Notas iniciais
Estou de volta, estava muito indecisa quanto a continuar a História mas aqui está.

P.O.V Caroline

Eu via a Pansy a contorcer-se a gritar, mas era como se estivesse a ser controlada por alguém. Sentia uma fúria incontrolável desde alguns tempos que me sentia assim estava sempre tão zangada por razão nenhuma.

Peguei no colar e gritei outra vez:

–Crucio

Depois ouvi um burburinho e Dumbledore e os outros professores apareceram aparentemente mais alunos se estavam agora á minha volta e algum deles tinha ido chamar o diretor. Depois disso alguma coisa estranha se passou com a minha varinha, senti uma força exercida nesta e com mais um jato de luz fui disparada para trás batendo de costas na parede.

–Menina Riddle acompanhe-me- disse Dumbledore, o que surpreendeu foi que ele não parecia zangado mas sim surpreedido.

Segui-o a minha cabeça ainda andava á roda mas pelo menos o colar já estava na minha posse. Quando entrei no gabinete cheio de bugigangas e objetos estranhos começeu a sentir um nó na barriga o que eu tinha feito era mesmo sério.

–Diz-me Caroline o que te levou a fazer isto?

–Bem, sinceramente não sei lembro-me que a Pansy estava a dizer coisas não muito simpáticas sobre mim e tirou-me uma coisa muito importante, mas mesmo assim sei que é razão para usar a maldição Cruciatos.

–Muito bem e como aprendeste esse feitiço?

–Lembro-me apenas que foi o primeiro que me ensinaram em casa.

–Isto é uma coisa muito séria, tens consiência que o ministério vai ter que saber disso? Mais alguma coisa que me queiras contar?

–Sim Dumbledore a minha varinha está esquisita o senhor viu o que aconteceu depois de eu enfeitiçar a Pansy.

–Vou perguntar-te uma coisa muito séria, está de alguma maneira o teu pai envolvido nisto?

–Sim foi um plano, eu vir para Hogwarts mas eu não sei de mais nada juro.

–Bem criança, quero propor uma coisa como esta é a última semana de aulas até ao Natal, queria pedir á Senhora Weasley se poderia lá passar as férias sei que Harry poder vai lá estar e acho que vosses se conhecem.

–Mas professor…

–Seria melhor manter-te afastada daqui e do teu pai por um tempo, sabes que as tuas subítas fúrias não são normais há algo ou alguém a brincar com a tua mente. Agora tenho muito que resolver com o ministério e se concordares, com a família Weasley.

–Concordo não de livre vontade, mas porque sei que é melhor. Acha que me vou acolher porque querem? Não caro Dumbledore. Não. Você acha que eles que têm como quase um filho Harry Potter vão gostar de ter na sua casa aquela que usou a maldição cruciatos, acha que é bom ter esse nome, eu sou vista como um monstro.

Virei costas que se lixe o Ministério, que se lixe a Pansy que se lixe tudo. Porquê que el estraga sempre tudo, Voldemort.

Desci a escadas para voltar á biblioteca até que ouvi o meu nome (que novidade por aquela altura já toda a gente falava de mim).

–Harry, eu sei que gostas dela e tudo mais, mas não te esqueças de quem ela é.

Comecei a chorar era a Hermione que lhe dizia isto enquanto Harry e Ron ouviam, passei pelo meio deles a correr meio que empurrando os três.

–Caroline espera… não é o que parece.

–Não venhas atrás de mim e antes de tudo não te esqueças de quem sou.

Notas finais
Comentem e dêem-me a vossa opinião.