Happily Ever After

3 Their attitude disgusts me, but I'm delighted with you


Notas iniciais
Olha queridos, lindo final de semana não é? Esta bom, ignorem isso aqui, queremos agradecer aos lindos reviews, não sabem como estamos contentes com a fic, mesmo todo mundo tendo vontade de chorar e de bater no Léon, no capitulo passado o fizemos um pouco mais bonzinho se pode se dizer assim, mas aqui ele esta mal de novo... Esperamos que gostem queridos...

De repente Violetta esta novamente disposta a ir ao baile. Caminhou toda boba até seu guarda- roupas velho e judiado pelo tempo e escolheu a dedo seu vestido. Quase insanamente estava interessada em agradar Leon. Se sentira importante na vida dele por alguns minutos e aquela sensação era a melhor. Escolheu um vestido azul, não tão aberto quanto o outro, mais ainda sim magnifico.

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Era um dos poucos que tinha que lhe agradava. Desceu as escadas rapidamente pois, com certeza já estavam atrasados.

Chegou a sala e encontrou Leon olhando para baixo pensativo. Quando Violetta lhe tocou os ombros, ele voltou a realidade estendendo o braço de forma elegante como nunca havia feito.

Chegaram ao baile e cumprimentaram os noivos, os mesmo fizeram a formalidade com Leon e correram para abraçar Violetta, falando de vários assuntos e deixando Leon de fora. Estando "excluído" da conversa, Leon foi beber e comer alguma coisa.

Passaram-se horas e Leon já se encontrava meio fora de si, o mesmo viu Violetta conversando com Fran e as duas estavam virando para trás instintivamente e sorrindo. Curioso, Leon seguiu com o olhar o ponto em que se encontrava o motivo de tanta animação das duas.

Parou abruptamente e ferveu de raiva e indignação. Havia um cara, não muito longe dele que mantinha o olhar fixo em Violetta , SUA mulher.

Sem pensar duas vezes, foi de encontro com Violetta e , sem mais nem menos e a deixando confusa, a levou para fora a força.

– Depois nós dois iremos ter uma conversa séria, agora entra no carro.- Disse ríspido e frio. Sem questionar e parcialmente com medo de sua reação, fez o que ele a pedira, ou melhor a mandara.

Leon, por sua vez, entrou novamente no local do baile, onde todos o olhavam surpresos, mas nem se importou , não estava em seu estado perfeito.

Seguiu direto para o rapaz que a alguns minutos atrás, tirava sua honra pelos olhos e lhe desferiu um soco no abdômen.

–Você acha que pode tirar minha dignidade na minha frente?

Não dando chances para o rapaz responder, o espancou por um bom tempo, irado.

Quando acabou todos estavam pasmos, agora sim que Leon acabara com sua reputação.

Voltou para o carro pisando firme. Adentrou o mesmo assustando Violetta que estava olhando para o lado de fora do carro.

– É a ultima vez que você me desrespeita assim, na frente de todos e, principalmente na minha frente, esta me entendendo?- Gritou segurando a cabeça de Violetta com força, puxando seus cabelos e depois batendo-a no vidro do carro abrindo um corte que sangrava, Violetta desmaiou na hora.

Dirigiu o carro com raiva, pisou fundo no acelerador rumando para casa o mais rápido que podia, porem constatara um movimento na rodovia o que o deixou ainda mais irritado, olhou para o lado e viu Violetta ali de olhos fechados e com sangue no rosto, bateu no volante com força tentando manter a calma, assim que chegou em casa desligou o carro e ficou olhando para o horizonte pensando no que tinha feito na festa, não queria ter se irritado com ela, mas da forma que a mesma estava agindo já justificava o acontecimento.

Saiu de dentro do carro e abriu a porta onde Violetta se encontrava, a pegou no colo sem dificuldade, ela era bem mais leve do que ele poderia imaginar, abriu a porta a pontapés e entrou na sala ainda com ela no colo, antes de subir as escadas foi interrompido por sua mãe que estava sentada no sofá da sala lendo um livro.

– Vejo que esta carregando a cachorra- Resmungou olhando para a garota ainda nos braços de Léon com desgosto- Não deveria tê-la levado naquele baile Léon, ela não serve para você.

Léon assentiu e subiu as escadas sem dificuldade, abriu a porta do quarto e deitou Violetta na cama, se pegou a admirando deitada ali totalmente machucada, não poderia fazer nada, ela havia ansiado por ele fazer aquilo que fez, agora ela teria que sofrer as consequências. Totalmente cansado bocejou e tirou seu palitó e em seguida sua camisa, retirou as calças e vestiu um simples pijama, olhou novamente para Violetta antes de se deitar, teria que fazer aquilo, não deixaria ela dormir assim.

