General E O Assassino Do Caos

17 Cap.17 A Conversa Com As Irmãs


Notas iniciais
Pessoal me desculpem ai pela demora que o que aconteceu foi um monte de imprevistos um atras do outro. 1º: fiquei sem meu notebook por duas semanas. 2º: viajei para o rio e não levei ele. 3º: depois de muito tempo esperando finalmente meu livro da casa de Hades chegou e eu fui ler antes de postar o novo capitulo. Bom me desculpem por tudo e podem ficar tranquilos eu não vou abandonar a fic ate acabá-la.

P.O.V. Percy

O yeti tinha se levado embora me viro para ver até um certo onde ele vai, acompanho com os olhos e depois olho para as portas gigantes, cada porta era uns 8 metros de altura e 2 de largura sem contar com a espessura aquilo já devia pesar um tonelada. Havia desenhos nas portas. Eram As Moiras tecendo e cortando o fio da vida. Cloto a Irmã que tece o fio na esquerda, no meio Laquesis a quem puxava o fio e na direita, Átropos a quem cortava o fio. Se eu não acompanhasse o sentido do fio não saberia quem era quem naquilo tudo. Todas elas estavam vestidas do mesmo jeito e nenhuma delas tinha o rosto amostra, uma estava com a cabeça abaixada, a outra com o rosto virado e a ultima com um capuz cobrindo o rosto, pelo visto a vida da pessoa de quem elas estavam trançando era muito interessante, pois mesmo em uma imagem eles pereciam bem concentradas. Aproximo-me da porta gigantesca pronto para bater na porta, gritar, tocar campainha ou qualquer coisa do tipo para elas me atenderem, mas não é preciso. A porta gigantesca se abre sozinha. Sem um pingo de juízo em minha cabeça entro no salão principal, a porta se fecha atrás de mim. Quando a luz vai embora uma luz azulada surge mostrando um lugar um pouco diferente. O castelo na verdade era praticamente o salão e só. Era um salão em que só havia teares, uma sala em que todos os teares ficavam suspensos com magia e eles teciam automaticamente. O tecido que desenrolava na maioria não mudava. Era tudo de uma mesma cor, se um tecido começava com bege, terminava com bege, mas o estranho era que a maioria dos teares tinham apenas as corres vermelha sangue, preto e marrom. Mesmo sem eu entender muito sobre o que estava acontecendo nesse mundo eu entendia o porquê dessas três cores serem a maioria. Era a conseqüência das mortes nos campos de batalha da Guerra Mundial.

– O você já chego – diz uma voz a minha frente. Três mulheres vinham em minha direção. Não dava para ver nada, pois elas estavam vestidas com um sobretudo.

– As Moiras.- Elas continuaram vindo em minha direção e quando chegaram perto dava para ver nitidamente o rosto de cada uma delas. Uma tinha feições de uma criança de 10 anos, um pouco de espinhas, cabelos brancos, sua pele tão branca quanto os cabelos e olhos puxados para amarelo ou uma cor de olho parecida e possível, outra com aquelas mesmas feições com mais ou menos 40 anos e a ultimas era uma velha de seus 70 anos, todas estranhamente parecidas, era como você olhasse e visse como era a evolução da idade da garota.

– Olá Percy... — diz a de 10 anos.

–... ou devo te chamar de Ω... – diz a de 40.

–... ou será General... – diz a de 70.

–... são tantas opções que nem dá para decidir – diz as três juntas, cada uma tinha o timbre de voz a respectivas idades.

– Ω. Está bom. E alem disso...

– Iag já deve ter respondido suas perguntas básicas. – diz a de 10.

– Agora responderemos as outras. – diz a de 40.

– Primeiro o nome de cada.

– Eu sou Clotos titio – diz a de 10 e da um tchau – o inicio da vida, o nascimento.

– Eu sou Láquesis – diz a de 40 – o que se ganha a vida.

– Meu nome é Átropos – diz a de 70 – o fim da vida.

