Notas iniciais
Meninas ai tantas avaliações tão pouco tempo aqui está do fundo do coração.

P.O.V Caroline

Uma semana já se tinha passado desde aqule episódio com Dumbledore, e sim nas férias irei para a casa da Sra. Weasley, mas isso não interessa agora estou demasiado preocupada com o segundo desafio e o ovo já encontrei um bom livro sobre dragões e ovos mas ainda não sei como abri-lo.

Passei a pente fino o livro e aprendi que alguns ovos de dragões só ecludem dentro de água e como já tentei abrir o ovo á surperficie talvez um bom banho de espuma fosse a resposta.

Peguei na pista e dirigi-me a uma das casas de banho, no caminho vi nem mais nem menos que Cho Chang e ela estava a falar com o Harry. Mexia muito com o cabelo enrolando-o com o dedo e ria. Acho que se estava a fazer de burra.

–Harry já sabes da segunda prova- perguntou ela num tom agudo e depois riu ainda mais- é sabes donde vêm os ovos, eu não.

Mordi a lingua para não responder torto e revirei os olhos, mas depois de mais uma gargalhadinha não me controlei.

–Precisas de o que os muggles chamam umas lições de ciências, ovos quer seja de Dragão quer seja de galinha vêm do mesmo sitio, estou até surpreendida que não ponhas um.

Ambos se subresaltaram e ela olhou-me torto.

–Ahh entendi tudinho és mais do estilo vaca dás leite.

Ela virou-se para o Harry e disse:

–Deve ser TPM. Não ligues fofo.

Rime da mesma maneira idiota dela e continuei o meu caminho mesmo com muita raiva. Senti o Harry vir no meu encalço, acelarei o passo no momento seguinte senti duas mãos fortes na minha cintura e depois estava num armário de vassouras com ele. Porquê que sempre que o encontro acabamos num armário?

–Larga-me.

–Não, não gostas de estar comigo, não gostas que eu esteja com outras raparigas. O que se passa contigo.

–Só fiquei um pouco zangada, porque bem tu reparás-te perfeitamente que ela estava a ser falsa e …

–Quao miserável tenho de ser para que estejas feliz.

–Nem um pouco.

Respirei fundo puxei-m para fora daquela prisão bafienta e quando ele estava prestes a ir embora peguei-lhe no pulso. Pus as minha mãos no seu pescoço, ele as suas nas minhas costas e á luz explendorosa que vinha do mais lindo dos vitrais e beijei-o com toda a força que tinha senti-o extremecer e no momento certo quebrei o beijo.

Todos os quadros do Hall aplaudiram, alguns até pediram para arranjar-mos um quarto, ambos cora-mos.

–Só para que saibas que ninguém te pode tocar-disse um bocadinho embaraçada.

Notas finais
Que tal? XOXO