From Now On

7 Capítulo 6 - Pegos de Surpresa


Notas iniciais
Amores... Sei que está indo rápido a fic... Mas calma, tem muita coisa para acontecer, é que quando eu comecei eu era uma escritora que odiava um suspense ahhahahahahaha ok, eu era ansiosa!
CahNog> Amei, amei e amei sua recomendação... Uhul o Nyah aceitou e eu amei de verdade, muito obrigadaaaaaaa flor

—O que vocês estão pensando?— Caroline perguntou me olhando estática, em uma atitude rápida ela colocou o meu vestido em mim e entrou na minha frente como se fosse minha mãe.

—Se a sua mãe pega isso ao invés de você ela mata a Elena Damon! Não é você que ela mata é a minha amiga!

—Caroline,, calma! Eu ia te contar! — disse a olhando.

—Elena o problema não é se eu sei ou não, o problema é a megera, eu sinceramente não vejo maldade nisso, apesar de deixar claro que queria você com Stefan e de achar Damon mulherengo, irresponsável...

—Ei, Ei Caroline estou aqui! — Damon a lembrou levantando as mãos e eu sorri amarelo para ele, minha amiga o olhou e voltou a me fuzilar com o olhar.

—Eu sei Damon— ela era sincera, falava tudo que tinha que falar na cara de quem quer que fosse.—Mas eu estou dizendo a verdade! Se sua mãe relar um dedo na minha amiga sou capaz de relar os meus dez, vinte nela! Vamos Lena, minha mãe está nos esperando lá fora. — ela puxou a minha mão e passando por Damon ele sorriu mandando um beijo sem que ela visse eu ri e retribui, quando menos esperei já estávamos do lado de fora da casa. Damon nos olhava da janela, antes de chegarmos ao carro Caroline me parou e olhou em meus olhos.

—Tem certeza da loucura que esta fazendo?

—Sim, eu estou muito envolvida com ele! — disse a olhando— eu sempre fui doida por ele Carol

—É a se julgar pela cena que eu vi — disse abrindo a porta do Vectra Sedan de sua mãe. Para que ir de carro sendo que era ali do lado a casa de Mich?

—Boa tarde Liz! — disse enquanto entrava no carro me ajeitando no banco de trás, Caroline sentou na frente, passou o cinto e bufou.

—Oi querida! Que bom que veio!... Tudo bem filha? — olhou para Carol

—Sim mãe, está tudo ótimo— olhou para mim e eu revirei os olhos, Liz entendeu que aquilo era uma briga e sorriu, ligou o carro e seguiu em direção a casa da irmã. Elas eram melhores amigas, Liz vivia lá... Sem demorar muito, ela parou o carro na frente da casa de Mich e eu sai do carro, Caroline foi na frente me ignorando e Liz me olhou.

—Ela está te ignorando por algo né?

—Sim— ri— Liz, fica tranqüila, sua filha é...

—Sistemática? — riu e eu assenti... Carol bateu na porta e não demorou para a elegante Michaela abrir a porta.

—Oi Tia Mich!— disse Carol a abraçando forte, elas eram um grude que só, acho que só pelo fato dela ter a sobrinha ali era uma válvula de escape.

—Meu anjo —deu um beijo em seu rosto— Liz! — soltou Carol e abraçou a irmã, eu estava meio sem jeito, mas me aproximei e ela me abraçou.

—Oi Mich— falei enquanto ela me abraçava.

—Lena querida, fico muito feliz que você veio.

—Obrigada!

A tarde foi de longe a mais deliciosa, sentadas no sofá caramelo de Mich, ela e Liz nos contavam o que faziam quando menores, Caroline ficava pedindo para a mãe contar fatos que ela contava para ela e Stefan quando menores, eu ria muito em saber que aquelas duas mulheres lindas e elegantes eram duas pestes quando menores, a empregada trouxe taças de sorvete para mim e Caroline, Carol já mais calma comigo começou a fazer careta com o sorvete na boca. Eu a imitei, me sentia tão livre naquela casa.

