Gimme Your Heart
2 The Line
Notas iniciais
por favor comentem sobre o q estão achando.
boa leitura!
beijos
Regina reapareceu em seu escritório, rodeada por sua fumaça roxa, o coração pulsava em seu peito freneticamente desde que Emma o tinha tocado. "Magia corrompe", aquela frase não saia de sua cabeça. Talvez se nunca tivesse se envolvido com magia sua trajetória pudesse ser diferente. De certa forma era mais pesado pensar que tudo o que havia se tornado era fruto de um coração corrompido pelo poder da magia. Era mais fácil fingir que era má por natureza, que sempre havia escolhido aquele lado. Seu passado a fazia pensar no contrário, mas ela não podia pensar daquela forma. No fim das contas, não teve escolha, e hoje era o que ela era.
Ainda não entendia porque tinha vacilado, ou porque havia fugido do lugar sem ter tentado destroçar aquela loira que ousou coloca-la de frente para a morte. Ninguém nunca, nem mesmo sua mãe, havia tentado fazer aquilo, quem dirá conseguido. Ela era realmente poderosa, mas já sabia o que iria fazer. Derrotá-la daquela forma não adiantaria. No fim ela estava certa, Henry sempre saberia que havia sido Regina. Talvez até mesmo se ela não fizesse nada ele jogaria a culpa em si, como aconteceu na época que o Grilo apareceu "morto". Se ela queria destruir Emma Swan teria de ser de outra forma. E depois daquele episódio, ela faria, estava certa disso.
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Emma mal conseguiu dormir aquela noite. Tinha medo de a Rainha aparecer a qualquer momento em meio à uma nuvem roxa. Mas o que realmente a perturbava era aquela frase que Regina disse antes de ir embora. A loira sabia que por algum motivo ao dizer aquela frase a rainha se referia mais à sí própria do que ao fato de Emma quase tê-la matado segundos antes. Sentir o coração de outra pessoa daquela forma foi assustador para a salvadora. Logo ela usando uma magia que deveria ser negra por princípio. Ela não conseguiria explicar como nem por que. Tudo que ela sabia é que naquele momento sentia-se magoada pelo que Regina tinha falado. Era pesaroso demais sentir que tinha negligenciado a infância de Henry assim como haviam negligenciado a sua. Estava com raiva por estar tendo aquilo jogado novamente em sua face. A ideia de não poder mais consertar seu erro do passado lhe feria incrivelmente e estar diante da morte aguçava aquele sentimento. Desespero. Era o que sentia ao pensar que Henry ficaria sozinho sem ela para protegê-lo. Ela sabia que Regina sempre cuidaria bem do menino, mas ainda assim não queria que fosse assim. Ciúme, medo, raiva... Ela jamais faria aquilo novamente. Sabia que tinha se descontrolado e ia descobrir o motivo.
Ao acordar, depois de ter cochilado brevemente algumas horas, tomou um banho se arrumou. Foi direto pro Granny's pediu seu chocolate quente com canela, para variar, e um sanduíche de queijo. Comeu tudo muito rápido até que viu Henry entrando no local.
_Emma! (O menino disse correndo até ela e lhe dando um grande abraço.)
_Hey Kid!
Ela retribuiu o abraço e sorriu sinceramente, mas seu sorriso se esvaiu ao ver quem vinha atrás do menino. Regina Mills adentrava o local ajeitando seu terninho cinza e com um sorriso satisfeito no rosto.
_Bom dia Miss Swan... (Ela disse exibindo seu melhor sorriso.)
Emma franziu o cenho sem conseguir emitir nenhuma resposta, só encarou o filho como quem o dizia que elas precisavam de espaço e ele logo saiu. Regina simplesmente tocou seu ombro e falou baixo, num tom quase gentil:
_Precisamos conversar...
_Melhor outra hora. (A loira disse num tom sombrio, estava com medo de falar com aquela mulher sem entender o que tinha acontecido na noite anterior.)
