Give Me Love

27 -Capítulo 27-


Notas iniciais
OHAYO!!! Desculpem pela a demora, mas é que não deu realmente para ter qualquer inspiração para escrever essa semana. A escola já começou bem puxada, eu estava assistindo meu Dorama e mal conseguia assistir porque meu irmão queria jogar. Mas para a alegria de todos nós, eu ganhei meu notebook ontem! Agora sim, eu escreverei como se não houvesse amanhã! Mas gente, mesmo com um notebook só para mim, não significa que eu vou postar todo o dia. Eu tenho que me organizar com a escola, casa, doramas... Cada coisa precisa ter o seu tempo.... Enfim, falo com vocês nas notas finais. Quem não gosta de hentai, não leia. Boa leitura!

Give Me Love

–Capítulo 27-

Por JefCokkie

No instante que dei mais um passo para me aproximar da porta da sala de meu pai, a porta se abriu. Pude ver Sasuke saindo da sala de meu pai, trajando uma camisa de mangas cumpridas folgada e uma calça marrom escura, seguida por uma porta de cano baixo. Seus cabelos negros estavam costumeiramente bagunçados de um jeito charmoso, e um tanto mais cumpridos.

Dois dias haviam se passado desde a Guerra, e depois de Madara ser morto por Sasuke, a Dimensão Inferum estava em completa paz e comemorando com festivais que duravam a noite inteira.

– Sasuke — o chamei e o mesmo virou-se para me olhar.

Um leve sorriso brincou em seus lábios.

– E então, como foi? — ele perguntou se aproximando de mim.

– Fiquei dois dias deitada em minha cama sem fazer absolutamente nada, apenas por conta daquela queda idiota — resmunguei já em seus braços.

Ele franziu o cenho.

– Você poderia ter morrido — seu tom de voz havia ficado mais sério.

– Mas não morri.

– Mas e se tivesse? — por mais que ele tentasse esconder, eu consegui perceber o medo que se alojava por trás de toda aquela calma de que algum dia ele pudesse me perder.

– Sasuke — segurei seu rosto entre minhas mãos -, eu estou aqui, não estou?

– Sabe que não foi isso que eu quis dizer.

– Você teria feito o mesmo por mim?

Ele assentiu.

– Então, pronto. Problema resolvido. — beijei seus lábios rapidamente.

Sasuke abriu a boca para dizer mais alguma coisa, mas não deixei que ele continuasse.

– Como foi com meu pai? — perguntei o puxando pela mão e começando a andar pelo enorme corredor.

Ele pareceu hesitar por um momento.

– O que foi? — parei de andar e fitei sua face.

– Precisamos conversar — ele olhou em meus olhos e pude perceber que algo o incomodava.

– Sobre o que? — voltei a andar, o puxando pela mão.

Ele não respondeu.

– Sasuke — cobrei-o.

Novamente ele não respondeu. Soltou minha mão e parou de andar, enquanto cobria seu rosto com as duas mãos.

– Sasuke?

Aproximei-me e tirei suas mãos de seu rosto, mas ele não olhou-me nos olhos.

– O que você está escondendo? — franzi o cenho.

De repente seus olhos encontraram os meus, e eu não soube mais o que dizer. Apenas esperei.

– Tenho de ir embora, Sakura.

Pisquei, absorvendo aquela frase.

– E...?

– Agora sou o herdeiro do meu clã — Sasuke enfiou as mãos no bolso dianteiro da calça marrom escura que trajava — Tenho responsabilidades para cumprir.

– O que quis dizer com ir embora? — engoli em seco — Quis dizer...?

– Por muito tempo — respondeu olhando para o chão — Por tempo que não posso definir.

Meu coração pareceu se apertar.

– Posso ir com você — sugeri.

– Não — respondeu de imediato — Seu pai... Sakura, seu pai não pretende deixá-la sair daqui nem tão cedo. Não seria nem de longe uma boa ideia você vir comigo, ainda mais para...

