Futuro Diferente do Esperado.
1 Destruindo Horcruxes.
Notas iniciais
Alvo e Severo se encontraram na mesma noite depois que Alison voltou ao seu tempo, ele tinha decidido mudar o futuro, Severo apesar de temer um pouco quebrar a linha do tempo foi convencido por uma simples frase:
- Então vai querer que depois de algum tempo que ela voltou, ache outro?
Isso o convenceu, mesmo não estando confiante na sua sorte, afinal ele era um azarado em questões românticas, a prova disso foi perder Lily, para Potter e por raiva se juntar aos comensais, começando toda a burrada que faria o filho de Potter um herói:
- Sim, e fazendo isso tudo vou conviver com ela desde criança...
- Não você só volta quando ela estiver no quinto ano.- disse Alvo.
- Ótimo.- desdenhou Severo.
Volto no quinto ano, só para um garoto já começar algo com ela, e ela não me dar à mínima atenção, porque serei um velho morcego seboso das masmorras... Severo viu Alvo sorrindo e parou de pensar e colocou sua oclumencia para funcionar, o velho era intrometido:
- Vamos lá Severo, vou ajudar você.- disse Alvo sorrindo com os olhos estupidamente brilhantes.
- Esta bem, onde esta... O que mesmo vamos procurar?- perguntou Severo.
- Horcruxes.- disse Alvo.
Severo não era um homem de ter medo, nem de se arrepiar quando algo era citado, mas o simples nome o fez arrepiar, ele conhecia basicamente o que era isso:
- Objetos com alma?- perguntou ele só para ter certeza, de que não pensou errado.
- Sim, objetos com alma de Voldemort.- disse Alvo mais atento.
- É por isso que ele voltou?- perguntou Severo.
- Exatamente.
Alvo pegou a espada da Grifinória e mostrou o diário de Tom Riddle, furado pela presa de basilisco:
- Isto era uma horcrux, a presa do basilisco perfurou e destruiu, um verdadeiro golpe de sorte, pois dentre as poucas coisas que destroem uma, exatamente o veneno do basilisco é uma delas.- explicou Alvo.- cuja espada de duendes de Godrico Grifinória, absorveu o veneno, por que?- perguntou Alvo.
Quem visse isso pensaria que Alvo estava dando uma aula para Severo, uma aula muito perigosa:
- Porque coisas feitas por duendes absorvem o que é bom para elas.- disse Severo irritado.- o que as fortalece.
- A primeira já tem no próprio castelo.- disse Alvo calmo.- outra no Largo Grimmauld.
- Então vamos.- disse Severo impaciente.
Alvo sorriu um pouco, ele também estava muito ansioso por aquilo, primeiro era o diadema, o qual estava mais perto, Alvo se lembra nas memórias de Alison que quem sabia exatamente onde era e como era, era o fantasma da mulher Cinzenta, do qual custou muito convencer, depois disso eles partiram já sabendo como seria o objeto cobiçado pelos Corvinais, ele não esperou algo fantástico, assim que viu deu um golpe com a espada, Severo escutou o grito de gelar o sangue, o próximo seria o no Largo Grimmauld, Alvo lhe deu o diadema rachado:
- Bela alegoria damos para Flitwick?- perguntou Severo.
- Depois.- disse Alvo piscando.
Minerva estava deitada tentando dormir, mas algo no fundo lhe dizia que Alvo estava fazendo alguma coisa, que ela não gostava. Bem cedo pela manhã, Alvo e Severo entraram no castelo, Severo estava abalado ainda agarrado à espada da Grifinória, como se ele não soubesse nadar e aquilo fosse o que o mantivesse a salvo, eles não tinham ido só a casa Black, tinha ido a uma vila, onde Alvo tentou colocar um anel, do qual ele não gostou, estava muito fácil pegar, Alvo quase colocou, quando ele derrubou o velho no chão e o anel caiu longe, Alvo parecia um louco para tentar alcançar o anel, tanto que pegou a espada querendo mata-lo, ele conseguiu o domínio sobre a mesma, e deu um golpe no anel o rachando ao meio, também tirando a magia negra que tinha nele, ofegante ele olhou para o velho que estava perplexo:
- O que houve?- perguntou Alvo.
