Gin e Rangiku, um amor sem escalas.

1 Capítulo 1 - O dia em que se conheceram.


Lá estava eu, caminhando para minha pequena casa com um monte de caqui seco na mão. Vejo uma garota jogada no chão. Sua beleza é tanta que não a deixei lá abandonada, a levei para minha casa.

-Ei, Rangiku...

-O que foi Gin? -Pergunta Rangiku.

-Que dia é seu aniversário?

-E-Eu não sei. -Responde ela, olhando para a mesa.

-Hm... que tal 29 de Setembro... o dia em que nos conhecemos... -Dou uma pequena corada.

Rangiku sorri.

-Ótima ideia! -Disse ela, energicamente.

O sorriso dela é tão belo.

-Vamos comer. -Pego a cesta com os caquis secos e coloco na mesa.

-Itadakimasu! -Disse Rangiku pegando um caqui.

Pego um caqui seco da cesta e dou uma mordida nele. Realmente é muito bom caqui seco, que fruta maravilhosa!

-Como está? -Pergunto a ela.

-Muito bom. -Disse ela dando mais uma mordida no caqui.

-Que bom que gostou, pode comer quantos quiser. Agora é sua casa também. -Levo minhas mãos no cabelo dela e dou uma bagunçada. Só para provocar.

-Gin! -Disse ela levantando da cadeira e caminhando até atras de minha cadeira. Ela bagunça meu cabelo e logo depois faz careta.

-Ora, ora. -Disse eu.

Levanto-me da cadeira e coloco minhas mãos sobre a barriga dela e começo a fazer cócegas.

-Hahahahahaha, pare, hahahaha, pare com isso Gin, hahahaha. -Disse em gargalhadas, Rangiku.

Rangiku cai de bumbum no chão, ela faz cara feia para mim. Estendo minha mão para ajudar ela a se levantar, ela me puxa, me fazendo cair, e logo então cai na gargalhada. Eu caio na gargalhada junto com ela.

-Espertinha, hihihi. -Disse eu.

-Haha. -Rangiku abre a boca.

-Já está com sono?

-Não! -Rangiku nega.

-Ora, seu bocejo disse outra coisa. -Disse eu.

-Aaah, eu admito, estou só com um pouquinho. -Disse Rangiku. Ela cruza os braços.

-Vou preparar as coisas. -Caminho até o meu quarto e começo a arrumar meu futon de casal. Rangiku me segue.

-Gin... obrigado. -Disse ela um pouco envergonhada.

-De nada -Termino de arrumar o futon. -boa noite. -Faço carinho na cabeça dela e depois caminho para a sala.

Deito-me no chão e me cubro como pano de mesa. Fecho meus olhos.

Duas horas depois.

-Gin... -Ouço a Rangiku me chamando. -Gin... GIN!

Acordo rapidamente. Ergo minha coluna rapidamente e começo a me levantar e correr até o meu quarto, preocupado.

Ouço uma ventania enorme vindo de meu quarto.

-O que foi? -Pergunto preocupado.

-Estou com frio. -Disse Rangiku.

-Está bem... -Disse eu. Caminho até a janela e a fecho. Logo depois começo até a porta.

-Gin... -Disse Rangiku.

-Oi?

-Ainda estou com frio. -Disse Rangiku.

Caminho até o futon, e me deito de baixo da coberta. Puxo Rangiku para um pouco mais do meu lado e a abraço.

-Você está frio. -Disse Rangiku.

-Quer que eu saia? -Pergunto a ela.

-Não. -Disse Rangiku colocando sua cabeça sobre meu braço. -Boa noite.

-Boa noite. -Digo fechando os olhos.