Good girls go bad

5 Party, drinks and hot driver


Notas iniciais
Olá! O que será que a Vicky vai fazer agora? Subir com o ruivo gostoso ou descer para o Lucca? E vejam também como acaba a festa! Espero que gostem!

David: Vicky? Está tudo bem? — Ele perguntou ameaçando se afastar de mim.

Naquele momento, juro que tudo desacelerou para mim. Lucca e eu olhávamos direto nos olhos um do outro de um jeito tão avassalador que eu nem sentia o olhar preocupado que David me lançava.

Puta merda.

Eu tinha duas opções: Lucca ou David. Uma lista mental se formou rapidamente na minha cabeça, como sempre acontecia em momentos assim. Se eu descesse e fosse até o Lucca:

1- David ficaria muito puto.

2- Eu provavelmente daria para Lucca.

3- Sexo se tornaria um hábito.

4 -e talvez rolasse um sentimento, da parte dele ou da minha o que foderia com o meu emprego ( com o dele não, pois ele é o filho do chefe)

Os últimos espiões ( que eu conheço) que decidiram se comer regularmente acabaram explodindo e deixando uma criança para trás. Eu jurei não cometer o mesmo erro que eles.

Se eu subisse com David, Lucca ia pensar que sou uma vadia doida e talvez não fosse mais meu amigo, o que é uma pena, pois eu me divertia muito com ele apesar de tudo. Mas a verdade, é que eu sou uma vadia doida mesmo.

Foda-se.

Eu: Sim. — respondi e puxei a cabeça de David para o meu pescoço novamente, senti seu sorriso antes que ele começasse a me beijar ali.

Olhei para Lucca mais uma vez antes de entrar nos corredores, ele levantou a garrafa em sua mão, me cumprimentando, pisquei para ele e pressionei minha boca contra a de David, sumindo na escuridão do primeiro andar.

Devo comentar que ainda estava pensando naquele gostoso espião quando David abriu a porta do seu quarto. Então esqueci do Lucca, dos meus pais e do meu emprego. Esqueci até do meu nome quando aquele ruivo gostoso me jogou na cama e veio em cima de mim, respirando ofegante no meu ouvido.

Eu nunca ia confessar, mas realmente tinha sentido falta daquele jeito filho da puta de tirar a minha roupa, da sensação que era tirar as roupas dele e daquelas mãos experientes explorando meu corpo. Caralho, não é todo mundo que consegue fazer igual ao David, na real, aquilo ali era uma peça rara no mundo do sexo. Não pude deixar de soltar um gemido de vadia quando ele finalmente achou o que queria, e ele abriu seu sorriso de vencedor e começou a me beijar novamente, sem perder o ritmo com os quadris.

Duas horas depois, nós dois ainda estávamos sem roupas na cama,agarrados, porém conversando merda, era sempre assim com o David, ele não tinha aquela coisa de " depois do sexo quero que você suma" pelo menos não comigo.

David: Você realmente sumiu. — ele comentou contra a minha orelha.

Eu: Sou uma pessoa ocupada, sabe como é ,né? — e ele soltou uma risada fraca.

David: Ocupada para mim? — quando ele disse isso eu empurrei ele pelos ombros e olhei para seu rosto.

Eu: Não vamos começar né, David? Essa porra toda é sem compromisso.

David: Eu sei, Vicky. E adoro isso, mas podia ter muito mais sexo aqui se você aparecesse mais do que aparece.

Cerrei os olhos.

David: Tudo bem, sem compromisso, como quiser. — ele falou e deu uma mordida no meu nariz.

Quem caralhos morde o nariz?

David: Se importa se eu descer? A festa ainda está longe de acabar.

Eu: Claro que não, mais tarde eu desço também.- falei quando ele já estava de pé e colocando a calça.

Então ele me beijou novamente, mas teve mais gosto de segundo round do que de despedida, quando ele se abaixou um pouco para por a mão na minha nuca, eu puxei ele de volta para a cama, me livrando rapidamente da roupa que ele tinha posto. Lá vamos nós de novo.