—Dá para as duas para de brincar com o sorvete? — Liz pediu e eu e Carol nos olhamos, Mich riu alto com aquilo.

Passei o dedo melado de sorvete na ponta do nariz de Caroline, ela ficou vesga tentando lamber o nariz, ria demais daquela cena, Mich começou a rir comigo, Liz parou e ficou nos olhando, depois chacoalhou a cabeça e riu junto com nós.

— Ei Lena!—disse Carol parando de brincar — semana que vem é o jantar de apresentação á sociedade de Kayle! Ela não me convidou. — fez beicinho— não que eu esteja triste— riu — eu amei isso mas...

—É! vai ser na casa da megera. Como assim? Você não vai?— a olhei, não, Caroline seria minha salvação.

—Ela deixou bem claro, você não apareça! Resumindo, sem convite! Pensei em dar uma de penetra mas você sabe que a megera vai contratar os melhores seguranças de Toronto inteira.

—Ah, agora sim melhorou tudo — disse com ironia desanimada. — É ela adora fazer uma média...

—Ei Lena, vou estar lá, eu e Peter — disse Mich pegando minha mão — tenho que ir pois ela é filha de Jenna a advogada que trabalha há muito tempo com Peter!

—Ah me sinto melhor — alisei sua mão, ela me passava tranqüilidade — Pelo menos alguém normal naquele lugar... — ela assentiu e eu sorri para ela

Depois de uma tarde maravilhosa era hora de voltar para a realidade, a megera poderia aparecer a qualquer momento. Liz me deixou em casa, me virei pensando como Caroline era sortuda, tinha uma mãe espetacular e uma tia maravilhosa. E tudo que ela queria aos seus pés... Damon apareceu na porta assim que eu abri com o semblante preocupado.

—Nossa Lena você demorou!

—Desculpa— olhei para ele

—Não precisa se desculpar, só estava preocupado.— disse me abraçando forte, eu retribui seu abraço e ele beijou minha testa.

—Preocupado — sorri — que lindo! — Ele se aproximou de mim, seu hálito quente em meu rosto, seus lábios tocaram os meus e sua língua pediu brecha, assenti e começamos de um beijo tranqüilo para algo mais urgente e decidido. Sorri entre seus lábios enquanto suas mãos faziam um carinho nas minhas costas, voltei aquele beijo maravilhoso e quando o ar nos faltou encostei minha testa na dele.

—Uau—disse com meus lábios nos seus— Isso era saudade?

—Sim!

—Vou ficar fora mais vezes. — ele riu e me deu um selinho demorado... O telefone começou a tocar, uni forças e o tirei de perto de mim, ao ir até o telefone ele segurou na minha cintura e me seguiu até o aparelho, peguei e atendi.

—Alô?!

—Cade o Damon?— disse a megera sem se preocupar em saber se eu ao menos estava bem!

—Está aqui — disse passando o telefone para ele e sussurrei MEGERA, ele riu e atendeu.

—Oi mãe...

Sai da sala, fui até meu quarto pensando em Damon é claro... Tomei banho, penteie meus cabelos e eles ainda estavam no telefone, me troquei, deitei na minha cama e peguei no sono, estava tão cansada que se o mundo acabasse eu literalmente morreria dormindo.

Acordei de manhã, fui para o quarto de Damon e ele não estava, arrumei sua bagunça, e que bagunça! Toalha molhada em cima da cama, sapatos espalhados... Quando terminei, desci as escadas com o cesto de roupa suja, levei na lavanderia e fui para a cozinha, fiz o café, escutei barulhos na piscina, olhei para a janela e o moreno mais lindo estava mergulhando... Como pretexto preparei um suco de laranja com leite condensado como ele amava e levei, assim que cheguei no local ajeitei o suco na mesa e ele me viu, veio em minha direção sorrindo e me abraçou, estava todo molhado e acabou me molhando.