Ele não terminou de falar.

– Para...? — o incentivei.

– Vou para a Dimensão Inferum, Sakura — tirou uma das mãos do bolso e passou por seus cabelos negros num gesto um tanto nervoso.

Por essa eu realmente não esperava.

– Dimensão Inferum? — repeti sem acreditar — Vai morar lá?

Sasuke assentiu.

Era como se meu chão fosse sendo tirado de mim pedaço por pedaço.

– Seu pai confia em mim, e eu não sou e nem quero ser capaz de poder perder essa confiança. Já não basta ter um caso proibido com sua filha, e ainda levá-la para a Dimensão Inferum... Ele me odiaria — Sasuke parecia estar aflito.

– Isso é bastante ruim — murmurei baixo.

– Mais do que você pode imaginar — ele murmurou também.

Um silêncio estranho se intalou entre nós, um silêncio incômodo.

– Eu... — suspirei — Eu espero que... Sabe, que você seja um ótimo líder.

Ele soltou um longo e cansado suspiro.

– Por favor, não faça isso — ele murmurou desviando os olhos de mim.

– Isso o que? — arqueei levemente uma sobrancelha.

– Agir como se de repente nos tornássemos estranhos.

Pisquei, absorvendo aquelas palavras.

– Como assim?

– Sakura, ainda sou eu, está bem? — ele deu um passo em minha direção.

– Não estou entendendo nada do que você está falando — repliquei com o cenho franzido.

– Eu... — seus olhos focaram-se nos meus — Eu vou embora amanhã de manhã.

Engoli em seco, mas não quis demonstrar minha tristeza ao saber daquilo.

– Vou sentir saudades — ele me puxou contra o corpo.

Então não deu mais para segurar. Toda a tristeza que agora estava presente em meu coração, transbordava para fora de meu corpo como lágrimas grossas que desciam de meus olhos sem cessar. Apertei-o contra meu corpo, como se nunca quisesse soltá-lo. Mas, ao contrário do que eu queria, ele me afastou de si. Seus olhos não encontraram os meus.

– E sobre nós... — ele pigarreou — Acho melhor acabarmos. Não conseguiríamos ter um futuro juntos, imagino. Seu pai pretende casá-la com o Akasuna, um ser celeste. Eu sou um Impuro, e mesmo que ele demonstre gostar de mim, não acho que ele daria a mão de sua filha para mim.

Minha boca se abriu.

– Mão? — o olhei sem entender.

– Se eu pudesse, lhe pediria em casamento — um sorriso sem alegria se repuxou em seus lábios — Mas isso parece ser impossível, então, o melhor caminho é esquecermos. Doerá? Claro que doerá, mas uma hora vai passar e você vai encontrar alguém que lhe faça feliz.

Ele acariciou meu rosto com uma de suas mãos, fitando-me de um modo triste.

– Sasuke, não acho que...

Ele me interrompeu, puxando-me para um abraço apertado e dando-me um beijo na testa demorado — esqueci tudo o que eu iria falar. Fechei os olhos, sentindo seus lábios no alto de minha testa e no exato momento meu coração se apertar. Eu não conseguia — e não queria — acreditar que ele estava indo embora. Não mesmo!

Mas antes que eu pudesse contestá-lo, o mesmo se separou de mim e deu-me as costas. Ele seguia pelo corredor com passos rápidos e firmes, sem uma vez sequer olhar para trás. Quando vi que ele dobrou o corredor, saindo de minha vista, corri para o lado oposto enquanto sentia meu coração se apertar tanto, que não pensei ser possível respirar mais com facilidade. Eu nunca havia passado por aquilo, e aquela dor me parecia tão real. Não era físico, o que me intrigava mais ainda. Pensar no fato de que no dia seguinte ele não estaria mais ali e que provavelmente nunca mais o veria fazia com que meu peito se apertasse.

