Halloween High School

3 Tiazinha assassina


Notas iniciais
Como todas já devem saber, eu voltei quarta da praia. Yeah, já podem soltar os fogos! E como eu sou uma autora muito fofa e adorável, ao contrário de vários autores, vou postar na época de festas. Damon~le rindo~: Você?Fofa e adorável? Calado. E muito obrigada á Carol Brannick por ter cuidado dele enquanto eu viajava. O hotel não aceitava animais. Damon: Eu.Não.Sou.Um.Animal É sim! Obrigada á Angel Herondale e a Mary Spantosicus Strondus por terem favoritado a fic! *-*

POV Tasy

Meu estômago roncou. Eu estava com muita fome. Me sentei na mesa mais isolada do refeitório e praticamente devorei meu almoço, pedaços de carne humana. Saí do refeitório. Argh! Luz do sol. Uma garota esbarrou em mim, ela era alguns centímetros mais alta que eu.

–Olha por onde anda, idiota!- resmunguei, tocando o meu nariz, que sangrava.

–Excusarem. – murmurou a garota.

–O que disse?-perguntei, curiosa. Aquela parecia uma língua antiga, ancestral.

–É surda,por acaso? Eu disse D-e-s-c-u-l-p-a. – respondeu ela, irritada.

–Não, você disse excusarem. – retruquei.

–Excusarem é desculpa em latim, duh!- respondeu ela, dando de ombros. Bufei e deixei a garota sozinha. Ela achava que era superior á mim só por que sabia falar uma língua morta? Ridículo!

–Hey, educação mandou lembranças. – resmungou a garota, revirando os olhos. Eu me virei para trás, semicerrando os olhos.

–E quem disse que eu ligo para ela?-perguntei. Ela abriu a boca para responder algo, mas eu a cortei.

– E quem disse que eu irei conversar com você? Sou superior á você, mortal.- murmurei, com desprezo.

–Você não é superior á mim. Sou filha de uma Valquíria e de um demônio. Eu sou superior á você. – disse ela, abrindo um sorriso cínico.

–Não somos tão diferentes quanto eu pensava. Ambas somos filhas de demônios. – disse, abrindo um ligeiro sorriso. A garota me olhou, surpresa.

–Então há mais demônios no mundo?-perguntou ela, surpresa.

–Sim. O que você pensava? Que todos os demônios tinham sumido de repente? Somos uma raça muito forte para sumir do nada! Nós mantemos escondidos dos humanos. – disse, dando de ombros.

–Achei que só os demônios belgas tinham conseguido sobreviver. – murmurou ela.

–Não, minha mãe também conseguiu sobreviver e me esconder por todos esses milênios.- disse, dando de ombros.

POV Liah Harris

Eu estava sentada, calmamente ao lado do lago dos patos, fazendo um piquenique. Observei o lago, a água pura e cristalina. De repente escutei um som que gelou o sangue nas minhas veias. Um rugido assustador, vindo de uma criatura que aos olhos de leigos, parecia fofa e meiga. E essa criatura tão temível era um... Pato!

–AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH! CRIATURA DOS INFERNOS! JOGA SAL, QUEIMA, EXORCIZA!- berrei, desesperada. Procurei por alguma coisa para bater no pato.

–AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!!!!! ALGUÉM ME SALVA! HÁ UMA CRIATURA DOS INFERNOS TENTANDO ME ATACAR! SOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOCOOOOOOOOOOOOOOOROOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!!!!!!!!!!!- berrei, procurando por alguém que pudesse me salvar. Nicki veio correndo até mim, quase caindo no lago.

–O que foi?-perguntou ela, ofegante.

–P-p-paaaaaaaaaato!- disse, apontando para o ser dos infernos. A lobisomem revirou os olhos.

–Você me fez correr até aqui? Tem ideia de quantos metros eu tive que correr? 200! Eu quase morri para chegar aqui e quase caio na porcaria do lago e tudo isso por causa de um inofensivo pato?- exclamou a lobisomem, irritada. Affs, estressadinha!

–Você não pode ser tão preguiçosa. É uma distância muito curta!E para sua informação, patos são muito ameaçadores e cruéis, ok?-retruquei. Ela apenas bufou e saiu andando.

–Hey, você não vai me deixar sozinha com essa criatura das trevas!- exclamei. Ela apenas deu de ombros e continuou andando. Maldita!

