Halloween High School
2 Red eyes
Notas iniciais
POV Pollyana Broone
Me sentei ao lado da lobisomem. Ah, adoro irritar lobisomens! Eles se irritam facilmente e o resultado é... Divertido? É,divertido é uma boa palavra! Beberiquei um pouco de sangue enquanto pensava em que insulto eu usaria primeiro. Decidi começar com um insulto básico, mas ofensivo.
–Oi, pulguenta- a cumprimentei.
–Lembre da sua promessa: Você prometeu que tentaria ser legal com os novos monstros. Até mesmo com ela. – disse o garoto pálido que andava sempre com ela, me indicando com um aceno de cabeça.
–Eu disse que tentaria ser legal, nunca disse que seria legal. Ou seja, eu poderia matá-la e não teria quebrado minha promessa. – disse ela, com um sorriso sádico. Ele pareceu pensar um pouco e no fim concordou com ela.
–Hey, seu Q.I é tão baixo que você nem consegue dizer “oi”?-perguntei, com um sorriso de canto.
–Não escutou nada do que eu acabei de dizer?-perguntou ela, arqueando uma das sobrancelhas.
–Por que não liberta seu eu interior? Por que não mostra a todos o monstro que é? Por que se esconde atrás deste corpo humano?-perguntei, tentando atiçar o seu monstro interior.
–Por que Bruce Banner não liberta o Hulk? Por que ele é perigoso. É por isso que eu não liberto o meu suposto eu interior. – disse ela, dando de ombros.
–Além de inútil, é nerd? Os pulguentos realmente estão baixando seu nível!- dei uma longa gargalhada sádica.
–Se eu fui transformada, é por que sou valorosa. Não somos iguais aos vampiros, que transformam qualquer imbecil que encontrarem pela frente. – disse ela, abrindo um sorrisinho de “Chupa!”.
–Os pulguentos deviam estar se sentindo generosos, afinal, transformaram uma garota tão fraca e sem valor como você!-ri, com desprezo.
–Você quer me irritar, certo? Quer me ver libertando o meu monstro interior, com quem eu travo uma batalha todos os dias? Tem certeza que quer isso?-perguntou ela, fixando seus olhos vermelhos sangues(?), em mim. Espera! Vermelhos sangue? Ela está se irritando, portanto em breve terei a minha doce recompensa!
–Nicki, o que você vai fazer?-perguntou o garoto, hesitante. Ela apenas fez um sinal para que ele esperasse.
–Não tenho medo de lobinhos.- respondi, dando de ombros. Nunca uma lobisomem conseguiria derrotar uma grandiosa, nobre e invencível vampira como eu!
–Pois deveria. – disse ela, se levantando e colocando seus óculos escuros.
POV Mary Koraller Anspruchsvoll
Me sentei em uma das grandes mesas de carvalhos. Estremeci levemente, enquanto puxava meu moletom com os dedos,sentia falta da minha antiga casa, o Inferno. Pelo menos lá era quente. Esse castelo é extremamente gelado. Tomei um pouco do meu chá, enquanto observava os flocos de neve que rodopiavam e caíam no chão. Seria muito poético, se não fosse o fato de uma certa bruxa resolvesse subir em cima da minha mesa e derrubar todo o chá em cima de mim. Bufei, por que diabos a bruxa tinha que subir na mesa?
–ESPERO QUE TENHAM TERMINADO DE COMER, POR QUE VAMOS MOSTRAR OS SEUS NOVOS QUARTOS!-berrou Julie.
–PARA DE GRITAR, JULIE!- berrou o garoto pálido que a acompanhava, irritado.
–PAREM DE GRITAR OS DOIS, SUAS CRIATURAS IGNÓBIS DOS INFERNOS!- xingou a lobisomem, fixando seu olhar. Ela havia voltado á usar óculos escuros. Mas por que?
– EU POSSO GRITAR QUANDO EU QUISER, OK? EU SOU UMA DIVA!- disse ele, estralando os dedos na cara da lobisomem. Que por sinal ficou muito raivosa.
–O. Que. Você. Fez?-perguntou ela, em um tom lento e ameaçador.
–Isso. – disse ele, estralando novamente os dedos na cara da lobisomem.
