From Now On
6 Capitulo 5 -Hora Errada
Notas iniciais
rola post td dia pq a fic tá praticamente pronta até o 14 ^^
Leiam as notas finais
Em uma atitude desesperada Damon correu para debaixo da minha cama, foi tão rápido que nem eu entendi como. Mas ao ver que ele estava ali dei graças a Deus por aquela porta estar emperrada, me deitei e me cobri, ela conseguiu abrir e veio em minha direção.
—Porta desgramada...Elena! Elena! Acorda— Com certeza era a megera, fingi estar com cara de sono e forcei os olhos para a olhar, ela estava com raiva e eu morrendo de medo dela pegar o filho ali em baixo da minha cama, claro que não ia sobrar nada para ele e sim para mim!
—O que foi? — a olhei ainda no meu fingimento
—Fui pegar leite na geladeira e derrubei, vem limpar! — ah meu Deus, vai cair sua linda mãozinha se você limpar? Filha de uma MEGERA maior!
—Já vou—disse levantando, Damon continuava imóvel debaixo da cama, dei uma olhada por trás garantindo que ele estava ali e ela saiu, no corredor me olhou.
—Ah, pede para Damon me avisar quando chegar!
—Ok! — disse indo para cozinha. Ela tinha derramado leite na mesa e tinha escorrido tudo para o chão, era de propósito não podia ser... Ninguém faz uma coisa dessas sem ser de propósito. Limpei toda aquela bagunça, tive que lavar varias vezes o pano para não deixar melado, Damon apareceu atrás de mim, tirando o pano das minhas mãos me abraçando, suavemente ele retirou meu cabelo do pescoço e depositou um beijo na minha nuca me arrepiando por inteira, foi para o lóbulo e mordeu devagar, voltou para meu pescoço, eu coloquei minha mão nas dele e disse sussurrando.
—Foi de propósito Damon—disse enquanto ele beijava meu pescoço.
—O pior de tudo é que eu sei disso— ele respondeu em meu ouvido e eu fechei os olhos com suas caricias.
—O que eu fiz para ela?
—Com a maior ironia de todas? — disse ele me olhando com um sorriso torto — Nasceu! — Ri fraco, e fiquei olhando em seus olhos azuis, não pode ser que tudo aquilo estava sendo meu! Ele me virou para ele e seus lábios voltaram a tocar os meus, me entreguei aquele beijo sentindo sua língua fazendo caricias na minha e me deixando arrepiada com aquilo.
—Chega! — juntei minhas forças e o empurrei devagar— Não quero mais encrenca, se ela pega a gente a megera me mata!
—Só mais um pouquinho — disse gesticulando com as mãos e fazendo bico. Sorri e ele continuou com aquilo
—Não faz bico— ele me beijou, o empurrei novamente sorrindo e sai correndo para o meu quarto. Ele veio atrás de mim nas escadas e já no topo eu o olhei lá para ele e sorri passando as mãos nos cabelos, com o dedo nos lábios mandei um beijo para ele e então ele sorriu fingindo pegar e colocar na boca. — Avisa a sua mãe que você chegou— disse rindo e ele assentiu rindo do também. Assim que fechei a porta do meu quarto, fiquei encostada na porta pensando naquele beijo e em suas caricias, porque eu havia gostado?
Acordei bem cedo, dia de salão de beleza, amava quartas feiras, pois significava que a megera ficaria no salão, unhas, cabelo, maquiagem, e tudo que for mais fútil. Limpei tudo, passei aspirador de pó no sofá branco, era o xodó da megera, tinha que sempre estar branco sem manchas ou poeiras, sem música comecei a cantar Glad You came- the Wanted– enquanto arrumava os enfeites de vidro, quando me virei estava descendo a escada e cantando Damon estava rindo da minha cena encostado no batente. Parei de cantar e o olhei sem graça.
—Ah quanto tempo você esta ai? — o encarei incrédula
—O suficiente para te ouvir cantar a música inteira! —riu torto.
—O que?
—Estou brincando, mas eu ouvi quase inteira — riu e eu o encarei— Ok, você canta bem, mas não vem ao caso... Vem aqui na cozinha que tem uma surpresa para você— Surpresa? A megera estaria ali? Ah eu Deus eu tinha medo. Fui em direção a cozinha e não acreditei ao ver aquilo. Carol estava parada na porta de serviço, não pude evitar comecei a chorar, minha amiga, minha fortaleza estava ali! Que saudades dela.
