Happily Ever After
8 Heat the soul
Notas iniciais
Colocou-a delicadamente na cama e se sentou ao seu lado encostado na cabeçeira da cama, fechou os olhos e suspirou com uma de suas mão ainda masageando o cabelo de Violetta.
A garota o olhava perplexa e admirada, afinal algum de seus esforços finalmente haviam valido apena, e Leon havia mudado. Ela sorriu e segurou a mãe dele que passeava distraidamente em sua cabeça, masageando a mesma transmitindo compreensão e segurança, que Leon agradeceu mentalmente, ele ainda estava abalado para poder processar alguma coisa no momento e sem palavras para dizer, ou qualquer movimento para se espressar.
Violetta levantou o corpo ficando igualmente Leon, sentada e encostada na cabeçeira de madeira da cama.Ela colocou uma de suas mãos na face de Leon o acalmando visivelmente, novamente o colocou deitado em suas pernassem receio algum, uma atitude desconhecida por ela e o mais imprecionante foi que Leon aceitou por vontade própria.
Violetta afagava seus cabelos enquando ele masageava sua outra mão, logo depois Leon dormira e Violetta não demorou para pegar no sono.
Violetta acordou com o barulho de soluços dentro do quarto, se virou um pouco na cama e viu Léon ali, de mãos atadas com os olhos vermelhos e completamente inchados por causa do choro, ele tinha a face toda tomada por lagrimas, Violetta se arrastou até ele, o vendo indefeso pela primeira vez, a garota afagou seus cabelos com cuidado, enxugando uma de suas lagrimas com carinho.
–Irei me condenar á isso para sempre- Sussurrou Léon com a voz fraca.- O que fiz com você não tem perdão.
–Escuta, o que aconteceu já aconteceu, não tem como você voltar atrás- A garota sorriu tentando lhe passar confiança.
–Pode ter passado, mas você sempre vai ficar marcada- Passou os dedos pela cicatriz em sua bochecha e novas lagrimas surgiram em seus olhos- Me desculpe.
– Eu decidi te perdoar e não me arrependi sabe porque?- ele negou- porque eu vejo que meus esforços valeram apena, que você mudou, se arrependeu e soube reconhecer isso. E quanto as marcas, não importa, elas significam que lutamos pelos nossos objetivos e eu — sorriu- consegui cumprir o meu e estou feliz em telas, é uma prova de tudo que passei para conseguir um sorriso teu.- disse vendo Leon admirado com as palavras da garota.
Nesse instante se abraçaram, Violetta com as mãos na nuca de Leon e ele com o rosto enterrdo nos cabelos de Violetta.
– Mas pometa que nunca mais irá faze-lo, pois estou te dando um bem precioso, minha confiança, porque está sendo sincero comigo.- se afastou e o olhou nos olhos-Não me faça me arrepender por isso.
Léon sorriu desajeitado, desceu uma das mãos do rosto de Violetta e levou até a sua cintura fina e descoberta, passou uma de suas mãos pelo rosto pequeno e delicado, Violetta levou uma das mãos a gola da camisa dele a segurando com força, agradeceu quando sentiu os lábios dele sondando com os seus em um beijo calmo, sem interrupções, seus dedos gelados adentraram no cabelo castanho ouvindo-o gemer em sua boca, um sorriso nasceu em seus lábios, o que fez os dentes de baterem, mas nem isso fez Léon se afastar, aprofundava cada vez o beijo, deixando a garota sem folego, suas mãos vagavam a procura do lado da camisola que ela usava, e quando encontrou sorriu.
Violetta sorriu ao mesmo tempo, sentindo uma onda de prazer tomando conta dela.
Na quela noite compartilharam um novo sentimento que cada um percebia ser a cada minuto mais forte.
***
Na manhã seguinte, Violetta cordou enrolada no lençol de seda brando, com suas pernas enroscdas nas de Leon que a abraçava pela cintura. Sorriu se lembrando da noite passada e por u momento ficou receosa de que alguém pudesse ter houvido, mas logo esses pensamentos foram sumindo de sua cabeçaao olhar para o rosto angelical a sua frente.
O acariciou com cuidado, vendo os olhos deles fechados e o peito nu subindo e descendo conforme sua respiração, leve, deitou a cabeça em seu peito e se deliciou em ouvir os batimentos cardíacos dele sobre sua orelha, o que lhe acalmou de todos os males, nunca pensou que qualquer dia, pudesse ama-lo como ama, e que em qualquer dia de sua vida, ele retribuísse esse amor.
–Eu posso lhe confessar uma coisa?- Disse Léon assustando Violetta, ela assentiu- Eu amo quando você cuida de mim, e tenho que agradecer por isso também.
Violetta se virou para ele sorrindo largo e Leon ainda estava de olhos fechados quando sentiu Violetta em cima dele o beijanto suavemente.
– E pode ter certeza que vou retribuir esse carinho- Leon continuou agora a olhando intensamente nos olhos, enquanto ambos sorriam abobados.
– Nunca imaginei que eu pudesse estar aqui, com você dizendo essas coisas pra mim, e posso lhe dizer que me sinto mais viva que nunca- Leon sorriu -cada sorriso teu irá me fazer sorrir instântaneamente, e por mim esses sorrisos não sairam de nossos rostos.
Ele sorriu e beijou a testa da menina com carinho, juntos, ficaram ali por um tempo, compartilhando o calor um do outro, quando a porta do quarto foi empurrada tentando ser aberta, porem estava chaveada, escutou novamente o empurrão e em seguida os berros de Lara.
–Léon, querido, eu preciso muito de você- Lara choramingava do outro lado da porta.
O mesmo revirou os olhos e ignorou totalmente a garota do outro lado da porta batendo com força, Violetta sorriu ao saber que ele não se importava mais tanto com Lara, e que agora, estava se importando mesmo com a esposa que tinha.
Violetta.
O barulho estridente de batidas na porta finalmente cessou e a resistência de Lara aparentemente havia chegado ao fim. Leon e Violetta fizeram sua higiene matinal, se vestiram e foram tomar café. Fizeram todas estas tarefas sorrindo acanhadamente um para o outro. Quem os vice diriam que acabaram de se apaixonar.
De mãos dadas foram em direção a porta e quando a abriram, Lara estava encostada na parede em frente o quarto com expressão furiosa no rosto.
–Vejo que os pombinhos se acertaram- Sorriu com desgosto- E Léon, que arrependimento que tenha escolhido á ela, do que a mim, ela não presta, não serve para nada.
–Cale-se Lara, você não tem absolutamente mais nada que fazer nessa casa- Apontou para a porta á fora, a expulsando do quarto- Você não presta.
–Como pode dizer uma coisas dessas a mim?- Murmurou com os olhos arregalados- Eu amo você, e você disse que também me amava.
–Eu estava errado, eu amo a Violetta, amava sempre, mas nunca me dei conta- Um sorriso nasceu nos lábios de Violetta- Então, agora suma dessa casa, e da nossa vida.
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