Got My Heart In Your Hands
139 A paz está no ar
Notas iniciais
Primeiro de tudo, me desculpem pelo capítulo ser curto. Eu pretendia escrever mais um pouco, mas eu cheguei tarde em casa, comi, fiquei lá embaixo e depois subi pra tomar banho. Comecei a escrever um pouco tarde, e eu juro que queria aumentar esse capítulo. Queria mesmo, mas estava lotada de coisas para fazer. Minha professora exagerou nas minhas tarefas. São coisas simples, mas que tiram parte do meu tempo. Eu tenho seis coisas para fazer... O bom que posso terminar tudo no final de semana, no dia que eu não estiver escrevendo a fic, que aí eu consigo fazer tudinho e dedicar todo o meu tempo a fic e aos meus leitores queridos. E leitores fantasmas, eu queria muito poder ver a carinha de vocês. Tem algumas meninas que adicionaram a história aos favoritos, mas não se identificaram aqui. Quero conhecê-las, por favor, se apresentem, se caso estiverem lendo ainda. E desculpa por tomar todo o tempo de vocês com essas notas enormes, mas eu adoro escrever. Espero que meus próximos capítulos sejam maiores, mas só não são pela falta de criatividade, e também pelo cursinho. Boa leitura! :*
OBS: Eu achei tão escroto o nome desse capítulo, na boa... Mas ok, não pensei em outro. :(
O mundo agora girava ao redor da turma Simple Plan. Estava tudo se tornando claro. Um flashback da vida percorreu os pensamentos deles. Pensaram nos filhos. Pensaram em vários nomes para o bebê de Julie e Hayley. Elas possuíam um caderno onde escreviam todos os nomes sugeridos e os que elas mais achavam legais, até que Julie teve uma idéia.
─ O nome da minha filha vai se chamar Nicolle, em homenagem ao segundo nome da Hayley. A escrita vai ser diferente, mas eu quero lembrar pra sempre de minhas amizades. — Disse Julie em um sorriso largo.
─ Que lindo, amiga... Bom, o meu filho vai se chamar... Patrick! Patrick Junior. — Completou Hayley.
Hayley estava ficando cada vez mais encantada com o seu bebê, assim como Julie também estava. Algo as segurava ali, um amor de mãe pulsando no coração. Existe coisa mais linda que essa? De fato, não.
Eu tenho uma vida maravilhosa, uma vida de rainha,Hayley pensou. Agora mais que tudo queria continuar pensando nessa vida de rainha. O que seria uma vida de rainha para ela? Patrick é claro. Única pessoa com quem ela criou uma amizade verdadeira. A única pessoa por quem eu me apaixonara, ela pensou novamente. Sim. Agora ela estava afirmando que se apaixonara por ele, não tinha mais que esconder. Não podia mais esconder, e ela não queria. Isso era algo que todos já haviam descoberto.
Ela finalmente conseguiu se mover, agora que sabia que poderia realizar movimentos, ela começou a andar, com o pequeno Patrick em seu colo. Uma lágrima rolou em seu rosto. Passeou por todo o hospital, a fim de fazer Patrick Junior dormir. Enquanto o vento soprava e tocava os seus cabelos ruivos, que esvoaçam bastante, Hayley cobriu o seu filho com um cobertor. Você vai ser muito mimado, meu amor. Vou te encher de carinho e amor, pensou ela novamente. Percebeu que estava tremendo, mas de felicidade... Deus havia lhe dado um grande presente. Todas as coisas boas começaram a vir à sua mente. Mais lágrimas rolavam pela sua pele bem branca, cabelos grudavam em seu rosto com a força do vento, mas ela não se importava. Importava-se apenas com duas pessoas: Patrick e Patrick Junior.
Ela caminhou de volta até o quarto do hospital, onde seus amigos permaneceram.
─ Ele é lindo, não é? — Foi tudo o que Hayley conseguia se pronunciar. Estava admirada pelo fato de ser mãe.
─ Muito lindo. — Respondeu Patrick se aproximando de sua esposa e passando uma das mãos sobre a cabeça do pequeno Patrick, que dormia profundamente no colo da mãe.
─ Ele já mamou? — Perguntou Julie, que estava amamentando a Nicolle na outra maca do mesmo quarto de hospital.
─ Não... Vou acordá-lo. — Hayley sentou sobre a maca e levantou a sua blusa, porém colocou um pano por cima. ─ Não é pra olharem, viu.
