Harry Potter E O Mistério Do Tempo

2 Capítulo 2 - O Ataque no Trem


Notas iniciais
Este capítulo é absolutamente original. Não há referências ou base em qualquer obra da J.K. Rowling (livros) e em nenhum filme da saga Harry Potter. Qualquer semelhança é mera coincidência.

Harry mirava a janela do trem. Hermione lia um livro. E Rony... Comia feijõezinhos de todos os sabores e sapos de chocolate!

De repente, quando Harry viu três Comensais da Morte passando ao lado do trem.

– Rápido! Peguem suas varinhas!

E todos obedeceram. Os três Comensais passaram em frente à cabine de Harry e não o viram. Harry aproveitou a oportunidade e saiu da cabine para lutar contra os Comensais com toda certeza de que não sairia ileso daquela luta.

– Estupefaça! – Gritou Harry. O feitiço de Harry atingiu em cheio um dos Comensais que caiu para o lado de fora do trem, quebrando uma janela.

Os Comensais estavam todos encapuzados e com máscaras, então não dava para saber quem eram aqueles enviados de Lorde Voldemort.

– Avada Kedavra! – Lançou um dos comensais. O flash de luz verde passou raspando por Harry e atingiu um aluno que estava atrás dele. Harry pensou em olhar para trás, quando outro flash de luz verde passou novamente muito próximo dele. E desta vez, nãoo havia acertado mais ninguém.

– O que querem aqui? Quem são vocês? – Perguntou Harry.

E então, o comensal que havia lançado a maldição da morte, retirou a máscara. Era o Dolohov. Harry assim como os outros, ficou boquiaberto e muito surpreso. Então, Harry apertou ainda mais a varinha na mão, com pulso firme. Ele estava disposto a matar se fosse necessário.

– O que quer aqui, Dolohov? Matar pessoas inocentes? Por que acho que este é o seu forte.

– Ao contrário do que você pensa, Sr. Potter, estou aqui para capturar você! Impedimenta!

– Expelliarmus!

E nem o feitiço de Dolohov acertara Harry, nem o feitiço de Harry acertara Dolohov.

– Tudo bem... Irei me reder!

– Largue a varinha, Potter!

E então, Harry largou a varinha. Começou a andar com as mãos para cima em direção à Dolohov para se entregar.

– Sabe, Dolohov... Você é o Comensal mais estranho que eu já vi!

– É mesmo?! Que ótimo. Agora cala essa boca e vem seu menino de merda!

E Hermione, em um surto de raiva de Harry e Dolohov, explodiu a porta da cabine trancada com feitiço por Harry, sacou a varinha e apontou para Dolohov.

– Confringo! – O feitiço atingiu o peito de Dolohov em cheio e o fez cair no chão derrubando o outro Comensal encapuzado. O Barulho parecia o de uma forte explosão. Dolohov estava se levantando. – Confringo! – E novamente um lampejo de luz alaranjado saiu da varinha de Hermione e atingiu em cheio Dolohov novamente.

Harry estava voltando em direção à Hermione se rastejando. Ele alcançou sua varinha e a apanhou novamente.

O outro comensal retirou a máscara e era Lucio Malfoy. Harry desta vez não ficou tão surpreso.

Rony saiu da cabine, quando Hermione iria estuporar Lucio.

– Não! Esse, é meu!

– Ora, ora! O Fuinha do Weasley. Até hoje tenho nojo de você e sua família.

– Isso não me interessa... Estupefaça! – Ron, porém lançou o feitiço sem sucesso.

– Avada Keda... – Lucio foi interrompido por Hermione.

– Alarte Ascendare! – Uma bola de luz branca brilhante jorrou da ponta da varinha de Hermione e “entrou” em Lucio. Lucio Malfoy foi erguido no ar, e piscou como uma forte lâmpada e depois foi lançado com muita força no chão, batendo como uma explosão.

Lucio ficou desacordado por um longo período de tempo.

Dolohov estava se levantando. O trio já estava com as varinhas em mãos apontando para ele. E quando ele ficou de pé, Harry se colocou a frente.

– Bom sonhos... Petrificus Totalus! – E o Comensal caiu no chão petrificado.

Os três, Harry, Rony e Hermione junto com mais uma multidão de alunos de Hogwarts que estavam naquele vagão, foram com muito pesar ver quem era o aluno ou a aluna que havia sido morto pelo Dolohov. O rosto estava coberto com longos cabelos negros; Eles viram pela veste, que além de ser uma menina era da casa Corvinal. E quando o rosto foi revelado, uma onda de choque e pânico tomara conta dos alunos: Era a aluna Cho Chang.

– Ó meu Deus, Harry... Isto é...

– Incrível! – Gritou Rony. Todos olharam para ele.

– Incrível, Ron? – Perguntou Hermione incrédula.

– Sim! Como que o Harry desvia de um feitiço desses e atinge outra pessoa! É Incrível.

– Você realmente, Ronald Weasley... Não tem coração! Você tem um coração de pedra

– Devemos avisar o maquinista!

E de repente um outro comensal entra. Este também tira a máscara e se revela ser Bellatrix.

– Você...! – Disse Harry.

– Eu! – Ela riu. – Eu matei Scrimgeour! Eu e o Greyback.