Coloquei uma mão sobre meu peito enquanto corria, e, com força, dei um soco no mesmo numa tentativa vã de fazer aquela dor incômoda sumir. Não sabia para onde eu estava indo, apenas pulei a janela para logo depois colocar minhas asas para fora e voar para o telhado. Logo pousei no telhado e desabei em cima do mesmo. Abracei meus joelhos e então senti meus olhos marejados transbordarem em lágrimas e mais lágrimas. Nunca pensei que pudesse chorar tanto quanto eu estava chorando.

Eu chegava a soluçar, mas nem por isso a dor em meu peito diminuía. Parte de mim queria que Sasuke fosse e encontrasse seu caminho, pois ele nasceu para ser líder. Mas a outra parte, gritava, esperneava, para que ele continuasse por perto. Egoísta? Sim, mas eu havia me acostumado tanto com sua presença, que era realmente difícil de aceitar o fato de que de repente ele não estaria mais presente nos meus dias.

Deixei meu corpo embalado tombar no telhado, não conseguindo parar de chorar. Eu parecia uma criança quando cai e se machuca numa brincadeira. Talvez eu devesse enxergar meu relacionamento com Sasuke como uma brincadeira de criança. Foi realmente bom, divertido, delicioso estar com ele. Mas como toda brincadeira, uma hora acaba. Alguém sempre sai machucado, um ou outro, ou talvez ambos. Brincadeira que eu não queria que tivesse fim. Mas logo coloquei um fim a essa comparação, pois eu não enxergava meu relacionamento com Sasuke como uma brincadeira. Eu realmente o levava a sério e gostaria de passar todos os dias do resto e minha vida ao seu lado.

Eu realmente o amava.

Quando dei por mim, senti que minhas pálpebras inchadas pelo choro estavam pesando. Sem resistir mais, deixei que elas caíssem e me guiassem pelo mundo do sono. Só assim eu teria alguma paz passageira que me livrasse daquela maldita dor no peito — mesmo que temporariamente.

~

– Sakura — ouvi alguém me chamar de longe e uma leve sacudida — Acorde, bela adormecida.

Abri meus olhos vagarosamente e senti estar sendo balançada levemente. Quando percebi, eu estava nos braços de alguém, sendo carregada.

Não precisei erguer os olhos para saber quem é que estava me carregando. Reconheci apenas pelo cheiro familiar de hortelã que eu adorava.

– Seu pai estava louco te procurando — murmurou num tom de voz baixo — Por que estava no telhado?

Não respondi, fechei os olhos novamente e procurei aproveitar aquele momento, já que eu não o teria mais.

– Sakura — cobrou-me.

Suspirei profundamente.

– Por nada — minha voz saiu sem emoção, quase como um robô.

Sasuke suspirou.

– Pode, por favor, não fazer nada de imprudente quando eu for embora? — ele chegou à porta do meu quarto e a abriu com uma facilidade que não consegui acompanhar.

Não respondi a essa pergunta. Fechei os olhos e inspirei fundo.

– Sakura, quer me responder ou está difícil? — ele me carregou até a minha cama e parou, ainda comigo nos braços.

– Está difícil — respondi abrindo os olhos e ele me fitava com uma sobrancelha negra arqueada.

– É sério isso?

– Sim — resmunguei.

– Estou falando sério, Sakura.

– E acha que eu também não estou? — perguntei com uma sobrancelha arqueada.

Sasuke revirou os olhos.

– Você me deixa louco.

Não consegui conter o sorriso ao ouvir aquilo.

– Eu sei — assinalei sorrindo.

– Irritante — ele também sorriu.

Revirei os olhos e me aconcheguei em seus braços. Ele pareceu ficar tenso, de repente. Logo se inclinou e depositou-me em minha cama. O mesmo iria se afastar, mas segurei o pano de sua camisa com força. Ele olhou para minha mão segurando sua camisa e depois olhou-me de novo.

