General E O Assassino Do Caos
16 Cap.16 Atrás das Parcas
P.O.V. Percy
Bem, quando sai do acampamento estava indo para a direção errada, e depois que eu a acertei, a paisagem entrava em puro contraste, uma mar de morro marrom desaparecia e uma montanha gigante branca coberta pela neve aparecia e não se dava para se ver o topo mesmo de dia. Bem para subir uma montanha desse porte seria de duas maneiras: a mais segura que é escalando a pé e a segunda a mais perigosa que seria andar subindo através de uma snowmobile, mas com minha moto as coisas ficam um pouco diferente. X2 Phantom tem um sistema muito bom, porém ainda em fase de teste, chamado “place”. Place é um sistema que só funciona em sua forma original, o sistema faz as rodas e algumas partes da moto se modificar. Por exemplo, se eu for atravessar um oceano, a roda da frente vira tipo uma bóia, a de traz duas hélice de barco e a parte de baixo fica completamente coberta por um placa de caótico (metal da Cidade do Caos). E em um terreno com muita neve no lugar de rodas são lagartas que aparecem.
Depois de um tempo de escalada com a moto chego ao ponto em que eu necessito: 6700 metros, agora só preciso achar construções gregas em meio a uma montanha coberta de neve. Começo a virara a moto para o lado direito, balança e muito, uma nevasca deve estar vindo. Continuo procurando por construções gregas, não as acho, passa o tempo, mais e mais o tempo, até que escuto um barulho estranho, uma mistura de gritos humanos com de choro de um elefante filhote. Estranhas ruínas começaram a aparecer e não se parecia com ruínas de uma antiga civilização local, eram mais parecidas com ruínas da Grécia antiga.
Saio da moto é ai que eu percebo que esta realmente um frio de congelar os ossos. Pego minha mochila abro-a e retiro uma jaqueta impermeável, assim que tudo isso aqui no Himalaia acabar tenho que ter uma conversa seria com o pessoal da inteligência e com Steven. Começo a caminhar indo em direção as ruínas quando escuto novamente outro barulho só que dessa vez não é um barulho de elefante chorando e sim se parecia com um rugido de um tigre de sumutra.
Vou para a origem do som e me deparo com uma pequena tribo de yeti devia ter 40 a 50 yetis, não conseguiria matar todos eles de uma vez, e tem outra não gosto de usar o modo primordial, meu poder no modo primordial não é contido como os das outras roupas, pelo contrario cada poder de cada deus, titã, gigante e primordial é alimentado. Se eu uso esse modo os yetis fugiriam com a fonte de poder e não é isso que eu quero, eu quero chegar e ter pelo menos algumas informações que tenha como eu tirara de algum deles. Não há outra alternativa alem de chegar pela frente.
Apresento-me não tinha visto direito os yetis, mas agora eles apareciam bem nitidamente. Tinham de 2 a 3,5 metros de altura, pelos bem brancos cobrindo praticamente todo o corpo menos o solado do pé, a palmas da mãos e o rosto, olhos vermelhos e suas feições eram de macacos bem zangados. Bem eles me olham com uma cara de quem perdeu um pedaço grande da conversa e depois pegou o bonde andando, o yeti que estava na porta da caverna vem em minha direção e não consigo pensar o que iria falar comigo ou se ele conseguiria essa proeza já que parecia que ele não tinha muita inteligência além de poder gritar muito.
– O que faz aqui humano? – O.K. Eu realmente não esperava que ele pudesse falar algo e sua voz era um pouco humana com um rugido de algum animal, talvez um urso? Isso não importa.
– Isso é um pouco obvio não, é?
– Não vem dar uma de esperto encima de mim esta bem? O que esta fazendo aqui seu meio-sangue? Tenho mais o que fazer esta bem então anda rápido, se não responder tem outras maneiras de fazer você parar de me amolar. E nenhuma delas é uma boa opção esta entendendo?
– Muito bem. Se no que você quer é uma resposta, é o que você irá ter... ... Eu quero falar agora mesmo com As Parcas – eu achei que ele iria rir, falar que eu não sou digno ou outras coisas do tipo, mas ele diz algo que eu não esperava.
– Estamos aqui para apenas avisar para semideuses sem preparo que não é para continuar, mas As Irmãs esperam a vinda do tio adotivo – como se a conversa não tive sido um pouco estranha o monstro me leva para dentro da caverna quando ele vira para me mostrar o caminho é que vejo uma clava gigantesca em suas costas. Ele anda um pouco e para fala alguma coisa em uma língua em que eu não entendo para outros três yeti e depois fala para continuar o caminho seguindo ele.
Está bem, eu só esperava que dentro do Everest tivesse um castelo com um rio muito largo e só, mas não o que eu vi. Primeiro uma luz de queimar os olhos e quando me acostumo com a claridade lá estava um ecossistema local completo, não havia um pingo de lógica para isso, pelo menos um tipo de lógica, era uma floresta fechada que havia ali dentro do Himalaia. Acho que as páginas daquele livro que foi queimado tinham poucas informações, comparado a isso. Era algo sem lógica alguma, os yetis viviam em uma caverna pequena, desarrumada e imunda, mas se eles adentrassem a caverna poderiam ter isto tudo.
– Posso fazer uma pergunta?
– Na verdade você já fez, ta, ta, eu sei péssima piada. Mas pode perguntar sim.
– Porque vocês morram só naquele lugar da caverna? Tem muito espaço aqui.
