Notas iniciais
Personagens: Blaine Anderson (homossexual) e Noah Puckerman (heterossexual)

Puck havia marcado de fuder com Blaine, sua mãe havia saído num cruzeiro com sua irmã, e ele queria um amigo pra transar de novo, e ele sabia que seria o ativo se fosse Blaine.

- Olá, Puck! – Disse Blaine ao ser recebido na casa do seu amigo. – Então, onde vamos fuder?

- No meu quarto, tenho ótimos brinquedos e meu lado sádico quer que você seja uma vadia psicótica presa na minha cama.

Blaine desabotoa os três botões de sua camisa, mostrando o início da singular divisão de seu peitoral e encosta sua boca no ouvido de Puck, sussurrando:

- Vou gritar, chorar e entrar em um desespero instintivo tão forte que tentarei quebrar as algemas?

- Vai! – Respondeu Puck com outro sussurro.

- Ótimo! – Disse Blaine, se afastando e puxando Puck até o quarto do garoto pela gola da camisa, ao chegarem no quarto, Blaine disse:

- Me domina garotão!

Puck puxou Blaine e começou a rasgar suas roupas, balançando-o violentamente, quando terminou, jogou o garoto na cama e, enquanto olhava nos olhos dele com expressão de desprezo e ódio, tirou sua camisa, puxou se cinto, dobrou-o e segurou enquanto tirava os sapatos, a calça e a cueca. Puck queria ofender, humilhar, sabia que a maior ferida de qualquer gay era a homofobia.

- Seu viado! Vou fazer você virar homem! – Puck sentou e puxou Blaine, deitando-o de barriga em suas pernas, como as mães fazem quando querem bater nas nádegas de seus filhos.

Puck começou a bater na bundinha branca e redonda de Blaine com o cinto, enquanto ele gritava por mais.

- Mais... bate mais... me trata como bicho, Puck.... deixa essa bundinha bem vermelha...

Minutos depois e a bunda de Blaine se destacava do resto do seu corpo, bem branco com uma mancha vermelha, Puck jogou o garoto magrelo na cama e o prendeu. Blaine agora era um x com uma protuberância dura voltada pra cima.

Puck se pôs ajoelhado na cama sobre Blaine e começou uma sessão de tapas e murros, o bastante pra doer mas não o bastante pra deixar marcas, sabia que se deixasse alguém perguntaria o que era aquilo.

- Isso é por ser um bixa! (soco)

- Ah... me bate mais, Puck... me bate mais!

Puck chocava sua mão aberta nos peitos de Blaine que logo trataram de se avermelhar, Puck agarrou os mamilos de Blaine com os dedos e sorrindo, apertou-os e girou-os com força, Blaine gritava, sua mandíbula parecia a ponto de se abrir, mas quando Puck parou Blaine se recompôs e voltou a sorrir.

- Vá gostar de sentir dor assim na casa da porra! – Disse Puck, impressionado.

Blaine riu.

Puck pegou o estapeador de couro e começou a bater no pau de Blaine, que começava a pulsar de dor, estava bem duro, o que contribuía com a dor, Blaine gemia.

Puck começou a morder as pernas de Blaine, mordia suas bolas, mordia seu abdômen, deixava marcas de dentes vermelhas.

- Me coma, Puck, me coma!

Puck deu uma última mordida na barriga de Blaine, bem forte, seu um gosto metálico, sangue, escorrer e Blaine não aguentava de dor, contorcia-se e puxava os braços e pernas contra as algemas, o que era inútil.

- Como você é fresco, é só sangue escorrendo, nem escorreu do seu cu... ainda!

Puck abriu as algemas que prendiam Blaine pela perna e prendeu novamente na cabeceira da cama, Blaine agora era um “C” bem desconfortável, e com o cu à mostra.

Puck meteu seu pau sem piedade, metia com tanta ignorância, força e rapidez que Blaine se derretia em lágrimas, gemidos de prazer e espasmos de dor.

Puck se deliciava com o cu fechadinho de Blaine, rasgava aquela bundinha perfeita até sentir o sangue escorrer, ele não era virgem, então obviamente estava flexionando o cu para sentir mais dor.

Puck parou com a foda anal e desamarrou as pernas de Blaine, amarrando-as de novo no pé da cama, ficou em posição inversa e começou a meter seu pau na boca de Blaine, engasgando-o, pois metia até o fim, enquanto sentia prazer, à Blaine só restava dor.

- Eu vou gozar verme, eu vou gozar dentro da sua garganta e hoje eu estou á mil, vai descer muita gala e eu não quero ver nenhuma gota!

Puck gozou 7 grandes jatos, Blaine se esforçou para engolir tudo e chupar o pau de Puck para garantir que não veria nenhuma gota, conseguir, com muita ralação havia engolido toda a porra.

Puck desamarrou Blaine e ficou de quatro, esperando pelo pau.

- Puck... eu tô muito dolorido, só... bata uma pra mim.

Blaine deitou na cama, abriu as pernas enquanto Puck subia e descia pele de seu pau, Blaine gozou e disse:

- Foi ótima Puck, você pode me levar pra casa? Pode dirigir meu carro, mas preciso de um banho antes.

- Claro, pode ser.

Blaine entrou no carro com Puck e foi pra casa, mas não sem antes parar em frente a porta e olhar dentro dos olhos de Puck, sabia que sempre que fuderem, ele seria o passivo e ele ia sair dolorido, a maioria evitaria, mas ele era Blaine Devon Anderson, ele aguentava tudo!

Notas finais
Gostaram? O próximo capítulo será o último da temporada, já estou investindo em Tvdimpossiblecouples, então talvez eu nunca mais escreva sobre Glee, tenho que tocar pra frente, né? caso eu faça uma segunda temporada de GIP, vai ser se, e somente si, eu tenha uma ótima inspiração, tchau e muito obrigado pela "audiência", pelos Reviews e pelas carinhas deixadas como Reviews, elas me animam, espero que tenham batido muito e ficado loucos de excitação, aguardem ansiosamente pelo 1x22, vai demorar, mas aguardem.