Gimme Your Heart
7 Say you want me to stay
Notas iniciais
Música recomendada:
Vermilion part2 Slipknot
https://www.youtube.com/watch?v=LvetJ9U_tVY
Boa leitura até o prox fds =D
Já era de manhã, Emma entrou no Granny’s angustiada. Aquilo simplesmente não podia estar acontecendo. Avistou Ruby no balcão e foi até ela.
_Tem como dar o fora daqui? (Perguntou à amiga de forma angustiada.)
_Você pode me dar cinco minutos? (Ruby falou já tirando o avental)
Emma concordou com a cabeça e a outra foi atrás de sua avó pra pedir liberação. Logo as duas estavam no fusca. Emma estava nitidamente nervosa, não conseguia nem ligar o carro.
_Emma... Quer que eu dirija?
Ruby perguntou vendo o estado da loira, mas logo Emma desistiu de sair dali. Abaixou a cabeça escondendo-a no volante e falou:
_Eu beijei ela! (Emma falou e Red arregalou os olhos incrédula.)
_E o que ela fez?
_Me fez enlouquecer! (A xerife disse segurando o volante com força e jogando a cabeça pra trás.) Foi isso que ela fez. )
_Emma... Você não dormiu na casa dela, não é?
_Naaaaão! (Emma negou envergonhada e baixando a cabeça.)
_Ai meu deus! Você dormiu com ela!
Dessa vez a xerife não respondeu com palavras, mas seu olhar perdido foi o suficiente para responder
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Regina já estava decida. Não podia ficar naquela agonia para sempre. Não conseguia entender porque ao invés de se arrepender de estar pensando todas aquelas coisas com Emma, ela estava arrependida era de não ter lhe roubado logo aquele beijo. Ela se arrependia quase mortalmente de não ter se entregado ao momento. Racionalmente a prefeita que aquilo era loucura. Mas já não conseguia se segurar precisava tentar.
Depois de muito tempo enfim pode avistar aquela imensidão verde. Havia esperado o dia inteiro por aquele momento, mas abrir a porta e se deparar com uma Emma furiosa e perguntando sobre o Neal, ela teve de admitir que se sentia frustrada. Não foi muito fácil porque, apesar de sentir que ela não gostava dele de verdade, o fato dele ser o pai de Henry, de Emma ter lhe dito que sentia algo por ele, me irritava. Não era ciúme. Ela nunca admitiria ser capaz de ter um sentimento tão estúpido. O que a corroia de fato era a insegurança.
Tinha medo de se entregar para alguém daquele jeito. Além do fato de que ela deveria odiar Emma ela ainda poderia estar envolvida com outro. Neal foi importante para ela, a morena podia sentir isso. Após aquele balde de água fria, que conseguiu lidar ate que com bom humor, Regina precisava ouvir aquela frase:
_Não amo.
Emma disse fazendo a outra sentir solavanco alegre no peito. Seu coração havia disparado. Antes mesmo de parar para pensar no porque que ele estava assim, ela já estava com o rosto muito próximo do da outra dizendo:
_Isso eu já percebi...Mas, se você não o ama, porque me disse que sentia algo por ele, hoje mais cedo?
A boca de Emma não emitiu nenhuma palavra que lhe explicasse aquilo, mas seus olhos lhe disseram tudo. Quando ela baixava o olhar e molhava os lábios daquele jeito a prefeita sabia que ela estava procurando uma desculpa. Ela já tinha desistido de dar qualquer resposta quando Regina apoiou a mão em seu ombro e se aproximou mais sentindo a respiração ofegante da loira.
Naquele momento, a morena só queria acabar de vez com toda aquela fachada que a xerife tentava construir, mas primeiro teria que derrubar meus próprios muros.
Para isso ela precisava ouvir com todas as letras o que Emma sentia, antes de se entregar àquele desejo. Não que eu não soubesse. Por mais que seu ego lhe dissesse estar certa, ainda era difícil para a rainha acreditar que aquilo tudo não era só invenção da sua cabeça. Além do que, ela realmente queria ouvir Emma pedir. Queria ver a outra implorando por ela, queria que ela se entregasse. Provocou de todas as formas possíveis e quando ela tentou fugir usou sua ultima cartada:
_Emma...
