Rony. Os dois agora brigavam seriamente. Eles se agrediam sem saber onde estavam acertando. Rony acabava com o rosto pálido de Draco. A cada soco, ele pontuava sua raiva mais profunda:

–Nunca... Mais... Diga... Isso... Sobre... Mione!

Malfoy percebendo que não teria saída, fez menção de apanhar a varinha para lançar um feitiço em Rony. Mas o garoto foi mais rápido e deu um soco final no loiro que, caiu sem forças.

–Não sabe nem fazer uma luta limpa, Malfoy! -Exclamou ele, se levantando.

Draco Malfoy se levantou com o olho roxo e o nariz sangrando. Passou como um furacão por entre as pessoas. Antes de sumir corredor a fora bradou:

–Vão me pagar! Todos vocês!

–-Vamos voltar para o nosso vagão? -Propôs Luna.

Todos saíram rapidamente dali. Ao se acomodarem nos bancos, Harry quebrou o silêncio:

–O que aconteceu para o Malfoy te prender daquela forma, Hermione?

–Bem, ele... ele... Ameaçou matar os meus pais. -Ela conseguiu concluir, olhando para o chão.

–E o que foi que você disse? -Perguntou Luna, desviando a atenção do Pasquim.

–Não deu tempo de eu dizer nada, pois ele me prendeu na parede. -Respondeu a menina.

–EU MATO AQUELE LOIRO AGUADO! -Exclamou Rony, batendo os pulsos na lateral do banco.

– Calma, Maninho. -Disse Ginny, olhando fixamente para o irmão. -A surra que você deu nele já rendeu a tarde, não é, Harry? O menino assentiu e olhou para os sapos de chocolates, esquecidos no banco vazio.

Começou a distribuir para os amigos.

Eles comeram tranquilamente, sem novos problemas no decorrer da viagem. O dia foi se mostrando noite e as primeiras estrelas se anunciavam no céu.

–Bem, meninos. -Era Hermione, que fechava um grosso livro que pegara duas horas antes. — Acho que já está na hora de colocarmos as vestes. -Ela se levantou e foi seguida por Ginny e Luna. Assim que elas saíram, os meninos trataram de se trocar também.

Cinco minutos depois, todos já estavam juntos com as suas respectivas vestes.

O trem foi diminuindo a velocidade, e eles foram apanhando seus pertences. Os alunos foram descendo afobados, quase correndo. Harry, Rony, Hermione, Ginny, Luna e Neville foram os últimos a sair. Foram, como todos os anos, cumprimentados por Hagrid, que não conseguia esconder a alegria de vê-los. Os seis procuraram uma carruagem para ficar. Sentaram-se na primeira que viram e se acomodaram, em rumo a querida escola de Magia e Bruxaria de Hogwartes.

Notas finais
N.A: Gente, término do quarto capítulo! Agora será a nova fase dos nossos personagens. Hogwartes. O que será que os espera? Aguardem os próximos capítulos!