—Caroline! — corri para seu forte abraço e ela sorriu beijando meu rosto, a abracei forte e sorri com ela.
—Lena, ah Lenita! — Ela me abraçou e ficamos ali abraçadas por um bom tempo, tínhamos uma ligação muito forte.
—Está tudo bem com você Lena? — perguntou saindo do meu abraço e me encarou, Damon ainda estava ali na cozinha nos observando.
—Sim! Morrendo de saudades de você, Stefan —chorei, fazia pouco tempo mas eu só tinha eles...—E Steff?
—Está bem! Pergunta toda hora de você! — Damon revirou os olhos ao ouvir de Stefan e eu voltei a olhar para a minha amiga.
—E me fala, até quando está de castigo?
—Um mês
—O quê? Sério? Ela é uma doente! —Caroline estava abismada
—Sem querer estragar meninas, a doente acabou de estacionar o carro, esta entrando. — Damon foi irônico ao falar da mãe e Carol foi até a porta.
—Tchau Lena, eu volto assim que puder... Eu amo você amiga — disse já longe. Assenti...Confesso ver ela tinha me dado forças para aguentar a megera.
—Vim buscar o outro cartão de crédito! — disse Edna para Damon, subindo as escadas.
—Ok! — disse Damon se sentando em frente a enorme Tv de plasma fingindo assistir o filme Mama mia como se nada tivesse acontecido, fui até a estante e sussurrei.
—Obrigado— ele sorriu
—De nada— sussurrou de volta
—Aqui está... Eu não consigo me contentar com apenas um... Elena faz um suco de laranja para Damon e limpa aquela bagunça que eu fiz! Tchau bebê dessa mamãe... —Ela saiu, eu entrei na sala e com a flanela na mão sorrindo, ele me olhou e no refrão do filme me virei cantando e indo em direção dele.
—Mamma mia, here I go again my my, how can I resist you? —Ele estava deitado no sofá e ria da minha cantoria, me puxou assim que eu cheguei perto e começou a me beijar ali mesmo, urgentemente, que beijo delicioso, quente e cheio de sensações que faziam meu corpo se enrijecer com cada toque.
Essa história não era nova, já me sentia atraída por ele há muito tempo... Eu e Damon começamos a ficarmos juntos escondidos, não considero como namoro, pois não dava para chamar aquela “pegações” de namoro.
Fazia três semanas que nos beijávamos em todos os lugares escondidos daquela casa, Damon estava ficando mais saidinho em seus beijos e todas as noites ia no meu quarto me procurar. O pior de todos foi o dia em que eu estava lavando louça, cheio de amigas dela inclusive Kayle, ele me abraçou por trás enquanto eu lavava louça e mordeu a minha orelha, meu corpo arrepiou inteiro e eu olhei para ele.
—Damon Perdeu a noção do perigo?
—Por quê? Você me mataria? — sorriu torto. — morreria feliz!
—Há... Há... — Fingi uma gargalhada — Sua mãe me mataria! ME mataria... E você sabe muito bem!
—Eu não deixaria. —Sorri, ele era o único motivo de eu estar bem! Do contrário, ficar sem meus amigos acabaria comigo. — Eu jamais deixaria!...
Os dias se passavam cada vez mais rápido e mesmo assim estávamos cada vez mais sérios, ele ia buscar Caroline quase todos os dias de meu castigo que havia sido prolongado por uma folha na piscina, mas mesmo assim eu e ele sempre juntos. Quando a megera saiu em um sábado, Giuseppe estava no escritório então eu e Damon estávamos em seu quarto, eu sentei em seu colo e o beijei de uma maneira deliciosa, achei que aquele dia ia rolar, mas eu pedi calma e ele me entendeu.
Estava arrumando a casa, para variar é eu sei, quando a campainha tocou, Damon estava sentado me atazanando, a campainha tocou, abri a porta e era Kayle e Katerina, ótimo!
—Cadê o Damon? — perguntou ríspida
Eu ia responder quando ela entrou, passando por mim e se atirou no pescoço de Damon, me subiu um nervoso e me imaginei voando nela, arrancando cada fio do seu cabelo, Damon olhou para mim se divertindo com meu ciúme aparente. A afastou me olhando, ela se virou para mim e disse.