Patrick resmungou baixinho ao acordar, mas aceitou ser amamentado pela sua mamãe. De qualquer forma, ele estava faminto. Lauren já estava um pouco grandinha, assim como as filhas de Jeff. Charles estava no colo de Avril, e Melanie estava com Lennon brincando de boneca. Até Delilah e Stuey quiseram acompanhar — o que era estranho imaginar que podiam entrar cachorros no hospital, mas a lei de Montreal era um tanto sinistra -.
─ Senhorita Langlois e senhorita Desrosiers, vocês já podem ir para suas casas descansar.
Após o toque do doutor, eles saíram do hospital, com a van do pai do Pierre.
─ Seu pai lhe emprestou isso? — Perguntou David curioso.
─ Sim. Legal ele, né? — Respondeu Pierre entrando pela porta do motorista e ligando a chave na ignição.
Escutou-se o barulho do motor ao ligar-se, e logo seguiram a viagem até a casa de David e Pierre... Ou família Bouvier. Ele subiu a rua, a jornada foi longa. Quando chegaram, finalmente, em casa Pierre girou a chave na fechadura e abriu a porta. Todos entraram e se sentaram no sofá. Hayley e Julie ainda prestavam atenção nos bebês.
─ Podíamos fazer uma festa para as crianças, o que acham? — Disse Pierre abrindo as janelas, mas quando sentiu a brisa gélida atingir o seu rosto, fechou rapidamente.
─ Mas não temos bolo, nem nada. — Acrescentou David.
─ Você que pensa... Eu já preparei tudo.
─ Como é, Pierre?
Pierre deu as costas para David e foi até a cozinha. Abriu a porta da geladeira e retirou um bolo dali. Devia ter cerca de quatro quilos. Entregou buquês de rosas para cada mamãe, que é claro que se encantaram.
─ Parabéns a vocês... Minhas queridas amigas, companheiras, ótimas mães, dedicadas esposas... Parabéns mesmo, vocês são a minha segunda família e eu amo muito vocês. — Disse Pierre.
─ Ai, ai, ai... Esse gordo é um lindo mesmo. — Hayley apertou uma das bochechas de Pierre.
─ Que isso... E gente, eu queria dizer também que eu agradeço muito pela família que tenho. — Nesse instante, Melanie se aproximou com Lennon. Junto veio Delilah com seus filhotinhos, e David já estava do seu lado. ─ Isso que é família reunida. — Ele riu. ─ Ah, eu amo vocês também... — Eles se abraçaram.
“Eu te amo sem por que, sem razão, sem lamento, sem hora, sem lugar e sem limites. Te amo quando grita, quando briga. Te amo por você ser incrível a melhor de todas. Te amo por gostar, por estar, pelo simples e pelo apenas. Te amo quando acorda com aquele mal humor. Te amo quando deito, durmo e sonho. Te amo por mim, por você, quando sorri, quando chora. Te amo sem sentido, sem razão, por muitos motivos. Te amo por sorrir, por chorar, por brigar, por se lamentar. Te amo por viver… Eu vivo por você.”
“Eu tenho tanta coisa pra te falar, mas eu não consigo, eu não sei como me expressar de forma a fazer você perceber o tamanho do meu amor por ti. Uma vez já pensei sim em desistir de tudo, emdesistir de nós, mas sempre tem algo que me prende a você, eu sempre volto atrás. Você tem seus defeitos, assim como todo mundo tem, assim como eu tenho, e eu sei que são muitos os meus, você tem suas manias, suas chatices, suas brincadeiras, você tem todo esse seu jeito de ser. Eu amo isso em você, eu amo tudo em você, e é isso que sempre me faz voltar atrás toda vez que penso em desistir. Meu amor por você é tão grande, que por mais que aconteçam coisas que eu não goste, eu sempre relevo, eu sempre deixo passar, não esqueço, mas deixo passar. Eu sou feliz quando estou com você, por mais que eu esteja de cara feia, commeu humor nos piores dias, mesmo que eu não mostre, eu to feliz, e mesmo que eu não fale muito, eu te amo. Não sou boa em falar tudo que eu penso, em expressar meus sentimentos, mas quero que saiba, meu amor, que acima de tudo, eu te amo, eu te amo apesar das brincadeiras idiotas, apesar de todo ciúmes excessivo que tenho por você, apesar de tudo mesmo. Eu te amo, e não quero te perder, eu preciso de você, eu quero só você pra eu poder ser feliz, nem que eu tenha que matar metade do mundo, nem que eu tenha que fazer qualquer coisa, eu não posso deixar tudo isso que a gente tem, tudo issoque a gente passou juntos acabar, e por você, só por você, eu vou lutar até o fim para poder te fazer feliz o resto da sua vida meu amor. Eu te amo”.
E finalmente tudo estava sob controle. Parece que realmente a paz iria prevalecer para eles. Já estava mais que na hora...
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