Sentei-me lentamente e o puxei para mais perto de mim. Ele não recuou em nenhum momento, parecia estar esperando por algo que realmente desejava. Selei nossos lábios e passei meus braços envoltos de seu pescoço. Senti uma de suas mãos deslizarem por minha cintura e a apertarem levemente. Fui deitando e o puxando comigo, ele logo se ajeitava sobre mim.

Nossos lábios se entreabriram, dando passagem para as línguas. O beijo foi se tornando mais veloz, mais faminto, com volúpia.

Meus dedos se enterraram em seus cabelos negros macios e os puxaram quando o mesmo mordera meu lábio inferior. A ponta de sua língua contornou meus lábios, para depois adentrar minha boca. Ele desceu os beijos para meu pescoço, o sugando com vontade enquanto uma de suas mãos descia para meu joelho e o puxavam, colocando minha perna envolta de seu quadril. Fiz o mesmo com a outra perna, o puxando contra mim.

Um gemido baixo saiu de seus lábios. Sinceramente? Ouvir Sasuke gemer era a melhor coisa do mundo.

Ele apertou seu sexo que já estava bastante animado contra minha cavidade que provavelmente já estava úmida. Ele esfregou-os com vontade e gemidos incontroláveis escapavam de meus lábios sem parar.

– Sakura... – murmurou meu nome num tom de voz rouco enquanto sugava meu pescoço.

– Estou aqui – mordi o lóbulo de sua orelha, sentido ele se arrepiar.

Enfiei minhas mãos por debaixo de sua camisa branca larga e subi minhas mãos por suas costas largas, arranhando-as levemente. Logo puxei o pano para cima, na tentativa de tirá-la. Sasuke percebeu o que eu queria e quase hesitou por um momento, mas ele sabia muito bem que queria aquilo tanto quanto eu.

Meus olhos brilharam ao ver seu peitoral e abdômen desnudo. Mordi meu lábio inferior, afetada por tanta perfeição presente naquele corpo. Quando ergui meus olhos para o olhar novamente, seus olhos continham um brilho divertido e em seus lábios estavam repuxado um sorriso malicioso.

– Perdeu alguma coisa? – perguntou com certa malícia presente em sua voz.

Mordi o lábio inferior – sim, Sasuke! Eu havia perdido meu autocontrole.

O puxei pela nuca, segurando seus cabelos firmemente. Fiz menção de beijá-lo e ele se inclinou com bastante vontade de alcançar meus lábios, mas ao invés disso, puxei seus cabelos para trás e apertei minhas pernas em volta dele, apertando seu membro rígido contra meu sexo.

Um gemido alto saiu de seus lábios, ele fechou os olhos e mordeu o lábio inferior, numa tentativa de conter seus gemidos. Girei, invertendo nossas posições e logo eu estava sentada em cima dele.

Inclinei-me e beijei sua testa, enquanto começava a fazer movimentos provocantes em cima de seu membro.

– Sakura – ele parecia implorar.

Logo suas mãos subiam por dentro do pano de meu vestido solto, como se estivessem queimando em minhas coxas. Ele chegou às minhas nádegas e as apertou, depois puxando-a contra seu sexo.

– Céus... – ele murmurou fechando os olhos.

Suas mãos subiram, levanto o pano do vestido consigo. Logo ele havia retirado meu vestido e o jogado para um canto qualquer como se aquilo fosse algo maldito.

Seus olhos pareceram brilharem ao percorrerem por todo o meu corpo. Um sutiã e calcinha brancas de renda.

– Não consigo acreditar que está aqui – ele praticamente sussurrou.

– Mas eu estou – inclinei-me e passei a beijar seu pescoço.

– Hmm... – gemeu apertando minhas nádegas – Sakura...

– Shh – sussurrei perto de seu ouvido e mordi-o.