—Empregadinha, me deixe á sós, vai trabalhar vai! — Atrevida, eu queria poder tirar sua pele e jogar no incinerador...
—O nome dela é Elena — corrigiu Damon e eu não consegui esconder um sorriso. — Sai sem falar nada, subi as escadas e fui limpar a imensa vidraria da megera, outro mimo dela, amava ficar olhando para aqueles vidros.
—Que seja, Damonzinho, vamos ao clube? —Ele me olhou
—Ah! Não dá...
—Por quê? — disse Katerina percebendo que ele me olhava, voltei para os vidros e ele olhou para ela.
—É, por quê? — disse Kayle sem entender nada
—Por que... — continuou me olhando
—Vai Damon! — disse sem entonação na voz — Você esta me atrapalhando aqui mesmo! Assim termino meu serviço!
—Ok! Fui tocado! Estou indo Elena... — sorriu sem graça e saiu disfarçando, ao fechar a porta ele me olhou com pêsames no olhar. Estava com ódio, mas o que ele queria que eu fizesse? Impedisse?...Continuei arrumando, terminei os quartos e a sala, então iria arranjar o que fazer na cozinha, a campainha tocou, desci correndo e abri a porta.
—Dona Mich? — sorri— A Dona Edna esta no cabeleireiro!
—Eu sei, é quarta feira, dia de salão, dia inteiro sem ela, e vi Damon sair com Kayle, Peter viajou com Roberts e Caroline esta no curso de Espanhol, ficar sozinha naquela casa me causa depressão— sorriu sem graça — Posso conversar com você?
—É claro, entre! — fechei a porta e limpei minhas mãos sujas de lustra moveis no avental...Fomos para a cozinha, preparei um suco e começamos a conversar.
—Eu sinto tantas saudades da minha nenê! — ela disse em devaneio e me olhou depois de um tempo
—Falar nela faz melhor para a senhora? — me sentei á mesa a olhando e peguei suas mãos.
—Sim, lembrar-se dela me faz muito bem!... Se importa se eu falar dela?
—É claro que não!
—Ah... Quando meu anjinho nasceu era a coisa mais linda, era mimada por toda a família, durante minha gravidez eu e Peter falamos muito com ela, era impressionante como tínhamos uma enorme ligação com aquele serzinho que estava aqui dentro — disse colocando a mão na barriga com os olhos cheios de lágrimas— E então, um dia, meu bebê tinha seis meses, contratamos uma babá, pois, teríamos um jantar de negócios importantíssimo que Peter não poderia faltar... — ela chorava sem parar — quando cheguei a babá não estava e eu pensei, que irresponsabilidade! Sai correndo para o quarto de meu nenê e quando fui ao seu berço ela não estava lá, foi uma dor que eu senti que não desejo para ninguém!
—Foi a babá então? — conclui
—Sim Elena a babá! Tentamos achá-la, mas não encontramos nunca mais, é difícil pensar, mas acho que meu bebê...
—Não diz isso Mich! — disse colocando minhas mãos na dela.
—Obrigada—ela colocou sua outra mão em cima da minha. Conversamos muito, sobre a sua filha, perguntei qual seria o nome dela, só a conhecia como “Gilbertizinha” e então.
—O nome dela era Nina Gilbert— sorriu ao dizer o nome da pequena, eu sorri para ela
—Que lindo!
—É quando brincava de boneca com a Beca minhas bonecas sempre tinha o nome de Nina. — Estávamos em uma sintonia, Damon entrou na cozinha e nos pegou com os olhos cheios de lágrimas, havia me emocionado com a história dela pois era órfã e então me senti mal.
—Lena?! Michaela?! — perguntou assustado — Aconteceu alguma coisa?
—Não! — respondeu Mich sem graça — estava me abrindo com Lena! Só isso
—Lena?! Tudo bem pequena?
—Fiquei emocionada Damon, está tudo bem!
—Eu estava indo, tchau Lena, muito obrigada — disse Mich me abraçando, assenti e depois ela abraçou Damon se despedindo, abri a porta para ela.
—Lena, o que realmente aconteceu? — Damon estava assustado.