Acho que quarenta minutos depois, nós caímos lado a lado, ofegando.

David: Será que agora eu posso descer?

Eu: Só por que sou boazinha. — Ele então riu e me deu um selinho.

Observei ele se arrumar e logo depois sair, fechando a porta atrás de si.

Eu não queria voltar para a festa, confesso que era por que sabia que ia encontrar o Lucca lá embaixo. Me levantei resmungando e coloquei minhas roupas.

Fui ao banheiro para ajeitar o que dava da maquiagem. Ainda eram três e meia da manhã, Anna ia me matar se eu resolvesse voltar para casa agora, a não ser que ela já estivesse desmaiada em algum canto. Baguncei meu cabelo com a mão, respirei fundo e me preparei para descer.

Claro que ali embaixo ainda estava um caos, mas nem sinal da Anna, ou do Lucca, até mesmo David havia desaparecido. Mal tinha descido o último degrau da escada e um cara até que gostosinho veio na minha direção sorrindo, hummm , sorri de volta para ele e ele me empurrou contra a parede.

Ele me agarrou e já foi enfiando a língua na minha boca, isso por que não tinha nem cinco minutos que eu estava aqui embaixo. Matei um tempo com o estranho na parede, ele até tinha uma pegada boa, mas nada que pudesse se comparar com David. Eu sei, eu to endeusando o cara demais, mas porra que pegada do caralho, tive poucas melhores. Retribuí todas as carícias que o estranho estava fazendo comigo, mas eu não estava afim de voltar para algum quarto, não agora. Me separei dele, peguei o copo que estava na sua mão ele me olhou mordendo o lábio inferior, e ainda me pressionando contra a parede. Pisquei para ele e virei a bebida, depois o empurrei gentilmente e saí de lá sorrindo. Senti seu olhar em minha bunda até sumir na multidão.

Ia ser foda pra caralho achar Anna nessa porra, então desisti antes mesmo de começar, e peguei uma garrafa daqueles baldes, virando na boca no momento que abri. Já falei que sensação maravilhosa o álcool me dava quando descia pela garganta?

A música era foda e contagiava todo o meu corpo, me fazendo pular freneticamente com a garrafa na mão. Não demorou para eu ver David passar por mim, ele estava de mão dada com uma garota, e piscou para mim quando me viu, sorri para ele, que estava andando para o banheiro com a tal menina, quando passou por mim, ele apertou a minha bunda.

Eu já devia estar muito bêbada quando senti duas mãos na minha cintura, que começaram a passear pela lateral do meu corpo, hummm veio por trás, bom garoto.

No início, eu deixei o cara se aproveitar de mim, por que estava sendo muito bom, e mesmo sem olhar para trás eu sabia que ele era gostoso e tinha experiência.

Ele puxou meu cabelo inteiro para um lado, deu uma mordida de leve na ponta da minha orelha e foi descendo a boca pelo meu pescoço. Eu coloquei minhas mãos em cima das dele, acompanhando o resto do seu " tour". Então suas mãos pararam nos meus quadris e seus dedos, em minhas coxas, senti sua pressão por trás e mordi o lábio. Me virei e entrelacei minhas mãos na nuca do estranho, pronta para a segunda foda da noite, então olhei e seu rosto.

De fato, eu estava certa, ele era muito gostoso, e certamente tinha muita experiência, só tinha um problema.

Eu: Lucca? — perguntei, soltando minhas mãos do pescoço dele, Mas suas mãos não me soltaram. Eu estava meio alta, mas ainda assim senti sua pegada firme quando ele investiu.

Que pegada do caralho, pensei quando sua boca estava quase na minha. Mas então desviei meu rosto e ele acertou a minha bochecha, Lucca passou um tempo com a boca lá, enquanto balançava nossos corpos lentamente, em um ritmo que não combinava com a eletrônica pulsante que fazia meu coração saltar. Quando eu puxei seu rosto para longe do meu ele sorriu, abriu os olhos e me encarou.