– Por favor, titio não. Mas se vocês têm a mesma idade de nascimento, a mesma aparencia, mas em idades diferente. O que é isso? Sempre que vi vocês, vocês eram velhinhas tricotando e eram parecidas, Tanto na idade quanto no físico.

– Percy, nós controlamos o destino de uma pessoa através de um fio que depois é bordado. Quando uma pessoa fala com outra que esta bordando algo, inconscientemente o humano já acha que essa pessoa é velha. Se nós paramos em uma idade certa vamos ficar iguais, somos gêmeas, mas cada uma representa sua função com diferentes idades – diz Láquesis.

– E essa quantidade de tear?

– Cada tear é equivalente há um país e dentro do tear tem varias linhas e cada linha é uma vida de uma pessoa – diz Átropos.

– Quantas linhas têm? E quando uma pessoa morre ou nasce o que acontece?

– Bem, o numero de linhas varia de nação para nação, nem nós sabemos quantas são. A vida de um mortal é muito chata então se ele morre a linha é cortada e o tecido perde uma linha alterando sua fabricação. E quando uma pessoa nasce um pedaço do fio do pai e um pedaço do fio da mãe são divididos e depois se juntam formando uma nova vida e mais uma vez o rumo do tecido é mudado – explica Láquesis.

– Eles são automáticos? Já que não tem ninguém cuidado deles?

– Sim eles são automáticos, quando os deuses do Olimpu querem algo de bom eles conseguem. A invenção foi de Atena e de Hefesto. Eles saparam o foi quando precisam e cortam do mesmo modo – diz Átropos, ela chega perto de mim e me puxa pela mão para um lugar.

– Vamos por aqui! Essa vida de mortal é um puro T-É-D-I-O. Entendeu TEDIO completo. Vamos por ali – Cloto diz apontando para um lugar mais atrás, escondido e pela aparência era muito pequeno – é ali que ficam as vidas que são mais interessantes. Hi hi.

– O que tem naquele... – Cloto não me deixa terminar, coloca o dedo indicador nos meus lábios, era para eu parar de falar.

– Espere e verá Ω — diz Láquesis.

Calei-me. Cloto ia à frente me puxando, Láquesis e Átropos. Passando por vários teares com cores diferentes em cada, vários com cores iguais, cada tear tinha um tanto de linha e uma cor predominante. Passamos por mais alguns teares e no final chegamos a uma sala que não tinha nem um terço do tamanho do castelo, mas ainda sim ela era grande. Colto para em frente á sala, em quanto Láquesis e Átropos passam em nossa frente e abrem a porta que era desenhada com alguns símbolos que eu não consegui ver.

Lá dentro havia em torno de oito teares, cada um com uma cor diferente.

– É aqui que ficam os teares dos semideuses – ta bem eu não esperava que tivessem oito teares para todos os semideuses, as nações cada uma tem seu tear e o número de pessoas são inimagináveis – cada tear é de uma “tribo” de semideus.

– Como assim?

– Aqui tem sete teares de semideuses. O de fio roxo: Acampamento Júpiter. De fio prata: As Caçadoras de Ártemis. De fio acinzentado: As Amazonas. De fio roxo e laranja: Acampamento Sangue de Júpiter. E o de vermelho e preto: Os Assassinos e Exercito do Caos – eu acompanhei tudo o que ela disse, mas tinha um acampamento eu me recusava ver uma sena como aquela, a vidas de muitas pessoas estavam na mão delas, fiquei o momento todo com os olhos fechados, Caos nos ensinou a fazer nosso próprio destino, isso ia contra nossa idéia.

– Esta faltando.

– Abra os olhos general, eu sei que você é contra tudo isso, mas você só viu os teares e fechou os olhos abra os novamente e veja você mesmo tudo que esta em sua frente.

Não obedeço de imediato, mas eu me lembro o motivo de estar aqui, nessa hora é que eu os abro. De fato era igual uma delas falo. Um de fio roxo, um prata, e por ai foi, mas teve dois em que eu me incomodei. Um queimado e um outo que se misturava com muitas linhas.

