General E O Assassino Do Caos
11 Cap. 11 Apresentações a mais
P.O.V. Percy
Continuei descendo depois de minha conversa com Términos, ate que sofremos um solavanco. Indicando que tínhamos contato com o solo. Desligo o motor e falo:
– Bom, agora realmente chegamos. Este é o acampamento em que tudo o que eu te falei aconteceu. E outra não precisa ficar com medo de seu passado. Os deuses modificaram as memórias de todos. Só você que deve existir daquela época. Não precisa ter medo dos romanos. – me levanto e coloco o capuz, olho para trás e Megan só acena com a cabeça como sinal de que podia continuar.
Abro a porta da aero nave e me deparo com o mesmo lugar que eu tinha jurado que jamais iria voltar para lá.
– Então foi aqui que tudo acontece Ω? – Megan devia estar respeitando o protocolo de identidade secreta como assassino do Caos. Agradeço mentalmente ela por me colocar com o meu codinome e não meu verdadeiro nome. Pois é capaz deles me reconhecer na hora.
– Foi Ɵ. Esse foi o lugar em que tudo em que eu te contei aconteceu. – eu digo e ela deu um aceno com a cabeça quase que imperceptível.
– Como se sente general? – bom eu acho que ela na verdade não precisava dizer isso logo de cara.
Um Olimpiano se aproxima não dava para saber quem era na verdade, mas eu pude perceber que era um, pois uma onda de poder vem em minha direção. Nunca seria um semideus não com aquela dimensão de poder.
– Não sei se vocês sab...
– Eu sei muito bem quem você é Zeus e todos os outros Olimpianos. Já convivi muito tempo sendo capacho de você ate que houve uma traição e vocês me abandonaram foi neste momento que Caos me alertou sobre tudo e também ele me ajudou a cresce como um assassino e depois um guerreiro ate que cheguei a General de seu exercito. E hoje sou o segundo ser mais forte do universo.
Na verdade eu acho que exagerei em algum momento, pois todos ficaram me olhando com se eu fosse algo inexistente. Que não deveria ser daquele lugar outros ate com medo e vários outro sentimentos.
– Então você é o General do exercito senhor Ω? – pergunta Zeus.
– Para você é apenas general. Não me chame por qualquer outro modo.
– Bom, me disseram que este lugar já teve dias com lutadores melhores. – Megan diz. Olho para ela quando recebo uma piscada da mesma – Que tal vocês fazerem o seguinte: primeiro vamos nos apresentar e logo após vamos para qualquer lugar que tenha como lutar, vamos observar vocês e ver se estão muitos apitos para uma guerra, mas seu adversário não será nem um de você, pois já devem conhecer seus modos de lutar uns dos outros. Serei eu. – houve alguns murmúrios, mas acabou que vários se calaram.
– Ok será de seu jeito. – Diz Hades, ele estava muito quieto. Mas agora estava se pronunciando.
– Esta bem agora traga seus soldados. – diz Zeus.
– Não. – silencio absoluto, talvez esses semideuses temam muito o senhor dos céus — ... Eu não disse que queria que fosse dessa maneira, mas desse jeito esta bom, mas vocês não precisão conhecer o exercito por inteiro. Só os mais importantes. Que no caso sou eu, ela, os comandantes e outros três assassinos. – eu digo por fim
– Esta bem então os traz logos aqui.
Mexo um pouco em minha tatuagem e aprece um teclado e digito algumas ordens para os comandantes e assassinos descerrem para se apresentar. Neste meio tempo duas águias passam preto de nós e uma pousa em meu ombro. Megan brinca um pouco com Lizz e eu apenas ignoro Maylson pousado em uma parte do meu corpo.
Passa um pouco de tempo e todos os que eu estava requerendo já estavam naquele lugar.
– Chamou general? — pergunta Zeck.
– Eu quero que todos os comandantes se revelem para eles já os assassinos só o codinome. – houve um inicio de resmungo vindo deles, mas logo eu corte isso.
– Ok. Nome: Zeck Evan. Filho de Hermes. Comandante do 1º esquadrão do exercito do Caos que são especializados em apenas lutas.