Cerrei os olhos para ele, rezando para os Deuses do sexo me ajudarem a escapar dessa tentação. Lucca estava muito lindo, com uma blusa preta que deixava seus olhos ainda mais azuis e ele tinha um sorriso mal contido que me dava vontade de beijar ele, mas eu não fiz isso. Empurrei ele novamente, mas não escapei de seus braços.

Ele riu e me soltou um pouco, mas não o suficiente para eu poder me afastar.

Lucca: Noite das garotas, sei. — falou irônico. Tirei suas mãos das minhas costas.

Eu: Consigo ver muitas garotas aqui. — tentei me afastar, mas ele me segurou de novo, eliminando todo o espaço pessoal que eu tinha conquistado há menos de um segundo. — O que você está fazendo aqui?- minha voz saiu mais sofrida do que eu queria.

Lucca: Desta vez eu não te segui. — ele falou sorrindo, arqueei uma sobrancelha sarcasticamente e ele continuou. — O David é meu amigo.

Arregalei os olhos.

Eu: Desde quando?

Lucca: Desde que eu liguei para ele hoje dizendo que a bebida era por minha conta.

Caralho, tinha muita bebida por aqui, imagina só o prejuízo que Lucca teve... Qual o problema desse doido?

Eu: E você ligou para ele porque...

Lucca: Ouvi dizer que as festas dele são as melhores, e tem muita gostosa. — ele falou descendo as mãos para a minha bunda, eu ri e as tirei de lá.

Eu: Que pena que já está na hora de ir embora. — falei me soltando dele.

Por incrível que pareça, a noite já tinha valido para mim.

Eu disse isso mesmo? Definitivamente eu estava perdendo o meu pique, teria que voltar a ir em festas.

Lucca: Não aconselho dirigir depois de beber, posso te prender , sabe? — ele disse e segurou minha mão novamente. — Adoraria fazer isso.

Eu: Não acho que isso seja da sua conta.- foi o que respondi, apesar de começar ,involuntariamente, a fantasiar com algemas.- Tchau , Lucca.

Me soltei dele e fui andando para fora da casa, de repente, o ar ali tinha ficado muito abafado. Mandei uma mensagem para o celular de Anna, torcendo para que ela sentisse o aparelho vibrar.

Eu- vem pra fora, te levo pra casa.

Pelo menos era o que eu queria escrever, mas do jeito que eu estava, deve ter saído algo como " sasofemslasjkapsodkja" mas Anna ia entender.

Andei pela grama, evitando os bêbados que estavam jogados no chão, no meio do caminho, peguei mais uma garrafa torcendo para ser vodka, sentei no meio fio e virei na minha boca antes de ler o rótulo.

Merda, cerveja.

Odeio cerveja, mas no momento eu só queria beber, então virei outra vez a garrafa.

Lucca: Dia difícil, hein? — ele falou sentando do meu lado.

Mas é claro que esse maluco ia me seguir.

Eu: O que você quer?- perguntei sem nem olhar para ele. Suspirei e coloquei as duas mãos na minha cabeça por causa da música alta demais que não me incomodava há segundos. Senti que ele pegou a garrafa do meu colo.

Lucca: Sexo.- ele respondeu quando finalmente soltei meu rosto para pegar a garrafa da mão dele.

Eu: tem muitas garotas ali dentro. — falei apontando para a casa enquanto virava a maldita cerveja.

Lucca: Desculpa: Sexo com você.- ele corrigiu

Eu: Me dá uma boa razão para querer isso.

Lucca: Você é gostosa pra caralho e eu também. Duas boas razões.

Revirei os olhos.

Eu: A gente trabalha junto, idiota.

Lucca: jura? — ele ironizou. — eu não tinha reparado. O que que tem?

Eu: Não vou dar pra você. — respondi , sincera.