Ela pode ver a loira se arrepiar ao ouvir seu nome sendo dito de forma tão melódica, tão instigante. Foi como se fosse uma palavra mágica. A prefeita sabia que ela adorava saber que causava aquele efeito à xerife, mas se surpreendeu quando, simplesmente, sentiu que Emma havia colado os lábios no seu como que pedia permissão para o fazer. Os solavancos em seu peito agora pareciam galopadas.
O beijo, que tinha começado tão delicado, evoluiu desenfreadamente quando Regina cravou as unhas no pescoço da outra e aprofundou o contato. Ambas não podiam mais negar.
Fazia tempos que a rainha não sentia nada tão intenso. Puxou a loira para mais perto do seu corpo de forma possessiva, como os corpos das duas já não estivessem colados o bastante.
Sentiu seu corpo ser jogado contra a parede por Emma, que arqueou a perna forçando contra seu sexo. A morena já estava completamente molhada àquela altura.As mãos ágeis da xerife passeavam pela sua cintura, costas seios...
Quando Emma falou “Eu te Quero” pode todos os pelos de sua nuca se arrepiassem. Girou seu corpo contra o dela invertendo as posições jogando-a contra a parede dessa vez. Encostou a boca ao pé de seu ouvido de Emma e disse num sussurro:
_Não mais do que eu te quero.
Quando a loira a ouviu falando aquela frase tão perto e tão sensual, não teve como resistir. Puxou-a pelo cabelo para mais um beijo que se prolongou. Regina a puxou pela jaqueta e lhe jogou no sofá. Regina se se deitou por cima da outra. Estavam desesperadas uma pelos toques da outra. O blaser da morena e a jaqueta, camiseta e top da loira sumiram de seus corpos tão rápido quanto às batidas de seus corações naquele momento. Regina foi descendo os beijos pelo pescoço da outra até chegar aos seus seios. Se demorou por ali, sugava, mordiscava, desenhava o contorno dos bicos com sua língua.
_Regina. (Era a única palavra que Emma conseguia pronunciar.)
Aloira desabotoei a camisa branca da outra enquanto ela a desconcentrava mordendo sua orelha e arranhando suas costas... Quando enfim se livrou da camisa e tirou seu sutiã Emma se perdeu com a visão estonteante do corpo da prefeita. Ela a desejava, e muito!
Emma sentiu Regina desabotoar sua calça com uma mão enquanto acariciava seus seios com a outra. Não conseguia fazer nada além de gemer chamando o nome de sua rainha. A morena sorria maliciosa cada vez que ouvia a outra sussurrar seu nome.
Seus dedos passeavam pela virilha branquinha da xerife enquanto ela mordia sua orelha e o pescoço. Ela provocava Emma passando os dedos bem de leve nas partes mais sensível.
_Pinguins? (A morena perguntou se referindo à estampa da calcinha da loira.)
_E-eu gosto de pinguins. (Emma se justificou corando de vergonha.)
Regina riu e a xerife se livrou de sua calça que já estava na altura do joelho. Estava se cotorcendo de desejo sentindo as mãos da morena deslizarem por sua virilha. Regina parecia querer que ela implorasse. Continuava torturando, tocando de leve, ainda por cima da calcinha com seu corpo colado sobre o da loira
_Por favor... (Emma pediu já não me aguentando.)
_Por favor o que Miss Swan? (Ela disse arranhando as costas da loira de surpresa, fazendo ela se arrepiar inteira.)
_Regina...
A xerife gemeu puxando aqueles cabelos negros, mas a rainha não iria ceder, mordeu o ombro da outra a fazendo implorar de uma vez:.
_Eu preciso sentir você...
Mal terminou a frase e sentiu os dedos longos de Regina entrando pela lateral da calcinha. Não se conteve ao sentir as fortes estocadas. Gemia e falava o nome da prefeita sem parar.
_Emma... Eu esperei tanto por isso. (Ela sussurrou em seu ouvido aumentando o ritmo das estocadas.)
Emma cravou as unhas em suas costas quando sentiu uma onda de prazer invadir todo o seu corpo. A morena enlouquecia vendo Emma se contorcer em seus dedos. Os olhos castanhos acompanhavam atentamente as expressões da outra. No momento em que a loira chegou ao ápice Regina abafou seu gemido com um beijo.Depois de explodir em êxtase ela sentiu o seu corpo amolecer e percebeu os olhos diretamente nos olhos castanhos a observando. A xerife abriu a boca pra dizer algo.