Começou retirando seu vestido com dificuldade, novamente ficou encantado com ela em seus braços, depois de retirar o vestido sabia que deveria retirar o espartilho, porem não fez, era o que queria mas não o fez, apenas a cobriu com o lençol e se virou para o outro lado pegando no sono esquecendo dela ao seu lado como fazia em todas as noites.

Na manhã seguinte Violetta acordou com uma enorme dor de cabeça e um galo na mesma. Olhou em volta e se viu só de espartilho e com um dos braços de Leon em sua cintura, o mesmo estava todo esparramado ao seu lado.

Ficou boba olhando-o mas depois de alguns meros segundos, lembranças da noite passada passaram pela sua cabeça. Sentindo nojo e repulsa pela pessoa em seu lado pegou o braço de Leon e o tacou para longe de si. Levantou furiosa e se sentido iludida se trancou no banheiro para fazer sua higiene matinal.

Com o susto de seu braço sendo jogado com força sobre seu corpo, Leon acordou ainda desconcertado.

Olhou em volta e se lembrou da noite passada na qual acabara de vez com sua preciosa reputação. Nem queria pensar no que seus familiares falariam. Desgraçou toda a família por um ciúmes medíocre. Ele não acreditava em seus próprios pensamentos. Ciúmes? Com certeza não, impossivelmente ele estava agindo sobre influencia de ciúmes, era algo improvável e passara em um momento de nervosismo por sua cabeça.

Levantou e caminhou para o banheiro se deparando com a porta trancada. Ouvia-se soluços através da porta e o chuveiro ligado. "Provavelmente a magoei. Mas quem se importa? Eu não... sem duvidas, não mesmo." Discutia consigo mesmo nos pensamentos e seguia para outro banheiro.

Acabado de se aprontar desceu as escadas e encontrou sua mãe com uma carta amassada na mão o olhando com fúria, desgosto, incrédula, todas as coisas ruins misturadas.

–Como pode fazer isso com sua família? Você desonrou a geração inteira e as seguintes. Não teve consciência que prejudicaria a todos por causa do seu ciúme imbecil por aquela cadela da sua mulher?- Gritou em fúria.

Nesse momento Violetta desce as escadas com os olhos vermelhos e inchados.

Os olhos fulminantes de sua sogra se viraram para ela.

– Você só esta desgraçando essa casa. Esta acabando com nossa imagem, sua imprestável.- Disse a mulher desalmada, enterrando a mão no rosto de Violetta, onde deixou marcas vermelhas.

Novamente as lagrimas invadiram seus olhos, saiu correndo dali sem saber que rumo tomava, passou pela cozinha empurrando os criados e saiu porta a fora entre soluços, não tinha mais condições de ficar ali, porem ela não obtinha nenhum lugar para ficar, teria que sobreviver ali com a família importune que agora fazia parte, se sentou no gramado bem longe da casa e se pôs a chorar novamente, soluções já a dominavam e seus olhos estavam ficando turvos, olhou para o céu azul e se recordou de sua infância, onde imagina que se casaria e seria feliz, teria filhos e morreria ao lado de quem tinha lhe dado valor, contanto essa não era a realidade, não tinha se casado tinha sido prendido a um homem, não era feliz, era agredida verbalmente, emocionalmente e corporalmente todos os dias, não queria ter filhos com aquele homem e muito menos morrer ao seu lado, vagamente os olhos de Léon lhe vieram a mente, não sabia o motivo mas eles sempre pairavam em sua mente antes de cair no sono profundo, foi quando escutou o farfalhar das folhas no chão de alguém pisando sobre elas, se virou e viu ele ali, de braços cruzados e com os lábios cerrados.

–O que quer Léon?- Perguntou enxugando as lagrimas.

–Eu que pergunto, qual o seu problema, o que foi aquilo noite passada?- Resmungou e se sentou ao seu lado porem em uma distancia segura.

–Talvez eu tenha encontrado pessoas que me dão mais valor que você, que me vejam como uma mulher e não como um saco de pancadas- Arqueou as sobrancelhas desafiadora- Ser vista por outros olhos.

–Ser vista pela sociedade como uma vadia?- Bateu as mãos na grama se segurando para não agredi-la novamente- Parabéns para você.

–Só não entendo esse seu jeito de agir, sempre me agredi, sempre faz questão de me ver chorando pelos cantos e mudo completamente quando você esta por perto, pode não parecer para você, mas eu sofro com isso, sofro quando você me olha com raiva, parecendo que sangue escorre de seus olhos, e tenho medo que um dia acabe me matando com pancadas- Se levantou do chão e bateu o vestido com as mãos tirando a grama- Na verdade, eu não tenho tanto medo de você como eu tenho nojo da pessoa que me casei.

Notas finais
Então, gostaram? Por favor não chorem hehehe, essa fic traz ensinamentos para a vida, e esperamos que vocês estejam gostando, tentaremos postar assim que possível, porem queremos nossos reviews, beijos queridos