Harry Potter e Caroline Ridlle Princesa das trevas
31 Um dia horrível na biblioteca
Notas iniciais
P.O.V Caroline
Acordei com uma risadinha escárnia de alguém, abri os olhos e vi que era nem mais nem menos que a Pansy assustei-me um pouco com isso, quando aquela gárgula idiota se ri assim tenho sempre um mau pressentimento. Como era o fim de semana antes de todos voltarmos a casa para férias de Natal, não precisei de vestir o habitual uniforme então pus (e não, não sou galinha) uma calças justas uma blusa com um padrão em estrelas tipo uma galáxia que no fundo dizia: Como assim você não sabe a diferença entre Star Wars e Star Trek? calçei umas botas que combinavam muito bem com os meu famoso colar.
Quando ia a sair do dormitório uma mão apertou-me o braço era mais uma vez Pansy ela tinha na cara um olhar arrependido estranhei, ela começou:
–Olha, tenho muita pena de ter feito o que fiz e espero que algum dia me possas perdoar e que possamos ser amigas.
Ainda que muito desconfiada respondi:
–Desculpa também pelo que te fiz.
–E pelo que te vou fazer- diz ela num murmúrio.
Entrão saí pois para mim era-me impossível ser amiga de um ser assim tão invejoso, arrogante e falso. E admito que temo o que ela me vai fazer porque estou a um fio de ser expulsa de Hogwarts.
Andei em direção à biblioteca para requisitar um livro ou dois para ler nas férias e para procurar mais informação sobre a prova do torneio.
Quando vi um livro interessante, peguei nele arrastei-me para um canto menos visível puxei uma cadeira e sentei-me.
Comecei a ler era um livro muito empoeirado e grande, o que não representava para mim problema pois ler era uma das minhas atividades preferidas. Quando o pousei nem sabia se tinham passados minutos ou horas mas vi que tinha passado muito tempo devido aos tons escuros que o horizonte ganhara. Levantei-me estiquei-me e senti que estava a ser observada e um calafrio percorria a minha espinha olhei para todos os lados e parecia que ninguém sem ser a bibliotecária muito concentrada no ser livro se encontrava ali, depois senti uma respiração lenta contra as minhas costas e pescoço depois uma mão forte puxou-me bruscamente contra uma estante de livros.
Queria gritar mas não conseguia outra mão tapava-me a boca. Vi quem era, mas não o reconheci de lado algum era um Slytherin sim, mais velho que eu tinha olhos azuis e cabelo castanho, depois reparei nos seus amigos, também não os reconheci de lado nenhum. Então senti que o aperto no meu braço e a mão que me tapava a boca tinham desaparecido, o desconhecido tinha posto as mãos encostadas à estante meio que à minha volta impedindo-me de sair a correr. Encosto-me mais à parede e ele dá um sorriso escarninho e assustador e tira-me a varinha da mão.
Depois diz:
–Sabes a Parkinson é que me mandou aqui para te bater mas já que és bonitinha acho que uns beijos resolvem a situação.
–Porquê? Nem sequer és do meu ano, larga-me: falo a tremer mas de cabeça levantada.
–Olha então a gatinha tem garras. É simples não se vê uma gostosa desarmada todos os dias.
Aí sinto ainda mais nojo e repulsa dele.
O rapaz mesmo com os meus esforços para sair dali começa beijar o meu pescoço e a mexer na minha blusa.
–Isto chegou ao cúmulo- grito mexendo na estante que começa a tremer e balançar depois dando um último pontapé no móvel desvio-me enquanto este cai encima do horroroso rapaz e dos seus amigos.
Depois de se conseguir libertar o estranho começa a perseguir-me e eu a correr pois a minha varinha ainda está com ele. Quando ele quase me apanha aparecem, não sei de onde Fred e George Weasley que mesmo não sabendo da história toda apontam as varinhas ao rapaz e amigos que fogem sem antes o líder do grupo fazer com os lábios "Ainda te vou apanhar boneca".
Explico-lhes a situação e pergunto:
–Será que podem ir comigo até à sala comunal? Tenho medo.
E sem mais nem menos saímos a correr antes que Miss Pince acorda-se do seu sono.
–Durante as férias vocês têm que me ajudar a planear uma vingança contra a Pansy e aquele rapaz nojento. Ah e o que acontece na biblioteca fica na biblioteca.
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