—Nada! Eu juro, ela me contou a história da Gilbertizinha!
—O que ela contou Lena?
—Ah como ela foi sequestrada, sabia que foi a babá? e o nome dela era Nina Gilbert, eu achei lindo!
—Só? —Edna entrou interrompendo o interrogatório de Damon e eu dei graças a Deus, aquilo estava chato.
—Damon filho, vamos a casa de Kayle! — fez como se eu nem estivesse ali.
—Ah mãe estava com ela até agora!
—Sim eu sei, mas vamos lá agora! —Sai da cozinha e fui para meu quarto, Edna me seguiu.
—Como você ouviu já sabe, sem telefone, sem visitinhas, a casa ficará trancada e o telefone ah eu tenho bina e não gostaria de pegar uma ligação para os Forbes pois é a sua única amizade.
—Certo... Dona Edna!
Tomei um banho, fui para meu quarto deitei na cama e comecei a ler A Última Música livro que eu tinha ganhado da Caroline, como eu amava a Ronnie, tão autentica, esperta, e esse Will devia ser lindo! O pai e a mãe dela eram perfeitos, a família que realmente se sonha. Peguei no sono, sonhei com a praia da Carolina do Norte, estava sentada em uma pedra com aquela mulher, vendo o mar agitado, estava frio, fim de tarde estávamos abraçadas, apenas ali sem falar nada, o sonho inteiro, minha mãe, dos sonhos.Acordei com a bagunça de Edna na cozinha
—Tudo bem? — cheguei perto dela, era bem cedo e o sol já estava fazendo sintonia na cozinha.
—Sim! Estamos indo para a casa na praia... Damon acordou com frio e dor no corpo, estou procurando o remédio. —Ri sem que ela percebesse
—Remédios não são guardados em gavetas de talheres e não fica na cozinha— fui ao banheiro e trouxe a caixa de remédios para a megera — aqui
Ela pegou o remédio e foi para a sala, Damon estava esparramado no sofá debaixo das cobertas, estava um calor absurdo, fiquei preocupada com ele.
—Ah mãe, dói tudo — disse manhoso e eu o olhei assustada.
— Vai passar— disse lhe dando o analgésico na boca
—Queria tanto ir passar uma semana lá com vocês
—Ah meu anjo, também queria que você fosse! Semana que vem você vai!
—Elena, estamos indo, você esta de castigo espero que não se esqueça disso, cuida do meu anjo, qualquer coisa me liga!
—Ok!
—Vamos Edna! — disse Giuseppe, ele não a chamava de amor, só de Edna
—Sim! Tchau meu amor! — deu um beijo nele
Ela saiu, então Damon olhou para a janela e saiu das cobertas melhor que eu, correu para cima de mim e me tirou do chão.
—Damon — gritei assustada — me põe no chão, não estava morrendo? —Ele riu alto
—Você queria?
—Bobo! Estou brava com você!
—Por quê?
—Preferiu ir ao clube com a Kayle.
—Ah, você me expulsou. “Vai Damon, você está me atrapalhando aqui mesmo!” — disse me imitando, eu ri alto e lhe dei um tapinha no ombro. Ele me beijou quente e gostoso, sussurrou em meu ouvido.
—Então, podemos ter uma noite especial hoje?
—Damon...
—Se você não quiser tudo bem!
—Eu quero... tenho... medo!
—Não tenha! Confie em mim!
—Tá, eu quero!
—Sério?
—Sim!
Passamos a tarde arrumando a casa, e o interesseiro me ajudou, é claro que parávamos todo momento para nos beijar, até na piscina me jogou.
Anoiteceu, fui tomar um banho, e aconteceria o que eu mais temia. Coloquei uma camisola de seda, fui para a sala, ele estava sentado de boxer branca com o notebook no colo, cheguei devagar.
—Uau! Lena! Você esta maravilhosa. — sorri sem graça— vem aqui — disse passando a mão no chão para que eu me sentasse ao seu lado.
Sentei ao seu lado devagar temendo o que aconteceria daqui a pouco, ele me beijou delicadamente e me puxou para seu colo, suas mãos desciam por minhas costas e passeavam por todo meu corpo, nossas línguas se reconheciam em um beijo quente e gostoso, ele puxou minha camisola a descendo por meu ombro.