_Eu sei que está confusa. E eu sei que te devo... Ehr.. (Se engasgou ao tentar falar a palavra.) Desculpas. Acho que sei bem o que você esta sentindo agora.
_Não, não sabe. (A xerife respondeu estufando o peito.) Eu não sou como você! Eu jamais faria aquilo de propósito!
_Será? Acha que é melhor do que eu Miss Swan? Imagina se um dia Henry te irritasse ao ponto de você perder o controle com ele? Imagina o que ele sentiria...
_Ele não é você!
Emma disse com convicção, seu peito latejava e seu pulso se cerrava. Regina molhou os lábios e sorriu satisfatoriamente ao ver um saleiro levitando ao lado da loira sem que esta percebesse. A prefeita pôs então a mão sobre o objeto e o empurrou com delicadeza de volta para o móvel. A salvadora olhou assustada para a cena e só conseguiu perguntar:
_Eu fiz isso né?
Regina confirmou com a cabeça. Emma suspirou e balançou a cabeça negativamente.
_Porque está aqui? Ontem mesmo tava tentando me matar, então não vem com essa de quem quer ajudar que eu não sou idiota ao ponto de cair!
_E quem disse que eu quero te ajudar? Faço isso pelo Henry. (Emma a olhou, mais desconfiada do que antes. Regina prosseguiu se aproximando mais da loira, de uma forma meio exagerada.) Você estava certa. Se ele acreditou que algo que eu nem fiz tinha sido minha culpa, imagina se eu realmente fizesse... Não quero o perder. Além disso, não quero que você, por acaso, faça seu revólver levitar perto dele.
A xerife olhava os olhos profundamente castanhos de Regina tentando encontrar alguma mentira naquilo tudo. Não conseguia pensar direito, parecia fazer sentido o que Regina dizia, exceto o fato delas quase terem se matado no dia anterior.
_O que você pretende fazer?
_Ensinar magica para ti... (Regina disse soltando novamente um largo sorriso.)
_Sem chances! Se Henry não gosta que você use magia imagina eu! Ele ficaria decepcionado!
_Acredite Miss Swan, ele gostaria menos ainda de descobrir que você me matou por "acidente".
A prefeita disse levantando a sobrancelha com superioridade, Emma só franziu o cenho e baixou a cabeça.
_Eu realmente não queria ter feito aquilo, me desculpe. (Respondeu levantando a cabeça novamente e exibindo os olhos verdes um tanto marejados.) Eu vou controlar isso, mas acho que não confio o suficiente nem você, nem em mim mesma.
_Vai fazer o que então? Fingir que nada aconteceu, sua irresponsável...
_NÃO! (Emma gritou sentindo que a magia pulsava em suas veias, acabou se afastando imediatamente de Regina.) Vou falar com o Gold... (ela já ia saindo com seu copo de chocolate. Mas a rainha segurou seu braço.)
_O gold vai fazer de tudo para você usar magia negra! Não existe trato seguro com o senhor das trevas Emma!
A loira sorriu, estranhamente gostava quando a prefeita a chamava de Emma e não de Swan como o de costume. Não tinha pensado nisso, magia sempre vinha com um preço, ainda mais com o gold, não queria mais dever favores pra ele, principalmente depois do Neal. Pensar no Neal a irritava profundamente, talvez não tanto quanto o ar de superioridade de Regina
Mills, mas ainda assim não queria pensar naquele assunto que era só mais dor de cabeça.
_Ta bem, você venceu. Como a gente faz isso?
_Venha ate minha casa essa noite, prepararei uma lasanha para mim e Henry, poderíamos começar tentando ser menos... (Fez uma pequena careta enquanto procurava a palavra certa.) Agressivas uma com a outra, eu acho.
_Um jantar? (Emma fez cara de incrédula.) É isso o que você sugere para eu dominar magia?
_Se um pedaço de lasanha fosse resolver sua falta de controle, eu já teria lhe trazido um Miss Swan. (A loira revirou os olhos ao ouvir a resposta.) Eu lhe ensinarei de noite, após Henry ir dormir, não quero que ele nos veja usando magia.