–DYLAN, SEU RECALCADO! JURO QUE VOCÊ VAI TER UMA MORTE MUITO LENTA E DOLOROSA. Uhummm, acho que vou te matar com uma colher. É, EU VOU TE MATAR COM UMA COLHER!- gritou ela, se aproximando dele.
–VOCÊ NÃO PODE ME MATAR, SOU UMA DIVA! FREQUENTO O CLUBE DOS DIVOSOS COM A STAIR E A ZEUZA, RAINHA DO BRILHO E DO GLITTER!- retrucou ele, estralando os dedos novamente na cara da lobisomem, o que não foi uma ideia muito inteligente, já que ela revidou e o socou.
–CALEM A BOCA, EU SOU MAIS DIVA!- disse Julie, murmurando algum feitiço. Mãos invisíveis amordaçam os dois e os obrigam a andar.
–Sigam-me!- disse ela, marchando em direção de algum lugar.
POV Corallyn Greyson
Chegamos em um grande salão, parecido com o salão de Hogwarts, só que mais pobre.
–Lobisomens subam pela escada norte, vampiros pela escada sul, zumbis á leste e o resto á oeste. – disse Julie, apontando as direções.
–Vocês não vão?-perguntei, os encarando. Os veteranos tinham tirado um baralho de Uno e estavam jogando.
–Nah, vou ficar aqui. MAS SE ALGUÉM OUSAR MEXER NAS MINHAS COISAS, EU JURO QUE EU MATO!- disse ela, fuzilando com o olhar Catherine, a única lobisomem do grupo. Ela engoliu em seco.
–Nicki, só por que você é surda, não significa que eu seja. – resmungou Julie.
–Calada. – disse ela, enquanto jogava uma carta.
Comecei a subir a escada. Parei por alguns segundos, eu havia escutado um zumbido. Berrei e pulei no chão. Uma saraiva de flechas passou alguns centímetros acima da minha cabeça.
–Ah, esqueci de mencionar que tem armadilhas? Ok, há armadilhas espalhadas por toda a escadaria!- disse ela, enquanto Julie berrava algo como “CHUMPEM, OTÁRIOS! 4+”. Eu contive a minha vontade de estrangular a filha de uma górgona e continuei a subir.
–Se acalmem, apenas usem seus poderes e conseguiram chegar até o topo. – disse o garoto que eu não ligo o nome.
(N/Dylan: Essa doeu... )
Calado.Me concentrei nas armadilhas e as desativei. Uma garota de cabelos castanhos, olhos da mesma cor e pele ligeiramente pálida, se aproximou de mim.
–Você é a única bruxa, sem ser a Julie, que estuda aqui, né?-perguntou ela.
–Na realidade eu sou uma feiticeira. – disse, revirando os olhos. Eu sou uma f-e-i-t-i-c-e-i-r-a, é muito diferente de bruxa, ok?
(Narrador: Iremos acompanhar a saga da bruxa e de seus amigos, em busca de... Ah, não importa!)
É feiticeira, caramba! Onde eu est...
(Narrador: Estava na parte em que você, a bruxa diva da história, estava subindo as escadas e conversando com uma garota misteriosa.)
Ah, obrigada! Espera! VOCÊ ME CHAMOU DE BRUXA, SEU NARRADOR ESTÚPIDO? Eu estava conv...
(Narrador~le aparece usando um bigode mexicano~: Hola! Hoy, el mexicano bigotudo que no tiene nada ver com el narrador, dígale como bruja e sus amigos perezosos, se las arregalo para legar sus habitaciones...)
NAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAARRRRRRAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAADOOOOOOOOOOOOOR, EU SEI O SEU NOME! É CLODOVALDO GERVÁSIO POPOZUDA NUTELÊNCIO PIPOQUEIRO JOSUEU PERCIVAL TANG MURIEL GODOFREDO NARRADOR!
(Narrador: NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOOOOOOOOOOOOOOO!!!!!!!!!!!!!!!Como você descobriu?)
Eu tenho os meus contatos e...
(N/Autora: Se você não narrar direito a droga desse capítulo, eu juro que o narrador vai ser o menor dos seus problemas. ~saca espada de ferro estígio~ Muahahahahah...~le o cabo cai da espada.~ Isso é que dá ter pai pão-duro... Affs. ¬¬”)
Affs, autora psicopata.
(N/Autora: Eu escutei isso! Hrum! Tô de olho em você, Greyson!)