– O queimado é o acampamento meio sangue e o que esta mais isolado e de varias cores é você.

– Por que tenho um tear sozinho e o do acampamento meio sangue esta destruído?

– O acampamento meio sangue foi queimado, destruído, tem que começar do zero e você, bem você no começo ou melhor sua linha misturava totalmente com todos, misturou com os acampamentos e de certo modo até com as caçador e amazonas, mas depois se misturou com os assassinos e o exercito do Caos, merecia uma atenção especial, mas ainda sim sem necessidade de medidas drásticas, sua linha ficava rebelde não queria se misturar já que você tinha se misturado muito e estava muito poderos, continuou dando trabalho muito trabalho até que não havia como, você era um semideus que treinava com Caos, jamais teve algo parecido, era hora de sua linha ficar sozinha – explicou Árpos.

– E os devas e deuses?

– Os devas são uma existência por se igual – diz Láquesis — a Caos o primeiro surgiu por se próprio e foi se reproduzindo igual uma célula de um organismo. E no princípio nos tínhamos o poder de controlar ate a vidas dos deuses, mas Caos queria diminuir o nosso poder sobre o destino e nossa mãe Nix apoiou nosso avô. Nessa época nós podíamos moldar o destino dos deuses e voltar e adiantar o destino.

– Eu acho que ele estava certo.

– O.K. Está bem, vamos sair daqui eu me sinto uma velha quando estou aqui!!! Vamos depressa – Cloto realmente parecia com uma criança de 10 anos e não uma deusa que tomava conta do destino de todos e que devia ter mais de três mil anos – teares, destino e essas coisas não devem fazer bem para pele – TÁ BOM JÁ CHEGA, UMA DEUSA ASSIM PARECE UMA MENINA MIMADA, ELA TÁ PARECENDO AFRODITE PORRA TOMA NO CÚ CARA.

Depois que eu respirei fundo para não voar naquela pequena deusa fomos para fora do castelo e resolvi parar e ver a paisagem parecia fim de tarde o suposto “sol” estava laranjado e formava um efeito quando refletido na água do rio. As parcas também pararam de andar e me observavam.

– Bem bonito não acha? – pergunta Átropos.

– Por que? Porque tão longe do atual Olimpo e do antigo?

– Você sabe que este é o maior monte do mundo não sabe? – aceno com a cabeça – O destino é igual a internet. Para acessar a internet você precisa pegar sinal. Por isso as torres de internet, na internet você pega tanto baixa coisas com coloca em um site. O destino a mesma coisa. Precisa de estar no lugar mais alto para deixar que todas as pessoas tenha contato com ela. Bem já respondemos suas perguntas básicas, que tal falarmos o por que de você realmente estar aqui?

– Quero retomar o Acampamento Meio Sangue e a metade do meu exercito das mãos de Hades.

– Já tentou falar com ele? – pergunta Láquesis.

– Não. E não vou perguntar para ele. Eu sei que ele tentou me defender de votar contra minha morte, mas não ajudou muito. E tem outra nunca que ele irá deixar eu sair de lá com o pessoal todo, é o trabalho dele.

– Ele está tendo bastante problema em direcionar os mortos da guerra. Talvez ele aceite isso a fim de melhorar o trafico de almas no mundo inferior – diz Cloto.

– Mas mesmo assim é melhor eu não mexer muito com o deus dos mortos.

– Esta bem se você quer continuar com seu plano que somos nós – diz Láquesis – Olha há três tipos de modo de fazer isso o que você quer fazer que é uma viajem no tempo.

– Primeira: — Cloto aparece de sei lá onde apontando o dedo indicador em minha cara – você tece o fio jogando parte do seu poder de Cronos no tecido e nós também vamos jogar o nosso poder junto – se não houvesse três opções eu não tinha escolha de escolher e iria ter que fazer uma cena dessas, eu fazendo um bordado. Não iria contar para ninguém.

– Segunda: — diz Láquesis calmamente – nós tecemos o tecido jogando nosso poder e você vem junto jogando o poder de Cronos.