A xerife balançou a cabeça em tom positivo e viu Regina se virar para o balcão novamente.
_Um cappuccino, por favor. (A morena pediu gerando certo espanto não pela educação, mas pelo jeito contente de falar.)
Emma aproveitou a deixa para ir falar com Henry, que estava tomando um Milk Shake.
_Emma, o que minha outra mãe queria com você? Não confie nela ela é má, vai querer te machucar. (Henry disse de forma triste.)
_Nada de mais Kid. Ela esta tentando melhorar Henry, ela até me pediu uma trégua... Por você. Ela estava até me convidando para jantar com vocês essa noite.
_Sério? (Henry disse entre a desconfiança e empolgação.)
_Sim.. (Emma disse um pouco pesarosa passando a mão nos lisos cabelos do filho.)
.....................
Regina cozinhava na cozinha. Henry a observava sentado enquanto bebia água.
_Mãe, porque você chamou a Emma para jantar com a gente?
Regina fingiu não escutar e continuou colocando a última camada de queijo de sua famosa lasanha.
_Mãe? (Ele perguntou de novo exigindo respostas.)
_Porque ela me impediu de fazer algo que machucaria muito uma pessoa que amo de mais. (Respondeu sem olhar para o menino, mas com um leve sorriso.)
Ao escutar isso Henry levantou e foi até Regina. A abraçou pelas costas e falou algo que a deixaria radiante:
_Eu também te amo de mais!
.....................
Emma dirigia o fusca até a mansão dos Mills, no caminho pensava nas palavras de Henry quando soube que Neal era seu pai. Não queria mentir de novo. Não queria ser chamada de mentirosa. Achava melhor que ele soubesse de tudo, mas como explicar para ele que ela quase esmagou o coração de Regina no dia anterior? E que a mesma estava querendo esmagar o seu? Não queria o machuca-lo com a mentira, mas aquela verdade era devastadora de mais para ser contada. Estacionou o carro, desceu e antes que pensasse em tocar a campainha Regina abriu a porta.
_Ouvi o seu "carro" ruidoso. (Falou assim que viu a cara de surpresa de Emma, que já estava com a mão levantada na intenção de avisar sobre sua chegada.)
_Parabéns, isso mostra que você tem uma boa audição... (A loira respondeu irônica.)
_Ora Miss Swan, mesmo que fosse surda eu conseguiria escutar essa britadeira ambulante! (Respondeu sorridente fazendo um gesto para a loira entrar.)
Emma entrou e logo viu Henry sentado à mesa posta, Regina a acompanhou. Ambas sentaram-se, a prefeita na ponta. Henry já estava sentado do seu lado esquerdo e Emma do lado direito da prefeita. Os três comeram praticamente em silencio, exceto alguns comentários de Henry sobre a escola e alguns elogios que Emma dirigiu à Regina sobre a lasanha, que estava realmente ótima.
Terminado o jantar, Emma e Regina tomaram uma dose de uísque no escritório enquanto Henry se arrumava para dormir.
_Acho melhor contarmos logo a ele... (Emma disse num impulso.) Não precisamos falar sobre ontem, mas... Se ele descobrir ficará magoado com nós duas e vai acabar indo atrás do pai dele.
_Não acho que ele descobrirá. (Regina disse sem titubear.) Aliás, Miss Swan, que história é essa de pai? Você disse que eu não precisava me preocupar com isso, agora descubro que esse tal, que você diz ser pai do meu filho, é filho do Gold...
_Ele é o pai do Henry, eu não queria que ele soubesse, detesto saber que ele é filho do Gold muito mais do que você! Pode ter certeza! (Emma disse com nítido rancor no timbre da voz.)
_Ainda ama ele? (A morena perguntou bebericando o líquido em seu copo.)
Emma engasgou-se com a bebida. Porque diabos ela estava a perguntando aquilo?