_Por favor, não diga nada. (A prefeita disse a interrompendo.)
Regina só queria olhar para Emma naquele momento. Os olhos a boca, seus traços eram tão angelicais que chegavam a parecer irreais. Seus cabelos loiros ondulados agora bagunçados e seu ar de satisfação era algo que a prefeita queria guardar na memória.
_Eu ainda não acredito que fizemos isso. (A morena disse mordendo o lábio inferior.)
_Isso tudo está muito errado, desculpe nó devíamos...(Emma começou a se desesperar quando pensou no que estavam fazendo. )
_Sim isso está muito errado.
Regina disse fazendo um carinho no rosto da loira que a olhou intrigada. A mão da morena foi descendo pelo corpo da loira, até chegar novamente em seu sexo, que agora estava completamente encharcado. Molhou seus dedos no prazer da outras e os levou até a boca sensualmente.
_E é exatamente por isso mesmo que eu quero que continue.
A prefeita disse colocando os dedos agora na boca da loira, que não se fez de rogada dessa vez. Se entregou ao momento chupando vagarosamente os dedos que ainda tinham um pouco do seu próprio sabor.
_Que sentir você Miss Swan... (Regina disse em seu ouvido lhe provocando um arrepio intenso.)
Foi de imediato. Logo Emma tinha virado o jogo e se posicionado sobre a prefeita. Tirou a saia preta que ainda estava no corpo da prefeita revelando sua calcinha rendada preta. Emma foi beijando cada milímetro do corpo maravilhoso daquela mulher. Encaixou seu corpo no dela e sentiu, ao pressionar sua coxa contra o sexo da outra como ela estava molhada.
Foi beijando e mordiscando seu pescoço, tocando em seus seios enquanto friccionava seu corpo contra o dela. Depois foi arranhando toda a lateral do corpo de Regina a fazendo gemer mais alto.
Colocou sua mão por dentro da calcinha e começou a tocar a mona que arfava pedindo mais. Conseguia sentir o corpo de Regina se movimentando conforme as estocadas para aumentar o contato. Aumentou o ritmo e não demorou a ver a rainha gritando seu nome enquanto seu corpo se entregava aos espasmos causados pelo orgasmo intenso.
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Regina acordou um tanto assustada. Olhou para Emma deitada em seu lado. Ela realmente parecia um anjo dormindo. Seu coração apertou e ela teve que se controlar para não começar chorar. Foi ao banheiro lavar o rosto. Olhou-se no espelho e quis o quebrar. Só não o fez porque não queria que Emma acordasse com um espelho quebrando. Repirou fundo, tomou um banho trocou de roupa. Foi até o quarto, quando já estava recomposta ela falou em tom rude:
_Acorda!
Emma resmungou ainda em sono e se escondeu debaixo do lençol. Regina teve que controlar seus pensamentos para não rir da cena fofa. Parecia o Henry acordando. A prefeita sentiu novamente a dor lhe invadir o peito então dessa vez disse mais séria.
_Swan! Levante-se AGORA!
Emma acordou com um longo bocejo e com a cara amassada e emburrada e olhou pro relógio ao lado da cama.
_Nossa Regina! Seis e meia da manhã depois da noite de ontem é sacanagem! (A loira disse afundando a cabeça no travesseiro.)
_Swan! Eu falei para você levantar!
Emma ao entender que tinha voltado a ser chamada de Swan deu um salto da cama instantaneamente.
_O que aconteceu? (Ela perguntou preocupada.)
_Não aconteceu nada xerife! (Regina disse completamente fria frisando a palavra “nada”.) Está mais do que na hora de você ir embora.
_O que você está querendo dizer?
_Quero dizer que o que aconteceu ontem não muda nada entre a gente. (Ela respondeu secamente.) Quero que se vista e vá embora.
Emma a encarou incrédula. Aproximou-se ainda nua da morena. Não iria chorar, mas sentia os olhos arderem querendo lacrimejar.
_Vai ser isso então? (A loira perguntou com os lábios trêmulos de raiva.)
Regina engoliu em seco e desviou o olhar.
_Não me entenda mal xerife. Em uma cidade onde todos me odeiam por mais exuberante que eu seja não é muito fácil satisfazer todas as minhas vontades. Obrigada por ontem, foi muito prazeroso.
