General E O Assassino Do Caos
12 Cap. 12 Algumas descobertas
Notas iniciais
P.O.V. Percy
Depois que Megan parou de se culpar as coisas começaram há ficar um pouco quente. Ela me beijava com se fosse o fim do mundo. Em algum momento ela tinha retirado todo o meu traje, eu estava apenas de calças. Mas Megan ainda estava com camisa, calças e botas.
– Não é justo. Você está assim e eu deste jeito. – eu digo – Temos de nos igualar. – Assim que termino de dizer isso ela para alguns segundo, mas fico esperando algo. Quando a mulher em minha cama decide fazer algo, ela faz um gesto com o dedo indicador mostrando que era para eu ir ate lá, eu próprio ir lá e tirar sua roupa. “Obedeço à ordem”. Retiro a sua camisa, ate que sou surpreendido. Quando estava indo retirar seu sutiã, ela tira minhas mãos do local e volta seu olhar para baixo.
Mais rápido do que eu imaginava Megan retira o cinto, abre a minha calça e abaixa a cueca, mostrando meu membro já ereto. Ela olha, fica um pouco pensativa e de repente, ela abocanha todo o meu “amigo”. Ela fazia movimentos circulares com a língua e de vai e vem com a boca. Os movimentos eram repetitivos e prazerosos. Ate que senti uma onda de prazer chegando e falo:
– Me... Megan. Eu ach... – mas já era tarde. Eu já tinha gozado e Megan como uma boa garota tinha engolido tudo.
– Agora é minha vez. – Tiro suas ultimas peças. E aprecio aquela vista. Ela era uma mulher com pernas torneadas e seios fartos. Uma mulher que com toda a certeza supera a beleza da deusa da beleza.
Depois que retirei todas as peças de roupas da garota fico dando beijinhos desde o umbigo ate seus seio e chupo um enquanto massageio o outro, com toda a certeza iria ficar marcas. Finalizo um e depois parto para o outro no mesmo processo. Parto para o pescoço. Dou alguns chupões. É ela iria ter que usar seu sobretudo para tampar algumas marcas.
Megan continuou deitada na cama ate que do modo que ela estava ela ficou, já que eu a tinha penetrado do mesmo jeito que estava. Em um movimento de vai e volta barulhos altos da cama rangento e algumas coisas que devem ter caído aconteciam, mas nenhum som superava dos gemidos que a garota dava. Ela entrelaçava suas pernas atrás de minha costa. Alem de entrelaçar suas pernas em minhas costas agarrou o meu pescoço com suas mãos e me empurrou para a parede do cubículo, onde nem em pé eu ou ela tinhamos parado, porem tínhamos chegado ao orgasmo mais rapido.
Voltamos para a cama onde mudamos de posições mais algumas vezes ate que ambos chegamos ao apice no final. Eu e ela, ambos exaustos. Tínhamos caídos exaustos depois que ela implorou para “cavalgar”. Ficamos debaixo do edredom e mais um tempo conversando sobre banalidades, ate que um assunto surgiu.
– Percy você não ira me pedir em namoro? – ela perguntou. Não tinha sinal de nada, nem preocupação nem de desespero, apenas indiferente. Tinha estranhado essa pergunta, pois já tínhamos falado nisso varias vezes e sempre que eu perguntava se ela queria namorar comigo ela falava que estava muito bom daquele modo. Apesar de que eu ainda tinha certo remorso em relacionamentos.
– Porque da pergunta? – digo em resposta.
– Na verdade eu gostava do modo como estávamos. Mas acho que depois de um tempo nós estamos de um jeito prontos para avançar, como eu já disse para você, estou com medo de tudo. E também quero dizer para todos que estamos juntos.
– Esta bem. – me levanto da cama pego minhas roupas, visto as e caminho para outra parte da nave. No canto de uma cômoda em outro lugar da nave pego uma caixa preta avermelhada. Bato palma duas vezes e o local se escurece e da uma luz no centro. Espero achando que Megan tinha me seguido. Mas pelo visto ela não me seguiu, então a chamo. Espero mais um pouco.
– Me chamou? – Ela pergunta também já vestida com todo o seu traje normal.