_Não! Por deus, já faz séculos...
_Ainda gosta dele. (Regina concluiu sem querer ouvir a continuação da história e largando o copo na mesinha ao seu lado.)
_Não! Eu só... Tenho raiva mesmo. Ele não tinha o direito de aparecer assim do nada e...
_Miss Swan! ( Regina falou de forma abrupta para encerrar o assunto.) Creio que Henry já esta dormindo, me acompanhe agora.
Emma largou seu copo ao lado do da rainha. Esperava que as duas fossem sair da casa, mas ao olhar para onde a outra andava a viu trancar a porta do escritório. Por instantes achou que Regina fosse fazer outra coisa ao invés de ensiná-la a controlar magia. Mas quando a viu mover uma alavanca atrás de quadro em sua parede se tranquilizou. A sua estante de livros que ficava no aposento se abrir no meio e revelou uma escada subterrânea.
_Porque você adora essas coisas que parecem que saíram de um filme de terror? (Emma perguntou automaticamente.)
_Por eu ser a Evil Queen, talvez? (A morena perguntou com um sorriso sarcástico e entrou no lugar.) Vamos Srta Swan, deixe de ser medrosa!
_Não sou medrosa! (Emma disse seguindo-a.)
Após descerem a escada foram parar num salão subterrâneo que se acendeu assim que Regina estalou os dedos. O local parecia mais uma arena de batalhas. seu chão quadriculado dava um leve aspecto de tabuleiro de xadrez, mas o formato redondo e a disposição dos azulejos, que faziam uma espécie de caracol desenhado no chão, davam ao lugar um ar hipnótico.
_Pra que você usa esse lugar estranho?
_Para praticar Miss Swan... (A morena foi respondendo com seu típico ar de superior.) Ao contrário do que dizem, não sou tão má assim. Poderia ter treinado magia, esses anos todos, nos moradores de Storybrooke, mas preferi praticar aqui sem prejudicar ninguém... É um local totalmente isolado, de fora não se ouve nem mesmo um som. Bom, chega de perguntas inúteis. Agora me diga, consegue pensar em quem você mais odeia nesse momento?
Emma achou aquela pergunta estranha. Não conseguia responde-la. Chegou a pensar em dizer que era a própria Regina. Mas ao olhar para ela, sabia que não. Tinha raiva, vontade de esganá-la e tudo o mais. Mas ódio era uma palavra que não dava para se aplicar nesse caso.
_Honestamente não sei se odeio alguém. Me fala mais sobre magia. (A loira pediu. )
_Magia é sobre sentimento. Você tem que saber que a linha que divide a magia branca de magia negra é tênue. Você possui um dom natural para magia e consegue fazer magia branca com bastante facilidade para uma completa destreinada como você. Mas se não aprender a dominá-la acabará sucumbindo e se corrompendo com ela. (Regina disse olhando para baixo.)
_Foi isso o que aconteceu com você? (Emma perguntou já sabendo da resposta que não veio.)
Emma sentia que ela nem sempre tinha sido a Evil Queen, algo em seus olhos denunciavam seu desespero, seu pedido interno e silencioso de ajuda.
_Quem você mais ama? (A rainha perguntou cortando o assunto.)
_Henry. (Respondeu prontamente)
_Quem causa à você sentimentos tão intensos quanto os que tem por Henry, só que em um sentido oposto?
A xerife se incomodou um pouco com a comparação da segunda pergunta, não sabia se seria certo dar a resposta.
_Swan?
_Seria você, mas eu não te odeio! (Emma respondeu com convicção.)
_Que lisonjeio. Pena que não posso te dizer o mesmo.(A rainha respondeu com sarcasmo) Odeio você, mas odeio mais sua mãe.
_Porque me odeia se nunca fiz nada contra você? (Emma perguntou exasperada.) Sabe de uma coisa? Isso é muita ingratidão! Deveria ter deixado você queimar no incendio! Ou ser devorada pelo Wraith! Ou... ou então vou deixar o povo de Storybrooke te botar na fogueira!