Num movimento rápido, Sasuke girou, segurando-me firmemente e ficando por cima de mim. Suas mãos prenderam meus pulsos acima de minha cabeça contra o travesseiro fofo. Logo ele tomou meus lábios. Aquele beijo nos deixava apenas mais famintos um pelo outro.

Passei minhas pernas envolta de sua cintura novamente e deslizei minhas mãos por suas costas, o arranhando. Meus dedos seguraram o cós da calça que ele usava e a puxei para baixo.

Ele não parou de me beijar para tirar sua calça. Com os pés, ajudei-o a empurrá-la para baixo. Logo ele estava apenas de cueca. Uma cueca boxer tão negra quanto seus cabelos.

Ele segurou minha mão e a puxou, colocando-a contra seu peito. Guiou minha mão para seu abdômen e depois um pouco abaixo do umbigo. Logo minha mão estava sobre seu membro que estava coberto pela cueca.

Sasuke moveu o quadril para frente e esfregou seu sexo em minha mão. Gemi junto com ele. Aquele contato era simplesmente fascinante. Sasuke tirou sua mão da minha e beijou meu queixo.

Eu sabia que ele gostaria que eu o tocasse, e eu também o queria. Eu mordia seu queixo enquanto deslizava meus dedos para dentro de sua cueca. Logo senti seu pênis pulsante e abaixei a cueca num movimento só.

Não precisei olhar para baixo para saber que seu membro estava totalmente ereto. Minha mão fechou-se envolta de seu membro, para logo depois começar a subir e descer. Deixei minha mão parada e Sasuke que movia seu quadril para frente e para trás.

Sasuke tirou minha mão de seu sexo e rapidamente sentou-se, puxando-me para sentar em suas coxas. Suas mãos deslizaram em minhas costas enquanto ele tomava meus lábios com volúpia. Seus dedos alcançaram o fecho de meu sutiã e o abriu sem qualquer dificuldade.

Sasuke tirou meu sutiã e cobri meus seios com os braços automaticamente.

– Não – ele disse gentilmente enquanto tirava meus braços que cobriam meus seios – Você é linda. Não tem motivo para se esconder de mim.

Seus olhos negros estavam focados nos meus e depois ele se inclinou para beijar meu pescoço. Uma de suas mãos subiram para minhas costas, enquanto a outra acariciava minha barriga. Logo senti uma de suas mãos cobrir um de meus seios e seu dedo brincar com meu mamilo intumescido. Antes que eu pudesse me assemelhar com aquela sensação totalmente nova, os lábios de Sasuke já haviam alcançado meu outro mamilo livre.

Ele sugava meu mamilo alternando entre mordidas e leves sucções enquanto brincava com meu outro seio com a mão. Toda aquela carícia de alguma forma, era direcionada ao meu ventre, que pulsava e recebia uma onda de calor à cada carícia de Sasuke.

Senti os dedos de Sasuke segurarem as laterais de minha calcinha e a puxarem para baixo, e dessa vez, não tive vergonha. Ele jogou minha calcinha em algum canto e deitou-me, ficando por cima de mim novamente.

Sasuke beijava-me de modo lento, agora. Um beijo que eu conseguia realmente sentir o que ele sentia por mim. Seus dedos acariciavam meu sexo gentilmente, proporcionando-me um prazer que eu nunca havia sentido.

Ele beijou-me as pálpebras enquanto separava meus joelhos e logo estava posicionado entre elas. Enquanto ele me beijava, senti seu membro roçar em minha entrada, e isso só fez com que eu desejasse mais aquilo do que eu já estava desejando. Meu corpo ardia, ansiando por ele, por recebe-lo dentro de mim.

Ele forçou seu membro contra meu hímen nunca tocado, que barrava a entrada. Quando Sasuke abriu os olhos, pude ver o quanto ele estava se segurando. Um veia em sua testa estava saltada, e no pescoço, a mesma coisa.

– Beije-me – pedi num murmúrio.