Dito isso Regina saiu deixando Emma sozinha no quarto. A loira se sentia um brinquedo que tinha acabado de ser jogado fora. Ruby estava certa. Regina só estava a usando. Sntou na cama se sentindo fraca e se permitiu soltar apenas uma lágrima, que logo fez questão de secar. Começou a procurar suas roupas para se vestir e só então lembrou que as havia deixado no escritório. Se enrolou num lençol e desceu as escadas silenciosamente e entrou no escritório. Lá estavam as roupas, tanto dela quanto da outra, para lhe lembrarem da tarde/noite anterior. Se vestiu com pressa e raiva. Sentia seu peito apertado e ela tremia de nervoso. Sentia um calor lhe invadir, uma mágoa tão forte que não conseguia nem comparar com nada que tivesse sentido. Nem mesmo quando Neal a tinha feito ser presa e fugido com os relógios ela sentiu tanto rancor.
Achou sua blusa no chão, debaixo dela estava o livro branco que a prefeita tinha a entregado no dia anterior. Ao lembrar do que ela havia lhe falado no dia anterior sobre o livro só conseguiu o tacar o mais longe possível.
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Emma e Regina ficaram se divertindo até de anoitecer no escritório. Resolveram então que iriam tomar um banho e depois comer. Ambas ficaram um tanto caladas. A prefeita não queria conversar sobre o que estava acontecendo porque ela não queria admitir nada do que estava sentindo. E a xerife conseguia entender que a morena ainda não estava pronta para falar sobre isso então mantinha o silêncio também. Depois do banho Emma pegou um Hobby emprestado com a rainha, que também usava um, já suas roupas haviam ficado no escritório
Depois de jantarem sem muitos comentários acabaram indo pro quarto da prefeita para repetirem a dose. Estavam as duas abraçadas quando a morena disse num suspiro:
_Swan... Você pode até não saber controlar a magia, mas você é pura mágica.
Emma riu com a declaração da mulher que estava deitada em seus braços.
_Você é uma boa professora senhorita prefeita. (Ela falou fazendo um bico zombeteiro.) Aliás, quando terei uma nova aula?
_Emma... (Regina começou pensativa.) Eu acho que você realmente devia ler aquele livro que te dei. Eu acho que seu auto controle pode ser maior testando sua concentração do que aprendendo a usar mágica em si.
_Não! (Emma falou decidida.) quero que me ensine alguns truques... Quer dizer, eu acho fantásticas as coisas que você faz, tipo sumir aqui e aparecer ali! Eu quero muito aprender essas coisas.
Regina riu se divertindo da carinha de criança que Emma fez. Resolveu não discutir, só voltou a beijá-la para encerrar o assunto e recomeçar a diversão das duas na cama.
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Terminou de se vestir decidida a ir pra casa e nunca mais olhar na cara da prefeita. No momento em que ia sair do escritório deu de cara com Regina. Com uma força sobrenatural simplesmente empurrou a mulher contra a parede que ficava na outra extremidade do Hall. Regina se levantou desajeitada e assustada. Emma a encarou com fúria.
_Você ficou louca? (A prefeita vociferou chegando mais perto da outra)
_Devo ter ficado para ter transado com você ontem!
A xerife disse saindo da enfurecida. A morena sentiu as lágrimas invadirem seus olhos naquele momento. Sabia que ela mesma havia causado aquilo quando fingiu que tudo aquilo não tinha passado de uma transa casual. Mas não esperava ouvir aquilo, as palavras da loira foram pesadas demais.
Entrou no escritório secando uma lágrima teimosa que resolveu escapar de um de seus olhos. Olhou ao redor vendo as suas roupas ainda jogadas pelo local. Catou o blaser, depois achou a saia perto do livro de capa branca que, aparentemente, tinha sofrido o mesmo que ela: Havia sido arremessado longe pela raiva de Emma. Pegou o objeto e decidiu no mesmo momento que teria de entregá-lo a loira.Não podia chegar lá e simplesmente pedir desculpas, ainda mais depois do que a loira havia feito, mas realmente não queria ficar brigada com ela e magia era a única desculpa que lhe vinha a mente agora.
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Mãe! (Henry disse correndo pros braços de Emma.) A loira olhou em sua direção e sorriu dizendo:
_Nós podemos ser uma família agora!