Lucca: Medo de se apaixonar? — ele brincou.

Eu: Talvez.- mais uma vez eu fui sincera.

Caralho o que a bebida não faz?

Finalmente ele perdeu o sorriso depois da minha resposta e ficou calado, eu também não estava muito afim de conversar, então ficamos dividindo a garrafa até Anna aparecer.

Anna: Ainda bem que você me chamou, o cara lá dentro queria mais que só sexo, você acredita que ele queria me apresentar para a família?- ela veio falando até que viu Lucca do meu lado.

Ela ficou parada e de boca aberta, então me olhou com cara de " quem caralhos é esse gostoso?"

Eu: Anna, esse é Lucca, ele será nosso motorista particular hoje. — falei e joguei a chave do carro para ele. Fiquei com medo de ele se levantar e ir embora, me ignorando, depois do que eu falei, mas ele sorriu e pegou a chave no ar.- A gente vai para a casa do governador. Não posso dirigir, tem um maluco que disse que vai me prender.

Lucca sorriu, se levantou e destravou o meu carro.

Anna ainda estava petrificada.

Então ela mexeu a boca sem emitir som, mas eu entendi o que ela disse " gostoso" e logo em seguida " sortuda". Não me segurei e dei uma gargalhada, despertando a curiosidade de Lucca, mas nós duas ignoramos ele e continuamos a rir.

Puxei ela para o banco de trás comigo enquanto o gostoso entrava e agarrava o volante do meu bebê. Eu devo ter feito uma cara de ciúmes, por que ele olhou para trás, riu e colocou as mão no volante novamente, fazendo uma cara de quem tava comendo uma guria.

Eu: Nojento.

Lucca: Eu tento.

Anna e eu começamos a passar a garrafa uma para a outra, e na metade do caminho, já estávamos rindo e falando merda mais do que o normal.

Anna: Ele beija como uma galinha, mas mete como um canguru HAHAHAHAHAHAHAHAH

Eu não sabia o que era bom e o que era ruim nessa frase, mas mesmo assim ri pra caralho.

Lucca merecia um prêmio, só por estar aguentando essas baboseiras.

Eu: TU JÁ VIU UM CANGURU METER?HAHAHAHAHHAHAH — minhas bochechas estavam doendo de tanto rir e eu já estava com dores abdominais.

Anna: TEM PORNÔ DE TUDO HAHAHAHAHHAHAHAHAH

Eu: Imagina que louco uma tartaruga gemendo. — falei quando finalmente nós duas tínhamos parado de gargalhar. Anna imediatamente voltou a rir.

Lucca: Tartarugas não têm cordas vocais. — ele resmungou baixinho, mas nós duas ouvimos.

Anna: Além de gostoso é inteligente! — ela sussurrou, mas tenho certeza que ele escutou. — pega ele!

Eu: Não posso, se não vai acabar afetando as nossas miss... — Nessa hora, Lucca parou o carro com força, fazendo os pneus cantarem e eu bater minha cara no banco da frente.

Eu: Filho da puta- gemi, colocando a mão na minha testa.

Lucca: Chegamos, filha do governador. — ele falou destrancando as portas. Anna sorriu e desceu, cambaleando para sua mansão foda, que ela dividia com o pai e os milhões de empregados, quando eu desci do carro para ir atrás dela, Lucca também desceu e me puxou.

Eu: Mas que porra?

Lucca: Vou te deixar em casa, entra aí.

Eu ia dar um fora nele, mas Anna já tinha sumido no portão principal e ele estava com o meu carro. Deixei que ele me conduzisse até o banco de carona.

Nos primeiros dez minutos de viagem, ele ficou calado. Eu já estava quase dormindo quando escutei sua voz.

Lucca: Você não pode contar para ela, Vicky.

Eu: Eu sei, foi mancaaaada. — falei arrastando a língua. Ele respondeu alguma coisa que eu não entendi.