Assim ele o fez. Um beijo longo com sentimentos que eu não sabia que podia sentir avidamente. Enquanto me beijava, uma de suas mãos deslizaram pela lateral do meu corpo, detendo-se em minha coxa e a apertando.

A cada toque dele, eu sentia como se dependesse disso, de ambas as partes. Era como se eu fosse um bem precioso à ele, e eu gostaria de continuar a ser. Gostaria de ser a única ao acordar ao seu lado de manhã e lhe dar um bom dia depois de uma incansável noite fazendo amor. Que fosse a única que ele puxasse contra seu corpo e me envolvesse em seus braços para dormimos abraçados.

Tudo o que havia nele eu queria que fosse meu. Eu o queria completo e inteiramente apenas para mim. Sasuke era o meu porto seguro, o meu paraíso.

Sua mão subiu novamente para minha cintura e a segurou firmemente. Sem parar de me beijar e apoiando-se mais aos joelhos, Sasuke segurou seu membro em minha entrada e o forçou para dentro enquanto puxava minha cintura, ajudando seu membro a entrar.

A pressão de seu membro entrando e rasgando meu hímen não foi algo nem um pouco prazeroso. Envolvi seus quadris com minhas coxas e suas costas com os braços. Minhas unhas estavam fincadas na pele de suas costas largas. Fechei os olhos fortemente e mordi o lábio inferior, contendo algum murmúrio ou resmungo de dor.

Logo percebi que ele estava inteiro dentro de mim, eu conseguia sentir seu sexo parado e pulsante. Sasuke escondeu o rosto na curvatura de meu pescoço e soltou um longo gemido que tentou abafar. Agora eu tinha certeza absoluta que ele realmente estava se segurando.

– Doerá no começo – sua voz estava abafada em meu pescoço – Muitas garotas não sentem prazer na primeira relação sexual e é normal que elas venham a sentir prazer na terceira ou quarta relação.

Soltei meu lábio inferior e abri os olhos, respirando fundo. Tomei coragem de onde não tinha.

– Só saberemos se sentirei algum prazer se fizermos, não é? – mordi o lóbulo de sua orelha.

Senti Sasuke ficar totalmente rígido por um momento e seu membro pulsar um pouco mais forte dentro de mim. Sasuke moveu o quadril para trás, deslizando seu membro para fora de meu sexo. Logo ele moveu seu quadril para frente novamente, adentrando-me.

Uma de suas mãos estava em minha coxa, apertando-a. Sasuke mordia meu ombro enquanto dava estocadas lentas e cautelosas. A dor ainda estava ali, mas não era como se eu estivesse sendo realmente rasgada. Apenas um certo incômodo foi ficando cada vez mais a cada estocada.

Sasuke parou de morder meu ombro e apoiou um braço do lado de minha cabeça para logo depois circundar minha cintura com seu outro braço. Ele puxou minha cintura para cima, fazendo com que eu arqueasse as costas. Logo seu rosto estava entre os meu seios enquanto as estocadas aumentavam cada vez mais.

Mesmo que sendo pouco, eu estava conseguindo sentir um mínimo de prazer ali, que estava quase sendo ocultado pelo incômodo e a pressão de seu membro grande demais para mim.

Sasuke começou a lamber e a sugar um de meus mamilos, e logo senti meu corpo se aquecer. A combinação de sua boca em meus seios e seu membro dentro de mim foi enlouquecedora. Enfiei meus dedos em seus cabelos e os puxei, enquanto eu jogava a cabeça para trás.

A pequena onda de prazer pareceu ter aumentado, substituindo um pouco daquele incômodo que ainda permanecia. Mas aquilo foi o suficiente para um gemido – ou dois, ou três...

Sasuke aumentou as estocadas ao ouvir meu gemido rouco e passou a puxar meu corpo contra seu membro pela minha cintura. Minhas costas ainda estavam arqueadas e isso pareceu só aumentar aquele prazer que crescia cada vez mais.

