Going Down For The Second Heartbeat
29 Deal with it
Notas iniciais
obs: eu falei que era prolixa. Avisei que tava no final e estamos aí me matem ahuhauha estou apegada por ser a minha primeira de bandom u.u
obs2: quem quizer ver as minhas outras é só falar, são de HP #horadojabá
Obrigada pelos reviews!!!! Me ajuda a ter idéias pra falar a verdade *-*
obs3: como eu falei hoje o.o acho que estou com muito açucar no organismo.
obs4: tá, agora eu vou deixar vocês lerem :*
Eu estava irritado. Sei que falei que não ia insistir, mas como ela pode resistir, digo, quem resiste? Ok, isso é idiota, entretanto não deixa de ser verdade. Eu estava acostumado a poder escolher quem e quantas eu poderia ter e agora vem essa garota com metade da minha idade, que possui os mesmo hábitos que o meu e me despreza. As grandes merdas de clichês da vida.
Desci para o bar encontrando Brian e Johnny.
-Uou, quem você quer matar? –o gnomo perguntou.
-Você, se perguntar muito.
-Heey! Como estamos calmos hoje! –Syn ironizou e eu lhe mostrei o dedo do meio.
Pedi uma dose de whiskey para o barman e Brian falou:
-Você quer falar sobre ou...?
-Está dando uma de psicólogo agora? –falei rudemente e os dois riram.
-De novo a história com a Taylor? –Brian falou e Johnny arregalou os olhos. Parecíamos três adolescentes.
-Que história com a Taylor? –o baixinho questionou.
-Ele está tentando comer ela. –Syn disse. Um tempo atrás eu me incomodaria sobre o jeito que ele fala sobre ela, mas já tinha ligado o botão do “foda-se” a muito tempo.
Johnny gargalhou e eu virei meu copo.
-Não estou tentando. –falei com sorrindo.
-Eu disse que era pra você ir com jeito que dava. –Synyster riu.
-Nossa, vocês são uns idiotas. –Johnny disse meio sério.
-Não seja hipócrita, gnomo. –falei. –O ponto é que agora ela quer dar uma de mulher casta e cuidar do seu homem que levou um tiro.
-Ah, o ciúmes. –Brian disse sonhador.
-Ciúmes porra nenhuma. Eu ainda não tinha terminado com ela.
-Puta cara, isso foi escroto. –dessa vez quem disse foi Syn, mas ele ria.
-Desculpa a sinceridade. –falei levantando o outro copo de whiskey que pedi, o virando em minha boca. –E eu posso te dizer com toda a certeza do mundo que ela também não tinha... até acontecer o que aconteceu com o Anthony.
-Aparentemente as coisas mudam. –Johnny disse.
-Ai cara, deixa de ser mulherzinha. –falei impaciente. –Desejo é desejo.
-Desejo passa. –Syn rebateu.
-Não tão rápido. –disse. E de novo, pelo jeito que eu a deixei era impossível ela ter desistido. –Foda-se. –conclui.
-Você tem duas opções agora: sua mulher ou outras mulheres. –Syn comentou.
-Eu desisto de vocês. –Johnny falou e saiu de perto da gente.
-Vai lá Madre Teresa! –Syn berrou tacando um cubo de gelo nele, não o acertando por milímetros.
Eu fiquei bebendo e zoando noite adentro com Brian até que a bebida ameaçava me derrubar. E olha, isso queria dizer que eu já tinha bebido muito.
-Olha quem chegou. –Syn apontou com a cabeça um tempo depois.
Taylor vinha sozinha em direção a nós. Seus cabelos estavam presos, seu rosto sem maquiagem e com grandes olheiras marcando-o.
-O que aconteceu com o show de hoje? –ele perguntou quando ela se aproximou.
-Remarcamos. Tony precisava descansar e ele não podia ficar sozinho. –Taylor disse com a voz triste. –Só dormiu agora por causa a dor, aí eu desci. –explicou.
-Cansou de cuidar do maridinho e veio procurar por diversão? –ri.
Ela percebeu que eu estava bêbado e rolou os olhos, me ignorando. Sentou-se ao lado de Gates, deixando ele entre nós.
-Uma cerveja, por favor. –ela pediu.
-Ele está bem? –Brian perguntou e ela falou algo que eu não me importei em prestar atenção.
-Grandes merda. –ri de novo.
Syn me deu um olhar de aviso, mas falhou em ficar sério.
-Esquece ele, está bêbado. –falou para Taylor.
-Percebi.
Ela fez uma cara de nojo, como se fosse superior a mim. Eu ri.
-Você parece cansada. –Brian observou e ela murmurou um “pouquinho”.
-Está trabalhando demais. Já disse, tem diversão aqui.
-Isso tudo é carência? –Taylor riu sem humor. –Está parecendo uma das “band whores” que ficam atrás de vocês. Triste.
-Vai se fuder, Taylor. –disse com uma fala enrolada.
