Glee Impossible Couples - Just Sex
22 Capítulo 22 - Blam (season finale)
Notas iniciais
Blaine e Sam, a possibilidade de sexo mais quente do McKinley, sozinhos, numa noite fria. Ia rolar.
- Então... Blaine... – Começou Sam, buscando em sua mente algo a dizer. – Sabe me dizer por que seus pais vivem em cruzeiros?
- Gosto de pensar que eles possuem consciência de que o filho deles está crescendo, e que precisa passar um tempo se virando por pura experiência, literalmente... Fazer coisas de gente grande. – Disse Blaine, chegando perto de Sam e olhando fixamente para os seus olhos.
- Você me chamou aqui para transar, não foi? – Perguntou Sam, quase retoricamente.
- Pode ser... – Blaine, ainda parado bem em frente ao seu amigo, olhava vagamente para a cama enquanto continuava. – Foi aqui que nos tornamos melhores amigos, Sam, antes disso, éramos apenas... Amigos – Blaine para de falar e se senta na cama. – Aqui estamos, depois de séculos de repressão, finalmente um gay pode ser amigo de um heterossexual livremente, podem dar prazer um ao outro sem que um passe a se considerar menos homem, é pra se comemorar, é pra se comemorar que Brittany, Santana, Kurt, Unique e eu possamos simplesmente... Ser.
- Não sei por que vou perguntar... Mas como você quer comemorar? – Perguntou Sam.
- Você poderia começar me fazendo um strip-tease, tudo bem? – Perguntou Blaine com um sorriso safado no rosto enquanto deitava na cama e tirava a camisa e os sapatos.
Sam foi ao banheiro levando a mochila, minutos depois, saiu do banheiro vestido sensualmente como um policial.
- Isso, meu garoto, dança pra mim... – Disse Blaine, deitado na cama, enquanto alisava seu abdômen.
Sam fazia movimentos sensuais deixando Blaine cada vez mais excitado, jogou seu boné policial em Blaine e começou a tirar a camisa.
- Uau! – exclamou Blaine.
Sam exibia seu abdômen, seus braços e suas costas, completamente definidos, ele passara óleos no corpo, então sua pele reluzia e isso só o deixava mais atraente, literalmente atraente, Blaine entrava em transe, ia para frente, em direção ao corpo de Sam, hipnotizado pela vontade de tocá-lo, a música tocava freneticamente, assim como os movimentos do corpo de Sam.
Sam fez um sinal com as mãos para Blaine parar e sentar na cama.
A música mudou e Sam começou a tirar as calças, fazia movimentos inacreditáveis no poste que ficava na frente da cama de Blaine; Os pés de Sam não mais tocavam o chão enquanto ele magicamente tirava as calças sem perder a sensualidade, era algo difícil de fazer.
Quando se encontrava apenas de cueca, parou de dançar e, suado, andava na direção de Blaine, devagar e sensualmente. Blaine estava com uma expressão de risada reprimida.
- O que foi? – perguntou Sam.
- Sua cueca Box de caveiras, é hilária. – Disse Blaine.
- Você acabou de quebrar o clima, comprei essa cueca semana passado e achei bem sexy! – Disse Sam.
- Não acho. – Fala Blaine.
- Qual é? Olha direito, sou um cara gostoso, minha pele clara entra em contraste coma cueca preta, e essas caveiras brancas só dão destaque ao volume da Samconda! – Dizia Sam.
- Sam, esquece, a cueca é horrível e pronto! – Disse Blaine.
- Você quebrou o clima, não dá pra recuperar! – Disse Sam.
- Vem cá que eu recupero rapidinho, meu surfista suado. – Disse Blaine.
Blaine puxou seu loiro suado e jogou-o na cama, rasgou sua cueca de caveiras para livrar-se logo daquilo e começou o boquete.
- Para Blaine, vamos devagar... – Disse Sam.
Blaine fez três tours pelo pescoço e abdômen de Sam; O primeiro, de beijos, por todo o pescoço, pelos gomos, na cintura; O segundo, de chupões, novamente no pescoço, nos mamilos, em cada gomo; O terceiro, de mordidas, fortes, no peitoral, nas laterais do corpo.