– Nome: Skylar Shadow. Filha de Apolo. Comandante do 2º esquadrão do exercito do Caos. Alem de serem especializados em combates somos especializados em curas. – Skylar era uma garota alta e ruiva com alguns fios loiros. Se ela não falasse que era filha de Apolo passaria normalmente como filha de Ares. Apesar de que gosta mais de uma espada do que uma flecha. Era a melhor amiga de Megan.
– Nome: Steven Miles. Filho de Hefesto. Comandante do 3º esquadrão do exercito do Caos. Mecânica é um dos principais fins deste esquadrão, mas também há a luta. – Talvez a mistura mais estranha de etnias que tenha no exército é ele. Sua avó era japonesa e se apaixonou por um africano. Dando assim a mãe de Steven. E depois ele é filho de Hefesto. Ele era um homem alto com a pele muito bronzeada.
– Agora os assassinos. — estava um pouco com medo dessa parte, pois o único assassino que conheço é Megan. Nunca havia conversado com outro assassino alem dela. Mas se tudo desse certo mais tarde nos conhecermos melhor.
– Codinome é β – Beta- e é só isso que precisão saber de mim – era uma garota pela voz e eu a reconhecia de algum lugar so não me lembrava onde, mas eu acho que a voz esta um pouco mais encorpada e madura do que talvez era.
– Codinome é Ψ – psi – isso é tudo. – ela tinha uma voz rouca, mas era uma mulher sem duvidas.
– Meu codinome é Σ – sigma. Ele tinha uma grave e era um homem.
– Ok – diz Megan ela não parecia ter se espantado. Seja talvez por que Caos os tenha apresentado primeiro ou talvez ela já os tenha conhecidos bem antes. – Agora acho que isso é tudo não é general?
– Você esta certa Ɵ. – Viro-me para aqueles que tinham se apresentado e digo – todos vocês estão dispensados. Podem ir. – Não precisou dizer duas vezes eles se viraram e subiram no Void.
– Pois bem. Agora vocês sabem quem precisam se recorrer em algum caso. Bom terminou a primeira parte. Vamos para a segunda. Onde podemos ver se vocês estão apitos a lutar uma guerra. – apesar de eu já saber onde pode ser.
– Lá logo após aquela floresta tem um campo aberto. – Diz Jason que apesar que estava em um estado bem sonolento estava mais.
– Esta bem. Então vamos.
Fomos passamos perto da floresta e eu acabei comentando com Megan que foi ali que aquela loira tinha me traído. Por falar nisso eu tinha dado uma olhada em volta e tinham vários que eu conhecia e não conhecia, mas ela e o deva do acampamento o Dante não estavam lá eu tinha estranhado isso. Por ela não estar lá já que ela vivia no acampamento.
Tínhamos chegados ao campo aberto que Jason tinha falado, ou melhor, outro campo de Marte. Megan pediu para que fizessem fila para lutar, eles ficaram em fila porem não uma fila como ela pediu. Então ela fez outra coisa foi escolhendo quem ela queria lutar.
Era um semideus caído atrás do outro tudo estava entediante ate que um filho de Ares conseguiu a proeza de tirar o seu capuz. Na mesma hora olho para Zeus, ele estava em um estado paralisado uma filha sua estava viva uma filha que foi o motivo de um grande fato na historia estava na verdade viva. Porem ele não fez nada só ficou olhando. E é claro o semideus não durou nem um segundo depois que ele fez aquele fato, e depois daquela luta Megan só colocou o capuz na cabeça e continuou o treinamento. O resto do treino foi indo ate que me cansei de ficar parado e desafiei Megan. Obvio que ela aceitou.
– Tem certeza general? – ela diz, eu apenas afirmo com a cabeça – Ok. Você é quem sabe.
Ficamos em posição de combate, as armas de Megan era dois sais em suas mãos e um em suas costas. E quanto a minha, bem, eu acho que vou tirar do pergaminho a lamina da morte (N/A: Percy não abandonou contracorrente). Ela é uma arma um pouco estranha. Ela pode se dividir em duas, a lamina maior e a menor fica equilibradas em tamanhos quando separadas e quando ela esta junta uma lamina é maior que a outra.