– Terceira: — Átropos – nós tecemos o fio e depois jogamos o nosso poder todo junto, porem em todos os planos tem dois problema.

– Quais são?

– O espaço e as teorias. – diz Láquesis – Em todos os planos vamos ter que fazer um tecido em que você possa literalmente entra. Tipo 5 metros de altura deve dar para cobrir o piso e o teto todo. O comprimento tem de dar uma vota inteira de 360º graus angular com 1 metro de distancia. Se nos não tivermos com o lugar em que você quer sair você só vai viajar no tempo em que você deseja, mas vai continuar no mesmo local. Mas se no pano tiver com a cena de um local você irá para local e tempo requerido. Esse é o problema do espaço.

– E tem também o problemas das teorias. – Cloto chega perto de me escorando no para peito da ponte, agora ela parecia uma garota de 16 anos com os cabelos bem grandes e muitos brancos, parecia uma mulher, com peitos fartos, corpo vio... NÃO PERCY JACKSON PARA DE PENSAR EM MULHER. ELA É UMA DEUSA CARA. E VOCÊ ESTA AQUI PARA EVITAR QUE TUDO ACONTEÇA COM MEGAN E NÃO PARA TRANSAR COM UMA DEUSA... PORRA – não sabemos o que acontece quando você muda um pouco o passado ou outra coisa, mas há duas mais prováveis que aconteça com você. É que depois que você muda o fato para outro modo sua mente se junta com a do seu eu do passado e seu corpo é destruído. A outra é que você continue passando o tempo normalmente depois que você chegou no tempo normal. Em todas as teorias ninguém sabe o que realmente acontece. Esse é o problema de viajem no tempo tudo é teoria. E outra coisa que esquecemos para viajar no tempo o necessário é que você tenha quem manter a data do dia em que você quer voltar.

– Mas alguma coisa?

– Sim além do poder de Crono que você joga durante o processo, você também joga quando você começa a viajem. Quando estiver dentro do tecido terá de jogar enquanto faz a viajem.

– Só isso?

– Na teoria? Sim.

– Bem vamos logo começar isso tudo.

Viro-me e vejo que todas as três se estabilizaram em uma idade na casa dos 50 anos. Era igual elas falaram: gêmeas idênticas.

– Por onde começamos? – pergunto.

– Suba até o topo do castelo – as três diziam ao mesmo tempo e apontavam para o topo. Fiz uma cara de quem não entendeu e elas respondem – se você for lá em cima haverá um equipamento, use o poder de Cronos nele para parar o tempo do mundo, nós não podemos nos dar o luxo de ficar sem observar os teares é por isso que é para o tempo do planeta.

Não dava para acreditar elas queriam que eu parasse o tempo do mundo inteiro era praticamente impossível, mas eu não reclamo e vou, mas que para mim é impossível eu continuo achando que é impossível.

Havia uma escada do lado de fora do castelo, mas devia demorar muito tempo então o melhor modo seria usar a Coluna de Fogo, já que é só para subir até o topo. Fecho um pouco o joelho e sinto que eles começam a esquentar e logo depois fico com o corpo reto e disparo para o ponto em que quero. Eu não tenho asas como os devas, mas eu estou pensando que deve ser assim que eles devem se sentir quando voam como se não houvesse nada que eles não conseguissem fazer, coluna de fogo não te faz voar, mas eu acho que a sensação deve ser semelhante. Sinto o chão sob meus pés, tinha chegado até o topo, se a cena do chão era imensurável agora do topo, era de tirar o ar a floresta os animais na beira do rio bebendo água, o laranjado do pôr do sol queria que Megan estivesse aqui, seria bem melhor não gosto de ficar-me auto – flagelando lembrando-se dela, mas realmente ela não sai da minha cabeça, seu sorriso os momentos a sós, me esqueço completamente que eu estava fazendo. Me sento no beiral do topo e me dou o luxo de realmente chorar, não posso deixar que todos achem que vou fazer isso para trazer ela de volta, me chamariam de fraco e falariam que eu tenho sentimento e que na verdade não sou frio. Esta bem, não sou fraco e não ligo que falem isso de mim, apesar de tudo eu tenho sentimento e só sou frio com meus inimigos. Vivemos em um mundo de aparência. Não deixo de pensar nela em nem um momento.