- Você tentou... Matar-me com a espada.- disse Severo mantendo o controle da respiração aos poucos.
Assim o anel foi jogado longe por ele mesmo, num lugar que só ele sabia, voltando ao castelo agora, Alvo olhou Severo ainda segurando a espada:
- Pronto Severo acabou.- disse ele.- por hoje foi só.- ele com cuidado abriu um por um dos dedos do mestre de poções que apertavam o cabo da espada, finalmente a tirando dele.
Entraram no salão, Alvo tinha banido a espada para a diretoria, agora tinha a taça, que o lugar ele não sabia, mas logo seria para o cofre Lastrange, Nagine e... Alvo olhou para Harry Potter, ele ficaria por ultimo. Antes da taça teria que ser Nagine, pois se não a cobra ficaria sobre proteção, Alvo em particular cuidou disso, com uma pista falsa que ele mesmo fez a entender, outra no ministério, sobre ele preenchendo sua memória com a profecia, ficou de guarda, já que isso podia ser pego por qualquer um, Voldemort poderia mandar a cobra ir pegar, foi essa sua sorte, alem da permissão do novo ministro, para usa fogo maldito, ele não gostava, mas era melhor do que chegar perto com a espada. Com isso ele liberou Snape no verão para fazer algo já que Voldemort estava em cólera de raiva, Severo entrou na reunião e sentou a mesa:
- Noticias de Hogwarts Severo?- perguntou Voldemort.
- Mi Lorde, o velho esta biruta, depois de matar Nagine.- disse Severo em reverencia.- ele diz ter achado o Diadema da Corvinal, na verdade não só achou como diz que houve um pequeno acidente, já que o objeto foi dado a o professor Flitwick rachado.- disse Severo.
- Rachado?- Voldemort começou a ter fúria nos olhos vermelho sangue.
- Sim rachado Mi Lorde, não acredito que tenha sido um acidente, o objeto parecia ter sido golpeado.- Severo era bom no que fazia.
- Sabe algo a mais?- perguntou Voldemort.- ele esta viajando muito?
- Sim.- Severo fez uma cara preocupada.- como disse Mi Lorde, o velho é maluco, andou viajando no que ele diz a procura de objetos muito especiais... Ele não disse mais nada alem...
- Alem...?- Voldemort não acreditava.
- Alem de ter achado um belo anel e um lindo colar, que possa ter pertencido a Sonserina, na verdade ele me deu o colar.- Severo tirou o colar rachado e colocou na mesa.- claramente não vale nada.
Voldemort parecia tocar o colar, quando se levantou e atingiu com a cruciatus tudo a sua volta menos Severo, nem Belatriz Lastrange escapou dessa vez então ele olhou para Severo:
- Severo como um seguidor fiel peço lhe que guarde algo para mim, voltarei em instantes.
- Sim Mi Lorde.
Depois de um tempo Voldemort reapareceu e deu uma taça a Severo:
- Guarde em seu cofre no Gringodes imediatamente, se falhar em guarda-lo você morre.- disse ele.
- Sim Mi Lorde, agora mesmo.
Dentro do banco Alvo esperava com a espada, Severo chegou mais rápido do que ele previa:
- Esta louco de raiva, nem Bela escapou da punição.- disse ele colocando a taça no balcão.
Alvo deu um só golpe, foi muito pratico na verdade. À parte de Harry foi algo novo, o garoto estava apaixonado pela senhorita Weasley e tinha iniciado um namoro, eles tinham passado o verão destruindo os objetos, os duendes não falaram nada sobre a destruição da taça, que estava no cofre de Severo, só por garantia, se alguém perguntasse eles não mentiriam, mas não contariam toda a verdade, só diriam que a taça estava no cofre, Harry fingiu um ataque suicida e mandou uma carta a Voldemort, da qual disse que queria o fim de uma vez, já que antes disso fingiu uma briga com Gina no Grande Salão, Severo estava lá e Alvo disfarçado, assim que Harry caiu ‘morto’, eles fizeram a falsa comemoração, mas quando Harry levantou, eles fizeram uma proteção em volta para que ninguém interferisse e os três juntos se aproveitaram da ligação das varinhas, Alvo e Severo atingiram Voldemort, e como ele não conseguiu manter a ligação tudo bateu nele o desintegrando.
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