Glee Impossible Couples - Just Sex
21 Capítulo 21 - Bluck
Notas iniciais
Puck havia marcado de fuder com Blaine, sua mãe havia saído num cruzeiro com sua irmã, e ele queria um amigo pra transar de novo, e ele sabia que seria o ativo se fosse Blaine.
- Olá, Puck! – Disse Blaine ao ser recebido na casa do seu amigo. – Então, onde vamos fuder?
- No meu quarto, tenho ótimos brinquedos e meu lado sádico quer que você seja uma vadia psicótica presa na minha cama.
Blaine desabotoa os três botões de sua camisa, mostrando o início da singular divisão de seu peitoral e encosta sua boca no ouvido de Puck, sussurrando:
- Vou gritar, chorar e entrar em um desespero instintivo tão forte que tentarei quebrar as algemas?
- Vai! – Respondeu Puck com outro sussurro.
- Ótimo! – Disse Blaine, se afastando e puxando Puck até o quarto do garoto pela gola da camisa, ao chegarem no quarto, Blaine disse:
- Me domina garotão!
Puck puxou Blaine e começou a rasgar suas roupas, balançando-o violentamente, quando terminou, jogou o garoto na cama e, enquanto olhava nos olhos dele com expressão de desprezo e ódio, tirou sua camisa, puxou se cinto, dobrou-o e segurou enquanto tirava os sapatos, a calça e a cueca. Puck queria ofender, humilhar, sabia que a maior ferida de qualquer gay era a homofobia.
- Seu viado! Vou fazer você virar homem! – Puck sentou e puxou Blaine, deitando-o de barriga em suas pernas, como as mães fazem quando querem bater nas nádegas de seus filhos.
Puck começou a bater na bundinha branca e redonda de Blaine com o cinto, enquanto ele gritava por mais.
- Mais... bate mais... me trata como bicho, Puck.... deixa essa bundinha bem vermelha...
Minutos depois e a bunda de Blaine se destacava do resto do seu corpo, bem branco com uma mancha vermelha, Puck jogou o garoto magrelo na cama e o prendeu. Blaine agora era um x com uma protuberância dura voltada pra cima.
Puck se pôs ajoelhado na cama sobre Blaine e começou uma sessão de tapas e murros, o bastante pra doer mas não o bastante pra deixar marcas, sabia que se deixasse alguém perguntaria o que era aquilo.
- Isso é por ser um bixa! (soco)
- Ah... me bate mais, Puck... me bate mais!
Puck chocava sua mão aberta nos peitos de Blaine que logo trataram de se avermelhar, Puck agarrou os mamilos de Blaine com os dedos e sorrindo, apertou-os e girou-os com força, Blaine gritava, sua mandíbula parecia a ponto de se abrir, mas quando Puck parou Blaine se recompôs e voltou a sorrir.
- Vá gostar de sentir dor assim na casa da porra! – Disse Puck, impressionado.
Blaine riu.
Puck pegou o estapeador de couro e começou a bater no pau de Blaine, que começava a pulsar de dor, estava bem duro, o que contribuía com a dor, Blaine gemia.
Puck começou a morder as pernas de Blaine, mordia suas bolas, mordia seu abdômen, deixava marcas de dentes vermelhas.
- Me coma, Puck, me coma!
Puck deu uma última mordida na barriga de Blaine, bem forte, seu um gosto metálico, sangue, escorrer e Blaine não aguentava de dor, contorcia-se e puxava os braços e pernas contra as algemas, o que era inútil.
- Como você é fresco, é só sangue escorrendo, nem escorreu do seu cu... ainda!
Puck abriu as algemas que prendiam Blaine pela perna e prendeu novamente na cabeceira da cama, Blaine agora era um “C” bem desconfortável, e com o cu à mostra.
Puck meteu seu pau sem piedade, metia com tanta ignorância, força e rapidez que Blaine se derretia em lágrimas, gemidos de prazer e espasmos de dor.
Puck se deliciava com o cu fechadinho de Blaine, rasgava aquela bundinha perfeita até sentir o sangue escorrer, ele não era virgem, então obviamente estava flexionando o cu para sentir mais dor.
Puck parou com a foda anal e desamarrou as pernas de Blaine, amarrando-as de novo no pé da cama, ficou em posição inversa e começou a meter seu pau na boca de Blaine, engasgando-o, pois metia até o fim, enquanto sentia prazer, à Blaine só restava dor.
- Eu vou gozar verme, eu vou gozar dentro da sua garganta e hoje eu estou á mil, vai descer muita gala e eu não quero ver nenhuma gota!
Puck gozou 7 grandes jatos, Blaine se esforçou para engolir tudo e chupar o pau de Puck para garantir que não veria nenhuma gota, conseguir, com muita ralação havia engolido toda a porra.
Puck desamarrou Blaine e ficou de quatro, esperando pelo pau.
- Puck... eu tô muito dolorido, só... bata uma pra mim.
Blaine deitou na cama, abriu as pernas enquanto Puck subia e descia pele de seu pau, Blaine gozou e disse:
- Foi ótima Puck, você pode me levar pra casa? Pode dirigir meu carro, mas preciso de um banho antes.
- Claro, pode ser.
Blaine entrou no carro com Puck e foi pra casa, mas não sem antes parar em frente a porta e olhar dentro dos olhos de Puck, sabia que sempre que fuderem, ele seria o passivo e ele ia sair dolorido, a maioria evitaria, mas ele era Blaine Devon Anderson, ele aguentava tudo!
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