– Hum hum. Exibido como sempre. – diz Megan.
– Pelo menos eu não preciso carregar uma quantidade absurda de armas junto ao corpo. – digo em minha defesa.
– Esta bem. Vem então.
Não precisou que ela fale duas vezes. Vou para cima dela. Ela segura os sai em modo não letal, já eu seguro a foice de outro modo que neste momento eram duas foices, ela estava dividida. Jogo a foice que estava na minha mão direita para cima de Megan rodando horizontalmente, mas ela desvia para cima de modo que a meu ataque foi inútil. Passo a outra foice para a outra mão livre e logo em seguida a finco no chão para trazer Megan e a outra arma para perto – a foice tem um efeito que faz você se aproximar de seu alvo -. Pego o par da foice e a ajunto formando uma única arma, porem Megan estava longe, mas perto o bastante para conseguir dar um golpe. Ela para o golpe com o punho dos sais e prendendo com uma das suas armas a minha arma no chão.
Megan da um golpe, mas consigo desviar tinha soltado minha arma devia distraí-la para tirar a minha arma de sua armadilha. Começo a distraí-la ate que vejo uma brecha e consigo retirar minha arma de lá. As separo novamente, vou em direção à Megan com minha arma em punho. Faço um movimento de ataque do lado direito para esquerdo com minha mão esquerda, mas fico surpreso quando Megan para meu ataque com outro ataque. Porem já estava preparando outro com a outra mão porem com sentidos contrários. O que mais me surpreendeu não foi que ela conseguiu desviar de meu ataque, mais sim que ela conseguiu tirar o sobretudo em um ínfimo instante e ainda por cima teve a ousadia de colocar os sais em minha garganta e se posicionar atrás de mim.
– Te peguei general. – ela diz. Dou uma risada e dou voz a um pensamento meu.
– Nesse jogo, jogam dois. – Eu estava com as curvaturas das foices voltadas para a parte de traz de suas costas – Parece que nessa batalha eu me distrai em algum ponto.
Ela larga os sais, mas foi neste momento que tudo aconteceu. As pontas curvadas de suas armas tinham agarrado em meu capuz e quando Megan foi guardar suas armas aconteceu o fato de o capuz ter se abaixado assim mostrando para todos que queriam ver o meu rosto como ele era.
– Percy? – Thalia diz. Com as constantes reuniões no Olimpo que devia estar tendo Ártemis deve ter mandado suas caçadoras para este lugar, mas mesmo assim não fazia sentido ela estar com aquele corpo na caçada. Assim ela sempre ira saber onde elas estavam.
– Percy... Eh me desculpa eu não qu... – diz Megan só para eu ouvir e com a voz com um pouco de medo. Limito-me a olhar para ela e dizer:
– Pegue suas coisas. – digo sem olhar para qualquer lugar especifico. Megan pega suas coisas e voltamos juntos para o meu Void. Abro a porta e mando-a entrar. A garota estava toda encolhida em um canto da cama e não falou mais nada depois do pedido fracassado de desculpa.
– Eh, Percy... – a garota no canto da cama diz e faço apenas um sinal para que ela continue. – Me desculpe eu não queria que aquilo acontecesse não estava em minha mente fazer aquele feito.
Levanto de meu acento e Megan se encolhe mais ainda. Sento ao seu lado e a garota cobre com o sobretudo que havia em suas mão seu rosto.
– Psiu. Você podia pelo menos tirar isso do rosto não acha? – ela hesita um pouco, mas depois tira e seus olhos estavam um pouco vermelho. Com minha mão acaricio sua face – Ei, não é culpa sua ok. Uma hora eles iram querer saber que eu era, iram me obrigar e eu iria rejeitar varias outras coisas poderiam acontecer. Você só fez acontecer tudo de um modo mais rápido e pacifico. – ela dá algumas fungadas e abre os braços e a abraço. Ficamos ali abraçados e ate que começou a melhorar as coisas.
Fale com o autor