Férias na Clínica
7 Capitulo 7
Notas iniciais
Mas quando ela estava prestes a se atirar do enorme prédio e morrer Sami apareceu e segurou sua mão.
Sami a abraçou e tirou ela do parapeito do prédio, Lucy disse:
O que está fazendo aqui? Me deixe morrer!!
Não-disse Sami
Então Lucy tentou voltar ao parapeito e Sami foi também e disse:
Não faça isso, por favor
Lucy não deu ouvidos e quase se atirou mas Sami novamente a segurou e Lucy deu um tapa na cara de Sami e sussurrou: agora você se importa não é?
Elas começaram a discutir de lá de cima e Lucy em um impulso de raiva da garota que mais odeia a empurrou do prédio.
Então Lucy ficou olhando pra baixo vendo Sami cair aos poucos, sentiu apenas ódio e ficou feliz por um momento mas logo se arrependeu quando viu ela atirada no chão da calçada a cena foi horrível e Lucy começou a chorar desesperadamente pois ela queria se matar não matar a garota que ela mais amou.(e odiou). Mas agora chegou ao fim, mas não dá vida de Lucy mas sim do sofrimento dela. E agora ainda mais pior.
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Ela sentou no chão e chorou muito , aconteceu tão rápido tudo isso, ela não queria ter feito isso, queria apenas se matar, mas tudo ficou difícil e aconteceu tão rápido e fugiu do controle de Lucy. Mas não teve mais coragem de pular do prédio e então desceu de lá correndo antes que descobrissem que foi ela que matou Sami, ficou na frente de sua casa por um momento com lágrimas no rosto se lembrando tudo que passou com Sami naquela rua. Mas o que ela não sabia é que seu pai de seu quarto viu toda a cena. E ele gritou de lá de cima de seu quarto para Lucy: Assassina, você irá pagar muito caro por isso sua louca, psicopata, você que devia estar morta. Dito isso ele entrou e ela percebeu que ele estava ligando para alguém, supostamente para a policia, e ele denunciaria a própria filha.
Então Lucy não esperou a policia chegar, ela correu, correu muito pra bem longe pois agora ela teria de fugir da policia pois ela tinha matado alguém.
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Ela ficou em uma praça sentou em um banco e começou a chorar desesperadamente e pensou: O que eu fiz? Eu queria tirar a minha vida não dá pessoa que eu mais amo, o que eu vou fazer, se descobrirem?
Ela ficou se lembrando de Sami caindo do prédio e lágrimas escorriam ela colocou seu capuz e começou a andar pela cidade pois agora ela não poderá mais voltar pra casa.
A garota fugitiva da policia e de seu pai seguiu a estrada que levava a uma floresta. Caminhou por horas em um sol horrível, sentiu muito medo sozinha mas seria maravilhoso se afastar de todos.
Mas enquanto ela caminhava pelo meio da rua em uma das ruas menos movimentadas da cidade e embaixo de um sol de quarenta graus ela começou a ouvir as vozes novamente: Assassina, Assassina,
você é uma psicopata,
louca matou a garota que mais amou,
você é um monstro ,porque não se matou?
Eu tentei, e eu nunca quis matar ela- disse Lucy aos ventos.
Você devia estar morta
Eu sei-gritou ela
Tente de novo, e dessa vez não falhe, você precisa morrer.
Vou tentar-disse ela em um sussurro
Ela seguiu a estrada e quando chegou lá encontrou a sua árvore de quando ia lá quando era criança e feliz, com sua mãe e seu pai ela fazia piqueniques naquela floresta e brincava nas árvores.
Ela subiu em uma das árvores, e começou a beber um pouco do que tinha em sua bolsa e começou a pensar:
Eu devia estar morta, não ela, não Sami, isso não devia ter acontecido, eu não queria.. Mas fiz e... agora terei de me esconder de todos. O que eu fiz? Porque sou esse monstro?
As vozes começaram a rondar ela novamente:
Tente o suicídio de novo garota, pois você é um monstro merece morrer.
Ela disse colocando as mãos em sua cabeça e gritando: EU VOU TENTAR, eu sei que mereço a morte mas por favor ME DEIXE EM PAZ voz idiota para de me atormentar, EU NÃO AGUENTO MAIS!!!
A voz parou de atormenta-la mas ela não conseguiu parar de pensar no que fez, ela se lembrou de tudo que passou com ela tudo de bom e ruim mas chegou a conclusão: Ela devia morrer, ela é a causadora do meu sofrimento, ela mereceu. E é claro que eu devo morrer pois sou um monstro mas.. não tenho mais coragem, eu vou voltar e vou encarar tudo isso pois minha bebida logo vai acabar.
Então Lucy desceu da árvore e foi em direção a mata e esperou até anoitecer para voltar pra casa.
O plano dela era simplesmente voltar pela madrugada pra casa e cuidadosamente subir até seu quarto tranca-lo e ficar mofando lá pra sempre ou até seu pai descobrir que ela estava lá e chamar a policia.
continua..
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