—Me solta Damon— sorri com o contato do seu corpo molhado... Em fração de segundos ele me virou e caímos os dois na piscina, dei um tapa no seu ombro e ele ria de mim.

—Damon seu idiota! — disse jogando água na sua cara, ele ria sem parar.

—Damon! — Disse Kayle nos olhando na piscina... Ah não, de novo não!

—Kayle!

—A gente marcou de se encontrar agora! — Ah ótimo, se encontrar com ela, o encarei e ele me segurou com os olhos semicerrados... Sai da piscina, ele veio atrás de mim.

—Empregadinha sai daqui, deixa até eu contar para Edna!

—É Elena! — disse Damon irritado, saindo e colocando seu roupão — Elena Kayle, e para de encher caramba... Lena!

Eu sai correndo sem ao menos querer ouvir algo e fui para a cozinha, aquele dia ele ficou em casa e tentava falar comigo eu nem respondia, mas ai ele apareceu na cozinha do nada e me pegou no colo de um jeito que eu não consegui resisti... Pronto Damon, eu já não falava mais por mim!

A semana vôo mais rápido que qualquer outra... O jantar se aproximava e meu coração gritava, nem acreditava que amanhã era o dia do jantar de Kayle e minha amiga não iria... Como nada na vida é festa, Edna Salvatore estava de volta, de óculos de sol dentro de casa ela colocou as malas na sala e me olhou.

—Elena, pegue minha mala e lave minhas roupas, quero tudo arrumado, tem muitas roupas para lavar, lá não tem empregadas!

—Sim! — Ah oi para você também MEGERA! Peguei a mala e subi para seu quarto, sua mala transbordava de roupa suja, como em uma semana ela conseguia sujar tudo aquilo de roupa? Sem contar que eles tinham empregados na casa de praia, Giuseppe não tinha roupa suja porque? Peguei tudo e desci para lavar as roupas. Damon tinha saído e não havia voltado. Fui para a lavanderia, coloquei as roupas na máquina, estava cantarolando quando a megera me chamou.

—Elena, minhas pratas estão todas sujas! — Ah não, essa de novo... Sua voz fina me irritava... Mil vezes megera dos infernos!

—Eu lavo todo dia!

—Lava de novo e agora! Amanhã é a festa de Kayle, quero tudo perfeito! Quero tudo brilhando! BRILHANDO!

—Sim Dona Edna!— disse pegando as pratas, Damon entrou na mesma hora, eu sorri e ele me ignorou, abaixei a cabeça e ele foi até a mãe dar um beijo na testa dela.

—Estou saindo mãe! — sorriu — só vim ver você, prometo que volto mais cedo para ficar a tarde com você— abraçou ela e eu olhava pegando as pratas

—Ah sim meu príncipe... Aonde vai meu anjo?

—Na casa de Kayle! — O que? Filho de uma megera... Como assim na casa dela? Peguei a ultima prata em um barulho estridente e os dois me olharam, os ignorei e fui para a cozinha.

Estava ariando a última prata com a maior raiva que um ser humano poderia ter, quando o amor da minha vida ironicamente falando, apareceu atrás de mim pegando uma das pratas que estavam prontas em cima da mesa.

—Olha Elena, nem consigo olhar meu reflexo! — Tenho culpa se nem as pratas querem ver esse rosto?

—Mas já ariei demais Dona Edna. Não tem como fazer mais nada, pode ser que...

—De novo, eu quero brilho... Brilho!

Assim que ela saiu eu continuei, ela vinha toda hora e não deixava que eu parasse, estava cansada e o produto fazia meus olhos queimarem, minha mão doía demais e eu não conseguia obter brilho, o brilho que ela queria... A tarde inteira ali, comecei a chorar de raiva e olhar pela janela como estava escurecendo, ouvi a porta fechar e Damon estava na cozinha me olhando espantado.

—Lena? — disse ele entrando na cozinha—ainda ariando as pratas? — arqueo a sobrancelha e eu assenti de costas para ele novamente.