POV Angel Snow

Argh! Odeio dias de calor! Bufei. Como os humanos podem achar o verão a melhor estação de todas? Inverno é uma estação muito mais agradável, o frio e a neve são reconfortantes. Entrei na sala de aula, que estava agradavelmente refrigerada. Me sentei em uma carteira ao lado de um zumbi, que estava dormindo e babando. Formei uma muralha com meus livros, tentando evitar que a baba passasse para o meu lado. Comecei a construir pequenos bonecos de neve, enquanto o professor falava alguma coisa sobre como os monstros são importantes na humanidade. Revirei os olhos e mordi o canto da minha boca. Observei os meus bonecos de neve, antes de esmaga-lós com o punho fechado. Encostei minha cabeça na cadeira e dormi.

Fui acordada do meu sonho divo onde eu encontrava The Pretty Reckless e nós espancávamos otários enquanto comíamos Nutella. Meio sonolenta, me levantei e saí rapidamente da sala. Toquei levemente em meu armário, o abrindo e tirando meu uniforme de educação física. Entrei no vestiário feminino mais próximo e vesti meu uniforme. Esse uniforme devia ter sido criado por uma periguete, a camiseta cinza, com um símbolo que indicava sua espécie bordado em cima do coração, era decotada em V de uma forma que até me dava vergonha e o short azul marinho escuro só cobria um quarto da minha perna.

POV Nicki Hudson

E lá estava eu, na aula de educação física, usando aquele imã de pervertidos que chamavam de uniforme. O treinador Tunner apitou, nos chamando. Grunhi, o treinador é um velho, careca e gordo, viciado em rosquinhas. Até aí, ele poderia ser um treinador normal, tirando o fato de que ele tinha 30 centímetros.

–OK, TURMA! FORMEM DOIS TIMES, LOBISOMENS E VAMPIROS! JOGAREMOS BASQUETE, APENAS TENTEM NÃO SE MATAR!- berrou o treinador, se sentando em sua cadeira e devorando rosquinhas e também devorando uma revista da Playboy com os olhos. Que decadência. Suspirei, enquanto me juntava aos outros lobisomens. Dylan se aproximou de mim, com um sorriso sádico.

–Pronta para perder, Hudson?-perguntou ele.

–Não e você, Thompson?-retruquei. Ele arqueou uma das sobrancelhas.

–Hudson, você sabe que os lobisomens não são páreos com os vampiros. Somos mais sexys, lindos, divertidos, engraçados e também mais rápidos e fortes. Vocês irão perder. – disse ele, abrindo um sorriso mais sádico ainda.

–Continue sonhando, é de graça!- disse, dando de ombros. O treinador apitou e o jogo começou. Eu só via borrões, os vampiros eram incrivelmente mais rápidos. Mas eu precisava ganhar, era a minha honra que estava em jogo! Fechei os olhos, me concentrando apenas nos sons. Escutei a bola quicar no chão. Ainda de olhos fechados, peguei a bola e seguindo meus instintos, arremessei a bola na cesta. Abri os olhos, escutando as comemorações do meu time. Eu apenas os ignorei, estava tendo meu momento feliz. Só que de repente uma bola de basquete acertou o meu rosto. Antes de desmaiar, reuni minhas últimas forças e fiz a coisa mais nobre que eu deveria fazer: Berrar.

–ESPERO QUE A PESSOA QUE ME ACERTOU FIQUE PRESA EM UM TREM COM UM FUNKEIRO E QUE O CANUDINHO DO SEU TODDYNHO AFUNDE!- xinguei, antes de desmaiar.

POV Caroline Saints

–Alguém tira a Hudson da quadra? Ela está atrapalhando o jogo!- resmungou o treinador, indicando com sua cabeça careca e brilhante a lobisomem. Nicholas a jogou por cima dos ombros como se ela fosse um saco de batatas. Enquanto o treinador comia 5 rosquinhas e tentava apitar ao mesmo tempo, observei os lobisomens. Eles iriam perder, com certeza.

Balancei meus cabelos ruivos divos, cegando os lobisomens recalcados. Ri da cara deles,enquanto espancava um otário. Continuamos a jogar, eu cegando recalcados com o brilho laranja dos meus cabelos, e os outros vampiros driblando os lobisomens. O treinador apitou, sinalizando o fim do jogo. Bufei, tentando fazer com que a minha franja saísse da minha cara. Entrei no vestiário, trocando aquele uniforme por uma camiseta do Doctor Who, jeans e All Star preto.

