Harry Potter e Caroline Ridlle Princesa das trevas
32 No comboio
Notas iniciais
P.O.V CAROLINE
Hoje é a última manhã que vou passar em Hogwarts antes do Natal, esta manhã serve para todos os estudantes se prepararem para ir para casa ou seja despedirem-se dos amigos e para alguns mais atrasados como eu, fazer as malas.
Espreguicei-me com preguiça e vi através da janela a neve que caía tornando tudo branco e melancólico lá fora.
Vesti uma roupa bem confortável já que não era obrigatório usar úniforme, peguei num dos malões que tinha, não iria levar toda a roupa que possuia, selecionei peças práticas mas bonitas e dois vestidos mais elegantes mas não em demasia para o Natal e para o Ano Novo.
Saí da Sala comunal dos Slytherin e caminhei para o Salão princípal para tomar o pequeno — almoço, não posso negar que me sinto um pouco nervosa em ir para a casa dos Weasley, especialmente porque o Harry também vai e a Hermione também. Ele tem-me ignorado, ela não engraça muito comigo e a Ginny não parece gostar de mim. Aceno para a mesa dos Gryffindor para as minhas amigas e sento-me entre Draco e Lucy.
Tal como me recomendam não como muito porque costumo enjoar nos modos de transporte Muggle. Assim que Lucy repara como estou a tremer com a colher de cereais na mão diz:
–Não te preocupes, talvez estas férias sejam uma opurtunidade de provares á Hermione e á Ginny que és uma boa pessoa- ri nervosamente quando estou atrapalhada rio.
Nas próximas horas não faço nada até que todos os alunos de cada ano é chamado para ir nas carruagens até ao comboio.
Antes de entrar na cabine onde me sentaria com as minhas amigas sinto um beliscão no braço seguido de outro ainda mais forte, olho para cima são aqueles horríveis Slytherins da biblioteca.
–Beliscões a sério. Quantos anos têm?Cinco- faço cara de superior.
Um deles empurra-me até eu bater com a cabeça e dá-me um soco na barriga.
–Que tipo de Slytherin és tu se nem te consegues defender de outro Slytherin.
Com isso continuam a bater-me um estalo aqui, pontapé ali e uma bofetada. Tento defender-me mas um deles lança um feitiço imobilizador sobre mim.
Depois ouvem-se passos e eles fojem não se esquecendo de desfazer o encantamento. Era a Hermione ela olhou para mim e disse:
–O qué que se passou, estás toda ensanguentada, isso é bárbaro.
–Eu explico quando chegár-mos á toca.
–Acho melhor vires comigo.
Eu acenei e contei ás meninas que me esperavam que ia com ela e que me estava a sentir mal mas para não se preocuparem. Quando elas iam perguntar sobre o sangue fecho a porta e saio.
Caminho com a Hermione até á sua cabine lá estávam o Harry e o Ron, ambos ficaram a olhar para mim o Ron com um ar perplexo e o Harry com cara preocupada, claro que me perguntáram infindas questões que me recusei a responder.
A Hermione examinou-me e disse não partiste nada nem tens nada de grave...
Antes dela acabar de falar o Harry disse:
–Como não tem nada? Está coberta em sangue. Já agora como é que isso aconteceu?
Eu ri um bocadinho com a sua preocupação mas depois fiquei séria por causa da segunda pergunta. Sentei-me, peguei num lenço e limpei o sangue que escorriapelonmeu nariz e pela minha boca. Disse que queria dormir um pouco depois do que aconteceu, Hermione sentou-se ao meu lado. Adormeci pelo que pareceram minutos sendo na verdade horas depois sinto cafuné e dedos a percorrerem o meu cabelo, depois um suave toque de um lenço que limpava o líquido vermelho que insistia em correr pelo canto dos meus lábios. Olhei para o lado e fiquei muito vermelha. O Harry estava agora onde antes estava Hermione deixei-o sem o avisar que estava acordada.
– Ei Line- era a voz nojenta de um dos rapazes de antes- estamos quase a chegar.
Um deles agarrou o meu braço e apontou a varinha a mim. Até que is outros se ergueram para os explulsar. O rapaz largou depois senti um braço á volta da minha cintura, não é preciso dizer quem era. Olhei para a janela lá fora estava claro e estavamos a entrar em King's Cross.
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