—Sim! Não estão do jeito que a sua mãe quer — ariei com raiva

—Ei! Ei — disse pegando minha mãos, olhou para elas e estavam enrugadas e com pequenos cortes devido o produto ácido. —Sua mão está sangrando!

—O produto para limpar a prata é muito forte. — Rapidamente ele lavou minha mão com água fria... tentei me esquivar mas aquela água era tão refrescante...

—Vem comigo deitar um pouco, minha mãe foi dormir, depois eu coloco as baixelas lá no lugar delas.

—Não Damon, você some o dia inteiro, nem me olha e fica com Kayle... Ai acha que é só chegar e... — comecei a chorar e ele me abraçou...

—Ela me disse que se eu não fosse dar uma volta contaria para minha mãe de nós dois na piscina! — sussurrou no meu ouvido — não rolou nada entre nós, eu juro minha pequena. — assenti e minhas mãos estavam doendo mais. Subimos para meu quarto eu ainda abraçada com ele, Damon fechou a porta e passou a chave... Pegou sua caixinha de primeiros socorros e começou a passar uma pomada para cortes em minha mão. Gritei com a ardência e ele riu baixinho assoprando minhas mãos.

—Shhh! quer acordar minha mãe — disse rindo — pronto pequena, passou... Vai melhorar eu prometo— assenti e ele me deitou em seu colo— minha mãe abusa muito de você— assenti em silêncio e ele começou a fazer cafuné até eu cair em sono profundo... Acordei no meio da noite com ele indo embora do meu quarto depois de depositar um beijo na minha testa achando que eu estava dormindo ainda.

Acordei bem cedo, só para variar, estavam a equipe de decoração, equipe de buffet e muitos seguranças recebendo ordens da megera que iria sair para ir ao salão, Damon apareceu no meio de todo mundo e veio correndo ver minha mão.

—Esta melhor? — disse beijando minha mão, a puxei imediatamente

—Está louco? — sorri olhando ao redor— se sua mãe nos pega eu morro Damon Salvatore!

—Desculpa— riu — eu vou disfarçar por ai... Mas se precisar me chama, estarei aqui — riu e eu ri alto com ele... Assenti, na verdade queria ele ali comigo, só isso!

Arrumei a casa na parte da faxina, a decoração cuidou do resto e a comida a equipe contratada se responsabilizou, a casa estava maravilhosa, nem dava para acreditar que uma imbecil merecia aquilo. Kayle veio com um pacote para mim e me entregou.

—Empregadinha! Coloca isso! — disse me entregando um uniforme rosa choque, olha era a coisa mais horrível que eu já havia visto, Damon riu da minha reação.

—Isso?! — perguntei

—É Agora!Fui para o quarto, era melhor não discutir, me troquei e fiquei olhando no espelho, nem queria ir para foram, estava com vergonha de sair daquele jeito. Ian entrou no quarto segurando uma gargalhada.

—Nossa Lena, você esta... Linda!

—Muito engraçado Damon Salvatore! Muito engraçado! — Ele se aproximou de mim e me beijou apaixonadamente, ai que delicia que foi aquele beijo, tão quente e tão gostoso.

—Nossa! Que delicia! — disse ele entre meus lábios. Ele começou a me beijar e descer suas mãos em minha cintura. Passei minhas mãos em volta de seu pescoço e fechei os olhos.

—Posso saber o que é isso? — Era a megera, me virei morrendo de medo, a única coisa boa é que Damon estava ali, então não estaria sozinha, teríamos que enfrentá-la mais dia ou menos dia.

—Mãe, não é nada disso que você está pensando— ele se explicou e eu a olhei calma... Damon estava lá!

—AH NÃO? DAMON SALVATORE, VOCÊ COM ESSA EMPREGADA, QUERO MATAR VOCÊ ELENA SUA!

—Mãe, a Elena é... —Fiquei quieta, daria tudo certo —Só curtição, nada sério, ficamos sozinhos, ah mãe sou homem! não resisti, e ela se insinuava para mim!