“E começaria uma família da qual Henry poderia fazer parte.” A voz de Snow ressoou em sua cabeça a fazendo sentir um buraco se cavando em seu peito. Olhou pros olhos verdes que sorriam e se aproximavam. Ela e Henry de mãos dadas passaram por ela e foram abraçar uma pessoa que estava atrás de Regina. Ela se virou e reconheceu Neal abraçando os dois.
_Sim nós podemos. (Ele disse sorrindo.)
_Podemos ir pra Boston papai? (Henry perguntou contente.)
_Claro que sim filho!
Ele e Emma se abraçaram e os olhos de Henry brilhavam ao ver os dois juntos. Os olhos da prefeita ardiam de raiva. Por fim Emma se aproximou de Neal para um beijo que não chegou a acontecer. Regina acordou em sua cama com Emma ao seu lado ainda dormindo.
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Emma caiu em lágrimas no colo de Red. Depois de contar toda a história simplesmente caiu no choro e se deixou ser abraçada pela amiga que agora acarinhava sua cabeça.
_Emma... Essa mulher não merece nem mesmo uma lágrima sua. (Disse secando as bochechas da loira.) Eu te PROIBO de ir atrás dessa mulher! Pelo seu próprio bem!
_Eu... N-não posso Red! (A xerife falava entre soluços.)T-tenho que ap-aprender a controlar essa c-coisa de mágica!
_É claro que não Emma! Quanto mais você usar isso mais dependente vai ficar! Nunca devia ter começado essas aulas com ela! Ela ta usando isso pra te destruir.
A xerife a encarou confusa, aquilo não fazia o menor sentido em sua cabeça.
_Claro que não Ruby ela tem me ajudado!
_Olha eu não tava querendo te preocupar, mas sinceramente essa história de te ensinar magia me soa bem suspeita. Vamos lá Emma, pense comigo: quais são as únicas pessoas nessa cidade que conseguem usar magia nessa cidade?
_Eu, Regina e o Gold. (A loira disse como se fosse óbvio.)
_Não te admira que os únicos com domínio da magia sejam odiados pela cidade?
_Esta querendo dizer que eles saberem usar magia é o motivo para as pessoas os odiarem?
_Não Emma! Estou dizendo que magia corrompe! Faz pessoas boas fazerem coisas terríveis!
Emma a encarou perdida e franzindo o cenho. Se aquilo fosse verdade Regina poderia estar querendo a fazer perder o controle para que ela fizesse coisas ruins e o Henry visse. Lembrou-se do que tinha feito de manhã com a prefeita e então teve quase certeza de que era aquilo mesmo
_Ela quer te destruir. E você não pode deixar! (Red disse acariciando seus cabelos.)
_Brigada Ruby, você é uma boa amiga!.
A loira disse sinceramente e Ruby subitamente parou o carinho que lhe fazia.
_Bem... eu tenho que voltar pro Granny’s a vovó deve estar tendo bastante trabalho La dentro. Melhoras Emma.
A morena disse saindo do carro e deixando a outra. A xerife dirigiu então até em casa. Ainda estava com cheiro de sexo da noite anterior. O cheiro de Regina parecia estar impregnado em seu corpo e não a deixava raciocinar direito. Queria nunca mais sentir aquele cheiro, ao mesmo tempo estava adorando senti-lo. Queria nunca ter se rendido àquele beijo, mas ao mesmo tempo não se arrependia nem um pouco do que tinha feito na noite anterior.
Parecia até que eram duas Reginas diferentes: Uma doce e gentil que a fez se contorcer em orgasmos e outra fria e cruel que a tratou como lixo. Emma já tinha ouvido falar desse lado terrível da rainha, mas (Salvo o episódio da torta envenenada, da tentativa de matar o Rumple e depois que a Cora morreu que ela quis matar sua mãe) nunca tinha presenciado aquilo de fato. Na realidade , aquilo era o suficiente para ela nunca mais confiar na prefeita, mas incrivelmente Emma não conseguia ver aquele lado sombrio dela.
Por fim estacionou o carro e subiu pro seu apartamento. Entrou e já foi tirando a jaqueta e a camiseta e foi em direção ao banheiro.
_Agora sei por que não encontrei meu sutiã...
Emma pulou com o susto de ouvir aquela voz e se virou. Regina estava sentada de pernas cruzadas em sua cama. A loira chegou a coçar os olhos para ver se não estava imaginando coisas.
_Que diabos você está fazendo aqui?
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