Até que então, não havia mais incômodo ou pressão, apenas aquele prazer que parecia explodir em meu corpo a cada estocada de seu membro.

– Sasuke – gemi seu nome enquanto fincava minhas unhas em suas costas.

Ele entendeu muito bem que não havia mais dor, e pude perceber em seus olhos o alívio que o invadia. Sasuke retirou seu membro de dentro de mim de repente, e no exato momento senti uma onda de frustração.

– O que você está faz... – não consegui terminar de falar, pois Sasuke havia me virado pela cintura, me deitando de bruços.

Ele afastou meus cabelos para o colchão e logo senti que ele se inclinava. Sasuke beijou meu pescoço e logo desceu com seus lábios até as minhas costas, lambendo-as e mordendo-as. Ele separou apenas um pouco minhas pernas e logo senti seu membro invadir-me novamente.

Automaticamente empinei o bumbum para que ele tivesse mais acesso a mim. Agora as estocadas eram fortes, rápidas e fundas. O barulho das carnes se chocando se misturavam aos gemidos de ambos.

Sasuke se inclinou e pegou um de meus seios com a mão, o apertando e depois fazendo movimentos circulares em meu mamilo. Eu sentia que estava cada vez mais chegando ao clímax. Aquilo ficava extremamente prazeroso quando Sasuke me acariciava.

Senti meu corpo convulsionar e tremer quando um forte impacto prazeroso me atingiu. Um gemido alto saiu de meus lábios e eu sabia que havia tido meu primeiro orgasmo. Meu corpo pareceu amolecer, mas Sasuke ainda me dava estocadas.

Antes que eu percebesse, Sasuke havia tirado seu membro de mim e se jogado ao meu lado. Pude vez que seu sêmen saía de seu membro fortemente, como um jato. Mesmo assim seu membro ainda estava ereto.

– Sasuke?

– Hm? – ele estava com a respiração acelerada.

– Está tudo bem? – perguntei me aproximando dele.

Sasuke me puxou e me aconchegou em seus braços, deitando minha cabeça em seu peito.

– Sim, está – ele beijou minha testa.

– Por que é que você ainda está duro, então? – arqueei uma sobrancelha.

– Se eu gozasse dentro de você as coisas se complicariam. Não é hora de termos um filho, não concorda? – um sorriso divertido se repuxou em seus lábios.

Assenti, mas seu membro ainda estava ereto. Não me importando em sentir vergonha ou algo parecido, peguei seu membro e comecei a masturbá-lo. Ele foi pego desprevenido por esse meu ato, e logo ele estava tentando conter os gemidos que insistiam em sair.

Eu mordi seu pescoço e logo senti seu membro relaxar após seu líquido viscoso sair. Quando olhei para seu rosto, ele estava de olhou fechados, arfando.

Ele me apertou contra o peito e apertou seus lábios contra minha testa ternamente.

– Eu te amo – ele disse num sussurro.

Ergui minha cabeça e o fitei, sentindo uma imensa felicidade me invadir.

– Eu também te amo – beijei a ponta de seu nariz.

Não havia mais ninguém. Nem som, ou trevas. Havia apenas nós dois, unidos como se fôssemos um só. Nada mais me importava, nada mais poderia me ferir. Eu estava no meu porto-seguro.

Notas finais
Bem gente, sim sou uma pessoa viciada em Doramas. Particularmente, eu gosta mais de Doramas Coreanos. Mas enfim, esse capítulo foi bem safadinho, não é? e-é Já vou avisar que vai ter o último capítulo e o epílogo. Vou escrever o mais rápido que eu puder e postar a continuação. Eu ando um tanto desmotivada para escrever, sei lá por que... Mas quem quiser me ajudar, algo assim, é só comentar o que acha. Eu sempre me motivo com comentários. Não estou pedindo para recomendar ou favoritar, não. Só comentar, para me animar, ok? Beijos, postarei em breve.