Notas iniciais
Bem, garotas, ninguem me sugeriu nada. Fiquei bem triste com isso.. ç.ç mas isso não me impede de postar! Tenho que escrever sabendo que querem ler, e não apenas pelos reviews.. Se quiserem reler o capitulo anterior eu ja coloquei quem é o cara misterioso. Se não quiserem fiquem sabendo que o nome dele é Matt Willians e ele é padrinho da nossa querida Jennifer. A historia dela e dele logo serão reveladas.. Se bem que nesse eu já revelo um tiquinho.. Tava com saudades de vocês.. Desculpem-me por não ter postado nas ferias, mas é que no lugar que eu tava não tinha internet e nem computador.. Olha que tragico! D: .. Sem masi enrolações.. Boa Leitura.

PADRINHO

“Ricky desmaiou e meu padrinho. me olhou com um olhar reprovador.”

O olhar me irritou então resolvi irritá-lo também, retrucando tudo que ele fale/faça até virar uma discussão.

- Que foi? Você preferia que eu chegasse nele e dissesse: “Oi, meu nome é Jennifer Venturi e antigamente eu era uma assassina! – Falei com uma voz e rosto irônicos.

- Não Jenny, assim também não né!? Mas...

- Mas o que? Tu esperava mesmo que EU saísse dando informações como esta a desconhecidos? Então pelo jeito você não se lembra direito de mim! – Cortei-o.

- Jenny, você entendeu errado, mas primeiro vamos levá-lo ao meu carro e irmos para outro lugar antes que os capangas do Doutor percebam-nos, e depois voltamos a falar disso.

- Tá. – Resmunguei.

Matt pegou as pernas de Ricky e pediu que eu pegasse os ombros, acenei positivamente e o fiz. Carregamos aquele chumbo (Ricardo) até o carro do Matt com muito esforço, que estava no lado oposto do quarteirão a qual ficava a casa com Beth. Colocamos Ricky no banco traseiro de qualquer jeito, sentei no banco do passageiro e Matt no do motorista. Partimos.

- Matt... – Falei com a voz chorosa, após algum tempo de um silencio agonizante.

- Oi querida! – Respondeu-me ele carinhosamente.

- O que está acontecendo? – Perguntei a ele. Estava com muito medo e sabia que era apenas com ele que não teria que esconder isso.

- Jenny, sinto muito, mas dessa vez não sei.

- Como não? Você sempre sabe de TUDO! – Comecei a me preocupar desesperadamente.

- Sei algumas coisas, mas nada tem conexão e separadas, essas coisas não tem sentido. Tenho algumas hipóteses sobre o que pode estar havendo, mas você sabe que não as revelo até que eu tenha certeza de que estão certas ou erradas.

- Droga! – Exclamei. Reparei que meu “amigo” havia acordado. – Matt, o Ricardo acordou. O que faremos com ele?

- Como assim o que farão comigo? Não farão anda a não ser me deixar aqui para que cada um de nós possa seguir seu próprio caminho.

Matt freou o carro bruscamente, como se fosse fazer i que Ricky sugeriu. Comecei a me desesperar com essa hipótese.


Notas finais
Comentários, sugestões, criticas? Beijos :*Ana Hillton