Passei os olhos rapidamente pelo meu horário:

8:00 Iniciação ao mundo sobrenatural

9:30 A importância dos monstros na sociedade atual

10:45 Educação física

11:20 Manejo de armas medievais

1:00 Almoço

2:00 Jogos de Guerra

16:40 Higiene pessoal

17:20 Matemática

18:50 Álgebra

22:30 Toque de recolher

Argh!Matemática e Álgebra? Por que uma vampira sexy, diva e linda como eu, precisa aprender Matemática e Álgebra?! Mas também tinha a parte boa, manejo de armas medievais e Jogos de Guerra... Hmmm, nada mal! Fui seguindo os veteranos, enquanto Julie falava alguma coisa sobre as vigas do telhado. Olhei as vigas, o castelo deveria ser do século 16 e não do século 18 como ela estava falando, as vigas eram um tanto quanto rústicas, delatando sua origem. Chegamos em uma arena, que simulava uma floresta de cedros, densa, tal qual as florestas da antiga Germânia ou Normândia.

(N/ Nicholas: Fale em uma língua que eu entenda!)

É uma floresta de cedros.

(N/Nicholas: Ahn?)

É um lugar cheio de árvores.

(N/Nicholas: Ah, entendi! ~le sorriso orgulhoso~)

Babaca! Em cima de uma mesa, havia os mais variados tipos de armas medievais e algumas mais modernas, desde arcos e bestas até espadas ou machado de gume duplo. Peguei um manchado e dei o meu melhor sorriso de “ Sou uma ruiva armada, melhor fugir!”. Dylan deu um berrinho muito gay. Eu revirei os olhos e joguei meu machado em uma árvore do lado dele. Ele se jogou no chão, choramingando algo como ruivas são más. Claro que somos! A Natasha( Nat para os ruivos ou Brilhoiros ou simplesmente casos raros de morenos divos...), é uma superespiã assassina, cruel , russa e ruiva! Começamos o treinamento. Tirei meu machado da árvore e continuei arremessando ele, tentando acertar otários.

Dylan estava se escondendo atrás de uma árvore, guinchando igual á um porquinho da índia histérico eventualmente. Com eventualmente eu quero dizer quando eu quase o acertava. Escutei o som de uma flecha cortando o ar, passando próximo da minha orelha.

Me virei, em uma velocidade impressionante, e olhei quem havia tentando me acertar. Nicholas West, o zumbi lerdo e recalcado, estava usando uma fantasia de Gavião Arqueiro e segurava um arco, com uma flecha pronta para ser disparada. Ele disparou outra flecha. Eu desviei da flecha. Se ele queria guerra, teria guerra! Lancei o meu machado contra ele, quase cortando um dos seus dedos.O bravo Gavião Arqueiro deu um gritinho quase tão gay quando o Dylan e saiu correndo.

POV Nicki Hudson

Acordei na enfermaria, com uma dor de cabeça latejante. Massageie as têmporas, enquanto me sentava na maca. Olhei para o relógio. Droga! Eu tinha perdido a aula de MDAM. Entrei no banheiro e peguei minhas roupas normais, tirando aquela roupinha zoada da enfermaria e trocando por uma camiseta cinza,jaqueta de couro, jeans, All Star azul e óculos escuros. Me olhei no espelho, meus olhos haviam voltado á sua cor normal, verde escuro. Tirei os óculos e saí da enfermaria, antes que a tiazinha da enfermaria percebesse. Eu sempre gostei de tiazinhas de enfermaria, elas são demais. A nossa tiazinha da enfermaria é Tereza “Tery” Esperanza. Ela tem descendência mexicana, portanto tem cabelos negros e sedosos que tocam suavemente seus ombros, olhos castanhos escuros, pele morena e é meio baixinha.

Senti uma mão tocar meu ombro. Tery– pensei, enquanto me virava.

–Hudson, aonde você pensa que vai?-perguntou ela, me fitando, desde dos meus fios castanhos avermelhados até a minha jaqueta de couro.

–Ér, oi Tery! Eu? Só estava indo tomar água. – menti, dando de ombros.

–Hudson, você é a pessoa que mais manda pessoas para essa enfermaria. Não estava indo beber água e sim, fugindo?-questionou ela- Isso parece mais correto para uma delinquente como você.