– Chamei. Bom não é exatamente o que eu acho que você queria seria um jantar a luz de velas a sós. Então acho que vou fazer isso agora. Deste modo. – limpo a garganta, me ajoelho, pego a caixa, abro a e digo – Megan Thompson você aceita ser minha namorada? – qual é? As vezes sou um cara a moda antiga
– Deixe me ver... hum... – ela fazia uma cara de falsa duvida, mas eu já sabia a respostas – eu acho que... sim. – Megan pula em meu pescoço e da varia sessões de beijos, mas assim que ela para, pego novamente a caixa com um anel de um ferro avermelhado escuro – Sabe de uma coisa? Isso não é um gesto da sua época. O que fez você fazer isso?
– Eu achei que você iria gostar. Já que minha situação era igual da de Frank. – rio com meu próprio comentário.
– Quem é esse?
– Era um semideus filho de Marte e tinha um parentesco com Poseidon. Tinha o poder de se transformar em qualquer animal ou monstro que era um animal. Ele tinha uma namorada que morreu e depois voltou à vida. O nome dela é Hazel é filha de Plutão e viveu na época da 2º Guerra Mundial.
– Que casal mais estranho. – Megan fazia uma cara de surpresa e eu assenti.
– Vamos é hora de nós irmos nos encontra com os outros assassinos já que eu não os conheço mas parecia que você os conhecia.
– Mais ou menos. Eu tinha treinado o β. — depois que ela falou isso assenti. Megan na maior parte de seu tempo treina os assassinos ela não é muito de ir em missões.
– Há. Entendo. Vamos então? – digo.
– Vamos. – então fomos para a porta do Void. Quando pensei em que o momento que iríamos sair da aero – nave seria o mais difícil. Pois alguns de meus velhos amigos e Olimpianos deveriam estar acampando naquele lugar. Mas eu não dou voz ao pensamento. Abrimos a porta e estranhamente não havia ninguém. Só havia uma pessoa que dava para ver. Não sabia quem era o ser, mas pela curvas era uma mulher. Não sabia o porquê, mas de algum modo deu uma vontade de ir atrás dela. Megan não tinha entendido absolutamente nada já que estava programado para irmos ao Void dos assassinos e comandantes eu estava indo em uma direção contraria da do combinado.
Chegando mais perto da garota ela para. Eu acho que ela não tinha me percebido pois ela não esboça nenhuma reação, mas o ser fala algo para se mesmo.
– Ai ai... 10 anos procurando respostas para seu desaparecimento e ele nesse meio tempo estava junto de Caos e parece que tem uma namorada... ... fui uma otária ao me preocupar com aquele cara no dia em que fugiu... Ai ai nunca vou te entender Percy Jackson você é realmente um caso curioso... ...Será que... – era Thalia que tinha dito tudo isso devia estar perdidas em devaneios bem profundos, pois mesmo Megan chegando com uma cara de poucos amigos e pisando forte ela nem amenos se manisfetou.
Coço minha garganta para mostra minha presença e é nesse momento que Thalia nota minha presença. Ela estava com uma cara de confusa e espanto.
– Eh...? – retiro meu capuz, pois ele estava cobrindo todo meu rosto e ela não devia estar vendo.
– Sou eu Thalia. Percy. – digo.
– Como depois de tudo você vem para este acampamento?
Estava confuso. O que ela estava falando?
– Do que você esta falando?
– Ah. Então você não se lembra? Humh. Na sua morte você perde sua memória?
– Não perdemos nenhuma memória. E do que você esta falando garota?... ... Ah. Lembrei-me do que você deve estar falando.
– Como depois de tudo o que aconteceu com você aqui neste lugar teve coragem e determinação para voltar?
– Na verdade...
– Percy quem é essa garota? – a voz dela estava um pouco ameaçadora e enciumada.
– Ah essa é Thalia, Megan, ela é sua meia-irmã — o mundo tinha acabado de parar. Elas estavam se encarando uma olhando de baixo a encima a outra.
– Ela é minha irmã. – as duas dizem ao mesmo tempo. Uma apontado para a outra e ambas olhando para mim.
– Sim vocês são irmãs. Thalia, essa é Megan. E como já disse, Megan, essa é Thalia. – mais alguns instantes de silencio, até que uma fala algo.