Caham! Continuando... Eu estava conversando com a garota, enquanto tentava subir as escadas. Sim, eu sou preguiçosa e daí? u.u
–Eu sou Lola Midnight, sou uma vampira. – disse ela, sorrindo e mostrando seus caninos branquinhos. Engoli em seco. Chegamos ao topo da escada e eu entrei no primeiro quarto á direita. Me joguei na cama e tirei meu pote de Nutella da mala. Ataquei o doce
POV Nanda Hastings
Fechei a porta, delicadamente. Hehehehehehehe, nunca saberão o que eu fiz nesse quarto... Desci as escadas correndo e caí de cara no fim da escada.
–Ai!-gemi, tocando meu nariz machucado.
–4+! CHOREM, OTÁRIOS!- berrou a lobisomem, dando um sorriso psicopata.
(N/Nicki: Sério? Ninguém sabe o meu nome?)
É, agora calada. Eles estão jogando Uno? Eu amo Uno!
–Hey, posso jogar?-perguntei, dando pulinhos como um pônei maldito.
–Não.- respondeu a lobisomem.
–Por que não?-perguntei, fazendo biquinho.
–Por que não te interessa!- respondeu ela, revirando os olhos. Por trás dos óculos escuros que ela insistia em usar. Será que ela é uma Conjuradora das Trevas?
–Se eu perguntei, é por que me interessa!-insisti.
–Esse é um jogo só para veteranos. – retrucou ela, descartando mais uma carta.
–Então por que a Saints está jogando?-perguntei, olhando a ruiva que cantarolava Titanium.
–Por que ela é uma ruiva e uma diva, apesar de ser cientificamente comprovado que ruivas sempre serão divas...- disse ela, dando de ombros.
–Mas eu quero jogar!- reclamei.
–E eu não vou deixar. –respondeu ela, dando uma risada maligna.
–Puuuuuuuurrrr favor...- pedi, fazendo minha cara de Gatos de Botas.
–Não. – respondeu ela. Os outros monstros já haviam chegado e a lobisomem guardou o baralho na sua mochila.
–Parabéns e blá blá blá por terem sobrevivido ás armadilhas. Bom, vamos para as aulas.- resmungou ela, ajeitando seus óculos escuros. Sua roupa parecia refletir sua personalidade, não que eu a conheça muito, mas acho que a roupa combinava com ela. Seguimos ela e chegamos á um dos grandes salões do castelo, que havia sido transformado em uma sala de aula. Os 3 veteranos se sentarem nas cadeiras da frente, ao lado de um garoto moreno. Eles se cumprimentaram rapidamente e se sentaram. Um homem de cabelos castanhos compridos que tocavam seus ombros, barba por fazer e que carregava uma besta, entrou na sala.
–Bom dia, alunos! Meu nome é Van Helsing, decerto já devem ter ouvido falar de mim. No passado caçava monstros, mas em uma das minhas buscas, um lobisomem me transformou. A partir deste momento, decidi criar um lugar onde os monstros pudessem viver em paz. Vou pedir que os veteranos se apresentem. Hudson? Você primeiro!- disse ele, empurrando a lobisomem para frente, derrubando seus óculos. Ela abriu os olhos. Seus olhos estavam vermelho-sangue. Rapidamente ela colocou seus óculos de volta e se levantou.
–Sou Nicki Hudson e, como muitos já devem saber, eu sou uma lobisomem, licantropa, o que preferir. Fui mordida á 4 anos, ou seja, quando eu tinha 10 anos. Aí um dia eu estava assistindo o show do Imagine Dragons e um mendigo apareceu. Bom, depois de eu socar e bater com um bastão de basseiball nele, eu descobri que ele era Van Helsing, o caçador de monstros e que era um lobisomem. Ele me trouxe para cá e aqui é o meu lar desde então...- disse ela, fuzilando Van Helsing com o olhar. Ela se sentou e o garoto pálido que sempre a acompanhava, se levantou.