—O que? — disse olhando incrédula para ele, idiota... Elena sua idiota burra... Burra... Ele me olhou e eu queria matar aquele idiota.

—Ah Elena, que lindo, virando uma puta?—disse a megera... Chorei ao ouvir aquilo, Damon nos olhou e eu o encarei, porque ele estava fazendo aquilo? Ele queria se desculpar com os olhos tristes, meu Deus eu me entreguei Damon, eu me entreguei...

—Se me dão licença vou para fora! — ele comentou me deixando sozinha com a megera, eu ia apanhar meu Deus.

—Elena, eu só não te dou uma surra, porque tem muitos convidados meu aqui, mas espere que amanhã você vai ver o que é bom!

—Eu não me insinuei! — gritei com lágrimas nos olhos e ela me olhou com um olhar de raiva

—Em quem você acha que vou acreditar?

—Nele! é claro— disse mais baixo que eu poderia e ela assentiu

—Nem precisava falar, seu castigo terminaria hoje, após essa! seis meses de castigo.

—Seis meses?

—É! Seis meses, se arrume e vá servir, e distância de Damon, e amanhã eu vou te dar uma surra que você vai perder o rumo... — me arrepiei em saber que ia apanhar no dia seguinte, aliás já havia acontecido uma vez...Ah pode ter certeza sua bruxa vou ficar bem longe daquele canalha.

Enxuguei minhas lágrimas, me arrumei e sai, seria o pior dia de todos, não tinha dúvida.Tive que aguentar as brincadeirinhas de Kayle a noite inteira, sem Caroline ali não estava nada fácil! Mich era a única, bom ela e Peter, eram os únicos que estavam sempre conversando comigo, eles eram humildes e ironicamente os mais ricos dali. Carol ligava para Mich para saber como eu estava toda hora.... Ela até me perguntou porque eu estava com os olhos inchados, eu inventei que era alergia.

Após quase todo mundo ir embora, inclusive os pais da minha querida amiga Kayle, ironicamente falando de novo, ficou apenas Peter e Mich, Edna e Giuseppe na mesa, estavam falando de negócio, Mich estava debruçada no ombro de Peter. Damon estava no sofá com a Kayle, rindo, me olhava toda hora... Eu o ignorava arrumando a bagunça que ali estava.

—Lena traga vinho querida — disse Giuseppe sorrindo... Assenti e preparei as taças de vinho em uma bandeja, Kayle levantou e bateu na bandeja de propósito derrubando em cima do sofá branco da megera, ela me mataria, aquele era o xodó dela! Vinho não sai de jeito nenhum, ainda mais naquele sofá branco. A olhei de um jeito assustado.

Edna levantou com sangue nos olhos, sem se importar com as pessoas que estavam ali virou um tapa de costas de mão na minha cara me fazendo cair no chão, Mich levantou correndo, deixando Giuseppe e Peter assustados com a cena, Mich me ajudou a levantar. Eu a olhei dizendo que estava bem, ela me abraçou assustada e Giuseppe veio até mim.

—Está louca Edna? — perguntou pra ela, me levantei e Mich ainda me segurava olhando para a megera incrédula.

—Mãe?! — disse Damon enquanto Kayle ria—Que porra foi essa? Eu não agüento mais, você me prometeu uma coisa, você fez outra... Mãe... Eu... Não dá dona Edna, não dá...

—Não se atreva Damon! — ela o olhou com ódio, não entendia nada

—O que está acontecendo, alguém pode por favor me explicar? — perguntou Giuseppe, nem eu sabia o que estava acontecendo, sabia que meu rosto ardia e eu queria ir embora dali, aquilo era uma prévia da surra de amanhã.

—Nada Giuseppe, Damon bebeu demais essa noite, eu pedi para ele maneirar, ai sabe como ele é e...