– Paro tudo. – diz Megan – Percy, você me disse uma vez que ela era uma caçadora de Ártemis. No meu tempo também havia caçadoras e eu também já as tinhas visto. Aquilo em sua cabeça é definitivamente a marca de tenente da caçada, mas esse corpo não combina com os corpos de meu tempo. Não há nenhuma resposta para isso.
– Faço minhas suas palavras, Megan. Eh Thalia, qual a explicação para isso.
– Eh... deixe me ver... Bom vamos lá. Isso foi a uns cinco anos atrás. Em uma festa do Olimpo, em comemoração a uma ameaça que na verdade era falsa, foi ai que ele começaram a comemorar. Tinha de tudo, desde bebidas normais e dos mortais ate divinas. Foi numa dessas bebidas que tudo começou. Ártemis começou a beber e beber mais ate que ela tinha ficado embriagada. Ela tinha ido ate um certo deus e eles acabaram indo para a cama. Nisso Ártemis quebrou seu voto e não é mais uma deusa casta. Quando ela acordou pela manha e viu o tal deus ao seu lado ela teve um ataque de negação e varias outras coisas, mas depois de muita insitencia das caçadoras falando que ela tinha quebrado seu voto e do próprio deus ela aceitou. – já sabia quem era o deus, mas só para certificar que era ele mesmo eu perguntei e ela diz – É o deus da medicina, Apolo. – realmente era quem eu esperava.
– Mas isso não explica o porquê de seu corpo esta mais parecido com uma garota de 20 anos do que uma adolescente de 15.
– Bom depois deste incidente ela nos liberou para namorarmos e agora podemos ter o corpo em qualquer idade.
– Ah. Entendi. Eu e Megan estávamos indo para uma troca de informações em umas das naves. Quer vir com agente. Preciso de gente confiável e de dentro para me passar informações e para me atualiza das coisas do mundo semideus e mortal. – olho para Megan e estava expresso em seu rosto, muita raiva, ciúmes e desespero. O que eu apenas faço é chegar perto dela abraço-a e acaricio e digo coisas um pouco animadoras.
– Eu não quero segurar velas sabem, então acho que vou para a corte 11. – diz Thalia.
– Na verdade Thalia eu quero muito que você vai para me manter informado das ultimas coisas. Mas se você não quiser realmente vir tudo bem, mas então nos acompanha ate a nave me dizendo de todos os acontecimentos.
– Assim pode ser. — ela diz. Eu pego a mão de Megan e pelo que eu percebo, ela estava suando frio. Olho para seu rosto que estava mais escondido que o normal, mas não vejo seu rosto só algumas gotas que estavam caindo. Mas finjo que não as vis, pois não podia parar de repente e perguntar algumas coisas que a iriam constrangir. Apenas escuto Thalia dizendo algo sobre uma 3º Guerra Mundial atrás de mim e outras coisas sobre o mundo que não dou muita importância. Mas quando passamos pela floresta novamente me lembro de uma pergunta que com todas as minhas apostas ela só tinha uma parte da reposta.
– Thalia o que aconteceu com Dante e Annabeth?
A garota tinha parado misteriosamente e não estava dizendo nada. Parecia que queria engolir o choro que estava a ponto de desabar.
– Quando você chegou achei que ela devia estar na mesma dimensão que a sua, pois aconteceu a mesma coisa com ela e Dante o que aconteceu com você. – do que ela estava falando.
– Do que você esta falando? – nunca que Caos iria deixar um deva entrar no nosso inter-mundo (dimensão). E eu iria saber se Annabeth estivesse lá. Assim que ela ouvisse meu nome iria correr atrás de mim e iria tirar satisfações.
– Ela não esta em sua dimensão? – apenas nego com a cabeça – Então onde eles se meteram?
– Thalia o que você sabe sobre isso?
– Não sei muito. Sei o mesmo tanto que quando você sumiu. Talvez na sua época houvesse mais pista. Mas as pistas que temos são que Annabeth morreu, Nico sentiu isso na sua “morte” e na dela, mas a sua alma e a dela saíram de seus corpos, mas nunca chegaram realmente no mundo inferior. E no dois casos, tanto no seu como no dela não conseguimos achar os corpos na época.