- Blaine... Pode chupar agora! – Disse Sam.
Blaine queria pirraçar mais, fez um tour de mordidas por toda extensão das duas pernas de Sam, para depois começar a chupar, inteiro, o pau de Sam.
- Ah... Isso... Ah... Isso... Assim... Chupa... Assim... Ah... Isso... Blaine... Ah... Delicia... Ah... Chupa essa pica toda... Ahhhhhhhh.
Blaine saiu engasgando, Sam abraçou Blaine com carinho, era uma demonstração de carinho verdadeira, confortável, infelizmente a sociedade via com maus olhos um simples abraço entre dois amigos do sexo masculino em público, mas não ali, e não agora.
Sam ajeitou Blaine e carinhosamente começou a meter em seu cu.
- Ter você dentro de mim me faz me sentir no céu, Sam! – Disse Blaine.
- Eu sei... – Disse Sam, enquanto deitava e Blaine começava a pular como uma criança, enquanto os dois gemiam e suavam.
- Se gravássemos um pornô nosso, venderia bastante. – Disse Sam.
Blaine já chorava, era muito grande, poderiam foder todo dia, Blaine ainda assim choraria.
Blaine saiu e se pôs de quatro.
- Me... Arromba! – Disse Blaine, esperando a Samconda.
Sam começou a fuder Blaine por trás, rápido e forte, seus corpos se mexiam e eles soltavam sons pela boca, misto de dor e prazer, amor e entrega.
- Ah... Sam... Não para... Me fode... Gostoso... Ah...
Sam já havia gozado dentro de Blaine, todo o sêmen escorria, Sam sentia o líquido quente e pegajoso escorrer por suas pernas, o que o excitaria se não tivesse acabado de gozar, era a vez de Blaine.
Sam se pôs de joelho enquanto Blaine forçava sua cabeça contra a Anderconda, fazendo o loiro engasgar.
- Isso... É assim que se faz um boquete, Sam... Ah... – Blaine gemia
Sam já não tinha oxigênio o bastante nos pulmões e então deu a volta e começou o cunete, lambia com vontade o cu de Blaine, que gemia loucamente e se apoiava na cama, Sam agarrava e apertava suas nádegas com ferocidade enquanto sua língua ia profunda ao cu de Blaine, era o cunete mais intenso humanamente possível.
- Ah... Ninguém chupa um cu como você, meu loiro! – Disse Blaine.
Sam levantou-se e jogou Blaine na cama, olhava penetrante em seus olhos enquanto se colocava na posição da rã e pulava loucamente, deixando a pica de Blaine entrar em seu cu. Blaine gemia e segurava o colchão enquanto Sam suava e gritava feito louco, enquanto agarrava seus cabelos louros com intensidade, Blaine soltou cinco jatos dentro de Sam, que escorreram rapidamente, deixando-o melado por dentro.
Sam se deixou cair por cima de Blaine.
- Foi ótimo, cara! Te amo! – Disse Sam.
Blaine estava boquiaberto.
- O quê? – Disse Blaine.
- Te amo, Blaine, te amo! Mesmo com todas as histórias, mesmo convivendo com Brittany, Santana, Kurt, você, Unique... Mesmo com as lições de Mr. Schue, eu continuava mentindo para mim mesmo, pois seria mais fácil ser heterossexual, o preconceito pode ter diminuído naquela escola, Blaine, mas não diminuiu no mundo e eu sei que será difícil, mas aqui estou eu, Sam Evans, depois de anos de mentiras, me assumindo diante de você, o cara que eu amo; É você, Blaine!
Blaine não esperou nenhum milésimo de segundo para digerir tudo, beijou Sam profundamente enquanto os dois choravam, e ali, naquele quarto, mais uma conquista do Glee Club, mais uma conquista do grupo de pessoas que deveria ser a base utópica para o resto do mundo, ali começaria uma história de amor acima de qualquer preconceito...
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