Good Lucky
34 Do you love Mr. Fabray?
Notas iniciais
Monte carlo foi maravilhoso e ao mesmo tempo um saco.
Como Rachel estava lá para um evento beneficente na noite de natal, os paparazzi cairam matando, inclusive quando ela estava na praia. O bom é que os paparazzi ficaram longe.
Charlie parecia muito animado e bem energico, isso era o que confortava Rachel.
Quinn seguia tão incomodado que até Sam havia notado, e acabou que por privação à imagem da familia Fabray, manteram Quinn trancado em casa.
E enquanto Rachel saia com Kurt e Charlie os dois se empenhavam em conversar e tentar extravasar aquela angustia toda.
O panico que não tinha vindo no começo estava ali agora e tudo o que Quinn sentia vontade de fazer era arrancar cada pedaço que não era seu, de si.
–Vem vamos dar uma volta antes que você enlouqueça. — Sam disse tacando a jaqueta em Kyle.
–Sam eu quero meu corpo de volta, mas eu tenho medo de contar pra Rachel... — Ele disse quando os dois estavam sentados em uma mesa do restaurante.
–Eita Quinn, você arruma cada coisa. — Sam disse.
–Eu não sei se pra ter Rachel eu precisava ter essa merda dessa cara! — Kyle mordeu o lábio de cenho franzido.
–Vai ser um enigma pra sempre como você virou isso, meio inacreditavel. — Sam apoiou a cara no pulso.
–Vou contar pra Rachel assim que as festas passarem.
–Ela já notou que tem algo te incomodando.
–Quem não nota?
–Você está parecendo um doido de tão agoniado que anda.
–Vivo com uma dor de cabeça constante.
–Promete pra mim que vai aguentar? Manter as aparencias até conseguir contar pra ela.
–Sam...
–Você é Quinn Fabray.
–Prometo!
Eles almoçaram e Sam deu risada sozinho. — Lembra quando jantamos pela primeira vez juntos?
–Você tinha um pessimo cabelo!
–E você me perguntou se eu era gay!
–Meu gaydar não falha.
Sam gargalhou. — Que maravilha, senhoras e senhores Quinn Fabray, é iludida numero um no fandon Faberry.
–Hm?
–O seu gaydar nunca apitou pra Rachel?
–Ah não né ela estava sempre com o Fi...
–Corta essa, você e Santana passaram o rodo na escola e vejam na onde estão.
–Tá senhor das galaxia, vamos logo comprar coisas para quem amamos.
Quinn visivelmente se sentia melhor, precisava parar de entrar na neura.
E havia se decidido que a nogenta da Jennifer ia se resolver com Quinn e não com Kyle.
O natal passou por entre os dedos de todos como se fosse flash, e o ano novo comemorado na Times Square com Rachel cantando, Kyle e charlie assistindo foi incrivel.
Ah, sobre o colar... Arrecadaram 18 mil euros de um europeu empresario, ele deu o colar a sua esposa, e Rachel agradeceu apenas pelas crianças.
A neve caia forte na primeira semana de janeiro, Rachel não conseguia sair de casa, seu celular não dava sinal... Era ela, seus seguranças que se encontravam vendo uma partida de Baseboll no ESPN, Charlie e Elisa.
Rachel se sentou na banqueta e olhou sua empregada.
–Quando você era adolescente qual era su maior sonho Elisa?
A mulher surpresa corou. — Ah, acho que quando somos jovens fazemos muito planos, mas ser feliz é sempre o maior sonho.
Rachel analizou. — Eu disse pra todos, eu seria uma estrela da Broadway, eu sou, eu canto, atuo, sou uma pessoa bem sucedida, tenho um filho lindo, tenho tudo... Mas não me sinto assim, parece as vezes que não tenho nada.
Rachel coçou a bochecha e viu o copo de suco de morango natural ser colocado à sua frente.
–Rachel posso te fazer uma pergunta, mais pessoal do que qualquer coisa que te peguntei em todos os anos que trabalho aqui.
–Prossiga. — Rachel disse e entornou o copo nos lábios.
–Você ama o Sr. Fabray?
Rachel parou de beber seu suco e franziu diante daquela questão. — Não sei.
–A senhorita deveria pensar sobre isso...
–Você acha que pode ser isso?
–Não sei Rachel.
A morena teminou seu suco e decidiu ir brincar com seu principe... Mas a pergunta era a mesma em sua mente.
Durante a semana, as nevascas diminuiram e Rachel pediu um tempo para Kyle.
Na sexta ele entrou em sua casa, não deu nem tempo da morena protestar ele logo soltou as palavras. — Vamos para Lima Rachel, Puck me ligou... Shelby não está bem.
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