—Esta acontecendo sim, aliás aconteceu! E eu nem bebi dona Edna! — Damon estava decidido do que ia dizer, Edna estava com um semblante de medo e eu ainda estava nos braços de Mich.

—Damon... se você falar algo eu te deserdo!

—Ok.. mãe, faz o que quiser! — ele deu de ombros — eu cansei de me importar, cansei de ver isso e ficar calado... Cansei!

—Damon filho? o que está acontecendo — Giuseppe estava impaciente e o olhar de Damon parou nos meus.

—Pequena, quero que você saiba antes de tudo que você é muito especial para mim, e que seja qual for a sua reação... Eu vou entender...

—Damon, o que está acontecendo? — foi a minha vez de perguntar e me aproximar dele ficando cara a cara com ele.

—Você é a Gilbertizinha Lena, você é a filha de Michaela e Peter— ele me olhou com lágrimas nos olhos.

Raiva e ódio descreviam o que eu sentia naquele momento

Não acreditava no que tinha acabado de ouvir da boca de Damon, queria sumir daquele lugar, e nunca mais aparecer... Era a história mais louca que já tinha ouvido na vida, eu Elena, uma simples empregada... Ok, foi o que eu acreditei a minha vida inteira, uma vida de mentira e de idiotices que vivi... Eu não queria olhar para ninguém naquela sala, queria ser cega naquele momento para não ter que voar para o pescoço dela, minha vista estava turva e eu estava cambaleando pela sala, sem aguentar mais um minuto fiz algo que desde que me conhecia por gente nunca tinha feito na casa dos Salvatores, sentei no sofá da Megera!!!

Damon me olhava assustado e eu tentava digerir cada palavra que tinha escutado, sim porque eu não sabia mais o que fazer, queria recuperar minhas forças me levantar e matar aquela sanguessuga, ela me olhava assustada sem nenhuma reação ao não ser pelo pânico eminente em seu rosto cheio de plástica e cremes caros. Eu poderia viver longe dali e sumir de perto dela, mas eu prometi a mim mesma, eu me vingaria daquela filha de uma puta, ela ia pagar cada coisa errada que fez para mim, cada noite mal dormida e cada humilhação que levei dela.

—Damon, filho, você tem que se tratar — disse sua mãe tentando se livrar— eu a encarei e Michaela parou no meio da sala sem entender nada, sem saber nada.

—O quê? — perguntou Giuseppe, Edna... Me explica isso... — ela o olhava chorando... estava sentada ainda no sofá e Mich ainda estava sem palavras e me olhava chorando. Era isso mesmo?

—É isso mesmo... Mich, Peter... Pai... Minha mãe seqüestrou a Elena, ela é a Nina Gilbert, ela é a filha de vocês... Lena— ele se sentou ao meu lado e me encarou, meus olhos estavam parados e o choro estava preso na minha garganta.

—Como assim? — perguntou Michaela saindo de seu transe — mais uma vez? Eu não agüento mais alimentar esperanças e...

—Tem algo que possa provar para você Michaela? — ele disse a olhando, todos — as pessoas estavam quietas e sem respostas.

—Meu bebê tinha uma marca de nascença no ombro. Eu me lembro perfeitamente, era no ombro direito... —Damon me virou de costas para ela e delicadamente abaixou meu uniforme, mostrando minha marca. Peter e Michaela me olharam, Edna estava estática, eu então estava sem ar... Eu era a Gilbert perdida?


Notas finais
Ahahaha eu amoooo esse e o próximo capitulo
Aehhh leitoras que mataram a charada...
Beiiijos, comentem e recomendem para eu ficar feliz...
Gente, pergunta>... Nessa fic temos momentos Stelenas, sei que tenho leitoras Stelenas que gostam de momentos eu acho! Mas a maioria é Delena e odeia o Stefan, eu tbm odeio mas qdo escrevi a fic eu até gostava dele... Mas na verdade era o Paul e não o Stefan... Pode rolar que vcs vão ler? Beiiiijos!
PS: 10 Recomendações e eu faço um BIG Hot