–Nossa, Tery! Nunca pensei que você pensava isso de mim!-fingi estar magoada. Fiz biquinho e continuei a falar. — Eu não estou saindo sem autorização deste belo lugar!

–Bonitas palavras, mas você fica. – disse ela, me empurrando de volta para o meu quarto.

–Eu só desmaiei! Não precisa se preocupar tanto, ok?- disse, tentando sair.

–Na na ni na não, você tem que descansar. – disse ela, me empurrando de volta para o quarto. Eu encarei a parede, emburrada. Meu olhar se voltou para a janela. Eu conseguiria pulá-la, tinha uma agilidade sobrenatural aos humanos. Abri, silenciosamente a janela e pulei, sem fazer barulho. Mentira, eu cai em cima do meu joelho e soltei um gemido de dor um pouquinho alto. Escutei os passos de Tery se aproximando da janela. Rapidamente, rolei e me escondi atrás de uma lata de lixo. Tery olhou ao redor, confusa. Ela estava olhando justamente para onde eu estava escondida. Prendi a respiração, nervosa. Se a tiazinha descobrisse que eu tinha fugido, ela mandaria Gilberto me perseguir. Gilberto é um inofensivo, fofo e amável, cachorrinho. Só tem 2 pequenos problemas: 1. Ele é um doberman. E 2.Ele é feito de fogo. Tery fechou a janela e voltou para dentro da enfermaria, fechando o quarto. Escutei passos se aproximando de onde eu estava e usando minha agilidade sobrenatural, dei um mortal para trás, subindo em cima de um muro e me apoiando nas mãos e nos joelhos, em uma posição felina. Tery estava parada, na minha frente, observando cada movimento meu.

–Achava que ia conseguir escapar?-perguntou ela, com as mãos na cintura, arqueando uma das sobrancelhas. – Achou que eu cairia nos seus truquezinhos baratos?

–Sinceramente? Sim. – respondi, dando de ombros.

–Eu não sou tão idiota, Hudson. – retrucou ela.

–Eu diria que o seu intelecto não é muito desenvolvido, mas se prefere isso... – disse, sorrindo e me sentando em cima do murro.

–Hahahaha. Você é uma comédia viva, Hudson. – disse ela, sarcástica. – Deveria se apresentar á noite em barzinhos.

–Eu sei que eu sou muito engraçada. Obrigada, Tery. – disse, abrindo um sorriso, e me preparando para pular. – Mas eu já estou de saída.

Dei um mortal para trás, dando um tchauzinho para Tery. Ela apenas bufou e resmungou algo, provavelmente chamando Gilberto. Corri sobre os muros, chegando na frente do refeitório. Me sentei ao lado de Julie, com um sorriso e comecei a comer um prato de macarrão com queijo.

–Hey, Hudson! O que está fazendo? Achei que estava desmaiada!- perguntou Julie. – Como se recuperou tão facilmente?

–Comendo. Eu estou com fome, Carter! Acordei, fugi de uma tiazinha da enfermaria e possivelmente, daqui á alguns minutos, de um cachorro pegando fogo. E nem são 2 horas. – completei, com um suspiro frustrado.

–Quando você não está com fome, criatura?-perguntou ela, arqueando uma das sobrancelhas. – A Terry está te perseguindo e ela soltou o Gilberto. E VOCÊ AÍ PARADA, COMENDO IGUAL Á UMA DESNUTRIDA?-berrou ela, jogando meu prato no chão. Eu dei um tapa em cada bochecha.

–Nunca.Mais.Estrague. Uma.Refeição.Minha.- disse, bufando.

–Ok, Senhora Irritadinha. Relaxe!- disse Dylan, tocando de leve em meu ombro.Eu tirei sua mão com um tapa.- Pegue outro prato e termine de comer, sua esfomeada!

Antes que eu pudesse responder, ou dar um tapa no rosto dele, escutei um rosnado.

–Droga!O Gilberto me achou!- praguejei, pulando da mesa e saindo correndo. Pulei em cima de uma árvore. Gilberto se aproximou da árvore e a farejou. Prendi a respiração, se ele queimasse a árvore, este seria o meu fim.

–Gilberto, seja um cão fofinho e não queime essa árvore. – implorei.

Eu juro que o cachorro deu um sorriso sádico. Juro. O cachorro maldito latiu, fazendo com que a árvore pegasse fogo.

