Notas iniciais
Eita...;-; Peço minhas sinceras desculpas a todos que estiverem lendo essa história. Meu único computador havia quebrado mas agora eu voltei! Boa leitura e desculpe novamente :(

A viagem havia custado 3 longos dias de viagem. Menos do que esperava e mais do que meu tio, o rei, queria. Mas lá estávamos. Culotch, capital humana, Cidade Impenetrável, o Forte de Valmar. Suas muralhas colossais haviam sofrido inúmeros ataques durante as eras e apenas os orcs conseguiram penetra-la depois de escalar-la por 6 horas, perdendo muitos soldados e a batalha. Ao chegarmos aos grandes portões de carvalho de prata, com imagens de batalhas esculpidas em seu arco, os guardas nos barraram:

– De onde vieram viajantes? — gritou um deles — Apresentem-se ou afastem-se!

Erien desmontou do cavalo e tirou o capuz:

– Sou o Alto-Rei Erien. — respondeu ele calmamente — Trago notícias das montanhas para o Rei Phillip, o Loiro. Vim em paz.

Ouvindo isso, os guardas se ajoelharam com rostos chocados:

– P-perdoe nossa ignorância grande Erien, o Temível — gaguejou um deles — Abriremos os portões de imediato!

Após dizer essas palavras, os guardas abriram a grande passagem e nos guiaram até o palácio de Phillip. O vestíbulo era enorme e vários quadros estavam emoldurados em suas paredes e muitos empregados estavam a trabalhar por lá. Os soldados nos deixaram no salão principal dizendo que Vossa Excelência já nos receberia. Nisso, Ragnald perguntou a meu tio:

– "O Temível"? — soltou um riso abafado — Por que eles o chamaram assim?

Erien o olhou sorrindo e respondeu:

– Quando entrei no campo de batalha pela primeira vez, estava muito agitado e animado. Diziam que meus olhos ficaram vermelhos por causa do fogo que estava dentro de mim. Matei 100 homens de 250 soldados, entre eles o Duque de Vanchester, um rebelde e líder desses defuntos. Depois disso fiquei conhecido entre os elfos como "Erien, a Chama da Montanha" e entre os humanos como "o Temível".

Ele riu depois de contar aquilo enquanto eu e Ragnald ficamos nos olhando com a boca aberta. Esperamos ali parados por uns 10 minutos, até que ouvíssemos o ranger das grandes portas e então um homem de mais ou menos 32 anos, loiro, carregando uma espada feita de ouro entrou no salão. Ele se vestia magnificamente e, depois de se aproximar sorrindo, deu um abraço em Erien, que ficou abismado e sem reação:

– En! — disse — Meu velho amigo!

O rei dos elfos me lançou um olhar e apenas lhe dei um sorriso em resposta enquanto Ragnald ria:

– É...é bom ver você também...Phil. — disse meu tio um pouco chocado, soltando-se dos braços do humano — Vim lhe trazer notícias. Más notícias.

O rei humano ficou sério de repente e olhou-nos com olhos frios, como os de meu tio:

– Venham comigo. — disse Phillip nos levando até uma sala no fim dos corredores do palácio. O lugar tinha apenas uma mesa com um grande mapa cobrindo-a e algumas janelas nas paredes. Era uma sala de guerra.

Lá dentro, o rei dos humanos se posicionou a nossa frente e disse-nos:

– É algo sobre cadáveres voltando da Terra do Paraíso? — As "Terra do Paraíso" era o nome que os humanos deram a "Terra dos Espíritos".

Quando Erien ouviu aquilo, levantou uma sobrancelha e começou:

– Mas como soube que...

Antes que pudesse terminar, Phillip o cortou dizendo:

– Houve um ataque numa aldeia há 3 dias atrás. Estava me preparando para ir até a Montanha Vermelha, mas parece que ela veio até mim.

Depois dos reis discutirem sobre o caso, Phillip e Erien chegaram a uma conclusão que deixou Ragnald agitado e fez os pelos da minha nuca eriçar:

– Só pode significar uma coisa, Erien. — Disse o rei humano — Eles estão retornando. Os drows estão retornando do Mundo do Crepúsculo.

Notas finais
Yay!!! Valeu por ler, oh ser desconhecido! Vá em paz! ;)