– Petrificus Totalus! – E Bellatrix caiu petrificada.

O Céu ficou escuro de repente. Tudo começou a ficar frio e as janelas congelavam. Dolohov levantou e voou embora. Depois, Bellatrix. Lucio não teve tempo; Ao se levantar, dois dementadores entraram pela janela quebrada, e começaram a sugar as poucas alegrias que restavam à Lucio Malfoy.

Todos correram para suas cabines e se trancaram.

– Harry... Não podemos deixá-lo. – Lamentava Hermione.

– Você ficou maluca?! Vamos deixar ele lá até morrer. Ver se assim, ele aprende à ser uma pessoa melhor!

– Vamos deixá-lo lá Hermione.

E então, todos observaram Lucio morrendo aos poucos...

Quando os dementadores foram embora, Harry, Rony e Hermione foram conferir se Lucio estava realmente morto. E de repente, Lucio segura o pé de Rony que faz com que Harry e Hermione pulem para trás de susto.

– Seus moleques... Irei matá-los um a um...!

E Rony foi jogado para trás em direção à Harry e Hermione. Rony sacou a varinha e apontou para Lucio.

– Avada Kedavra! – E o flash de luz verde que saiu da varinha de Rony, atingiu Lucio na cabeça, matando-o.

***

Depois de mais uma hora e meia, os alunos chegam em Hogwarts.

Alguns funcionários retiram o corpo de Lucio Malfoy e o arruma, mandando para a casa dos Malfoy. O corpo de Cho Chang também é retirado do trem. É criado um túmulo nas cores azul e bronze (cores da Corvinal [Ravenclaw]) E ela é enfeitada com flores na cor violeta. Ela é enterrada nos terrenos da escola.

Todos estão chocados com o acontecimento. Harry, Rony e Hermione decidem ir visitar Hagrid; Os alunos batem na porta. Então, Hagrid os atende, e eles entram.

– O que os trazem aqui à esta hora? Já está a noite. Deviam estar indo direto para o dormitório.

– É que... Nós queríamos te pedir ajuda.

– Ajuda? Ajuda para que?

– Bem... É que nós precisaremos ir até a sala do diretor. Que no caso agora é Severo Snape.

– E para que vocês tem que ir lá xeretar?

– Bom... Você não irá acreditar em nós, se nós contarmos. Será igual ao primeiro ano. Quando contamos que Snape queria roubar a pedra filosofal.

– E vocês estavam enganados. Quem queria era o Professor Quirrel.

– Bom... Sim, mas...

– Mas nada! Já pra cama. Os três!

– Não iremos Hagrid. Primeiro diga se irá nos ajudar ou não!

– Então me respondam... Para que ir xeretar o gabinete do Snape?

– Snape é um Comensal da Morte. Seguidor de você-sabe-quem. E então, só precisamos pegar algumas provas bem concretas para provar para todos que Snape é um comensal.

– Ora... Quanta bobagem!

– Tudo bem então! Com ou sem a sua ajuda, nós iremos ao gabinete. Tenha uma boa noite, Rúbeo Hagrid! – Disse Hermione e saiu, batendo os pés.

– É isso aí! – Disse Rony, e saiu atrás de Hermione.

– Bom... Tenha uma boa noite. – E saiu sorrido.

***

Amanhece em Hogwarts. Os três já estão de pé para irem à sua primeira aula do 2º Semestre, após às férias de inverno.

– Então, já sabem o combinado.

– Certo! – Disse Hermione e Rony juntos.

– Vamos!

E os três seguiram em caminho à ala do gabinete do diretor. Severo Snape saiu sozinho e muito apressado. Harry deu um sinal e Hermione entrou na frente de Snape fingindo que tropeçou e derrubou os livros dela.

– Olhe para onde anda, mocinha! – Disse Snape.

– Desculpe professor... Er... Quer dizer... Diretor!

– Menos cinquenta pontos para Grifinória!

Rony então apontou a varinha para Snape.

– Império!

Então, Snape foi atingido com sucesso pela maldição Imperius. Eles pegaram a senha da estátua em forma de coruja.

– Ah, Diretor... É menos cinquenta pontos para Sonserina.

– Alvo Percival Wulfrico Brian Dumbledore. – Sussurrou Harry para a estátua que logo começou a girar revelando a escada.

– Quem diria que a senha seria o nome do Dumbledore.

– Pois é...

Os três entraram no gabinete de Snape e começaram a vasculhar. Eles infelizmente não encontraram nada.

– O que vocês estão fazendo aqui, no meu gabinete?

– Diretor...?

– Império!

E saindo, Rony trombou com Snape, fazendo que ele cortasse a manga da veste. E então Rony viu no braço esquerdo de Snape, a famosa marca que os Comensais possuíam em seus braços; A marca que estava no Profeta Diário; A marca de Lorde Voldemort; A famosa Marca Negra.

– Ei, Harry, Hermione... Veja isto!

– O que foi Ron? – Perguntou Hermione assustada.

E Rony apontou a marca no braço de Snape.



Notas finais
Está gostando? Então não percam os próximos capítulos INÉDITOS. Harry Potter E O Mistério Do Tempo você só lê aqui, na Nyah!