Give Me Love

1 I'll always take care of myself


Notas iniciais
OLÁAAAAAAAAA! Essa é minha primeira fanfic de OUAT então não me achem tão louca, é sim, é uma fanfic diferente de muitas que eu já li mas é que eu sou diferente, então...Eu sou uma escritora bem liberal então eu amo comentários longos, curtos, sobre qualquer tipo, gosto de que vocês participem da história, enfim, gosto de criticas, bom, eu já amo escrever né? Tendo uma ponta dos meus leitores fica tudo bem melhor... Bom, capitulo novo só sexta pois a escritora aqui está em época de prova e está se esforçando muito porque se não, não passa :cSejam todos muito bem vindos aqui, amo comentários e recomendações - uia! Amo também colocar gifs então nem me julguem!SIM, eu queria dizer pra vocês que eu já tinha postado a história só que... O Nyah excluiu minha fics inteiras, então, eu estou recolocando.

P.O.V Katie

Estou chegando a cidade onde tudo poderá ser ao menos desvendado, onde eu poderia encontrar a mulher que me deixou na adoção há 17 anos, eu não tinha casa de qualquer jeito.

– Estamos pegando nosso rumo para Vegas, sabe que pode mudar sua opinião, não sabe? — Perguntou Cook pela milésima vez.

– Pare de ser um idiota, e me deixe no rumo que eu estava seguindo — Respondi grossa.

– Katie, pode parar com isso, ela nem vai querer saber de você! Ela te entregou para adoção — Cook falou sem pena.

– Eu só quero procurar, e saber...

– O que? Como ela está? Se ela quer tomar chá com você, aí você vai contar todas as tragédias que passou na vida? Faça-me favor, Katie — Falou Cook novamente.

– Ah, você não entenderia, é um órfã igual a mim, mas não entenderia — Falei, e o fiz parar o carro logo em seguida, e segui meu rumo andando para Storybrooke, Maine.

– Você é uma tola — Ele gritou, e eu o xinguei de volta, andando, e vi ele arrancar o carro.

Fiquei refletindo o motivo da minha ida para aquela cidade, procurando uma mulher que talvez nem se lembre que me deu a adoção, ou sei lá. Eu posso dizer que já perdi a fé nela, mas também não posso mentir, eu precisava ver como ela era, precisava pensar ao certo no que falar, mas eu só queria vê-la, eu sou uma tola, mas é o que eu vou fazer, procurei minha vida toda por ela, e estraguei muitas coisas, nunca tive um lar adequado para mim. Resolvi não colocar tudo aquilo que Cook falava na minha cabeça pois eu tinha uma missão, e eu iria segui-la.

Apenas me apeguei nesses pensamentos meio louco, admito. Mas quero conhecê-la pois já sei seu nome, sei sua história que aliás foi um pequeno sacrifício achar pois tinha sido mantido em segredo, acho que pelo juiz mas sou boa em achar coisas e pessoas, então não foi tão difícil desse jeito.

Olhei em volta depois de horas de caminhada e vi o fim do mundo... Storybrooke. Que lugar longe, demorei horas para chegar mas talvez valha a pena. Tomei uma longa respiração e entrei dentro da cidade, quando entrei nela senti algo diferente, acho que é por causa do meu entusiasmo ou talvez do meu receio de ter entrado em um território novo.

Segui diretamente para cidade e vi que era bastante deserto, aquilo me dava calafrios mas continuei e vi uma pousada que também era uma lanchonete. Entrei dentro dela e me sentei no balcão, ali não parecia tão deserto, tinha muitas pessoas que mantinham muitos olhares em mim e cochichava sobre a “garota nova” para a pessoa do lado — que falta de educação, ironizei na minha cabeça -, vi que uma senhora veio me atender.

– Um Whisky, por favor – Pedi.

– E você lá tem idade para isso, garota? – Perguntou sorrindo e pegando o Whisky.

– Eu não tinha idade para muitas coisas, mas já estão feitas – Comentei.

– Deve ter muita dor e raiva aí dentro – Ela falou me dando meu Whisky e apontando para meu coração.

– Já foi pior – Retruquei. – Você sabe quem é essa “vovó”? – Perguntei lembrando o nome referente da placa da pousada.

– Eu sou ela – Ela falou e eu gargalhei daquilo, era óbvio. – O que posso lhe oferecer? – Perguntou.

– Eu gostaria de um quarto! – Eu respondi e ela ficou bastante assustada com tamanha convicção a minha. – Algum problema? – Perguntei para ela.

– Não, é só que...- Ela falou mas logo deu uma pausa.

– É só que, o quê? – Perguntei curiosa.

– Faz um longo tempo – Ela falou para si mesma e eu a olhei confusa mesmo sabendo que ela não havia falado aquilo comigo. Ela logo negou a cabeça e disse que iria buscar as coisas para colocar no meu quarto.

– Faz um longo tempo que alguém novo vem para cá – Comentou o menino do meu lado me dando um susto, quase derrubei minha bebida no chão.

– E é? Quem foi a última, garoto? – Perguntei curiosa.

– Minha mãe – Ele respondeu e lembrei da razão que eu vim para essa cidade sinistra.

– Entendo – Falei dando uma golada logo de uma vez no meu Whisky.

– E o que te traz a Storybrooke? – Perguntou.

– Respostas – Respondi amargurada.