Ficamos mais um tempo andando ate que chegamos no Void que queríamos e nos despedimos de Thalia. Pergunto.
– Era disso que você estava com medo?
– Como voc...?
– Eu percebi que você estava suando frio e quando olhei em seu rosto vi que estava chorando. Silenciosamente. Para eu não perceber e ela também não. Isso tudo foi para não demonstrar franqueza. – pego minha mão que estava junto de sua mão e levo ao seu rosto acariciando. Percebo que cai uma gota de lagrima de seu rosto e a enxugo com meu polegar. – Acredite você não ira se livrar de mim.
– Tá eu sei, mas, mudando um pouco de assunto. Por que você estava tão interessado naquela garota? Hem Senhor General.
– Qual garota? A Thalia ou a Annabeth? – me fingi de burro só para ver o que ela falaria.
– As duas!
– Bom a Thalia foi por acaso que ela estava lá ou queria falar comigo. Mas deve ter se cansado e foi embora. E a Annabeth foi por que eu queria saber sobre Dante e ela, mas só falando sobre ela matava dois coelhos com a mesma cajadada.
– Humh humh. Estou de olho no Senhor Percy Jackson. – diz Megan no final acabando com o assunto. E eu rindo.
– Sim Senhora.
Tinhamos entrado no Void dos Comandantes e dos Assassinos. E damos de caras com todos eles deitados em seus respectivos beliches.
– Eh...?
– Vamos acordar eles. – eu digo para Megan. Ela tira o capuz e arqueia uma sobrancelha com estivesse perguntando: “Eu quero ver você acordar todos eles de uma vez só”. Faço uma cara de que o desafio estava lançado. E iríamos ver o que o vencedor teria como recompensa.
Bem eu tinha pensado em gritar nos ouvidos de todos, mas acho melhor não, pois queria que todos eles acordassem juntos fazendo sacanagem com todos, mas não só com um então pensei.
Fiz uma coisa meio estranha mudei de classe: de assassino para guerreiro deus. É um pouco, não, espera, é muito constrangedor. Pense no seguinte. Você esta vestido com um sobretudo e de repente ele desaparece de seu corpo e uma outra muda de roupa aparece bem no circulo de invocação. Era uma calça jeans, uma camisa qualquer e uma armadura completa, mas eu não tinha vestido a armadura só a roupa já voltava com meu poder normal que era 70% dos poderes dos olimpianos. É que a roupa de assassino e a roupa de guerreiro semideus continha meus poderes.
Voltando em como eu posso acordar esses caras. Eu acho que posso dar apenas um choque que os iriam acordar todos eles de vez. E pronto é isso que eu faço, acordo eles com um choque. Os comandantes já acordam, me xingando e me chamando de vários nomes.
– Percy. Você é mesmo um chato, cara – diz Skylar – Não podia ter nos acordado de um jeito mais suave? Eh?
– Bem eu tinha pensado em acordar vocês com uma “chuvinha particular” se é que mi entende.
– Tá. Mas mudando de assunto o que você veio fazer aqui? Algum problema? – Diz Zeck.
– Na verdade não. Eu queria conhecer melhor os assassinos da missão será que eu posso ou não? – respondo.
– Se depende de nós acho que sim – diz Steven – Mas tem que ver com eles. Não com nós. – Os comandantes abrem passagem para os assassinos e as outras três figuras encapuzadas aparecem em nossa frente. Nenhuma delas eu já tive contato antes. Eu via outros assassinos na cidade do Caos, mas eu nunca tinha conversado com nenhum deles antes, só Megan.
– Eh. Eu acho que você fez um belo serviço antes de abandonar à todos, Percy. – A figura que tinha se apresentado mais cedo como β e que eu tinha certeza que já a tinha escutado aquela voz em algum lugar antes, mas tinha outra certeza antes ela não havia esse timbre encorpado.
Assim que a figura que eu reconhecia a voz começa a retirar o capuz tenho um vislumbre. Olho para ela e nem acredito que ela estava viva esse tempo todo e ainda como assassina e quem a tinha treinado era Megan.
– Você... Como?
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