–Meu nome é Dylan Thompsomn, sou um vampiro.Tenho 1450 anos. Eu conheci o internato por causa do meu tio, Drácula. Digamos que ele tem um ódio intenso pelo Helsing e queria queimar a escola. Eu tinha sido enviado para localizar os pontos fracos da escola. Eu subi uma das torres e entrei em um quarto. Mas uma certa garotinha de cabelos castanhos avermelhados, olhos verdes e uma tendência a ser uma psicopata, entrou no quarto e começou a berrar e me espancar com um bastão de baisseball. O Helsing apareceu e deteve ela. Contei minha história e apesar de tudo, ele me aceitou no internato. – disse ele, trocando um olhar significativo com Nicki. Julie se levantou.
–Meu nome é Julie Carter, sou uma bruxa e diva, devo acrescentar. Eu entrei no internato por causa dos meus pais, que eram bruxos puro-sangue sonserinos e me disseram que eu devia estudar aqui, em vez de ir para Pigfarts... Affs, eu queria conhecer Rumbleroar... Eu me desvie do assunto? Sim? Eu tinha 5 anos quando entrei no internato. Eu estava chateada e achava que tinha sido abandonada pelos meus pais... O que é verdade, mas isso não vem ao caso, mas depois de 9 anos, eu comecei a perceber que esse lugar não é tão ruim, é...- disse ela, mas Nicki a cortou.
–Péssimo!- disse ela,despertando risos pela sala. Helsing a fuzilou com o olhar, mas ela apenas deu de ombros.
–Eu teria dito um saco, mas pode ser isso...- disse Julie, dando de ombros. O garoto moreno se levantou.
–Oi, meu nome é Nicholas West. Sou um zumbi. Eu fui criado pelo doutor Frankstein, que desejava reproduzir o seu projeto anterior. Mas desta vez ele queria tentar criar seu monstro com um corpo apenas e não com pedaços de diversas pessoas. Ele escolheu o corpo mais jovem que achou, o corpo de um jovem que havia sido executado por ordens do estado aos 14 anos. Eu sou esse jovem, ou melhor era. Frankstein ficou chateado com o resultado da experiência e decidiu me abandonar em frente ao internato. Bom, essa é a minha história...- disse ele, se sentando.
POV Nicki Hudson
Dei um sorriso maligno e Dylan me olhou, assustado. Uhummm, acho que ele ainda não superou o trauma de ter sido espancado com um bastão de basseiball. Mané! Nicholas se sentou, resmungando algo sobre como estar com fome. Estremeci levemente.
–O monstro sanguinário está com medo do que um zumbi possa fazer?-perguntei Nicholas, arqueando uma das sobrancelhas. Julie e Dylan riram, enquanto eu revirava os olhos.
–Por que os lobisomens sofrem bullying! Sempre são os zumbis que acabam com o mundo! Isso não é justo!- reclamei, cruzando os braços.
–Então, Hudson, deseja compartilhar com o resto da classe o que está dizendo?- perguntou Helsing, abrindo um sorriso digno de um maníaco.
–Eu estava dizendo que os lobisomens sofrem bullying! O Apocalipse sempre é causado por zumbis, por que não por lobisomens? Mas nãããããããoooo, o fim da raça humano será por causa dos zumbis... – bufei, enquanto revirava os olhos por trás dos óculos escuros. Helsing me olhou, chocado. Affs, é verdade! Isso é bullying!
–Quer dizer que você não estava prestando atenção na minha aula só por causa disso?!- disse ele, indignado.
–É...- disse, dando de ombros. Ele me lançou um olhar sério. Se eu não fosse tão retardada, talvez parasse de falar, mas irritar o Helsing é muito divertido!
–Helsing, todo ano, você repete a mesma droga. Eu já sei o que preciso saber e tenho auto controle o suficiente para sobreviver no mundo mortal, ok?- disse, enquanto Dylan me olhava com uma expressão aterrorizada.
–HELSING! FAÇA ALGUMA COISA! ESSA LOUCA ACHA QUE TEM AUTO CONTROLE O SUFICIENTE PARA NÃO MATAR HUMANOS!- berrou Dylan. Helsing apenas riu e me olhou.
–Hudson, você quase matou uma vampira recalcada hoje. Você chama isso de que?-perguntou ele, rindo.
–De combate ás vampiras recalcadas. — disse, dando de ombros. Todo mês eu doou um pote de Nutella para ADCAVR, Associação De Combate A Vampiras Recalcadas...
–Hudson, apenas preste atenção na aula ou suspendo sua Nutella, ok?- disse ele, voltando a escrever coisas no quadro. Que tipo de pessoa cruel tira a Nutella de outra?