– Qual tipo de respostas? – Perguntou o garotinho curioso.

– Eu procuro por alguém – Comentei.

– E você acha que essa pessoa tem as respostas? – Ele advinhou.

– Isso é o que eu espero – Falei.

– Acho que sei quem procura – Ele respondeu baixo e eu o olhei atônita pois não sabia que reação ter.

– E quem seria? – Perguntei.

– Venha comigo – Ele falou se levantando e pegando na minha mão, mas que garotinho esperto pensei comigo mesma.

– Mas eu mal te conheço – Retruquei e vi ele bufar meio impaciente, resolvi seguir o jogo do garoto. – E a senhora? Ela deveria pegar as chaves do quarto para mim – Perguntei incerta se queria as respostas daquele garoto mesmo sabendo que talvez não era as certas.

– Você pode resolver isso depois – Ele rebateu e eu bufei colocando o dinheiro do Whisky no balcão e saindo andando com o garoto. – A propósito, meu nome é Henry – Ele falou e eu sorri. – Eu sei quem você é – Ele falou me interrompendo quando eu ia falar meu nome.

–E quem seria eu? – Perguntei.

– Você é Katie – Ele respondeu e eu parei o olhando atônita.

– Como você sabe? – Perguntei e ele continuou andando e vi que se eu queria chegar nas minhas respostas eu precisava chegar no jogo dele e aquilo não deveria ser algo tão de outro mundo pois ele já sabia meu nome, do que adiantaria se não o seguisse agora? Eu preciso das minhas respostas. Resolvi o seguir mesmo receosa daquela minha decisão, depois de um longo tempo de caminhada chegamos numa praia onde tinha um pequeno castelo.

– Esse é meu refugio – Ele comentou e eu sentei perto dele, vi que ele mantinha o olhar baixo.

– Então... Você vai me falar a verdade ou não, garoto? – Perguntei receosa.

– Eu sei que está com medo – Ele comentou e eu olhei para ele.- Posso sentir isso, também fiquei com medo.

– Espera... Oh, espera aí um minuto garoto, você é adotado? – Perguntei meia confusa sobre onde ele queria chegar.

– Sim, você veio procurar pela Emma Swan, certo? – Ele me perguntou e eu balancei a cabeça num gesto afirmativo.

– Sim... Eu sou – Respondi receosa.

– Eu sou seu irmão, sei que há uns anos atrás antes de mim ela deu você para a adoção, sei de toda a história, sei que veio procurar agora por ela e que está com medo mas não demonstra pois o mundo que você conheceu é idêntico ao dela, por isso que se tornou fria mas você pode melhorar – Ele falou e aquelas palavras me atingiram não iria mentir mas eu ficaria bem.

– Como tem tanta certeza que você é meu irmão? – Perguntei.

– Eu que procurei minha mãe, a achei, foi uma tarefa difícil mas eu achei tudo sobre ela... Bem, nem tudo mas eu consegui – Falou um tanto orgulhoso. – Tenho provas, tenho tantas coisas pra lhe contar... – Ele falou e logo parou fazendo eu o olhar. – Você não precisa se sentir sozinha mais, você não está sozinha – Ele me ajudou.

– Aprenda uma coisa garoto,algo que eu aprendi a muito tempo quando eu desisti de viver, eu vou sempre tomar conta de mim mesma– Falei e vi seus olhos se entristecerem, acho que fui bruta demais com ele mas esse é de fato o meu jeito de ser, eu não conseguia ser gentil. – Sinto muito – Me desculpei.

– Está tudo bem, nós vamos trazer juntos os finais felizes – Ele falou e eu o olhei meia confusa, não sabia o que ele quis dizer com aquilo e não sei exatamente o que dizer depois dessa revelação dele. – Só me prometa que vai ficar.

– Eu decidi ficar por uma semana – Falei.

– E depois? – Me perguntou.

Depois eu desisto– Murmurei e vi ele sorrir e se levantar, resolvi me levantar também. – Por favor, não diga nada a Emma – Pedi e ele concordou, tínhamos um acordo, ele logo me deu um abraço, não o abracei de volta, apenas passei as mãos sobre seu ombro num gesto de amizade mas não sabia como sentir, ele logo me contou um pouco da sua aventura de ir escondido procurar por sua mãe, foi engraçado até... Ele me contou do jeito que ela era, de muitas coisas sobre ela e aquilo aumentava minha vontade de conhecê-la, eu sei que de fato ela é minha mãe, mas como toda pessoa adotada, eu tinha que ter plena consciência que ela me deixou. Henry foi até ao restaurante/pousada daquela mulher e eu acabei me resolvendo com ela, eu pensaria em bastantes coisas antes de desistir realmente. Henry era bastante esperto e parecia de fato um garoto muito especial, eu estava feliz por ele ter ido atrás dela e ela aceitar ele de volta mas sei que não seria do mesmo jeito comigo, mas sei que Henry tem um lindo futuro e que eu estou feliz em ao menos o conhecer.

Meu quarto tinha uma linda vista para a praça da cidade e quando olhei para fora pude ver muitos olhares curiosos sobre mim, apenas tirei aquela ideia da minha cabeça e me deitei na cama pensando seriamente sobre o que eu devia fazer ou falar quando eu a visse, eu pensava muito nela,Emma.

Notas finais
Já amo todos vocês ♥