—Que marquinha linda! Delicada! —sussurrou e eu sorri, ele beijou o local e eu fechei os olhos com aquela sensação.
—Minha marca de nascença!
Ele tirou apenas uma parte da camisola, acariciou meus seios depois beijou, mordeu de leve os bicos me fazendo enrijecer, me pegou no colo e subiu para o seu quarto, me deitou em sua cama, e terminou de tirar minha camisola, continuou brincando com meus seios, devagar ele foi descendo salpicando beijos molhados por meu corpo nu e quente demais para beijos gelados, gemia baixinho com aquilo... Nunca havia sentido algo daquela proporção, chegou a minha intimidade, tirou minha calcinha, e beijou intervindo com leves lambidas passando a língua por minha extremidade, fechava os olhos e deixava ele se aproveitar da minha intimidade, comecei a acariciar seus cabelos e ele aumentou as lambidas, sentia coisas que jamais achei que iria sentir, Damon se levantou e foi até a minha boca me beijar quente e gostoso, sorri em seus lábios e ele acariciou meu rosto, foi até seu criado mudo e pegou a camisinha, deslizou em seu membro e eu me assustei ao ver o tamanho dele fora da boxer que ele havia retirado.
—Relaxa ok? Abre bem as pernas que eu vou te penetrar mas quero você bem relaxada, quero que sinta prazer e não dor! — assenti e abri bem as pernas, ele se posicionou entre minhas pernas e forçou aquele corpo estranho dentro de mim, fechei os olhos e senti uma dorzinha, relaxei e quando dei por mim ele estava dentro de mim, me olhou assustado ao ver minha feição.
—Doeu?
—Um pouco — disse em um sussurro.
—Vou me mover— assenti
Ele começou em um ritmo leve, até eu me acostumar, depois aumentou, mordia meus seios e brincava com o outro, beijava meu pescoço, depois me beijou quente, com minhas mãos soltas a passava por todo seu corpo unhando suas costas.
—Damon— gemia alto e eu não sentia mais dor e sim um frenesi, algo doido que me consumia e me deixava louca necessitada de mais. Era a primeira vez que fazia aquilo, era algo diferente e então confesso que não demorou para meu orgasmo começar a chegar bem perto e eu tremer inteira, explodi em orgasmo e Damon ficou ali parado dentro de mim recuperando o ar e me beijando suavemente. Quando ele caiu em meu ombro mordeu de leve minha marca e eu sorri para ele.
Adormeci, confesso que nunca tinha tido uma noite tão maravilhosa, acordei cedo, ele estava dormindo, arrumei tudo, estava lavando a louça ele apareceu atrás de mim e me abraçou apertando meus seios,sussurrou em meu ouvido.
—Será que você não consegue ficar mais na cama? — Estremeci com seus toques e sua voz, fechei os olhos e deixei ele massagear gostoso o local.
—Não, tenho coisas a fazer. — disse largando o copo e me entregando ao seus toques, ele sorriu por me ver mole nos seus braços e puxou os bicos de meus seios.
—Tem sim, voltar comigo e repetimos essa noite. — sussurrou ainda mais no meu ouvido e eu ia aceitar mas... A campainha tocou, sai de seus braços em reluta e fui abrir a porta.
—Caroline! — disse muito feliz, abracei minha amiga e ela sorriu em meu ouvido.
—Lena! A megera não está né?
—Não uma semana longe daqui!
—Uhul, vamos à casa da tia Mich? Ela que pediu que você fosse, vamos estar eu você minha mãe e ela...Olhei para Damon, queria muito ir, mas precisaria que ele mentisse se a Edna ligasse.
—Vai Lena, não preciso te autorizar—disse brincando.
—E! Vamos? — Caroline riu para mim e eu assenti feliz
—Vou me trocar, espera já volto. — corri para meu quarto, Damon veio atrás.
Estava só de saia e sutiã quando Damon entrou no quarto e me abraçou por trás, amava fazer isso, e eu amava quando ele fazia isso.
—Ah então não vou ter você hoje?... —Estremeci...Começou a beijar meu pescoço e passar a mão em meu corpo.
—Elena! Eu vim te perguntar se... ELENA —Gritou Caroline com cara de brava nos olhando. Eu e Damon ficamos olhando para ela, pronto ela tinha descoberto!
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