–PROTESTO! EU TENHO DIREITOS!ESTÁ ESCRITA NA BÍBLIA RUIVA: A NUTELLA DE CADA DIA, NÓS DAI HOJE!- protestei. Helsing me encarou e vi que seus olhos estavam tão vermelhos quando os meus. Eu recuei um pouco, engolindo em seco. Sabia que Helsing era bem mais poderoso do que eu.
–Hudson, senta a sua bunda gorda antes que eu o faça á força. – disse ele, me fuzilando com o olhar. Ei, eu não tenho bunda gorda! Sou uma pessoa sexy demais para ter uma bunda gorda!
POV Catherine Blackwell
Suspirei, entediada. Essa é a aula mais chata que eu já tive o desprazer de assistir! Van Helsing estava contando a grande libertação das Nutellas presas que lutavam contra os sanduíches cruéis que não deixavam elas se transformarem em paz. Acho que eu estou ficando com fome para ficar pensando em histórias de Nutellas e sanduíches. Bufei, não aguentava mais o Van Helsing! Nicki estava sentada, imóvel. A observei com mais atenção e vi que a maldita estava dormindo! O único problema é que o Van Helsing nunca irá descobrir, por que os óculos escuros disfarçam. Queria saber por que seus olhos são vermelhos. O sinal tocou, a despertando. Ela se levantou e ajeitou seus óculos escuros.
–Bye, Helsing. – disse ela, abrindo um sorriso maligno.
–Hudson, eu sei que dormiu na minha aula. – disse ele. Ela pareceu congelar por um segundo e depois abriu um grande sorriso.
–Helsing, eu não dormi na aula!- disse ela, piscando os olhos inocentemente.
–Você está mentindo. –retrucou ele.
–I know, you know, that I not telling the truth. But they don´t have any true. – disse ela, cantando os primeiros versos da abertura de Psych. E saiu andando, like a diva. Corri atrás dela.
–Nicki, por que você está usando óculos escuros?-perguntei.
–Por que eu tenho fotofobia, duh!- disse ela.
– Sinto que é por causa dos olhos, mas não é fotofobia. – disse, aproveitando usar os poucos conhecimentos de Pysch que eu tinha para obriga-la confessar.
–Ok, eu sei o que está tentando fazer e posso dizer que não vai dar certo. – retrucou ela.
–Como?-perguntei, chocada.
–Seus batimentos estão acelerados. – disse ela, dando de ombros.
–Ok,por que seus olhos são vermelhos e como você escuta tão bem?-perguntei.
–Meus olhos são verdes, mas estavam vermelhos por causa da Broone. E a audição privilegiada é um dom dos lobisomens. – respondeu ela.
–Mas eu sou uma lobisomem, por que não escuto tão bem?-perguntei, esperando uma resposta.
–Sei lá, você é uma renegada/bastarda?-perguntou ela, abrindo um sorriso sarcástico. Eu revirei os olhos e peguei meu horário. Minha próxima aula seria de iniciação ao mundo dos monstros. Bufei, irritada por causa da aula chata. Mas sem antes passar na lanchonete e comprar um sanduíche!
POV Julie Carter
Nicki estava reclamando sobre os direitos da Nutella e Dylan estava tentando fazer ela calar a boca.
–Isso é um mundo muito injusto! Ninguém tem o direito de tirar a minha Nutella!- resmungou Nicki.
–É só um pote de Nutella. – disse Dylan, dando de ombros.
–Só um pote de Nutella, Dylan? Como ousa falar assim de um pote de Nutella?-exclamou ela, indignada. Ele se encolheu, provavelmente lembrando do episódio do bastão de basseiball.
–Só estou dizendo que é apenas um doce!- disse ele.
–Dylan, nunca mais ouse dizer que Nutella é apenas um doce!- disse ela, indo para a sala de aula.
–Affs, lobisomem revoltada. – disse Dylan, se sentando ao lado dela. Eu me sentei entre os dois, Nicholas estava dormindo e babando. Acho que, do jeito que ele está babando, todos vamos morrer afogados com sua saliva! Eca! Eu sou diva demais para morrer por causa de saliva! Ou será que até uma pessoa diva como eu pode morrer por causa de baba de um recalcado como o Nicholas
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