Depois que deixo as lagrimas escorrerem pelos meu rosto, levanto e me viro, o equipamento era um pilar com umas partes faltando e com vários fios que se enraizavam no castelo, preto e branco. Chego perto e toco a parte que está faltando e logo a coloração preta que estava nesta parte é substituída por um tom de verde cegante, não consigo ver direito tenho que fechar os olhos, espero e espero um pouco, assim que acho que a luz acabou abro os olhos, tudo em minha frente tinha uma coloração esverdeada, o tempo todo que tive em contato com aquilo eu não tinha percebido, mas involuntariamente meu poder estava sendo drenado. Retiro as minhas mãos e tudo volta a coloração normal, não sabia o que eu tinha feito, mas algo me dizia que eu tinha feito o trabalho do jeito certo. Vou para a beirada do castelo era só um rio no final da queda, então, dá para se imaginar o que eu fiz no final.

Saio do rio e as irmãs me esperam na margem, chego perto delas e elas me informam que a coisa que eu acabei de fazer deu certo e que a parti de agora eu não iria ter nem um descanso, não iria poder reclamar de nada e não havia volta para isso.

– Bem agora você tem de nos falar como é o lugar em que você irá aparecer.

– Eu vou aparecer em uma nevoa. Meu ponto de saída vai ser a nevoa no Acampamento Sangue de Júpiter.

– Bem então vai ser de uma cor só que vai ser todo o tecido: branco.

– Eu acho que sim e quando começa?

– Por aqui.

Sigo elas e percebo que no caminho vários animais estavam parados, havia um grupinho de macacos dourados pulando de árvore em árvore, mas todo parados, parecia como um dos sistemas do Steven que a imagem congelava ou acontecia o maldito lag. Andando pela floresta mais um tempo ate que chegamos em uma casa pequena escondida pelas copas das árvores.

Era uma casa simples com uma única janela e porta, as paredes pintadas de tabuas brancas e um teto de varanda cheio de flores. Elas chegam na porta e a abrem, sigo-as e entro na casa. Era uma propaganda enganosa aquela casa, por fora parecia que era minúscula, mas era de uma imensidão. Tinha cincos quartos, todos eles com suítes, uma cozinha gigantesca, uma sala de visitas desnecessária e uma sala com um tear.

– Quando começamos?

– Agora.

– Por quê saímos do castelo e viemos para cá, vocês vão tecer em um outro tear. Pra que isso porra? Vocês sabem a quantidade de teares que tem naquele castelo? Não seria melhor tirar o tecido de um tear e tecer o que precisa e depois voltar com o pano antigo?

– Isso é muito bem pensado, ótima idéia, há não ser por um ponto. Este é um tear normal que tece com um fio normal, para se fazer uma viagem no tempo é preciso apenas isso: linha normal e um tear normal. Já um tear que foi feito para fazer o destino das pessoas eles não podem ficar sem suas linhas e as linhas são feita de DNA da pessoa. É teares diferentes para profissões diferentes.

Quebra de Tempo: três dias depois.

Está bem eu não esperava que durassem três dias (em minha mente pelo menos) para se fazer um pano gigante e branco. Estava tudo pronto, era só voltar e abduzir o ciclope. Tínhamos voltado para o castelo para fazer o tempo fluir normalmente.

Parei de fazer o equipamento de parar o tempo parar e voltei para o castelo, entrei por aquelas portas e estavam elas lá com aquele pedaço gigantesco de pano branco. Entrei dentro da cápsula feita pelo pano, parecia uma nevoa mesmo espero e espero ate que escuto elas dizerem que era para começar a exalar o poder e começo, mando e mando cada vez mais ate que escuto um pedaço de uma musica, ou melhor, o começo de The Trooper, tinha voltado no tempo.