Guitars And Hearts

1 Por que eu tenho de ser sociável?


Notas iniciais
Hey, Peoples... Fic teste, se tiver comentários.... Continuou, se n... Vou pensar. Me arriscando com uma fic Thalico dps da Casa de Hades... Tenho coragem, né?

Pov Nico di Ângelo

- Vamos logo, Nico. Não quero me atrasar — a voz de minha mãe me alcança, enquanto amarro meu All-Star cano médio preto.

Nós estávamos à caminho de um jantar de negócios da minha mãe, que a mesma insistia que eu a acompanhace. Eu não tinha tempo para essas coisas, mas como minha mãe pediu, acabei cedendo. Eu estava produzindo um novo cantor pop que eu havia encontrado na internet. Deixe-me explicar. Eu sou um famoso produtor musical, que tinha produzido artistas ótimos. Mesmo que a mídia exergue como sorte para um garoto de 18 anos no ramo da música. Mas depois de um tempo meus negócios acabaram enfraquecendo, tanto é, que eu estou atualmente produzindo um garoto de 16 anos afinadinho com estilo Pop-Star. Resumindo em uma palavra: decadência. Quer dizer, Daniel não é ruim, mas comparado ao Jeff Tyler, que tinha uma voz mágica e arrasava na guitarra, ele é uma criança. Procurar novos talentos não tem sido nada fácil, para ser sincero. Acho que da última vez que soquei aquele cara no bar, Josh, as câmeras não ficaram muito do meu lado, sabe? As câmeras informaram a televisão que o motivo da confusão era que o revoltadinho, Nico di Angelo, tinha nocauteado Josh por causa de um incidente com uísque. Mas, na verdade, o real motivo desse história toda é que o indivíduo tinha xingado minha namorada, Natalie, de vadia ou algo assim. Não importa se o soco foi exagerado, ele tinha a ofendido.

Desci a escada como sempre, de dois em dois degraus. Pode parecer infantil, mas, hey, todo mundo tem seus momentos.

- Nico, querido, esse jantar é muito importante — Minha já ia dizendo assim que atravessei a cozinha. — Zeus é um ótimo sócio e se dá comigo, e quero que as coisas continuem assim. Portanto, seja gentil com ele e seus filhos.

Acenti com a cabeça, alcançando uma maçã na fruteira.

- Pegou as chaves do carro? — Minha mãe perguntou, colocando seu último par de brinco.

Parei um segundo para análisa-la melhor. Minha mãe podia ter 38 anos, mas com certeza estava muito bem em seu vestido roxo comportado até o joelho. Seus cabelos negros estavam caindo em seus ombros, maquiagem moderada. Ela estava bem.

- Não estam no criado mudo? — Respondi à ela, distraído.

Comparado a ela, com meus Jeans e camiseta preta sem estampa com All-Star no conjunto, eu parecia deslocado.

- Ah, sim, — disse indo até o móvel e pegando as chaves — distração da minha parte.

Coloquei os fones de ouvido. Pensei em escutar Daniel novamente, só pra checar o seu vocal mais uma vez, mas assim que sua voz melodiosa soou, resolvi trocar para um Rock dos bons. AC\DC.

Mal escutei o primeiro acorde da guitarra, quando senti meu fone sendo puxado.

- Mãe, qual é! — Reclamei.

Ela me fitou com uma olhar afiado, mas não consegui levar muito à sério.

- Primeiro, fale direito comigo, mocinho. Segundo, não use fone na casa dos Grace, e seja mais sociável.

- Eu sou sóciavel. — Mentira minha.

- Não é, não — Rebateu, ansiosa. — Vamos logo

Enfiei meu celular no bolso, antes de a seguir, nada ansioso.

Pov Thalia

- Filha, se arrume e desca rápido, os di Ângelo estão à caminho. — A voz ríspida e grave de Zeus me avisa, enquanto desligo a água do chuveiro.

Sou o mais rápida que posso. Visto meus jeans e minha blusa do Metallica correndo, e depois calço meu All-Star cano longo. Vou voando até o banheiro e escovo os dentes, ajeito meus cabelos pretos e passo lápis nos meu olhos azuis.

Eu realmente não estou ansiando por uma visita de mais sócios de negócios, mas se eu não cooperar, adeus para minha sala de música.

Desco as escadas correndo, logo as subindo novamente. Esqueci meus fones de ouvido.

Pego o meu celular na cômoda do meu quarto e conecto o fone ao mesmo. Escolho uma Play List dos Sex Pistols. Um pouco de Anarquismo pode me ajudar a aguentar essa barra.

Atravesso a sala, sentando no sofá, notando os equipamentos para violino e partituras e o intrumento em sí. Jennifer estava com um vestido brilhante com muita maquiagem no rosto. Seu cabelos loiros caiam em ondas artifícias em suas costas. Parecia ter 20 anos.

- Jennifer irá tocar essa noite? — Perguntei à Zeus. Minha voz pingando sarcasmo.

- Sim. — O mesmo responde, sem querer prolongar o assunto. Ele sabia como eu julgaria a situação.

Jennifer sempre toca quando sócios aparecem por aqui. Zeus sempre quer uma família apresentável. Talvez por esse motivo eu fique sozinha no meu quarto em quase todas as visitas. Mas hoje era diferente. Os sócios eram os melhores, Jennifer tocaria sua melhor música, eu apareceria, família completa. Quase completa.

- Não apronte — Zeus tentou me intimidar, enquanto atendia a porta. Engraçado estava tão absorvida em pensamentos, que não ouvi a campanhia tocar.

Pode deixar, papai, sua filhinha não irá fazer nada.

Pov Nico

Quando o cara velho e uma barbie nos atenderam na porta, pensei que seria uma noite intediante. Zeus, acho que este é seu nome, nos guiou até a sala de jantar, onde tudo estava perfeitamente arrumado para um jantar formal.

- Olá, senhorita di Ângelo, como está? — Zeus cumprimentou minha mãe.

- Sim, estou bem, obrigada. Este é meu filho Nico. — Ela apontou para mim.

- Muito prazer — ele disse.

- Eai?

Ele me olhou um pouco torto, mas não disse nada.

- Essa é minha linda filha Jennifer — Ele apontou para a barbie com orgulho.

- Oi — Ela me cumprimentou, tentando parecer tímida. Só que com aquele vestido e maquiagem parecia que ela ia pular em cima de mim a qualquer momento.

- Hey — disse.

- Muito prazer — Falou minha mãe com um sorriso.

Uma garota de cabelo pretos apareceu na sala, e Zeus tratou de falar antes que a mesma abrisse a boca.

- Esta é Thalia. — Podia jurar que sua voz ficou uma pouco mais dura quando a apresentou.

Thalia vestia roupas casuais que lhe caiam muito bem. Típica roupa de Rockeira gostosa. O quê? Apenas dizendo a verdade.

Dessa vez eu não disse nada. Estava só analisando-a.

- Hey — Ela foi a primeira a quebrar o silêncio.

- Olá — Falei com um pouco mais de entusiasmo do que falei com Jennifer, acho que a mesma percebeu, mas não disse nada.

Fique encarando os olhos azuis de Thalia, quando Zeus falou:

- Não querem se sentar?

Esse jantar vai ser no mínimo interessante.

Notas finais
Bjs Peoples...