Acho que apaguei no meio do caminho, acordei com ele me segurando na porta da minha casa. Dei um tapa em sua mão.

Eu: Me põe no chão, porra.

Gratidão: uma qualidade que eu realmente não tenho.

Apesar da minha grosseria, ele sorriu e me colocou no chão, mas manteve as mãos em minha cintura. Fiquei encarando a porta por uns segundos sem saber o que eu deveria fazer.

Lucca: Vicky, onde está a chave?- ele tentou ser sutil e não dizer " Abre logo esta merda".

Eu: Hummm — respondi sem conseguir pensar, apesar de ter pedido para ir pro chão, eu já estava com o corpo todo apoiado no rapaz. — bolso. — falei, seu só queria dormir novamente. Então ele colocou a mão no meu bolso de trás deliberadamente apertou a minha bunda.

Lucca: Não está aqui. — Arregalei os olhos e ele riu.

Eu: Deixa que eu pego. — Falei e dei um tapa que era para ser em sua mão, mas eu não sei onde acertou.

Eu estava um pouco mais acordada depois do assédio, peguei a chave, mas minha visão tremia e eu não consegui colocar ela na fechadura.

Ouvi ele rir da minha tentativa inútil.

Lucca: Me dá essa merda. — e pegou a chave da minha mão antes que eu visse ele se mexer. Acho que estou muito doidona. Depois que entramos em casa, ele fechou a porta com a chave.

Eu: Lucca — arrastei o nome dele para meus lábios enquanto o moreno me ajudava a subir a escada. Senti que ele ficou um pouco tenso quando eu gemi seu nome. Por que caralhos ele ficou tenso? — Você está brabo comigo?

Raciocínio de bêbado é uma desgraça.

Lucca: Não. — ele falou.

Guiei ele até a porta do meu quarto sem saber por que diabos ele ainda estava aqui comigo, mas meu nível etílico não me deixava reclamar.

Eu: Você não vai ficar diferente depois do que eu falei sobre não querer me apaixonar né?

Ele sorriu para mim enquanto me colocava sentada na cama.

Lucca: Não. — Curto e grosso.

Eu: Por que tá respondendo assim?

Ele se ajoelhou na minha frente e tirou minhas botas.

Lucca: Não estou respondendo "assim".- ele fez aspas no ar.

Eu ia falar algo, provavelmente alguma coisa idiota mas então ele ficou sério.

Lucca: Você quer vomitar?

neguei com a cabeça, o que foi um erro, por que fiquei tonta.

Lucca: Tem certeza?

Eu: Tenhooooo.

Depois que respondi, arrastando a palavra, Lucca colocou a mão na minha coxa, tirando a minha meia. Observei seu rosto concentrado na tarefa, ele era tão lindo que não me contive e passei a mão no seu cabelo. Ele ficou novamente tenso quando sentiu meu toque e se apressou para terminar a tarefa.

Então deixou minhas meias no chão e olhou nos meus olhos.

Eu: É agora que você vai se aproveitar de mim?- perguntei quando ele me deitou na cama. Não sei se minha voz saiu com desejo ou ironia, acho que com uma mistura dos dois.

Lucca: Não, não agora. — então ele me cobriu com o edredom que eu tinha jogado no chão nesta manhã. — boa noite, Vicky.

E foi andando para longe.

Eu: Lucca! — falei e ele parou, me olhando curioso.

Lucca: Oi?

Eu: Obrigada — falei tão baixinho que não tive certeza se ele ouviu até ver seu sorriso. E desta vez não era um sorriso indecente.

Sorri também e apaguei antes de ver ele saindo do quarto.

Notas finais
Fofo da parte do Lucca, não? O Lucca sendo fofo é tão bom que eu desconfio ausjnasda. Mais uma vez eu peço para comentarem aqui, por que se não eu não tenho como saber o que acharam! Comentem e opinem, sério não custa nada, é muito importante e me incentiva muito, muito, muito! beijos e até a próxima!