Garota milagrosa
21 Em pânico
P.O.V. Presidente Solomon.
Eles invadiram o salão de reuniões da Casa Branca!
—Eles não o atacarão. Estou aqui porque você é a autoridade máxima do seu País. Viemos em paz e queremos ser deixados em paz. A maioria dos meus cidadãos também são cidadãos em sua sociedade.
—Invadir o Salão de Reuniões da Casa Branca não é uma atitude muito pacifica.
—Eu tive que fazer desse jeito para evitar derramamento de sangue. Esses homens ai fora morreriam por você.
—E o que você quer?
—Eu quero? Eu não quero nada. Eu sou uma Rainha, eu sou a voz do meu povo. Eu venho falar pelo meu povo, queremos o direito de praticar fora dos muros.
—Praticar?
—Nossas crenças, poder usar nossos dons para curar, para ajudar.
—E espera que eu acredite nisso?
—Se eu quisesse guerra não desperdiçaria meu tempo. Não estaria aqui falando com você, você já estaria morto. A pergunta é... você quer guerra? Quer que o seu povo sofra? É isso o que quer?
—Não.
—Então, aceite. Aceite os meus termos, porque sermos inimigos se podemos ser aliados?
—Eu tenho que discutir isso com os senadores.
—Eu entendo. Quando chegar a uma decisão, mande um emissário. Vamos.
Eles estavam saindo quando a segurança entrou e apontou armas para eles.
—Parados.
—Abaixem as armas.
—Senhor?
—Abaixem agora. Deixa eles saírem. Abram caminho para eles passarem.
Os homens obedeceram e deixaram eles passarem. Escoltaram-nos para fora.
A Rainha falou numa língua que eu desconhecia.
—É uma armadilha. Prepare-se Callum, seus talentos serão necessários.
Logo eles estavam cercados.
—Renda-se! Você está cercada!
—É o que pensa.
Atiramos os mísseis e a mulher gritou:
—Calum! Los torpedos! Nos van atingir!
—No.
O homem moveu a mão e os mísseis ficaram parados, suspensos no ar.
—Su Majestade?
—Não queria a guerra, mas ninguém tenta atacar o meu povo e sai ileso. Fogo.
Ele fez os mísseis se virarem e os atirou nas tropas. Foi um massacre.
—Olhe, olhe em volta. Foi sua culpa, eu não queria guerra.
O homem fez câmeras se focarem na Rainha.
—Eu sou a Rainha Renesmee Cullen Mikaelson. Eu vim até a Casa Branca, para negociar um tratado de paz entre o povo mortal e o meu povo. Em retribuição, o Presidente armou uma armadilha! Tentou assassinar a mim e a meus emissários com mísseis. Os seus governantes podem ter dito mentiras sobre mim ou podem não ter dito nada, isso não me importa. Eu não tenho mais nada a dizer a eles. Eu falo apenas com vocês, cidadãos comuns e com os bruxos, vampiros, mutantes e qualquer outro com dons especiais. Primeiro eu fui até a cidade de Nova York, aqueles que viviam nas sombras, se escondendo agora estão atrás de mim. Livres.
Então nós vimos que ela tinha trazido um exército. Um vasto exército.
—Então, eu fui para Paris na França, aqueles que viviam nas sombras da cidade de Paris, agora estão atrás me mim. Livres. Agora eu venho a Washington. Eu não sou seu inimigo! Seu inimigo está ao seu lado, seu inimigo os obriga a se esconder, a ter vergonha de ser quem e o que você é. Seu inimigo rouba e mata suas crianças. Essa gente não tem nada pra vocês além de correntes e sofrimento e ingratidão! Saiam das sombras! Se queremos liberdade temos que lutar por ela. E a luta acaba de começar. Eu não trago ordens, eu trago uma escolha. Podem ficar nas sombras e servir a essa raça ingrata sem nunca ter seus talentos reconhecidos ou podem juntar-se a mim. Viver livremente na Cidade de Asheron. Eu trago aos seus inimigos o que eles merecem.
—Heitor.
O homem de armadura gritou:
—Em frente! Armar as catapultas! Majestade?
—Fogo!
—Fogo!
Eles atiraram bolas de fogo na Casa Branca e a colocaram a baixo.
—Minha família.
—Eu não sou como você. Eu sou tudo o que você não é.
Ela trouxe mandou os homens abrirem caminho e eu vi minha esposa e meus filhos.
—Jess! Denise! Ben!
—Eu não mato inocentes. Eu não sou como você.
A mulher olhou para Jess e ficou embasbacada.
—Duplicata. Ora, vejam só que ironia do destino. Você tem um ser sobrenatural na sua família. Que lindo.
A Rainha se aproximou de Jessica.
—Você é a cópia fiel da minha mãe. Bom, quase. Os olhos, a minha mãe tinha olhos castanhos. Você tem magia criança?
—Afaste-se da minha filha!
—Se acalme senhora, eu não vou fazer mal aos seus filhos.
A Rainha estendeu a mão para Jessica.
—Tudo bem. Eu vou ferir você.

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