Era incrível, Regina parecer saber quando Emma tentava a compreender e fazia algo para fazê-la chegar ao completo oposto.
_Te odeio porque você quebrou a minha maldição e tirou tudo o que eu tinha de perto de mim! (A morena respondeu agora com um semblante mais duro.)
_Nunca quis tirar o Henry de você! (A loira sentia seu coração pulsar mais fortemente.) Você que nunca o quis perto de mim!
_Porque ele é MEU filho!
Emma sentiu o peito afundar um pouco com aquela declaração sentia a magia correndo pelo seu corpo. Dava pra ver uma aura dourada a envolvendo.
_Não, ele NÃO é!
_Sim, ele é desde o dia em que você o abandonou!
Nesse momento sentiu a corrente de energia em suas mãos aumentar. A luz antes dourada tomava uma coloração azulada, depois arroxeada.
_Eu to perdendo o controle! (Emma alertou)
_Isso é ótimo Miss Swan. (Regina falou se aproximando.) Era esse o propósito.
_Não entendo como me provocar desse jeito me ajudará a me controlar!
Emma não tinha para onde dissipar magia a não ser em Regina. Não sabia o que fazer.
_Para treinar seu controle você tem que perder o controle.
_E se eu te machucar? (A loira perguntou quase chorosa)
_Realmente se preocupa com isso Miss Swan? (Regina questionou soltando uma gargalhada.)
_Sim!
Após dizer isso Emma usou sua energia para levitar e logo aura ao seu redor foi voltando à coloração dourada.
_Idiota.
Regina resmungou revirando os olhos antes de lançar Emma, que já estava suspensa no ar, na parede. O furor Emma, que já tinha se dissipado, voltou com toda a força depois de receber esse ultimo golpe. A energia transbordava de tal+. forma que o local ganhara uma intensa corrente de ar.
_Você não tem que dissipar energia quando estiver irritada Swan! Tem que internalizá-la, canalizá-la. Quando não quiser fazer algo internalize isso. Se realmente não quer me machucar, sinta isso. Pense no porque esta fazendo isso.
Emma lembrou-se. Abriu os olhos e instantaneamente a sua energia parou de correr livre por suas veias. Ela sabia o porquê não machucaria Regina. A rainha se aproximou batendo palmas.
_Magia tem a ver com sentimentos Miss Swan. O que você sentiu parar conseguir parar?
Emma abaixou a cabeça um pouco confusa. Não sabia se deveria falar. Quais eram os sentimentos que a inundavam naquele momento? Talvez ela não conseguisse dizer nem pra si mesma. Suspirou e olhou para os olhos negros à sua frente.
_Eu não te odeio... Por que te entendo. E eu não seria capaz de machucar alguém que... (Engasgou-se com as palavras.)
_Que...?
Emma ficou calada não sabia explicar aquilo sem ficar desconfortável.
_Emma? Pode me explicar porque você está corada?
Ela ficou mais sem graça ainda depois disso.
_Swan você esta me deixando curiosa...
_Acho melhor eu ir pra casa.
A xerife disse indo em direção a saída apressadamente. Porque ela havia a chamado de Emma? Isso sempre a deixava com cara de besta. Subiu as escadas apressadamente e chegou até o escritório. Se deparou com a porta trancada e quando estava para destrancar sentiu a prefeita segurar seu braço de forma abrupta e a encarou de forma interrogativa.
_Acho que não é só a linha entre magia branca e negra que é tênue...
Acabou dizendo como se fosse a coisa mais óbvia do mundo e, em seu desespero saiu correndo. Regina estava tão atordoada que só conseguiu falar algo quando a xerife estava chegando à porta de entrada.
_Swan! Que outra linha tênue é essa?
_Acho que você entendeu. (Emma disse olhando baixo.) Preciso ir agora.
A loira saiu deixando na casa uma Regina muito confusa.
_N-não.. entendi (Sussurrou sabendo que ela não tinha a escutado.)
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