– A caverna em se não é encantada, ela foi feita pelas próprias forças da natureza o rio a mesma coisa, mas a vegetação foi toda encantada, por isso não moramos aqui dentro gostamos do frio e outra, há animais aqui, eles não gostam da presença de nossa tribo, alguns fogem e outros simplesmente nos atacam, por isso a clava, mesmo aqui dentro.
– É difícil de imaginar que na verdade o Monte Everest é oco.
– Só uma parte dele que é oco, e você esta dentro dela, não é o monte todo oco só aqui.
– Mas mesmo assim não tem muitas explicações para ele continuar de pé com um rio uma vegetação completa, tem de ter um encantamento para tudo isso, para ter resistido todos esses anos desde de que foi descoberto sem contar nos anos que não sabiam desse lugar.
– Como disse a caverna em se foi feita naturalmente, mas não quer dizer que todo o resto também. Encantamento de vários deuses e deusas para deixar ele estável.
– E mais uma. As Irmãs recebem muitas visitas?
– Na verdade não. Alguns dias para trás Átropos me chamou para dizer algo importante, não sei se você sabe, mas Átropos é a que corta o fio. Mas enfim, é irrelevante, ela me falou que um semideus iria chegar filho de Poseidon e adotivo de Caos iria vir e ... me desculpe ela me falou que você não gosta de ser lembrado que é filho do Olimpo. Me desculpa – aceno dizendo que estava tudo bem – disse que viria num dia de nevasca sozinho vestindo um sobretudo, assim que terminou de dar todos os detalhes ela disse que era para deixar você entra para falar com elas.
– Então é isso? E se você não soubesse nada disso? O que você iria fazer comigo quando aparecesse?
– Nós yetis somos da mesma raça dos letrigões.
– Quer dizer que vocês são ca... ca...ni.
– É falta de respeito falar que nós somos canibais, o tremo certo é antropófagos, mas de modo ignorante somos canibais sim. E outra nós e os letrigões somos diferentes está bem?
– É da para perceber... – disse baixo.
– Você acha que nós não somos diferentes, mas somos, nós somos mais cultos como deu para perceber, os lestrigões só comem carne humana para sobreviver, nós não precisamos come-las para sobreviver,podemos muito bem continuarmos sem comer nada para o resto da nossa vida.
– Então os escaladores que tentão subir...
– Sim se eles aparecem por aqui perto e nos comemos.
– Espera se vocês não precisam comer nada para o resto da vida quer dizer que vocês não possuem apare...
– Aparelho digestivo? É não temos aparelho digestivo, comemos humanos por prazer entende?
– Agora faz muito sentido.
– Se fosse questões de necessidades garoto você já estaria em minha barriga.
– Não se eu ti matasse primeiro.
– O mais possível pelo o que eu sei é que aconteça a segunda opção do que a primeira.
– Se vocês não digerem os humanos o que acontecem com eles? Não me diga que vocês os vomitam?
– Nojento eu sei, mas as carnes de humanos são deliciosas as de semideuses principalmente.
– Será que dá para mudar de assunto? Não quero pensar eu como um prato principal de uma tribo de antropófagos.
– Isso sim é o jeito certo de se dizer garoto.
– Mas quanto tempo falta para chegar ao castelo das Irmãs?
– A mata fechada é uma pedra no caminho, não se da para ver muita coisa, mas escuta.
Ele fez silencio e eu continuei calado, foi ai que eu escutei o barulho de água descendo a correnteza. Mais alguns segundos andando e chego à margem do rio. O rio era rápido e lago de mais, era ate um exagero que existisse aquilo tudo ali.
– No final do rio esta o castelo das Irmãs, certo?
– Exato.
– E o final é uma cachoeira, certo?
– Certo novamente.
– Então para onde vai a água?
– Apesar de tudo no final você é filho de Poseidon, não é Percy?
Odiei seu comentário referindo como filho de um olimpiano,mas ele estava certo, não reclamo. Me abaixo perto da margem, toco o dedo indicador na água e sinto as águas correndo, alguns litros são parados, mas depois eles fazem a curva e depois caem e param, se formando outros rios, lagos e lençóis freáticos, mas é quando paro é que percebo uma coisa.
– Como você sabe? Elas te disseram tudo? Inclusive meu nome?
– Inclusive um sobretudo parecido com o que você iria aparecer. Elas me deram o Maximo de informações suas para quando você chegasse não houvesse nenhum engano e parasse como prato do dia. Vamos agora só basta descer e atravessar a ponte e você estará com As Moiras.
Continuamos andando pela margem do rio e podia jurar que toda vez que o Yeti passava perto de algum bicho que estava na margem eles adentravam floresta ou rio adentro, mas uma hora eu percebi que um bando de marmotas — himalaia tinham saídos, mas uma ficou lá na margem bebendo como se fosse nada enquanto as outras fugiam desesperadamente. O monstro passou e não mexeu com o bicho e o bicho continuou bebendo água e quando já estava em uma distancia segura as outras voltaram.
O tempo passa e não presto atenção e quando vejo estávamos praticamente nas portas do castelo.
– É aqui que você fica esta bem? É boa sorte com o que você tenha que falar com elas e uma outra coisa, nenhuma pessoa que entra ai além delas mesmo saem de novo então boa sorte novamente.
– Obrigado foi um prazerão ter conhecido você...
– Melhor um semideus nunca perguntar o nome de um monstro, muito menos fazer amizade com ele.
– Tenho um irmão ciclope... ... ou pelo menos tinha...
– Você vai ver que apesar do que vai acontecer, só esse espaço do universo não é afetado e ate nunca mais ou quem sabe. E a propósito o nome é Bean e é melhor continuar seu destino garoto.
Fale com o autor