–GILBERTO! SEU FILHO DE UMA ÉGUA! VAI SE FERRAR!-berrei, enquanto pulava da árvore em chamas e saia correndo do cão dos infernos. Parei por alguns segundos, recuperando o fôlego. Escutei uma risada demoníaca e quando olhei para trás, Tery estava parada. Eu revirei os olhos. Tudo isso por que eu fugi da enfermaria? Sério?!

–Então achou que fugiria da enfermaria tão facilmente?-perguntou ela, abrindo um sorriso sarcástico.

–Affs, tem certeza que quer eu responda?-perguntei, revirando os olhos. – Por que eu tenho um compromisso e não posso faltar.

Saí correndo, aproveitando os poucos segundos de distração e subi em um muro. Ela se aproximou de mim e eu rapidamente comecei a correr.

–Hey, Terry?- a chamei,enquanto corria- Não quer tomar uma água?

–Não. Eu estou bem. – retrucou ela- Mas e você, Hudson?

–Obrigada pela sua consideração, mas eu estou bem. – respondi, parando por alguns segundos e saltando para outro muro. – Mas e você? É apenas uma humana, precisa descansar.

–Sou bem mais resistente que você,Hudson. – respondeu ela, fixando seu olhar em mim. — Você parece cansada, deveria descansar.

Eu arqueie uma das sobrancelhas.

–Não, obrigada. – respondi, pulando para outro muro. – Eu estou me sentindo ótima.

Gilberto se aproximou do muro, se preparando para por fogo no muro onde eu estava.

–GILBERTO! SUA MÃE ERA UMA CADELA E VOCÊ É ADOTADO!- berrei.

O cachorro me olhou, confuso. E eu aproveitei para sair correndo.

POV Dylan Thompson

Uma Nicki suada e com vários cortes no rosto, pulou na minha frente.

–Hey, Carter!- disse ela, limpando o suor da testa com a manga. – Pronta para perder?

–Onde você estava?-perguntei- E por que está tão suada?

–Fugindo do Gilberto, duh!- respondeu ela.

–Ok, mas como você o despistou?- fui cortada por um rosnado irritado.

–Ér, na verdade, eu não o despistei. – disse ela, pegando um arco e flecha em cima da mesa de armas. – E ele está muito raivoso.

Ela pulou, disparando flechas. O cão parecia raivoso e avançou para cima dela, que rapidamente pulou para trás, se desviando de uma rajada de fogo.

–Ok, Gi-gi. – disse ela, lentamente. – Você não gostaria de me ver brava, certo?

Acho que ele se irritou por ela o ter chamado de Gi-gi, por que a atacou, mordendo seu pescoço com sua mandíbula de fogo. Ela o impulsionou para longe enquanto tocava na queimadura.

–Argh! Cachorro idiota!-resmungou ela. Tery surgiu, segurando uma pistola de dados tranquilizantes.

–Hasta la vista, baby!- murmurou ela, atirando no pescoço de Nicki. Só que ela não contava com uma coisa, a retardada tinha se abaixado para pegar uma moeda. Tery mirou um pouco mais abaixo, mas a retardada se levantou, com um sorriso.

–Legal! Achei uma moeda de 5 centavos. Bah! O que eu vou fazer com ela?-perguntou ela, jogando a moeda na cabeça de Tery.

Escutei o sinal para começarmos a lutar. Basicamente, lutamos até a morte. Os veteranos começaram a se atacar. Eu ataquei Nicki, infelizmente a maldita rolou e conseguiu pegar um arco e flecha e uma ajava cheia de flechas.Ela atirou uma flecha em mim.Eu me desvie, pegando uma lança. Atirei a lança em sua direção, mas Julie criou um escudo na sua frente, impedindo que a flecha penetrasse. Nicki atirou uma flecha, mirando exatamente na manga da minha camiseta. Tentei puxar minha manga, mas eu estava preso. Se eu quisesse me libertar, teria que rasgar minha camiseta. É, desta vez, ela tinha me vencido. Ela se aproximou, com um sorriso nos lábios.

–Quer uma ajudinha, Thompson?-perguntou ela, soltando a flecha. Eu bufei, odiava ser vencido pela lobisomem.

–Melhorando seus contatos?-perguntei, esfregando o lugar onde a flecha tinha raspado.

–É. Tudo para te humilhar, Dylan!- respondeu ela, saindo correndo.