Ela bufou e saiu andando em direção aos elevadores com a cerveja na mão, provavelmente indo para seu quarto.
Syn tentou me segurar quando fui atrás dela, mas ele estava quase tão bêbado quanto eu e não teve forças.
Entrei no mesmo elevador e ela me disse:
-Não encosta em mim.
-Quem disse que eu quero? –perguntei. Sentia-me irritado com a sua atitude. –Acho que seu ego está inflado demais.
Ela riu.
-Sério, quem você acha que é?
-Você está bêbado e eu não estou a fim de discutir com você pela segunda vez no dia. –ela cruzou os braços.
-Porque você acabaria excitada demais para resistir, não é? –ri.
-Aff, seu idiota. –ela bufou.
Fui em sua direção, imprensando seu corpo com o meu.
-Do que você me chamou, garotinha?
-Agora eu sou garotinha? –ela riu pelo nariz.
-Sempre foi. –dei de ombros.
-Me poupe do seu bafo de álcool, Shadows. –ela disse me empurrando. Como já estava tonto, fui um pouco para trás, entretanto peguei impulso para frente, voltando a posição em que estava. Minha mão acariciou seu rosto e fiz meus lábios roçarem em sua bochecha.
-Desista, Shadows. –ela disse me empurrando novamente. Estava estampado em seu rosto que ela não gostara. Não me importei.
-Vou perguntar de novo, esse é mais um de seus jogos?
É, isso é porque eu disse que não ia insistir nessa situação. Mas qual é?! Eu estava bêbado!
-Não há jogos aqui. Eu só enjoei.
Eu gargalhei e ela se encolheu um pouco.
-Vou fingir que acredito.
-Faça o que você quizer. –ela deu de ombros.
-Sei que você precisa de tempo por causa do que aconteceu com seu marido...
-Vocês precisam parar de falar que ele é meu marido! Ele é meu empresário! Ponto! –irritou-se.
-Já percebeu que você tenta passar para os outros “verdades” que não são reais nem para você? –falei com um meio sorriso.
Ela apenas me olhou, pela primeira vez na noite parecia estar sem uma resposta pronta. Foi aí que eu percebi que já estávamos parados e devia fazer um tempo. Não havíamos saído do andar do bar do hotel. Apertei o meu andar e depois o dela e ficamos em silêncio. Ela olhava para o chão como se pensasse no que eu tinha acabado de falar.
Deixei-a sem dizer nada e me arrastei para meu quarto. Val já estava lá e me perguntou porque eu estava bêbado e com aquela cara. Não consegui respondê-la e peguei imediatamente no sono.
Acordei depois de boas horas de sono e me deparei com Valary colocando umas roupas dentro de sua mala.
-Estou voltando para Califórnia. –ela disse sem me olhar, percebendo que eu acordara.
-O quê? Porque? –perguntei confuso, despertando rapidamente.
-Fala sério, Matt! Eu te conheço, sei o que está acontecendo.
Fiquei quieto. Não levou muito tempo até que eu entendesse a que ela se referia. O mais estranho é que ela parecia calma até demais.
-Eu sei que não tenho o direto de te cobrar exclusividade, assim como ao contrário. –um simples sorriso enfeitava seu rosto. –Mas uma coisa são casos esporádicos de uma noite, outra totalmente diferente é o que está acontecendo aqui.
Tentei falar, porém ela me cortou:
-O jeito que você muda quando ela está por perto, como fica disfarçando para poder olhá-la... e agora com o que aconteceu com Anthony...
-Não estou apaixonado por ela se é o que está querendo dizer. –foi a minha vez de cortá-la. Vocês podem duvidar, mas era a verdade.
-Eu sei, entretanto você a deseja. Não é difícil de notar... E até que esse desejo passe, eu não posso ficar por perto... colocando em risco nosso casamento.
-Val, eu te amo... –comecei a dizer desesperado. -... não vá embora. Por favor! Você me mantém são.
Ela andou até mim e me abraçou.
-Também te amo, Matt.
-Mas você...
-Estou bem. –ela respondeu a minha preocupação interna.
-Não quero que você vá. –lhe disse ainda sentindo o cheiro de seus cabelos.
-E eu não quero ir... mas irei.
Valary me beijou, terminou de fechar sua mala e saiu pela porta.
Eu senti uma dor horrível no peito, sabia que havia magoado a mulher que eu amo.
...Talvez fosse hora de sermos apenas nós dois, como deveria ter sido desde que nos casamos. Não quero jogar o que temos, nossa história fora por causa de outras pessoas.
E ainda sim, aqueles olhos claros me assombram.
Notas finais
Deixa eu perguntar, cês gostam de vampiros? Não tipo o Edward de Crepúsculo, mas tipo o Damon e o Stefan de Vampire Diaries. Tem uma idéia rondando a minha cabeça, não para essa fic claro, para uma outra além da outra que eu tinha dito ahuaha
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